Era a vizinha mais bonita do prédio. Moradores, visitantes e até os porteiros eram afim de Rebeca, inclusive eu. No entanto, nunca fiquei dando em cima como não faço com nenhuma mulher. Geralmente são ela que me procuram e descobrem que sou um punheteiro. Por opção, parei de meter desde a pandemia quando namorava há mais de um ano. Até aquela época, ainda tinha meus relacionamentos convencionais com penetração, porém, devido ao afastamento social, passamos a nos masturbar por videochamadas e continuamos assim mesmo depois das primeiras vacinas. A gente se encontrava e se masturbava frente a frente sentados com alguma distância no sofá. Com Rebeca foi mais recente e eu já havia terminado o namoro, entrado em outros e tudo outras experiências casuais. Todas, porém, sem penetração. Um dia, aquela bela vizinha pediu pra eu ajudar a fazer uns reparos no seu apartamento e, quando menos esperava, ela estava me provocando mostrando não usar nada por baixo do seu vestido. Percebi que se insinuava. Respondi a ela que, quando retornasse pro meu apartamento, iria lhe prestar uma homenagem. Rebeca replicou: - Tem certeza que não quer algo a mais do que me homenagear? Iniciamos ali deliciosas preliminares e tirei minha roupa deixando-a super excitada com minhas pegadas até que ela se deitou em frente à mim de pernas abertas. Confesso que nunca tinha saído com uma mulher tão bonita depois dos 30. Era uma novinha deliciosa. Ainda assim, fui capaz de resistir ao desejo de comer aquela buceta e manter minha abstinência de penetração, coisa que nunca mais pretendo fazer na vida, mesmo se for pra ter filho. Respondi: - Vou te homenagear é agora! Comecei a tocar uma olhando pra sua buceta toda molhadinha que também se acariciava até que gozei dando meus gemidos. Ela me acompanhou e teve um delicioso orgasmo depois de mim enquanto recebia elogios. Para que Rebeca não se sentisse rejeitada contei depois que tinha ne assumido punheteiro há mais de cinco anos quando ainda namorava e que ainda mantemos o relacionamento sem penetração por muito tempo. Para minha surpresa, Rebeca achou maravilhoso ser homenageada e compreendeu minha opção de vida: um hétero viril de quase 40 que não mete a pica. Por várias vezes até que ela arranjasse um namorado, a gente teve outros encontros presenciais e uns virtuais. Não raramente eu era surpreendido com uma chamada de vídeo em que ela me chamava pra lhe homenagear e eu a incentivava a se tocar: - Maravilhosa, bate uma siririca bem gostosa. Mostra que você não precisa de um pênis pra gozar.
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