Sexta de Carnaval e Renato saiu para se divertir. Entrou na folia e logo conheceu Andressa que estava bem animada. Não demorou e os dois já estavam se pegando na praça da cidade praiana enquanto o samba tocava alto Ela havia saído com más intensões, cheia de vontade de fazer coisas que lá no interior eram feitas discretamente. Só que agora ela estava no litoral aproveitando com as amigas, sem nenhum compromisso. Por volta das duas da manhã de sábado, Renato e Andressa se afastaram da multidão e foram para o apartamento que ele havia alugado em frente à praia. Lá tinha de tudo: cerveja importada, whisky, frutas deliciosas, dois dias bem confortáveis na sala, uma cama de casal num quarto todo espelhado e banheira com hidro. Mas uma coisa havia faltado naquela primeira noite. Nem ela e nem ele lembraram de comprar camisinha. Quando deram conta do que precisavam para se prevenir, optaram pelo que seria mais agradável e seguro naquele momento. - Sem camisinha, não dou. - Não importa, amor. Terei o maior prazer de te homenagear bem gostoso. - Que delícia. Bate uma punheta gostosa pra mim, vai. Enquanto Renato tocava, Andressa puxou de lado a calcinha e sua buceta apareceu parcialmente. Molhou o dedo na saliva e começou a se acariciar. - Queria sentir você dentro de mim, mas hoje vou ficar na mão mesmo. Ai, caralho, que gostoso! Andressa mexia no clitóris, dava tapinhas na buceta e gemia. Já estava sem calcinha siriricando enquanto Renato pegava na pica com vontade, olhando fixamente para aquela buceta e para o rosto daquela putinha com suas expressões de prazer. - Vem me comer, seu safado. Não tô aguentando. Ao ouvir o pedido, Renato não aguentou mais e gozou enquanto se masturbava. Vendo aquele homem todo másculo ejaculando na sua frente, Andressa meteu dois dedos na sua xoxota e logo chegou ao orgasmo usando as próprias mãos. - Puta que pariu! Estou gozando, caralho. Andressa se contorcia e gozou seguidamente numa siririca selvagem, liberando toda a sua força feminina mesmo diante do pau já amolecido de Renato. E, num certo momento, ela concluiu em cima do peito do seu ficante que havia conhecido naquela noite festiva. Terminando seu terceiro orgasmo toda suada, Andressa tirou o dedo da buceta e passou no rosto de Renato que a observava com pau mole e sentindo um pouco de cansaço. - Gozei! - Quer uma cerveja, amor? - Deixa pra outro dia. Tenho que procurar minhas amigas. Com isso, Andressa deu um beijo na boca de Renato e saiu deixando em sua casa a calcinha que usava. Ao descer do edifício, voltou para a praça onde tornou a sambar até o dia amanhecer cheia de tesão.
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