Contudo, o parceiro conseguia ter orgasmo só com estimulação da mão, mas ela não. Até que um dia decidiram incorporar o vibrador na nessa rotina de encontros virtuais e deu certo.
Observar o namorado assistindo-a na hora de gozar virou uma experiência incrivelmente empoderadora. Embora sentisse a sua intimidade vulnerável, tinha plena confiança no namorado e não resistia meu parceiro praticamente babar na tela dava muito tesão.
As chamadas de vídeo de certo modo mantinham a intimidade que faltava naquele relacionamento relacionamento devido à restrição quanto ao sexo e não os mantinham totalmente castos. Com um pouco de imaginação, os dois sentiam que estavam fazendo sexo na mesma cama!
Fisicamente, ela conseguia gozar tanto devagar quanto rápido. Era ela quem controlava. Isso também a ajudava a decidir quando iria ver o seu namorado de novo.
Porém , antes que os dois começassem a experimentar vibradores com app, aqueles que você controla à distância, tiveram uma experiência de quase durante as férias em Cabo Frio
Quando tinham retornado da praia pouco antes do meio dia, não havia ninguém na casa dos pais do jovem e acabaram tomando banho juntos. Enquanto ela se lavava no chuveiro, tocando suavemente em seu corpo, ele começou a tocar punheta, acelerou e logo gozou.
Ela sentiu vontade de dar uma sentada naquele pau como fazia com os namorados quando "estava no mundo", antes de entrar pra igreja. Porém, mesmo de saco cheio das regras, preferiu respeitar o pacto que fizeram no início do namoro.
Ao sair do chuveiro, pediu o vibrador na bolsa e começou a se masturbar ali mesmo no banheiro que estava, aliás, com a porta aberta podendo o pessoal da família do namorado chegar a qualquer instante.
Ele, de pau mole após ter ejaculado litros, não demonstração tanto interesse, mas ela estava pegando fogo experimentando vários orgasmos com o brinquedinho. Não dependia de nenhuma pica dentro de sua buceta para gozar.



