O FERIADO PERFEITO

O sol já estava alto no céu de Minas Gerais. O ar estava seco, quente, cheirando a café forte e poeira de estrada de terra. Eu e Cami acordamos abraçadas, o corpo suado grudado no lençol pequeno da cama de solteiro. A noite tinha sido curta, mas intensa. O perigo de ser pega pelos meus pai tinha deixado a gente ligadas no 220V.

"Acorda, santinha," Cami sussurrou, mordendo meu ombro. "Hoje é dia de passeio. A senhora vai me mostrar a cidadezinha."

"Vou sim," eu disse, passando a mão na bunda dela por baixo do cobertor. "Mas se comporta, Cami. Aqui todo mundo se conhece. Se você ficar me olhando com essa cara de quem quer comer, vão desconfiar na hora."

Ela riu. "Eu não prometo nada. Sua buceta ainda tá na minha boca."

Nos arrumamos. Eu vesti um vestido florido, rodado, que deixava minhas pernas grossas à mostra e marcava meus peitões. Cami vestiu uma calça jeans clara e uma camisa de botão aberta, mostrando o piercing no umbigo. Ela tentava parecer "normal", mas aquela magrela tinha "puta" escrito na testa.

Descemos para o almoço. Meu pai lia o jornal na sala. Minha mãe terminava de arrumar a mesa.

"Vão passear, meninas?" minha mãe perguntou, pondo a travessa de carne de panela no centro.

"Vamos sim, Dona Maria," Cami disse, com aquela voz de anjo que só ela sabia fazer. "Quero conhecer as lojinhas de artesanato."

"Que bom. Vocês voltam pra o café da tarde?"

"Claro que sim, mãe!" eu respondi, mas por dentro eu pensava: Volta sim, mas a gente volta cheia de porra de mulher na boca.

Saímos de casa. O asfalto era quente. As ruas eram calmas, cheias de senhoras sentadas na calçada olhando a vida passar. Eu sentia o olhar das pessoas. Eu era a "filha da Dona Maria", a menina que foi estudar na capital e voltava diferente. Mais cheia. Mais segura. Mais... puta.

"Para tudo, Bia," Cami parou de repente na calçada, me puxando pelo braço.

"Que foi, Cami?"

"Olha lá," ela apontou com o queixo para uma padaria do outro lado da rua. "Aquelas duas ali..."

Eu olhei.

Meu coração deu um salto.

Sentadas numa mesinha na calçada, tomando café com leite e comendo pão de queijo, estavam elas. Duas mulheres.

Uma delas era alta, morena, corpo de modelo de revista rural, cabelo castanho preso num rabo de cavalo forte. Usava botina de couro, calça jeans apertada e camisa xadrez aberta. Ela tinha mãos grandes, braços fortes, parecia quem trabalha na roça ou dirige caminhão. Ela era a definição de Macho Man versão sapatão.

E do lado dela... Nossa Senhora Aparecida!

Era uma loira. Uma loira de verdade, pele branca, seios enormes, cintura fina, bunda empinada. Ela usava vestido justinho, decotado, salto alto mesmo no meio do mato. Ela parecia uma daquelas atrizes de filme adulto caipira que a gente vê na internet.

Elas não estavam conversando como amigas. Estavam se comendo com os olhos. A morena tinha a mão pesada em cima da coxa da loira, apertando com possessividade.

"Elas são do job, Bia," Cami sussurrou, babando. "Eu aposto minha vida. Aqui no interior também tem harém."

"Elas são lindas, Cami..." eu sussurrei, sentindo minha buceta molhar instantaneamente dentro da calcinha. "A morena parece que vai quebrar a loira ao meio."

"E nós vamos quebrar as duas," Cami disse, puxando-me pela mão. "Vamos lá."

"Não, Cami! É a cidade dos meus pais! Todo mundo conhece todo mundo!"

"E daí? Somos putas, Bia! Putas não têm fronteiras!"

Antes que eu pudesse protestar, Cami já tinha me arrastado para o outro lado da rua. Paramos bem na frente da mesinha delas.

"Bom dia," Cami disse, com a voz doce, mas os olhos faiscando. "Desculpa atrapalhar, mas a gente não conhecia ninguém aqui e vi que as duas são muito estilosas."

As duas pararam. A morena levantou os olhos. Olhos escuros, intensos, de quem manda. Ela olhou para mim, demorou nos meus peitos, depois olhou para a Cami.

"Obrigada," a morena disse. A voz era grossa, grave, fazendo minha espinha tremer. "Eu sou a Bruna. E essa aqui é a Gabi."

A Gabi, a loira, sorriu. Um sorriso de quem entendeu tudo. Ela lambeu os lábios, olhando para o meu corpo gordo e para a Cami magra.

"Sentem aí," Gabi disse, puxando uma cadeira extra. "Aqui a gente não se importa de fazer novas amizades."

Nos sentamos. O clima na mesa ficou elétrico. Meu pai poderia passar ali a qualquer momento. Minha mãe poderia estar na janela. Mas eu não liguei pra mais nada. Eu estava sentada ao lado de duas amazonas do interior.

"Vocês são daqui?" Bruna perguntou, servindo café para nós numa xícara de barro.

"Não," eu disse, tentando manter a postura de "Bia certinha". "Eu sou daqui, mas moro na capital agora. Estou visitando meus pais. E essa é a Camila, minha... minha companheira."

"Companheira," Bruna repetiu, gostando da palavra. Ela bateu a mão forte na coxa da Gabi. "Eu também gosto de companhia. Principalmente quando é variedade. Gorda e magra. Que combinação perfeita."

Gabi riu, um risinho fino e safado. "A Bruna adora um desafio, meninas. Ela diz que mulher tem que ter onde pegar." Ela olhou para mim. "E você, minha filha, tem onde pegar demais."

Eu senti o rosto queimar. Mas não de vergonha. De tesão.

"E vocês?" Cami perguntou, jogando o cabelo azul para trás. "Moram aqui? Parecem ser muito... unidas."

"Somos," Bruna disse, agarrando a cintura da Gabi e puxando-a para perto. "Eu cuido dela. Ela cuida de mim. E às vezes... a gente gosta de receber visita."

Ela olhou diretamente para mim. "Vocês não querem ver a nossa fazenda? É logo ali na saída da cidade. Lugar grande, muito mato, ninguém perturba."

Eu olhei para a Cami. Cami olhou para mim. O acordo foi feito em um milissegundo.

Vamos.

"Claro que queremos," eu disse, sentindo a "Dona Beatriz" acordar dentro do vestido florido. "A gente adora campo."

O carro da Bruna era uma Hilux preta, rebaixada, som batendo forte. Entramos lá dentro. Eu e Cami no banco de trás. Bruna dirigindo, Gabi no banco do passageiro virada para trás, nos olhando como se fôssemos o jantar.

O caminho foi de terra, poeira subindo. A cada buraco, o corpo da Gabi balançava, mostrando o decote enorme dela. Cami já estava com a mão na minha coxa, apertando, me deixando louca.

Chegamos. Era uma casa grande, de madeira, estilo colonial, mas por dentro era moderna, cheirava a couro e perfume doce.

"Entrem," Bruna ordenou.

Entramos na sala enorme. Bruna trancou a porta. Girou a chave.

O clima mudou. Não tinha mais "oi, tudo bem". Tinha fome.

Bruna tirou a camisa xadrez. Deu um puxão e os botões voaram. Ela era musculosa, peito grande, braços fortes, tatuagem de caveira no braço. Ela era uma mulher de verdade, forte, dominante.

"Então..." Bruna disse, andando até mim. Ela era alta, muito mais alta que eu. Ela ficou na minha frente, o corpo dela parecendo uma parede de carne. "Você veio da cidade grande, cheia de história, né, gordinha? Eu senti o seu cheiro na rua. Cheiro de buceta que come muito."

Ela agarrou meu rosto com a mão grande. "Eu sou a Dona por aqui. E na minha fazenda, quem entra, obedece."

Eu olhei para aquela mulher forte. E eu sorri. O sorriso da Puta Gorda Chefe.

"E na minha vida," eu disse, baixinho, "quem manda sou eu. Ou a gente briga de igual pra igual, ou não tem graça, Bruna."

Ela arregalou os olhos. E depois gargalhou. Uma gargalhada alta, de quem gostou do desafio.

"Gosto de você! Gosto de quem tem personalidade!"

Ela virou para a Gabi. "Pega a magrela. Eu quero a gorda."

Bruna me empurrou no sofá enorme de courino preto. Ela veio por cima de mim. O peso dela era bom. Era forte. Ela começou a me beijar com vontade, uma boca quente, úmida, dominadora. Ela queria provar quem mandava.

Mas eu não sou qualquer uma.

Eu agarrei a cintura dela e com um movimento rápido, usei meu peso para virar ela de lado. Agora eu estava por cima. Eu era mais pesada, mais quente.

"Gostosa," eu sussurrei no ouvido dela, mordendo o lóbulo. "Você é forte, Bruna. Mas aqui... quem tem que mandar sou eu."

Eu desci pela barriga forte dela. Abri a calça jeans dela. E lá estava... Nossa Senhora!

Ela não usava nada por baixo. E ela tinha um pau de borracha enorme, roxo, enfiado numa cinta preta de couro cru. Era maior que o Negão da Cami. Era quase do tamanho do Monstro Bege.

"Gostou do brinquedo?" Bruna rosnou, vendo eu olhar aquela rola de borracha roxa e grossa. "Esse aqui é o rei do cerrado."

"É bonito," eu disse, pegando na rola com a minha mão gorda, sentindo o tamanho. "Mas ele é meu agora. Eu vou usar ele pra te comer."

Eu tirei a cinta da cintura dela com facilidade. Ela ficou ali, ofegante, vendo eu me vestir com o poder dela. Eu encaixei a rola roxa gigante na minha cintura. Ajustei. Agora sim. Eu estava completa. Gorda, poderosa, com um pau roxo latejando entre as minhas pernas.

"De quatro, Bruna," eu ordenei, apontando para o sofá. "Agora. De costas pra mim. Quero ver essa bunda grande empinada pra mim."

Bruna arregalou os olhos. O ar de "dona do pedaço" dela caiu por terra. Ela viu o monstro roxo na minha cintura e sentiu o poder da Puta Gorda. Ela obedeceu na hora.

Ela se ajoelhou no sofá, virada de costas, empinando aquela bunda musculosa, deixando tudo à mostra.

"Isso..." eu aproximei, passando a cabeça do pau roxo na buceta dela, molhando na própria umidade dela. "Agora você vai ver como é ser comida de verdade."

E enfiei.

SCHLURRPP!

"GAAAAAAAAAAAAAAHHHHHH!"

O grito da Bruna ecoou pela casa de fazenda inteira! A rola roxa entrou até o talo, rasgando ela por dentro, enchendo cada espaço vazio.

"AI MEU DEUS! QUE GROSSO! QUE PUTA GORDA SAFADA!" ela gritava, agarrando as almofadas do sofá. "ENCHE MINHA BUCETA INTEIRA!"

Eu comecei a foder. Forte. Rápido. Dando pancada seca na bunda dela.

PLOC! PLOC! PLOC!

"ISSO! TOMA! TOMA O PAU DA GORDA, BRUNA!" eu gritava, segurando firme na cintura larga dela, socando aquele pau roxo dentro dela com toda a minha força. "VOCÊ ACHOU QUE IA MANDAR EM MIM? HOJE VOCÊ É SÓ A BUCETA QUE EU VOU FODER!"

"SIM! SOU SUA! SOU SUA BUCETA! FODE MUITO, BIA!" ela gritava, quase chorando de prazer.

Do outro lado da sala, a cena era de deixar qualquer um doido.

Gabi, a loira bunduda, estava de quatro no tapete de pele de carneiro. E a Cami, minha pequena grande mulher, estava atrás dela.

Cami tinha tirado o cinto dela também. Ela estava com o Negão Preto na cintura.

"AAAAI! AI MINHA NOSSA SENHORA!" gritava a Gabi, as mãos cravando no tapete. "ESSE NEGÃO É DO DIABO! ME ARROMBA, MAGRELA!"

"CALADA, LOIRA!" Cami gritava de volta, batendo a bunda dela com força. "AGORA VOCÊ É NOSSA! VOCÊ E A SUA CHEFONA!"

Eu puxei a Bruna pelos cabelos, fazendo ela arquear as costas, enquanto eu continuava metendo com tudo aquele pau roxo nela.

"OLHA LÁ, BRUNA!" eu gritei no ouvido dela. "OLHA A SUA LOIRA SENDO FODIDA PELA MINHA MAGRELA! E VOCÊ AÍ, TOMANDO O MEU PAU!"

"EU VI! EU VI!" ela gritava, fora de si. "ELAS SÃO PUTAS ASSIM COMO EU!"

Depois de encher a buceta da Bruna com o pau de borracha até ela gozar muito, eu saí de dentro dela, molhada e brilhando.

"Deita," eu mandei. "Agora eu quero ver você me comer. Eu quero sentir a sua língua enquanto eu te mostro quem é que manda de verdade."

Bruna deitou. Eu subi em cima do rosto dela. Me sentei com tudo, afogando a cara da Sapatão Alfa na minha buceta.

"CHUPA! CHUPA A DONA, BRUNA! LAMBE BEM!"

Ela chupou com vontade, com fúria, lambendo tudo, enquanto eu segurava a cabeça dela e gozava na cara dela.

Do lado, a cena estava insana:

Cami de quatro com a Gabi atrás dela!
A loira forte estava com a rola roxa (que ela pegou de mim) e estava metendo na Cami!
"ISSO, GABI! ME ENCHE! USA O PAU QUE A GORDA DEIXOU!" gritava a Cami.
"GOSTOSA! ESSA BUCETA DE MAGRELA É TUDO!" gritava a Gabi metendo forte.

Eu rolei para o lado, ofegante. E vi a Bruna toda borrada de gozo, olhando para mim com admiração e medo.

"Você... você é a mais brava de todas..." ela sussurrou. "Ninguém nunca me fodeu assim. Ninguém nunca pegou o meu pau e usou em mim desse jeito."

"A gente não vem pra brincar, Bruna. A gente vem pra marcar território. E hoje... a fazenda é minha."

Quando o sol já estava se pondo, pintando o céu de vermelho lá fora, nós estávamos todas uma poça de suor e prazer no chão da sala.

Eu estava deitada no peito largo da Bruna. Cami estava abraçada com a Gabi, dormindo meio que acordada.

"Vocês voltam?" ela perguntou, ansiosa. "Qualquer dia. A porta da fazenda está sempre aberta pra vocês. E eu tenho outros brinquedos guardados no quarto."

"Claro que voltamos," eu disse, me levantando com dificuldade, as pernas bambas. "Agora... a gente tem que ir. Senão a minha mãe vai desconfiar que eu não tava só olhando paisagem."

Nós nos vestimos, todas doloridas, todas sorrindo.

Quando o carro da Bruna nos deixou na esquina da rua da minha casa, já era noite.

Eu e Cami olhamos uma para a outra. Os lábios inchados, o corpo cheio de marcas de mordida e chupão.

"Vou falar pra minha mãe que fomos ver o por do sol," eu disse.

"E ela vai acreditar," cami completou. "Porque o sol que a gente viu hoje... queimou pra caralho."

Entramos em casa. O cheiro de café com leite da minha mãe nos recebeu.

"Demoraram, meninas!" meu pai gritou da sala.

"Foi mal, pai!" eu gritei de volta, subindo as escadas correndo para não rir na cara dele. "A estrada é muito bonita!"

Sim, Bia. Muito bonita. E muito, muito suja, resmungou baixo Cami.

Agora eu tenho um harém na capital e um harém no interior! A rainha de tudo! ????

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Comentários


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amandasou Comentou em 29/05/2026

Uma delícia ler essa história, um verdadeiro tesão




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Ficha do conto

Foto Perfil biazevedo
biazevedo

Nome do conto:
O FERIADO PERFEITO

Codigo do conto:
263181

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
29/05/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
1