Ela ficou peladinha na cachoeira, não resistiu e tocou uma siririca me instigando para transar
Era feriado e tínhamos nos conhecido num pequeno arraial ao pé da Serra do Mar. Foi ela quem me escolheu quando estávamos na festa que rolava num dos botecos. Ficamos juntos dançando, nos beijando e se amassando. Ela mostrava ser uma mulher experiente embora parecia ter a mesma idade que eu ou até mais nova. Seu nome era Débora e as amigas lhe chamavam de Abelhinha Ficamos juntos até à madrugada e foi cada um para o seu camping. Ao entrar na barraca, não consegui pegar no sono até toquei uma punheta no banheiro coletivo lembrando daquele encontro. E quando acordei, o pau já estava duro novamente e quase comecei a me masturbar dentro da barraca, porém o calor foi ficando insuportável. Não havia mais café da manhã no camping e precisei ir para outro lugar. Foi quando a reencontrei junto com três de suas amigas. E elas me convidaram para irmos juntos à cachoeira. Terminei o café, tomei um delicioso açaí caseiro feito artesanalmente do fruto da jussara e seguimos pela trilha até à cachoeira do escorrega. Infelizmente, o ligar já estava cheio com muitas crianças e adolescentes de modo que seguimos por um caminho de vinte minutos até outra queda d'água maior onde alguns malucos saltavam de uma pedra numa altura de seis metros. Ela é as amigas se aventuram, mas preferi ficar só olhando. Uma hora depois e o lugar já estava cheio. Propus irmos todos pra outra cachoeira mais pra cima que quase ninguém conhecia. Suas amigas se recusaram mas ela resolveu ir comigo. Uma delas disse: - Abelhinha, tira fotos. A caminhada durou mais de uma hora e foi super cansativa. No entanto, a vista e todos o ambiente em volta compensavam o esforço. Ganhamos uma cachoeira só para nós. Para minha surpresa, ela não pensou duas vezes quando tirou toda a roupa e caiu naquela água gelada. Perguntou se eu não entraria. Mergulhei no poço, porém de sunga. Ficava super preocupado com o risco de um flagra. Também temia que alguém chegasse e a visse nua. Nadamos juntos e brincamos na água nos abraçando e beijando. Aquela morena me deixava de pau duro, porém eu me continha. Além de ser um lugar aberto ao público, não tinha trazido camisinha e, portanto, na arriscaria. Pensava apenas em transarmos mais tarde. Como não dava para ficar o tempo todo naquela água gelada, fomos para a pedra descansar. Ela permaneceu pelada pegando os raios de sol que penetração o lugar no meio da floresta. Acariciava seu corpo passando as mãos nos seios, na barriga e não demorou estava tocando na sua deliciosa bucetinha. Seus olhares para mim eram um convite para transarmos ali mesmo. Embora não dissesse nenhuma palavra, os gestos do seu corpo falavam dando um sinal verde. A essa altura, meu pau estava explodindo na sunga e comecei a me masturbar observando-a. Ela demonstrou gostar de ver a minha punheta e continuou batendo siririca intensificando os movimentos. Diferente do habitual, demorei um pouco mais para gozar por causa da água fria do rio que vinha até acima do joelho. Ela não se importava de continuar nua na pedra tocando siririca podendo ser vista por alguém que chegasse repentinamente. Seu corpo se contorcia ao mesmo tempo em que gemia e gritavam. Quando meu gozo veio jorrando sêmen sobre a água, ela teve em seguida uma explosão violenta de orgasmo se comendo com dois dedinhos, gemendo gostoso e falando sacanagem: - Que siririca gostosa! Que tesão, caralho! Delícia! Ao mesmo tempo em que saboreava o momento, temia um flagrante de estranhos preocupado também com minha reputação de macho pois havia deixado a mulher literalmente na mão. Assim que terminou de gizar, Priscila ainda permaneceu sobre a pedra descansando enquanto respirava de maneira ofegante. Depois olhou pra mim, entrou na água, se aproximou e deu um beijo falando em meu ouvido: - Sua punhetinha me deixou com mais tesão ainda. Eu adoro me masturbar. Ficamos mais um tempo ali nos beijando no rio. Ela nua e eu novamente de sunga. Novamente ela gozou, porém dessa vez me abraçando e beijando. Depois de uma hora de pegação, meu pau já estava duro novamente e toquei outra punheta usando a mão direita enquanto ela roçava a buceta na minha coxa e me beijava. Na hora de ejacular, ela parou tudo e ficou olhando a porra sair, adorando me ver gemendo baixinho. Voltamos e fomos conversando sobre nossas vidas. Para minha surpresa, ela era nove anos mais velha que eu naquela época, trabalhava como recepcionista numa empresa no Rio de Janeiro e morava com os pais e os irmãos em Piedade. - Amor, obrigada por ter se masturbado gozado fora. Estou no meu período fértil. Você é nota dez. - Desculpe eu nem ter trazido camisinha, mas nem imaginava que pudesse rolar. - Não tem motivo pra se desculpar. Sempre que quero gozar, eu mesma me masturbo e chego ao orgasmo. Na época, eu tinha 20 anos, já havia transado com outras mulheres sendo todas as vezes com camisinha. E, embora hoje em dia seja um punheteiro assumido (um homem com quase 40 anos que prefere bater uma na frente da mulher ao invés de meter), ainda não tinha essa consciência. Até hoje aquele momento na cachoeira não me sai da cabeça. Foi minha primeira masturbação a dois Eva segunda vez que assistia uma mulher tocando siririca, um conteúdo que, talvez, fosse raro na internet de 20 anos atrás...
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