Carlos e Amanda viajaram juntos para passar o ano novo em na casa da família do marido. Tinham pouco mais de um ano de casados, embora namorassem há mais de um quinquênio, desde quando estavam na faculdade. Ela, carioca moradora de Belo Horizonte, nunca tinha conhecido a cidade onde o Carlos nasceu e foi criado no interior do Mato Grosso. Sentia-se curiosa. Quando chegaram, uns quatro dias antes do fim do ano, o casal foi recebido com uma churrascada. Rolou música, brincadeiras e muita animação. Amanda nunca havia saboreado uma carne tão deliciosa. Os dois foram dormir tarde num quarto onde várias outras pessoas dividiam o mesmo espaço. No dia seguinte, comeram um delicioso pão feito no forno à lenha. Os familiares de Carlos continuavam chegando sem parar e a casa cada vez mais cheia. No entanto, Ananda queria ficar a sós com o esposo. Sentia-se desconfortável numa casa onde sequer havia um quarto só para eles no meio de uma família numerosa. Carlos e Amanda chegaram a sair algumas vezes pela cidade, mas o marido pouco lembrou de levar a esposa num motel. Na manhã do dia 31, todos foram pra uma pescaria, porém Amanda e algumas mulheres resolveram ficar, ajudando a mãe de Carlos, dona Clarice, a preparar o almoço. Depois de uma hora, enquanto a sogra e a cunhada Cristina permaneceram na cozinha, Amanda resolveu tomar banho e aproveitar para para se curtir um pouco. Afinal, ela mesma poderia se dar prazer sem precisar do marido. O chuveiro estava delicioso e Amanda começou a se tocar. Finalmente a casa estava tranquila. O espelho a excitava e ela podia demorar por vários minutos sem ninguém bater na porta ou compartilhar o mesmo espaço. Os seios estavam durinhos e o clitóris inchado, lembravam seus momentos de masturbação na adolescência quando ainda estava descobrindo o próprio corpo. Agora, porém, perto dos 30, o prazer solitário era uma redescoberta. Embora jamais tivesse deixado de se masturbar durante o namoro e o casamento com Carlos, o ambiente numa casa cheia fez com que lembrasse de uma época da vida em que tinha menos liberdade para o relacionamento sexual. Naquele banheiro, Amanda gozou como há anos não acontecia. Foram vários orgasmos e seu banho durou mais de uma hora como nos tempos de novinha na casa de sua avó. A família de Carlos se reuniu trazendo quilos de peixes do rio mas que nem todos comeriam na data mesa de logo mais. Quando anoiteceu, todos foram pra igreja, menos Amanda. Cheia de tesão, ela preferiu retornar para o banheiro e outra vez foi se masturbar. Na hora da virada do ano, os parentes de Carlos festejaram com fogos e um dos sobrinhos do marido quase se acidentou. Houve também brigas e discussões entre um cunhado e o marido de Cristina. Amanda não via a hora de retornar ao Rio de Janeiro. Na manhã seguinte, a casa começou a esvaziar. Alguns irmãos e primos de Carlos se despediram, mas outros ainda permaneceram. Amanda chamou o marido no canto: - Quando voltaremos, amor? Amanhã as estradas ficarão mais tranquilas. - Vou ficar até à folia de Reis. Amanda não acreditou no que acabará de escutar. Queria estar com Carlos num ambiente só pra eles dois, mas não rolava e o marido pouco percebia isso. Com a residência menos cheia, os dois ficaram num quarto em frente ao banheiro mas que não era exclusivo para o casal. Era passagem para o quarto de Mateus, filho de Cristina, um rapaz que acabara de completar 18 anos em novembro. A presença do jovem ao lado deixava Amanda ainda mais excitada. À noite, ela instigava o marido mas Carlos não ousava fazer nada com a esposa. Virava pro lado e dormia, enquanto ela subia pelas paredes tocando siririca e indo pro banheiro se masturbar. Uma noite, enquanto o marido jogava baralho com os parentes e amigos, Amanda se recolheu para dormir e percebeu que Mateus estava no quarto ao lado. Silenciosamente, aproximou-se da porta, olhou pelo buraco da fechadura e flagrou o rapaz pelado tocando uma punheta. Enquanto Mateus pegava com vontade em seu caralho, a calcinha de Amanda ficava toda ensopada. Enfiou o dedo na buceta e chegou a gozar junto quando o sobrinho do marido ejaculou lançando seus jatos de porra no ar. Vendo que Mateus iria se levantar, foi para a cama fingindo estar dormindo e vestiu a camisola. O rapaz abriu a porta passando de cueca para o banheiro achando que Amanda estivesse dormindo. Enquanto Mateus estava no banheiro, Amanda tirou sua calcinha e permaneceu deitada na expectativa de que algo acontecesse quando ele saísse do banho. Novamente Mateus a viu e reparou que a mulher do tio dormia de bruços sem calcinha. Não demorou muito, ele estava se masturbando outra vez, porém no mesmo quarto de Amanda e Carlos. Depois que Mateus gozou e se lavou no banheiro, foi a vez de Amanda aproveitar a oportunidade para se acabar na siririca. Finalmente chegou o dia de Reis e caía uma chuva forte. Amanda e Carlos iriam pra festa. Dessa vez, o marido estava com tesão e pensava em ficar no quarto com.Ananda já que Mateus tinha saído pro evento com os amigos. - Que tal, amor, se hoje a gente... - Quero ir pra festa. Se arruma. - Então vamos tomar banho juntos? Tem mais de dez dias que não te pego. - Mas não vai rolar nada entre a gente. Aqui é casa dos seus pais. Se quiser, porém, pode se masturbar. No chuveiro, enquanto se banhava, Amanda começou a se tocar sensualmente na frente de Carlos ao lavar as partes íntimas. Ele estava louco para meter na buceta da esposa, mas ela não deixava. Como não tinha outro jeito, Carlos ticou uma punheta vendo a mulher. Embora estivesse louca para dar, Amanda se conteve degustando cada momento daquela punheta. Deixou que ele entrasse no chuveiro para se banhar e, quando o esposo saiu, gozou deliciosamente na siririca. Acabaram não indo pra festa e os dois ficaram a noite toda juntos se masturbando sem rolar penetração, sendo que Mateus nem dormiu em seu quarto. No dia seguinte, o casal pegou estrada de volta para o Rio. Apesar de não ter dado, Ananda estava com a buceta assada de tanto se masturbar.
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