Acabei me masturbando com minha cunhada enquanto meu irmão viajava
Os dias quando passei duas semanas de férias na casa de meu irmão na praia terminaram sendo de muita provocação e masturbação. Cheguei na quarta-feira da Semana Santa e fui muito bem recebido pelo casal. Passei o feriado com eles passeando e curtindo aqueles dias. No entanto, chegou a segunda-feira e Roberto foi trabalhar. Eu passava o dia na praia e retornava na hora do almoço. No entanto, minha cunhada sempre me olhava de um jeito diferente, com uma certa curiosidade de me experimentar. Esperava sempre que eu fosse tomar uma iniciativa. Por ser esposa do meu irmão, sempre mantive o respeito, embora estivesse sozinho. No meio da semana, Roberto viajou a trabalho e o levamos ao aeroporto. Iríamos ficar juntos na casa até o final de semana. Minha cunhada, no entanto, continuou a me atentar. Passava de tolha na minha frente quando vinha do banho e um dia deixou a porta do quarto aberta enquanto trocava de roupa. Para mim, não era difícil me conter pois há anos que, por opção, passei a me masturbar quando vou pra cama com uma mulher ao invés de transar com ela. Só que nunca compartilhei isso abertamente com pessoas da família. Ainda mais com esse irmão que tinha se tornado evangélico e levava uma vida com restrições acreditando numa plena fidelidade da esposa também da igreja. Passava por minha cabeça se Roberto sabia satisfazer sua esposa ou se ela queria ter outra experiência fora do casamento. Contudo, nada daquilo interessava pra mim. O que mais queria seriam problemas. Numa tarde, escutei a cunhada gemendo no banheiro. Percebi que ela estava se masturbando e uma das coisas que muito me excita é uma mulher batendo siririca. Mesmo sem vê-la, degustei cada momento atrás da porta, ouvindo seus tapinhas na buceta juntamente com os gemidos, principalmente quando o chuveiro foi desligado. Meu pau ficou durão dentro da calça já inspirado para tocar uma punheta quando ela saísse dali. Seu banho durou quase uma hora e ela saiu de roupão com a toalha na cabeça e a cara cheia de felicidade depois de vários orgasmos. Foi para a cozinha fazer uma macarronada pra nós dois e me serviu. - Rô, fale um pouquinho sobre sua vida em Niterói. Você e Samara não estão mais namorando? Senti nela uma envolvente energia feminina que me excitou. Respondi: - Ficamos juntos quatro meses e resolvemos terminar de comum acordo como nos outros relacionamentos desde a época da Cris que você e Roberto conheceram. - Me tornei muito amiga da Cris desde o ano passado quando a encontrei no Instagram. Ao ouvir isso, passou pela minha cabeça de que a esposa do meu irmão pudesse saber da minha opção de punheteiro. Pois, foi durante o namoro com a Cris, na época da pandemia, que parei de ter relações penetrativas. Durante o isolamento social na pandemia a gente optou por se masturbar nas videochamadas e mantivemos esse comportamento quando tornamos a nos encontrar presencialmente. Perguntei: - Vocês duas conversam muito? - Sim. Temos conversas que são maravilhosas. inclusive a convidei para passar uns dias aqui. Ela ficou de vir em junho. Debaixo da mesa, os pés descalços de minha cunhada passou a acariciar os meus como um sinal favorável a uma intimidade sexual. - Se vocês duas são hoje tão amigas, pode ser que ela tenha lhe contado algo sobre mim. - Ela é muito discreta sobre certas coisas, Rô. Mas ela sempre falou que você é um homem carinhoso que a fez uma mulher muito realizada. Acredito que seja por sua causa que ela fale tanto no empoderamento feminino, algo que já li também em sua página no Face. - Então você já leu meus textos? - Sim, Rô. Inclusive sobre a masturbação da mulher que você tanto admira... Naquela hora, meu pau ficou durão novamente. Era como se estivesse sendo flagrado numa punheta por uma desconhecida. - Cunhada, acredito que você e Roberto devam ter um relacionamento convencional por causa da doutrina religiosa que seguem, mas aquilo que não podem fazer juntos, nada lhe impede de realizar. Ela tirou o roupão e ficou completamente nua na minha frente. - Rô, você não se importa se eu me tocar para você? Faça de mim uma mulher empoderada! Cansei de ser a Eva do Adão. Hoje quero me tornar a Lilith. A visão foi tentadora e assisti aquela mulher toda nua em frente a minha molhando o dedo com saliva e tocando na sua buceta. Passou pela minha cabeça se assisti-la gozar seria uma forma de traição ou se poderia me conter evitando carícias e qualquer afeto que gerasse envolvimento. - Seja a Lilith que você tanto deseja! Mostre que você não precisa de um pênis para gozar. Tirei minha roupa e comecei a me masturbar junto com ela. - Tem certeza de que você não quer algo mais, Rô? - Meu maior prazer será ver você gozando com as próprias mãos. - Me come, Rô. Olha como eu estou toda molhada. Acelerei na punheta e logo jorraram jatos de porra caindo sobre o chão Assim que gozei, ela introduziu o dedo na vagina e continuou até alcançar o orgasmo se contorcendo toda. Levantei e fui tomar um banho e quando voltei, achei minha cunhada ainda nua e novamente batendo siririca. Assisti a cena mesmo com o pau mole e foi delicioso assistir ali o nascimento da Lilith.
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