Cheguei em casa ainda com o cheiro da Beta grudado na minha pele, com o corpo todo dolorido e marcado. Abri a porta e a Cami estava lá, esperando, roendo as unhas de curiosidade.
"E então? Conta tudo! Foi muito louco?"
Eu sentei ao lado dela, respirei fundo e contei cada detalhe. Contei o que eu tinha acabado de fazer com a Beta, que ela tinha me segurado forte, como me levantou no ar, como a boca dela era quente e como os dedos grossos dela me comeram inteira.
A Cami me olhou com os olhos arregalados, sem acreditar que eu tinha dado pra uma presidiária daquele tamanho, que tinha cara de matar gente. Mas eu vi... eu vi o olho dela brilhar. Vi ela passar a língua no lábio e sentir o clima mudar.
"Caralho..." ela sussurrou, chegando perto e passando a mão na minha coxa. "Nossa amor... que coisa mais louca. Eu também quero, Bia. Eu também quero sentir isso. Quero ver se ela é forte mesmo, quero ver se ela come igual você falou."
Eu sorri, mas fiquei na dúvida. "Calma, amor. Eu não sei se ela ia gostar de dividir assim de primeira. Ou se ia aceitar você entrando lá. Acho melhor eu ir primeiro sozinha de novo, pagar mais um pouco da dívida, e aí eu vejo se posso te levar."
E foi combinado.
Nossa Senhora, como aquela semana demorou pra passar!
Eu estava ansiosa demais! Fazia tempo que eu não ficava tão ansiosa pra dar assim. Eu pensava nela o dia todo, na força daqueles braços, na língua grossa... Eu já chegava molhada só de lembrar.
Chegou o dia. Me arrumei com um único objetivo: deixar ela doidinha.
Coloquei uma calça jeans preta, bem apertada, marcando tudo, cada curva da minha bunda gorda. Uma blusa de alcinha com decotão, mostrando bem o peito. E por baixo? Nada de calcinha comum. Usei um fio dental fino, daqueles que quase não tem tecido, só pra marcar o bumbum e deixar tudo à mostra quando eu me mexesse.
"Vou lá, Cami. Espera notícias."
Fui. Cheguei lá, passei pela revista (que ainda era uma merda, mas eu já tava ligada no modo sobrevivência), e entrei no pátio.
Ela já estava me esperando. Encostada no mesmo lugar, braços cruzados, olhando a porta. Quando me viu, o sorriso safado apareceu.
"Olha quem chegou... a pagadora de dívida."
Ela veio na minha direção, me agarrou pela cintura e me puxou pro corredor das celas. Ninguém falava nada, todo mundo abria caminho pra ela.
"Você tá cheirosa hoje, gordinha..." ela disse no meu ouvido, apertando minha bunda forte por cima da calça. "E apertada. Gostosa."
"Vim pagar mais um pouco, Beta..." eu sussurrei, arrepiando toda. "A conta só aumenta, né?"
"Aumenta sim. E hoje eu vou cobrar com juros."
Entramos na cela dela. Ela trancou a grade. E dessa vez, ela não perdeu tempo com papo.
"Vira pra mim."
Eu virei. Ela começou a passar a mão pelo meu corpo, desceu pelas costas, apertou minha bunda, sentindo o fio dental fino.
"Nossa... que coisa gostosa você é. Usou essa calça justa pra me provocar, né safada?"
"Usei sim, Beta. Pra você ver o que é seu."
Ela me empurrou contra a parede e colou a boca na minha. O beijo dessa vez foi ainda mais selvagem! Ela sugou minha língua, mordeu meu lábio, com uma fome que parecia que ela ia me comer viva.
As mãos grandes dela desceram, abriram o botão da minha calça e puxaram pra baixo junto com o fio dental.
Lá estava eu, toda nua e exposta pra ela de novo.
"Que bucetinha brilhante..." ela falou, passando a cabeça do dedo grosso na minha entrada. "Tá ensopada, filha da puta. Você veio querendo porrada, né?"
"Quero sim, Beta! Come tua gordinha!"
Ela me virou de costas, empurrou minha cabeça pra baixo, fazendo eu apoiar as mãos na cama, deixando a bunda bem empinada pra ela.
"Gosto de você assim... de quatro, toda minha." E sentou um tapa forte e estalado na minha bunda.
Ela se posicionou atrás de mim. E começou o ataque.
Primeiro, a língua. Ela lambeu todo o caminho do cóccix até o clitóris, devagar, provocando
"AAAAH! ISSO!"
Ela abriu meus lábios com os dedos e afundou a cara ali. Chupou com uma força, com uma vontade que eu nunca vi! Ela chupava, sugava, fazia barulho molhado que enchia a cela toda!!
"GOSTOSO! MUITO GOSTOSO, BETA!" eu gritava, agarrando o colchão. "COME TUDO! NÃO DEIXA NADA!"
Ela não parava. Ela chupava o clitóris enquanto as mãos dela espalhavam minhas nádegas grossas pra ela ver tudo. E então... ela atacou o ponto proibido.
Ela passou a língua no meu cuzinho!
"AI JESUS! BETA!"
Que sensação doida! A língua quente dela limpando, chupando, invadindo meu cu! Ao mesmo tempo que ela enfiava dois dedos grossos na minha buceta!
Ela estava me comendo por completo! Buceta e cu! Língua e dedo! Tudo ao mesmo tempo!
"ESSA BUCETA É BOA DEMAIS! ESSA GORDINHA É GOSTOSA DEMAIS!" ela gritava, enfiando os dedos até a base, socando dentro de mim!
Eu não aguentei. Veio o primeiro orgasmo. E o segundo. E o terceiro!
Eu gozei igual louca! Gritei muito, me contorci toda, molhei a mão inteira dela e o rosto dela de tanto gozo! Eu tremia que nem vara verde, as pernas batiam no ar, eu sentia que ia desmaiar de tanto prazer!
Ela só parou quando eu já estava derretida, escorregando pela parede, sem força nenhuma nas pernas. Ela me virou, me abraçou forte, me segurando pra eu não cair, e beijou minha boca toda melada de gozo meu, enquanto ela continuava a massagear meu clitóris, não me deixando parar de tremer.
"Isso Beta, não para, não tira" eu gemia na boca dela, enquanto não parava de tremer e gozar mais uma vez na sua mão.
Ficamos ali abraçadas, eu recuperando o fôlego no peito enorme dela.
"Beta..." eu chamei, olhando pra ela com cara de pidona. "Eu... eu queria te pedir uma coisa."
"Fala, gostosa."
"Eu tenho uma amiga... uma mulher, igual a gente. Ela ficou sabendo de nós... e ela tá louca de vontade de conhecer a senhora. Eu vou poder trazer ela aqui um dia? Ela é magrinha, gostosa também... eu queria saber se você deixaria, se não ia se importar de me dividir um pouco..."
Eu falei tudo rápido, com medo dela ficar brava. Mas ela sorriu. Um sorriso largo, safado.
"Claro que pode, sua burra." ela disse, dando um tapa gostoso na minha bunda. "Você acha que eu sou besta? Quanto mais gente melhor. E olha... não é só por sua causa não."
Ela se aproximou, sussurrando grave no meu ouvido:
"A irmã da Isabela me deve muito aqui dentro ainda, gordinha. Tem muito o que pagar, muita conta aberta. Se você chegar com mais uma gostosa dessas... eu vou adorar receber esse pagamento. Pode trazer ela sim. Eu vou receber vocês duas muito bem."
Meu coração deu um salto! Deu certo!
"Então tá combinado, Beta. Da próxima vez... eu trago ela."
"Pode trazer. E avisa ela pra se preparar... porque eu como muito, e essa semana deve chegar una surpresinha que eu encomendei pra você, se prepara minha gorda."