Sarita veio tirar uns dias de férias se hospedando na casa de seu primo Ricardo e do seu marido Rosalvo, os quais moravam numa bela cidade serrana. A casa ficava num bairro quase rural mas que permitia uma bela vista na varanda situada nos fundos da construção. Sarita foi muito bem recebida pelo casal que lhe preparou um delicioso jantar e também um banho ofurô deixando-a totalmente à vontade no banheiro principal da casa. No dia seguinte, Ricardo e Rosalvo levaram Sarita para conhecer o parque ambiental situado próximo de onde moravam e fizeram uma agradável caminhada na floresta observando os pássaros e visitando uma cachoeira quase secreta. Lá ela se banhou nua não muito distante do primo e do seu esposo ficando totalmente à vontade. Percebeu que eles lhe proporcionavam liberdade e proteção. Rosalvo, embora não transasse com mulher, ficou admirado com a beleza de Sarita. Seu primo Ricardo, sentiu-se excitado já imaginando como seria sua noite com o esposo. Nenhum dos dois a cantaram e agiram como se a nudez dela fosse normal como se fossem crianças. A segunda noite na residência do casal despertou em Sarita um desejo ainda maior, após sentir-se confiante de que poderia sair completamente nua de seu quarto e circular pela casa. Tendo dormido pelada, eis que, por volta das três da manhã, resolveu ir até à cozinha pegar algo para comer na geladeira tendo ouvido uns sons do quarto do casal dando a entender que estivessem gozando. No fundo, ela queria ver o que os dois estariam fazendo, mas achou que seria um abuso. Voltou para o quarto, assistiu um vídeo de dois homens transando e começou a se tocar. Pela manhã, Ricardo e Rosalvo saíram para trabalhar na universidade onde um lecionava e o outro (seu primo) era o responsável pela secretaria. Após tomar o café da manhã que Rosalvo tinha deixado preparado, entrou no quarto do casal e viu que eles tinham várias revistas de.mukheres nuas, embora fossem gays. Na parede, um quadro de uma mulher se tocando discretamente e outro sugerindo a masturbação feminina. Ao chegar na varanda, Sarita não se aguentou e tirou o roupão que vestia. Começou a acariciar seu corpo imaginando como seria o sexo do primo com o marido. Seus peitos estavam duros e a buceta molhada. Da varanda, ela tinha uma vista sensacional podendo ver a cidade de longe, acreditando que não seria descoberta. No entanto, em algumas partes da casa tinham câmeras que tanto Ricardo quanto Rosalvo podiam acessar pelo celular. Não demorou, Rosalvo mandou uma mensagem para Ricardo assistir o que Sarita fazia brincando com sua buceta sentada na cadeira. Os dois degustaram cada momento. Ela passou a manhã quase toda tocando siririca. Pouco antes das duas da tarde, os dois saíram do trabalho e foram conversando no carro no trajeto de volta para casa. Pelas câmeras, Sarita estava agora nua no terraço pegando sol. - Rosalvo, o que achou das cenas? - Sensacional o orgasmo da sua prima. - Na adolescência, antes de ter a consciência de que sou gay, tinha uma enorme atração por ela. - Se quiser, aproveite. Sabe que não sinto ciúmes por causa de uma aventura. Até gostaria de assistir. - Não faria nada com ela hoje. Só me excitaria pra gozar contigo. Depois dessa declaração, os dois pararam o carro num acostamento da estrada, começaram a se beijar e a se masturbar. A cena de de uma mulher tocando siririca na varanda do casal de maneira autêntica excitava ambos profundamente. No fundo, tanto Ricardo quanto Rosalvo gostavam de mulher, mas não transavam com elas. Curtiam sexo sem penetração e adoravam se masturbar.
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