Mostrou que gozava muito bem sem um pau (e sem precisar dos meus dedos)
Adorei quando minha ex (na época namorávamos) gozou deliciosamente na minha através da masturbação. Na nossa primeira noite de intimidade sexual, ela encenou que iria me dar da maneira convencional como fizera antes com os homens com quais se relacionou sem nunca haver gozado. Eu, porém, não desejava que ela repetisse aquela prática sexual empobrecida, invasiva e violenta. Assim que ela se despiu e se ofereceu, respondi que não seria daquele jeito. Preferi beijar e acariciar aquele belo corpo nu ao invés de introduzir meu pênis na sua vagina. Meus toques e beijos acenderam aos poucos o seu desejo, fazendo com que cada preliminar ficasse mais apimentada. Na prática, ela era menos experiente que uma virgem pois ainda precisava conhecer melhor o próprio corpo. Sugeri que se masturbasse. Nossos encontros passaram a ser feitos com deliciosas siriricas e punhetas. Depois de acariciar seus corpos em diversas partes, o dedo tocava lá em movimentos que a deixava louca de desejo. Seu primeiro orgasmo foi na minha mão, nunca com meu pau. Depois que ela gozava, eu sempre tocava uma punheta para homenagear sua beleza, não atendendo aos reiterados pedidos para que metesse o pênis. Teria toda facilidade de penetrar em sua buceta, porém, se fizesse , certamente iria quebrar todo o encanto e repetindo o modo de reprodução machista do velho patriarcado. Depois que eu gozava, ela vinha me beijar fuçando abraçada comigo e costumava roçar nas minhas cochas. Um dia pedi que ela se masturbasse e fez isso nas preliminares passando a tocar em seus seios e no clitóris. Sugeri que fizesse também sozinha em sua casa para treinar e ela foi aprendendo. Chegou o dia dos namorados e lhe presenteei com uns brinquedinhos. A essa altura ela já conseguiu se masturbar por mais tempo e sentir um grande prazer. Assistir cada siririca dela me deixava bem excitado, mas eu desejava que um dia ela pudesse mostrar para mim como conseguiria gozar usando as próprias mãos. Até então, ela acabava dependendo dos meus dedos. Finalmente, em setembro do ano passado, ela mostrou presencialmente que alcançava o prazer totalmente independente. Tínhamos ficado o duas semanas inteiras de agosto inteiro sem nos ver, exceto nas videochamadas. Mas, no primeiro sábado do nono mês, passamos uma tarde inteira juntos. Para minha surpresa, quando nossa preliminar estava chegando ao ponto mais alto, ela tirou nos brinquedinhos da bolsa, se afastou de mim e passou a usar na minha frente. Comecei a acompanhá-la tocando lentamente uma punheta que fui acelerando à medida que ela também acelerava seus movimentos. Gemendo de prazer, ela gozou maravilhosamente diante dos meus olhos mostrando total independência. Já não pedia mais um pênis e conseguia perfeitamente dar prazer para si mesma através de poderosos orgasmos. Logo depois, liberei meu gozo soltando jatos de porra que caiam sobre minha barriga e na cocha. Ela, muito mais do que nas outras vezes, adorou ser homenageada e dançou como uma deusa recebendo aquele tributo de um ofertante. Fui recompensado com um beijo daquela fêmea que passou em meus lábios seu gozo de fêmea no cio iniciando em seguida outra masturbação agora diante de um macho totalmente acabado. Porém seu pique estava nas alturas e a assisti gozar novamente. Dias antes do Natal, terminamos, mas permanecemos amigos. Atualmente, ela namora outra mulher e as duas gozam como lobas. E, recentemente, pude receber um vídeo delas e achei maravilhoso.
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