O carro da Bruna era uma Hilux preta, rebaixada, som batendo forte. Entramos lá dentro. Eu e Cami no banco de trás. Bruna dirigindo, Gabi no banco do passageiro virada para trás, nos olhando como se fôssemos o jantar.
O caminho foi de terra, poeira subindo. A cada buraco, o corpo da Gabi balançava, mostrando o decote enorme dela. Cami já estava com a mão na minha coxa, apertando, me deixando louca.
Chegamos. Era uma casa grande, de madeira, estilo colonial, mas por dentro era moderna, cheirava a couro e perfume doce.
"Entrem," Bruna ordenou.
Entramos na sala enorme. Bruna trancou a porta. Girou a chave.
O clima mudou. Não tinha mais "oi, tudo bem". Tinha fome.
Bruna tirou a camisa xadrez. Deu um puxão e os botões voaram. Ela era musculosa, peito grande, braços fortes, tatuagem de caveira no braço. Ela era uma mulher de verdade, forte, dominante.
"Então..." Bruna disse, andando até mim. Ela era alta, muito mais alta que eu. Ela ficou na minha frente, o corpo dela parecendo uma parede de carne. "Você veio da cidade grande, cheia de história, né, gordinha? Eu senti o seu cheiro na rua. Cheiro de buceta que come muito."
Ela agarrou meu rosto com a mão grande. "Eu sou a Dona por aqui. E na minha fazenda, quem entra, obedece."
Eu olhei para aquela mulher forte. E eu sorri. O sorriso da Puta Gorda Chefe.
"E na minha vida," eu disse, baixinho, "quem manda sou eu. Ou a gente briga de igual pra igual, ou não tem graça, Bruna."
Ela arregalou os olhos. E depois gargalhou. Uma gargalhada alta, de quem gostou do desafio.
"Gosto de você! Gosto de quem tem personalidade!"
Ela virou para a Gabi. "Pega a magrela. Eu quero a gorda."
Bruna me empurrou no sofá enorme de courino preto. Ela veio por cima de mim. O peso dela era bom. Era forte. Ela começou a me beijar com vontade, uma boca quente, úmida, dominadora. Ela queria provar quem mandava.
Mas eu não sou qualquer uma.
Eu agarrei a cintura dela e com um movimento rápido, usei meu peso para virar ela de lado. Agora eu estava por cima. Eu era mais pesada, mais quente.
"Gostosa," eu sussurrei no ouvido dela, mordendo o lóbulo. "Você é forte, Bruna. Mas aqui... quem tem que mandar sou eu."
Eu desci pela barriga forte dela. Abri a calça jeans dela. E lá estava... Nossa Senhora!
Ela não usava nada por baixo. E ela tinha um pau de borracha enorme, roxo, enfiado numa cinta preta de couro cru. Era maior que o Negão da Cami. Era quase do tamanho do Monstro Bege.
"Gostou do brinquedo?" Bruna rosnou, vendo eu olhar aquela rola de borracha roxa e grossa. "Esse aqui é o rei do cerrado."
"É bonito," eu disse, pegando na rola com a minha mão gorda, sentindo o tamanho. "Mas ele é meu agora. Eu vou usar ele pra te comer."
Eu tirei a cinta da cintura dela com facilidade. Ela ficou ali, ofegante, vendo eu me vestir com o poder dela. Eu encaixei a rola roxa gigante na minha cintura. Ajustei. Agora sim. Eu estava completa. Gorda, poderosa, com um pau roxo latejando entre as minhas pernas.
"De quatro, Bruna," eu ordenei, apontando para o sofá. "Agora. De costas pra mim. Quero ver essa bunda grande empinada pra mim."
Bruna arregalou os olhos. O ar de "dona do pedaço" dela caiu por terra. Ela viu o monstro roxo na minha cintura e sentiu o poder da Puta Gorda. Ela obedeceu na hora.
Ela se ajoelhou no sofá, virada de costas, empinando aquela bunda musculosa, deixando tudo à mostra.
"Isso..." eu aproximei, passando a cabeça do pau roxo na buceta dela, molhando na própria umidade dela. "Agora você vai ver como é ser comida de verdade."
E enfiei.
SCHLURRPP!
"GAAAAAAAAAAAAAAHHHHHH!"
O grito da Bruna ecoou pela casa de fazenda inteira! A rola roxa entrou até o talo, rasgando ela por dentro, enchendo cada espaço vazio.
"AI MEU DEUS! QUE GROSSO! QUE PUTA GORDA SAFADA!" ela gritava, agarrando as almofadas do sofá. "ENCHE MINHA BUCETA INTEIRA!"
Eu comecei a foder. Forte. Rápido. Dando pancada seca na bunda dela.
PLOC! PLOC! PLOC!
"ISSO! TOMA! TOMA O PAU DA GORDA, BRUNA!" eu gritava, segurando firme na cintura larga dela, socando aquele pau roxo dentro dela com toda a minha força. "VOCÊ ACHOU QUE IA MANDAR EM MIM? HOJE VOCÊ É SÓ A BUCETA QUE EU VOU FODER!"
"SIM! SOU SUA! SOU SUA BUCETA! FODE MUITO, BIA!" ela gritava, quase chorando de prazer.
Do outro lado da sala, a cena era de deixar qualquer um doido.
Gabi, a loira bunduda, estava de quatro no tapete de pele de carneiro. E a Cami, minha pequena grande mulher, estava atrás dela.
Cami tinha tirado o cinto dela também. Ela estava com o Negão Preto na cintura.
"AAAAI! AI MINHA NOSSA SENHORA!" gritava a Gabi, as mãos cravando no tapete. "ESSE NEGÃO É DO DIABO! ME ARROMBA, MAGRELA!"
"CALADA, LOIRA!" Cami gritava de volta, batendo a bunda dela com força. "AGORA VOCÊ É NOSSA! VOCÊ E A SUA CHEFONA!"
Eu puxei a Bruna pelos cabelos, fazendo ela arquear as costas, enquanto eu continuava metendo com tudo aquele pau roxo nela.
"OLHA LÁ, BRUNA!" eu gritei no ouvido dela. "OLHA A SUA LOIRA SENDO FODIDA PELA MINHA MAGRELA! E VOCÊ AÍ, TOMANDO O MEU PAU!"
"EU VI! EU VI!" ela gritava, fora de si. "ELAS SÃO PUTAS ASSIM COMO EU!"
Depois de encher a buceta da Bruna com o pau de borracha até ela gozar muito, eu saí de dentro dela, molhada e brilhando.
"Deita," eu mandei. "Agora eu quero ver você me comer. Eu quero sentir a sua língua enquanto eu te mostro quem é que manda de verdade."
Bruna deitou. Eu subi em cima do rosto dela. Me sentei com tudo, afogando a cara da Sapatão Alfa na minha buceta.
"CHUPA! CHUPA A DONA, BRUNA! LAMBE BEM!"
Ela chupou com vontade, com fúria, lambendo tudo, enquanto eu segurava a cabeça dela e gozava na cara dela.
Do lado, a cena estava insana:
Cami de quatro com a Gabi atrás dela!
A loira forte estava com a rola roxa (que ela pegou de mim) e estava metendo na Cami!
"ISSO, GABI! ME ENCHE! USA O PAU QUE A GORDA DEIXOU!" gritava a Cami.
"GOSTOSA! ESSA BUCETA DE MAGRELA É TUDO!" gritava a Gabi metendo forte.
Eu rolei para o lado, ofegante. E vi a Bruna toda borrada de gozo, olhando para mim com admiração e medo.
"Você... você é a mais brava de todas..." ela sussurrou. "Ninguém nunca me fodeu assim. Ninguém nunca pegou o meu pau e usou em mim desse jeito."
"A gente não vem pra brincar, Bruna. A gente vem pra marcar território. E hoje... a fazenda é minha."
Quando o sol já estava se pondo, pintando o céu de vermelho lá fora, nós estávamos todas uma poça de suor e prazer no chão da sala.
Eu estava deitada no peito largo da Bruna. Cami estava abraçada com a Gabi, dormindo meio que acordada.
"Vocês voltam?" ela perguntou, ansiosa. "Qualquer dia. A porta da fazenda está sempre aberta pra vocês. E eu tenho outros brinquedos guardados no quarto."
"Claro que voltamos," eu disse, me levantando com dificuldade, as pernas bambas. "Agora... a gente tem que ir. Senão a minha mãe vai desconfiar que eu não tava só olhando paisagem."
Nós nos vestimos, todas doloridas, todas sorrindo.
Quando o carro da Bruna nos deixou na esquina da rua da minha casa, já era noite.
Eu e Cami olhamos uma para a outra. Os lábios inchados, o corpo cheio de marcas de mordida e chupão.
"Vou falar pra minha mãe que fomos ver o por do sol," eu disse.
"E ela vai acreditar," cami completou. "Porque o sol que a gente viu hoje... queimou pra caralho."
Entramos em casa. O cheiro de café com leite da minha mãe nos recebeu.
"Demoraram, meninas!" meu pai gritou da sala.
"Foi mal, pai!" eu gritei de volta, subindo as escadas correndo para não rir na cara dele. "A estrada é muito bonita!"
Sim, Bia. Muito bonita. E muito, muito suja, resmungou baixo Cami.
Agora eu tenho um harém na capital e um harém no interior! A rainha de tudo! ????

Uma delícia ler essa história, um verdadeiro tesão