Minha Priminha Novinha do Interior, Cami e Eu Levamos Ela a Loucura

O sol já estava alto, mas o clima na cidade já era de despedida. O feriado tinha sido épico, tinha sido o melhor da minha vida, mas a realidade chamava. À tarde, eu e Cami pegaríamos a estrada de volta pra capital. Faculdade me esperava, mas o meu coração e a minha buceta já estavam sentindo saudades daquele mundinho proibido.

Nós estávamos sentadas na praça principal, tomando sorvete, tentando parecer três mocinhas normais. Mas era impossível.

A Lorena não saía de perto da gente. Ela estava grudada, parecia uma sombra. O olhar dela era diferente, brilhava, estava vidrado em mim e na Cami. Ela não parava de roçar a perna nela, de me olhar com aquela cara de quem tá morrendo de vontade.

"Para de ficar assim, prima," eu disse, dando uma risadinha, lambendo o sorvete de creme. "Jajá a gente tem que ir embora. A vida continua."

"Eu não quero que vocês vão..." ela sussurrou, fazendo um biquinho lindo, os olhinhos brilhando. "Eu tô sentindo uma coisa tão estranha... o tesão não passa, Bia. Não sai de jeito nenhum. Eu nunca me senti assim tão viva. Eu queria poder ir com vocês agora mesmo. Passar as férias lá, morar com vocês..."

Cami riu, passando o braço por cima do ombro dela. "Calma, novinha. Você é novinha ainda, seus pais iam deixar não. Você tem que curtir aí primeiro. Sair com uns meninos, umas meninas, pegar experiência..."

"Eu não quero ninguém mais!" ela cortou, meio brava, meio carente. "Ninguém vai saber fazer como vocês. Ninguém mexeu comigo como vocês mexeram."

Ela então juntou todo o seu coragem, se aproximou mais ainda, ficou entre nós duas na bancada da praça, e falou baixinho, com a voz meladinha de quem pede muito:

"Me come de novo... por favorzinho? Só mais uma vez? Antes de vocês irem embora? Eu preciso sentir vocês de novo..."

Eu olhei pra Cami. Cami olhou pra mim. O sangue ferveu. O tesão subiu que nem fogueira.

"Mas onde, Lorena?" eu perguntei, olhando ao redor. "Minha mãe tá em casa, seus pais também. É perigoso demais."

Ela sorriu. Um sorriso esperto, safado, de quem já tinha tudo planejado.

"Eu sei onde..." ela disse, se levantando rápido. "Esperem aqui um minutinho!"

Ela saiu correndo, cruzou a rua, entrou na casa dela. Não demorou nem cinco minutos e ela voltou toda animada, mexendo numa chave na mão.

"Peguei!" ela sussurrou, toda feliz. "É a chave da casa do Mário! Meu irmão viajou semana passada pra praia! A casa tá vazia, vazia mesmo! Ninguém vai nos perturbar!"

Nós duas olhamos uma pra outra e sorrimos. "Vamos então."

Fomos andando rápido, escondidas, chegamos naquela casa grande, bonita, mas silenciosa. Lorena abriu a porta, entramos e trancou tudo. O silêncio era absoluto.

"Vamos pro quarto dele," ela sussurrou, puxando a gente pela mão.

Subimos as escadas, entramos no quarto do primo. Quarto de homem solteiro, cheiro de perfume forte, cama de casal grande, bagunçado do jeito que gostamos.

Mal a porta do quarto fechou, a Lorena já se jogou nos nossos braços.

"Eu quero muito..." ela dizia, se agarrando no meu pescoço, depois na Cami. "Eu quero que vocês me comam todinha de novo. Sem pau, só com a boca e com a mão de vocês. Por favor..."

"Pode deixar, amor," eu disse, beijando ela com vontade, sentindo o corpinho dela tremer todo. "Agora nós vamos te fazer gozar até você não aguentar mais. Você nunca vai esquecer da gente, prometo."

Empurramos ela devagar pra cima da cama do Mário. Lorena deitou, toda ansiosa, abrindo as pernas grandes pra gente.

"Eu e você dividimos ela, Cami?" eu perguntei.

"Claro, chefe. Eu como por baixo, você come por cima."

E foi o que fizemos.

Eu subi na cama, me sentei bem no rosto da minha prima. "Abre essa boquinha, amor. Deixa a prima te ensinar a dar beijo gostoso."

Ela abriu a boca, faminta. Eu desci o meu vestido, deixando minha buceta gorda e melada bem na cara dela.

"CHUPA!"

"AAAAH! SIM! PRIMA!" ela gritava, com a boca cheia, me comendo com uma fome de quem tinha descoberto o vício. "Que gostoso! Que cheiro bom!"

E enquanto eu ocupava a boca dela, a Cami foi pro ataque embaixo.

Cami subiu por entre as pernas da Lorena, levantou a blusa dela, beijou a barriga lisinha, e foi descendo, descendo... até chegar na bucetinha novinha dela que já estava pingando de vontade.

"Olha só que bucetinha da safada..." Cami sussurrou, passando o dedo devagar. "Toda molhadinha esperando pela gente..."

"É pra vocês... é tudo de vocês..." gemeu a Lorena, abrindo ainda mais as pernas.

E a Cami comeu. Comeu com vontade! Ela afundou a cara na buceta da prima!!

"GAAAAAAAAAAAAHHHHHH!"

O grito dela abafado no meu corpo foi a coisa mais linda!

"ISSO! LAMBE TUDO, CAMI! COME A SUA NOVINHA!" eu gritava, segurando a cabeça da Lorena e rebolando devagar na cara dela, enchendo a boca dela do meu gosto.

Era uma sinfonia molhada!

- Eu gemia na boca dela, comia a língua dela com a minha buceta, enquanto ela me chupava.
- A Cami lambia os lábios internos, chupava o clitóris pequenino, fazia círculos com a língua, deixava a Lorena doida!

"Ela tá muito apertada, Bia," Cami disse, saindo um pouco da buceta dela, com a cara toda brilhante de gozo. "Olha aqui..."

Ela começou a brincar com os dedos. Primeiro um dedo só, passando na entradinha, molhando todo.

"Vai entrar um dedinho meu, amor... pra você sentir gostoso...

"AAAAI! QUE BOM!" gritou Lorena, arqueando as costas. "ENTRA MAIS!"

"Quer mais?" Cami sorriu, safada. "Então toma dois!"

Ela enfiou o dedo médio e o anelar juntos! Entraram devagar, mas fundo! Ela começou a meter os dedos dentro da bucetinha dela, fazendo movimento de vai e vem, rápido, gostoso, acertando o ponto G dela!!

O som da mão batendo na buceta molhada era viciante!

"GOSTOSO! MUITO GOSTOSO! CAMI! POR FAVOR! NÃO PARA!" ela gritava, se contorcendo na cama do irmão, agarrando os lençóis.

Eu desci do rosto dela, me deitei ao lado, e comecei a beijar o pescoço dela, a morder os seios pequenos dela, enquanto acariciava a cabeça da Cami.

"Gosta, prima? Gosta de sentir os dedos grossos da Cami te enchendo?"

"Gosto! Gosto muito! Eu sou toda de vocês!"

Ela estava quase lá. O corpo dela tremia que nem vara verde, a buceta dela apertava os dedos da Cami que nem uma ventosa.

"Vai gozar, prima? Vai soltar tudo pra gente?" perguntei, apertando a bunda dela.

"VOU! VOU GOZAR MUITO! EU NÃO AGUENTO MAIS!"

"ENTÃO GOZA! AGORA!" ordenou a Cami, chupando com força o clitóris dela ao mesmo tempo que metia os dedos rápido pra caralho!

Lorena teve um espasmo tão forte que quase saiu da cama! Ela gritou, ela chorou de prazer, ela molhou a mão inteira da Cami! O gozo dela escorreu pelos dedos, molhando o lençol do irmão dela!

"É ISSO! SOLTA TUDO! ENCHE A MÃO DA CAMI!" eu gritava, mordendo e beijando ela.

Ela ficou uns bons minutos espasmando, ofegante, os olhos revirados, completamente destruída de prazer. Até que finalmente relaxou, toda mole, toda feliz, sorrindo feito boba.

Nós três ficamos ali deitadas na cama, cobertas de suor e gozo, abraçadas, recuperando o fôlego.

Lorena estava toda vermelhinha, com a cara de quem tinha ganhado o mundo. Ela ficou olhando pra gente, com os olhinhos cheios de carinho e tesão.

"Eu nunca vou esquecer vocês..." ela sussurrou, passando a mão no meu rosto, depois no da Cami. "Ninguém nunca vai me fazer sentir o que vocês me fizeram sentir."

Cami se aproximou, beijou ela na testa, depois na boca, e olhou fundo nos olhos dela, com aquela voz de quem manda:

"Então escuta bem o que eu vou te dizer, princesa..."

Lorena olhou, toda atenta.

"Você agora é nossa namoradinha." Cami sorriu, linda e perigosa. "E nós vamos cuidar muito bem de você. Sempre."

Eu completei, beijando a outra bochecha dela: "É isso aí. Você é nossa propriedade. Guarda esse lugarzinho aqui só pra gente, que quando as férias chegarem... nós vamos buscar você. E aí sim, você vai ver o que é mundo."

Ela sorriu, o sorriso mais lindo e feliz do mundo. "Eu sou de vocês. Somos namoradas. Eu prometo que me preparo toda pra quando vocês voltarem."

Nos arrumamos rapidamente, limpamos a bagunça na cama do Mário (coitado, ele não sabe que a cama dele serviu de altar pra tanto pecado), trancamos a casa e fomos embora

Na rodoviária, na hora da despedida, ela não chorou. Ela só deu um beijo demorado no meu rosto no da Cami, e sussurrou:

"Espero as férias. Eu amo vocês."

E nós fomos embora. De volta ao asfalto, de volta ao apartamento 1204, mas agora com o coração cheio, sabendo que lá no interior, temos uma princesa esperando, guardada, só nossa.

Foto 1 do Conto erotico: Minha Priminha Novinha do Interior, Cami e Eu Levamos Ela a Loucura


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha Priminha Novinha do Interior, Cami e Eu Levamos Ela a Loucura

Codigo do conto:
263667

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
04/06/2026

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