Nunca imaginei que meu papo com Letícia (nome fictício dela) fosse inspirar tanto a sua vida sexual entre quatro paredes com seu esposo. O casal já estava junto há sete anos, foram frequentadores de uma igreja evangélica por uns tempos e transavam com certas regularidade. Em geral, era o marido quem tomava as iniciativas e a esposa, se estivesse com alguma vontade, obedecia. Os desejos dela, porém, eram expressos de uma maneira mais sutil. Um dia, Letícia pegou o esposo de cueca em frente ao computador acessa do fotos de mulheres nuas. Pensava que, como advogado, pudesse estar trabalhando nas petições de seus clientes mas não era nada daquilo. Ele acariciava o pau, às vezes colocava o piru pra fora e continuava brincando. Na época, ainda frequentando a igreja (ele já estava afastado), Letícia foi para o quarto orar. Estava muito assustada com o que viu e com certa indignação pelo fato do esposo estar procurando distrações no computador ao invés de se divertir com ela. Lembrou-se dos relatos das outras frequentadoras do grupo de mulheres da igreja sobre problemas com pornografia. A pastora sempre as orientava a não terminar o casamento só porque o marido olhava um site de mulheres nua, embora considerassem "pecado". Recordou-se das confissões de uma irmã que disse ter passado a apimentar suas relações passando a chupar o marido e usar com ele algumas fantasias do sex shopping. Era a única que expressava essa ousadia no grupo, porém sem nenhum apoio da pastora que nada dizia sobre seu caso e nem falava uma palavra a favor do sexo oral ou masturbação. A líder, esposa do pastor presidente, era radicalmente contra a pornografia e desaconselhava o sexo anal no casamento, porém com a cautela de afirmar se seria pecado. Ao ter flagrado o esposo em sites de sacanagem, Letícia recursou-se a transar naquela noite quando o marido a procurou. Acabou mentindo ao dizer que estava com dor de cabeça. Em seguida, o marido foi para o banheiro e percebeu que ele deveria estar fazendo algo ali. Escutou uns gemidos e presumiu que ele estivesse se masturbando. O homem dormiu como uma pedra, mas ela não. Levantou-se da cama e foi ver o histórico dos acessos recentes aos sites no computador do casal que o marido usava com quase exclusividade. Os sites visitados estavam todos lá. Quase todos de vídeos de mulheres nuas e casais transando. Ficou assistindo um por um e entrou numa página de encontros, tendo criado para si um login com nome de Carol. Sua ideia seria descobrir se o marido seria capaz de trai-la. Letícia nunca achou o perfil do esposo, porém nesse site de relacionamentos, acabou me conhecendo e ficamos íntimos. Passamos a conversar sobre sexo com uma abertura que nenhuma de suas amigas eram capazes de falar na internet. Um dia, por curiosidade, ela me perguntou sobre ter me tornado um punheteiro depois dos 30. Respondi que não foi por motivo de acessar conteúdo pornográfico e sim uma escolha de não ter mais relações com penetração. - Durante os meses do isolamento social da pandemia, eu e a namorada decidimos fazer sexo por videochamadas e, depois, nus encontrávamos de máscara para nos masturbar um para o outro mantendo uma distância. Depois que as vacinas chegaram, disse a ela que não tinha mais vontade de transar da maneira convencional e propus que continuasse nos nos masturbando. Ela aceitou numa boa não termos mais penetração... Letícia me respondeu após ouvir tido o meu relato: - Olha, Rô, não sei se a minha consciência hoje estaria totalmente de acordo para praticar a masturbação dentro do casamento podendo me relacionar normalmente com o meu esposo quando ele está aqui. Porém, acho menos pior do que qualquer tipo de traição. Se Breno viajasse e fizesse uma vídeo chamada comigo, adoraria me tocar para ele não precisar ver fotos de outra mulher e nem procurar uma amante na rua. - Mas, às vezes, ele pode estar quererendo algo diferente. - No dia quando o flagrei no computador acessando sites de putaria, neguei dar para ele e inventei estar com dor de cabeça, apesar da pastora nos aconselhar a não fazermos isso. Mas, naquele dia, estava indignada. Achei um desaforo ele ter que ver a foto de outra para se sentir excitado e vir depois com tesão me comer pensando no que assistiu no vídeo erótico. Percebi depois que ele foi para o banheiro se masturbar. - E vocês superaram isso? - Não totalmente. Continuamos transando normalmente, mas tenho feito com menos frequência. Nada de ser todos os dias como ele quer. E também tenho percebido ele ir mais vezes pro banheiro se masturbar como aconteceu outro dia no chuveiro. - E como você se sente? Não te excita ele se tocando? - Excitaria se estiver pensando em mim, nunca em outra mulher. Sugeri a Letícia mudar as posições na hora da transa, tipo ficar por cima dele, bem como tentar alternativamente o sexo oral e a masturbação com o esposo. Para minha perplexidade, ela confessou nunca ter chupado um pau. Seguindo meus conselhos, um dia Letícia resolveu atacar o marido. Pegou-o por trás e começou a punhetar sua pica. Com a outra mão, segurava sua boca. Ficou tocando até ele gozar. De acordo com seu relato no ZAP, o cara ficou sem fôlego quando recebeu a punheta e adorou. Ela confessou ter ficado super excitada e acabou indo na masturbar no banheiro após ele ter dormido. Curiosamente, a experiência acabou foi virando na vida do casal. Quase todos os dias, ela ordenhava o esposo, botava ele pra dormir e, depois me chamava no privado para contar como tinha sido. Eu e sua amiga moradora do condomínio onde o casal residia viramos seus principais confessores. Hoje Letícia não está mais frequentando os cultos na igreja embora mantenha contato com algumas mulheres do grupo da pastora. Diz ela ter aprendido a chupar um pau mas que prefere mesmo é punhetar o marido até ele gozar na sua mão. Para minha surpresa, os dois também estão se masturbando juntos e ela diz adorar ver ele tocando uma pra ela.
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