Ela gozou loucamente de frente pra mim batendo siririca enquanto eu a homenageava
Aquela foi a nossa primeira noite num motel. Mirella já namorava comigo há dois meses e estava louca para irmos juntos pra cama. Não queria que a levasse para passear em nenhum lugar e sim que fôssemos a um local reservado onde pudéssemos nos relacionar intimamente. - Amor, esquece o show de hoje. Sei que você adora me levar para balada, cinema, teatro, exposições e palestras. Só que hoje eu quero fazer amor com você. Suas palavras me deixaram ao mesmo tempo excitado e preocupado. Já percebia pelos últimos encontros que ela estava afim de transar, porém jamais ousei leva-la para cama. Depois dos nossos passeios, dava uma carona até sua casa e nos despediamos. Claro que já estavam rolando beijos e abraços como se fossemos um casal de adolescentes virgens, apesar de termos já passado dos trinta. Agora, no entanto, eu precisava dar a ela uma explicação sobre minha opção de punheteiro que, desde a época da pandemia, havia resolvido parar de fazer sexo com penetração. Nesses dois meses de namoro, nada lhe falei acerca do meu comportamento sexual atípico. E sequer fizemos uma videochamada. Por outro lado, estava louco de vontade de fazer uma homenagem pra minha nova namorada e vê-la gozando gostoso com suas próprias mãos, preservando os nossos corpos num regime de castidade quanto à penetração vaginal. Chegamos ao motel já nos beijando loucamente e ela não teve demora em tirar a roupa. Ainda de cueca, eu a chupei fazendo-a gozar em minha boca. Ela segurava minha cabeça, gritava e gemia. Não precisei dar explicações sobre minhas preferências. Apenas pedi o que queria: - Agora vou te homenagear bem gostoso enquanto você se toca. Adoro ver uma mulher gozando. - Me toquei muitas vezes pensando em você. Nossos passeios de fim de semana terminava e eu me acabava quando chegava em casa louca de desejo. Tira logo essa cueca! - Você é linda. Mostra pra mim como você goza quando está sozinha. Ela levou e dedo até a boca e me olhou de maneira provocante. Sua buceta estava toda molhada. Tirei a cueca pondo ora fora minha pica toda raspada e, enquanto ela se acariciava, comecei a bater uma punheta. - Não somos casados, mas quero te homenagear. Ao mesmo tempo que ela se tocava me provocando, eu dizia palavras de elogios à suas beleza que a deixava ainda mais excitada. Repentinamente, gozei e os jatos de esperma pulavam no ar caindo sobre minha barriga enquanto sua buceta molhadinha em frente a mim continuava toda preparada. - Agora goza gostoso pra mim, amor. É lindo ver uma mulher dando prazer a si mesma com total independência. Ela fechou os olhos e se concentrou no seu próprio prazer, tocando em sua buceta molhada e sedenta. Meteu seu dedinho lá e ficou de contorcendo enquanto se masturbava até gozar, respirando de maneira ofegante. Beijei-a e abracei carinhosamente seu corpo, mostrando que nenhum afeto faltaria a um casal de namorados que mantivesse seu relacionamento casto, sem ter penetração. Passamos as próximas horas juntos, conversando e novamente nos masturbando. Na última, tocou outra siririca em meus braços enquanto a beijava para depois me assistir novamente gozando na punheta. Acabei não revelando a ela que era um punheteiro e Mirella pensou que, por um motivo religioso ou moral, me abstive de come-la. No entanto, em momento nenhum se sentiu rejeitada. Continuamos a nos ver durante várias semanas, porém sem novos encontros íntimos até que eu mesmo a convidei; - Amor, que se eu e você passarmos juntos essa noite? - Não quero que caia em tentação por minha causa. Preserve sua virgindade até o matrimônio pra que a gente seja um casal abençoado. - Continuaremos preservando nossos corpos. Pode confiar. - Confio em suas palavras, mas a carne é fraca. Depois que fomos ao motel naquele dia, resolvi voltar pra igreja. Não sei se você é católico ou evangélico, porém a esposa do pastor me aconselhou a não fazermos nada mais do que dar uns passeios, dando uns beijos e abraços. - Está bem, amor. Mas saiba que a cada encontro, volto para casa e me masturbo pensando em você. - Eu também não resisto. Bato siririca quase todos os dias e depois oro pra não passar disso. Prometo que, depois do casamento, quero te dar bem gostoso e sentir essa sia pica todinha dentro de mim. Infelizmente, a religião a travou a mente e o corpo dela. Bastou eu lhe contar que não acredito nas crenças dela que o namoro logo terminou. Ainda assim, até que Mirella arrumasse um novo namorado, tinha vezes que ela me ligava e a gente se masturbava juntos nas videochamadas. E, tempos depois, soube que ela foi para o altar se casando grávida com um irmão da igreja...
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.