Quando flagrei pela primeira vez uma mulher batendo siririca, não tive coragem de interromper
Já faz muito tempo quando, pela primeira vez, flagrei uma mulher se masturbando. Era uma namorada minha da juventude e estávamos passando uns dias em Visconde de Mauá. Eu e ela transavamos com frequência e aquele final de semana na serra prometia. Chegamos na sexta e, como ela estava cansada, respeitei sua vontade e não fizemos sexo. Pela manhã, descemos para tomar o café no refeitório. Fui para a cachoeira e ela preferiu voltar pra cama e descansar. Pouco antes de meio dia, retornei e fui entrando em silêncio pra não acorda+lá, caso estivesse dormindo. Mas, quando cheguei na porta do quarto, estava ela se deliciando com um brinquedinho do sex shop. Fiquei quietinho só observando como se não estivesse ali. Renata estava a ponto de gozar e vi aquela morena alcançando o orgasmo com suas próprias mãos. Era algo inédito pra mim pois ainda não tinha se popularizado o smartphone e quase eu não acessava conteúdos eróticos. Logo que ela terminou, entrei, beijei- a e a ela se arrumou para irmos almoçar, vestindo apenas a saia sem a calcinha como costumava fazer. Meu pau tava duro, mas não fizemos nada naquele momento. Demos uma saída e a deixei com suas amigas em Maromba pois estava louco de vontade para tocar uma punheta lembrando da cena que havia assistido enquanto me continha. A tarde inteira passei me masturbando no chalé e só lá pelas cinco da tarde ela voltou dizendo que queria se preparar para um evento cultural com as amigas. Fomos juntos pra noitada em Maringá e ficamos até uma da manhã na rua. Nossa segunda noite também não rolou nada de sexo entre nós. Ela até que estava animada. Só que, dessa vez, eu me sentia cansado depois de ter tocado várias punhetas de tarde e não queria fazer mal feito. Mesmo assim, ela tirou a roupa e dormiu totalmente nua debaixo dos lençóis e dos cobertores, como costumava sempre fazer. Também deitei pelado mesmo lá fazendo frio O domingo seria um dia curto pois pretendíamos voltar cedo antes da Dutra engarrafar. Tanto é que pretendíamos almoçar em Barra do Piraí na casa de uma tia minha. Ela continuava animada mas falei que não daria pra perder tempo. Seu banho foi demorado e logo imaginei que ela estivesse outra vez se tocando. Apesar da porta do boxe do banheiro enfumaçado, dava para perceber, pelos seus movimentos, que era outra siririca. Não resisti e toquei uma punheta na cama imaginando o que ela fazia e lembrando das deliciosas cenas do dia anterior. Assim que terminou o banho, ela me pegou no flagra. Eu tinha acabado de gozar e ainda estava com o pau na mão. Sua reação foi um sorriso e encarou com toda naturalidade o que viu. Entrei no banho e ela foi se arrumar. O fim de semana terminou sem sexo e com todas as camisinhas guardadas na bagagem, mas achei super apimentado. E, durante a semana, toquei muitas punhetas recordando dos dois flagras naquele chalé de Mauá.
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