Em suas mãos: Gozando e assistindo a novinha gozar
Diariamente ela passava em frente à portaria do meu prédio indo e retornando da faculdade. Da janela ou na calçada, eu sempre observava aquela linda morena usando quase sempre uma mini saia que me deixava de pau duro muitas vezes. Um dia, pouco depois da aula, ela passou por mim carregando um carrinho de feira com livros, o qual aparentemente se quebrou. Aproximei para ajudar e ajuda-la a carregar até seu carro. Puxei uma conversa: - A aula terminou mais cedo? - Hoje o professor não veio e eu não sabia. Meu celular deu defeito e nem soube do aviso no grupo. - São coisas que a gente não pode adivinhar. - Qual seu nome? - Me chamo Rodrigo Naquele instante, um dos livros caiu de sua mão e, prontamente, me abaixei para pegar e, sem que tivesse nenhuma intensão, tive a visão do paraíso ao olhar de maneira breve para cima de suas coxas sob a saia. Parecia que eu tinha visto algo a mais. Nenhum sinal de calcinha, apesar da saia estar acima dos joelhos. Ela me agradeceu e pediu desculpas. Respondi que não teria motivo para se desculpar e que era um prazer estar ajudando (fingindo não ter visto nada). Ao chegar no carro, após guardar os livros, o carrinho e sua pasta, tive a ousadia de lhe convidar para sentar comigo num pequeno bar e pizzaria que havia ali perto. - Já que não tem aula hoje, quero aproveitar a oportunidade de lhe convidar para conversarmos um pouquinho ali. Sempre te vi passar em frente meu apartamento mas até hoje não sei qual seu nome. Para minha surpresa, ela respondeu beijando a minha boca. Jamais uma mulher me pegou daquele jeito minutos após a gente ter se conhecido. Nem nas minhas baladas dos tempos de adolescente acontecia tão rápido. Mas era ela quem queria me pegar e fazer tudo do jeito dela. Correspondi ao beijo mas foi ela quem tomou as iniciativas me atacando, algo que é pouco comum nas mulheres. Geralmente costumam ser os homens os tomadores das iniciativas, mas aquela jovem universitária trazia em si uma ousadia totalmente diferente. Enquanto era amassado comum objeto em suas mãos, fui novamente surpreendido: - Quero conhecer o seu apartamento. Não podia acreditar no que estava ouvindo. Tudo que eu tanto desejava acontecia muito rápido naquele começo de noite. Passamos discretamente pela portaria e, no elevador, ela outra vez me agarrou e foi me atacando pelo corredor do meu andar até entrarmos na quitinete. Quem tirou minhas roupas foi ela e em seguida ficou peladinha confirmando que de fato estava sem calcinha. Deitado na cama, ela começou a me masturbar ao mesmo tempo em que acariciava sua bucetinha que já estava molhada. Fiquei totalmente entregue em suas mãos. Enquanto me punhetava, ela ia avançando mais e mais na siririca, o que muito me excitava pois admiro mulheres conhecedoras do próprio corpo e que sabem dar prazer a si mesmas. Entre seus gemidos e palavras expressando o seu puro tesão, não resisti e gozei. Ela continuou batendo do até sair a última gota de esperma enquanto se penetrava com o dedo médio da mão direita. Nesse momento, ela se concentrou totalmente na siririca até gozar bem gostoso com total independência diante dos meus olhos, numa inegável explosão da energia feminina. Uma verdadeira estrela em erupção. Respirando ao meu lado e se acariciando levemente, limpou suas mãos em meu corpo, deixando um pouco de seu mel em minha boca. Vestiu-se e, após dizer adeus, abriu a porta e saiu. Aquela noite eu tive dificuldades para dormir e toquei mais duas punhetas lembrando de cada detalhe do que havia acontecido. Nos outros dias nos encontramos na rua, mas foram cumprimentos distantes e formais. Ela não queria mais nada comigo a não ser o breve momento daquela noite em que estive totalmente em suas mãos.
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