Os filhos adolescentes estavam na escola e ela tinha acabado o serviço doméstico após deixar as roupas no varal. Não havia ninguém em casa. Só ela e seus pensamentos. No entanto, o programa que havia assistido sobre sexualidade da mulher mexeu com sua libido. Lembrava-se da entrevistada que sugeria às mulheres o conhecimento do próprio corpo através da masturbação. Para uma dona de casa que havia se casado virgem com um homem da igreja, sendo filha e neta de pastores, tocar no próprio corpo jamais foi incentivado. Em algumas ocasiões, até sentiu prazer ao se banhar quando um jato de água bateu ali e também ao encostar na quina da mesa. Também nos breves sonhos eróticos teve alguns orgasmos, os quais jamais experimentou no casamento. Naquele dia, prestes a completar 36 anos, estava sozinha em casa lembrando do programa e querendo experimentar algo novo. Afinal, nunca seria tarde para sentir prazer mesmo sendo consigo mesma e mais ninguém. Com.o final tas tarefas, pintou as unhas das mãos embelezando para si própria. Tirou a roupa e foi se olhar no espelho ainda de calcinha e soutien. Era uma gordinha sexy. Instantes depois, completamente nua, fez o que os médicos a recomendavam sobre o autoexame da mama. Parecia tudo ok. Seus olhos foram se direcionando para baixo e olhou sua buceta. Resolveu raspar os pêlo. O ato de se cuidar deixou-a super excitada e foi se deitar não se importando com a janela do quarto aberta. Aliás, até ficava com mais tesão olhar para o quintal. Ali mês o começou a se tocar e não demorou para sua buceta ficar toda molhada. O telefone tocou, mas ela preferiu não atender concentrando naquele momento. Logo vieram os gemidos e quando seus dedos era carinhosamente introduzidos para dentro de sua vagina. Seus pensamentos eram para a beleza de seu corpo. Não pensava no marido e nem em outros homens. Era uma conexão profunda com ela mesma. Novamente o telefone tocou. Era o esposo. Resolveu atender e enquanto ouvia sua voz numa chamada de dois minutos, suas mãos não paravam de se tocar. O tempo passou rápido e ela terminou de brincar num demorado banho. Os filhos chegaram da aula enquanto saía de toalha para o quarto, costume que não tinha porque quase sempre trazia as roupas que iria vestir para o banheiro. Faltava ter preparado o feijão, o arroz, a carne e apenas a salada se encontrava pronta na geladeira, mas os filhos estavam famintos. Naquele dia, toda a família teve que pedir uma quentinha no restaurante. Ela não fez mais nenhum serviço. Almoçou e ficou a tarde toda no quarto.
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