Ela entendeu que não é não e se masturbou com meu pau
As mulheres sabem respeitar melhor os limites do que os homens. Poucos homens seriam capazes de namorar nus uma mulher nua na sua frente que, mesmo excitada, não queira meter. Já as mulheres entendem quando um homem diz que não quer. Desde a pandemia, resolvi parar de meter e estava namorando. Primeiro nos submetemos ao isolamento social e só fazíamos videochamadas sem nos encontrarmos. Depois de alguns meses, nossos encontros presenciais foram retomados com distanciamento usando máscaras. Trocamos a cama pelo sofá e nos masturbavamos sentados olhando um para o outro. Era uma delícia aquela masturbação a dois presencial. Mil vezes melhor que as chamadas de vídeo. O tesão da gente ia a mil e ela muitas vezes estava insaciável, sentindo mais tesão ainda depois de me ver gozar. Toda aquela situação despertou nossa criatividade. Eu tocava punheta e ela usava seus brinquedinhos. Adorava ver meu pau sendo substituído por um consolo! As vacinas chegaram e continuei resistindo a voltar às transas na moda antiga. Fui adiando mesmo sabendo que já não havia mais risco até que abri o jogo e contei que tinha descoberto minha verdadeira opção sexual que é ser punheteiro. Minha namorada aceitou numa boa quando falei que não queria mais ter sexo com penetração e propus que a gente continuasse só se masturbando. Entramos numa nova fase. A gente se beijava e acariciava fazendo todas as preliminares gostosas como antes da pandemia. Só que, quando chegava a hora H, com meu pau durão e a buceta dela molhadinha, me afastava e tocava uma punheta enquanto ela também acariciava seu corpo até se acabar na siririca. Em outras vezes, a gente se masturbava lado a lado se masturbando e se beijando ao mesmo tempo. Um dia ela contou que estava com muita saudade do meu pau dentro dela. Era o Carnaval tardio de 2022 e tínhamos ficado esse tempo todo desde algumas semanas após Carnaval de 2020 sem penetração. Eram mais de dois anos! Chegamos a um acordo sobre fazermos uma aproximação dos nossos genitais sem penetração. Ela se masturbaria esfregando meu pau no clitóris. Não nego que era uma tentação aquela bucetinha toda melada tão pertinho junto com gemidos querendo ser preenchida. Agitada, ela disse que teria muita vontade de sentar na minha pica, tentando me convencer. Eu respondi que não. Ela então se afastou começando a se tocar com os dedos e eu passei a tocar uma acelerada punheta, gozando logo em seguida. Logo depois ela pegou o consolo e meteu bem gostoso na buceta fantasiando que estava sendo comida por mim. Compreendi a reação dela. E, como aprecio a total independência feminina do pênis, incentivei aquele momento dizendo que ela poderia gizar muito melhor sem meu pau dentro dela. Tudo terminou com deliciosos beijos de ternura aquela noite e ficamos assistindo juntos os desfiles nus lado a lado. Vez ou outra, ela se tocava embora nem sempre conseguia acompanha-la. Nosso namoro sem penetração durou ainda mais um ano e ela já considerava que se masturbar poderia ser melhor do que transar da maneira convencional. Sua saúde ginecológica estava muito melhor e já fazíamos até planos de um casamento apimentado pela masturbação e sem meter
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