Ela me surpreendeu com uma inesperada siririca me pedindo para tocar punheta
Estávamos ainda nos conhecendo pela internet embora morassemos na mesma cidade. Já havia compartilhado muitas das minhas fantasias e assumido logo nas primeiras conversas a minha condição de homem adulto punheteiro. Com o tempo, fomos nos falando ao telefone com ligações feitas pelo WhatsApp e videochamadas. Quanto chegou o dia dos namorados, finalmente marcamos de sair. Naquele fim de tarde passei em sua casa. Apesar de ter menos de 30, a danada já morava sozinha numa casa simples. Trabalhava numa empresa e fazia uns cursos de aperfeiçoamento. Fui recepcionado como se já nos conhecêssemos e ela me tratou com total intimidade como uma puta experiência que atende a uma chamada de vídeo. Me recebeu na porta com uma saia curta, unhas pintada de vermelho e blusinha branca transparente que deixava seus peitinhos visíveis. - Entra, meu punheteiro. Hoje é dia dos namorados e quero fazer uma surpresa para você. Pelo jeito, a gente não iria sair. Pelo menos não no começo da noite. E eu estava realmente surpreso em saber que iríamos começar já brincando logo no primeiro encontro. - Senta ou feira na caminha, amor, e vão tirando a roupa. Assim que me sentei, ela levantou a saia e mostrou sua bela xoxota. - Deixei ela toda raspadinha pra você. Estou louquinha de tesão. Ainda surpreso com ela, fiz o que me mandava e botei meu pau pra fora ainda mole. - Quero que começa bater bem devagar. E continuou: - Quero ver você gozar pra mim, meu punheteiro, e me homenagear enquanto eu tocar uma siririca. Só pode gozar quando eu deixar. Uma mulher que curte de bater siririca e ser homenageada é tudo o que eu mais gosto. Comecei então a ficar excitado. Ela foi se acariciando na minha frente falando sacanagens e me chamando o tempo todo de punheteiro. - Bate gostoso, meu namorado punheteiro. Essa buceta aqui é toda sua. Olha como ela está meladinha. Além de falar, ela ainda fazia gestos com um dia punhos me fazendo lembrar da masturbação enquanto também se tocava. - Isso. Não para. Continua. Diante dos meus olhos, ela fazia várias posições. Ficou de frente pra mim acariciando seu clitóris naquela fenda fechadinha e depois de quatro. Para não gozar antecipadamente, procurei manter controlado o ritimo da punheta. Virando novamente de frente, ela pediu então quebrou gozasse - Agora eu quero leitinho. Bate mais rápido pra mim. Olha como meus peitos estão durinhos. Numa distância de menos de dois metros diante de uma mulher com a buceta de fora molhada e ouvindo sua voz provocando, passei a bater mais rápido e com força. O pau estava latejando. - Imagino agora essa pica toda dentro de mim. Que tesão! Assim que os dedos dela penetraram aquela buceta, não aguentei e gozei na sua frente - Que másculo! Homem gostoso! Aí, que delícia! Caralho! A porra pulava no ar e ela enfiava o dedo com vontade na buceta numa maravilhosa conexão. Minutos depois ela gozou. Meu pau já estava mole e todo lambuzado. - Que gozada deliciosa. Essa bucetinha e esse cuzinho são todos seus, meu punheteiro gostoso. Vindo em minha direção, ela me deu o nosso primeiro beijo, exalando um cheiro de fêmea no cio. Suas mãos molhadas de secreção vaginal me tocaram e senti sua bucetinha úmida encostando e roçando na minha coxa enquanto era loucamente beijado. - Agora sim, amor, vamos sair pra comer uma pizza. Adorei essa homenagem e seu que você também gosta de bater uma punheta. Fui até o banheiro me lavar e quando voltei, encontrei-a com a mesma roupa, porém com um par de sandálias e um casaco sobre a camisa transparente acariciando sua xoxota. Perguntei: - Amor, você não vai se vestir para sairmos? Ela respondeu: - Já estou pronta e jamais uso calcinha Passeamos até às onze da noite e ela muitas vezes me atacou, beijando e provocando com aquela buceta quente. Além da pizza, dançamos num ambiente mais escuro do restaurante. No final, ela não deixou que eu pagasse a conta e a trouxe de carro. Enquanto dirigia, ganhei uma segunda siririca de presente. - Meu tesão agora está nas alturas, dei que ainda falta quase meia hora até em casa e preciso gozar agora. Como ela não usava calcinha, estava muito fácil para se masturbar no banco carona do meu carro. Infelizmente, eu precisava estar atento ao volante. - Sabendo que está cansado e em respeito à sua condição de punheteiro, olha o que eu trouxe. Ela abriu a bolsa e tirou de lá um consolo. Fiquei maravilhado e como não poderia perder nenhum instante da cena, parei o carro no acostamento. Ousadamente, ela tirou a roupa toda ficando apenas com a sandália. Depois introduziu o consolo na buceta. - Você não precisa me comer, amor. Eu mesma meto em mim imaginando essa sua pica aqui dentro. Que delícia! Eu já pensava em abaixar a calça para me masturbar também, mas ela pediu para que mantivesse de roupa. Vi aquela mulher linda se contorcendo de prazer, gemendo e gritando. Foi um orgasmo bem intenso que molhou até o banco do carro. Por volta das meia noite, chegamos. Ela continuava nua no carro. - Adorei a noite. Foi maravilhosa. - E quando a gente vai se ver novamente? - Nós se vê por aí. Após me beijar, ela pegou a chave da casa, colocou a bolsa no ombro, segurou as roupas e saiu do carro caminhando nua em direção à porta da casa sem nenhuma preocupação. O namoro não vingou e nunca mais ela pediu pra sair, porém aquela mulher numa só noite realizou muitas das minhas fantasias. Parecia até que era minha leitura dos contos eroticos.
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