Apresentando a Minha Prima Novinha os Prazeres da Vida
Lorena ficou parada no meio da sala, a sacola ainda na mão, a boca aberta como se tivesse visto um fantasma. Os olhos dela não saíam de cima do Negão Preto que ainda estava de pé, duro, brilhante na cintura da Cami, e depois subiam para o meu vestido todo bagunçado e o meu rosto corado.
Ela tremia um pouco. Era novinha, com toda certeza nunca tinha presenciado uma cena dessas, ainda mais em uma cidade pequena do interior, ela tinha um corpo pequeno, magrinha, pele branquinha, jeito de menina doce que nunca fez nada de errado na vida.
Eu me levantei devagar do colo da Cami, ajustando o vestido, mas sem me importar de mostrar que ainda estava ofegante, os lábios inchados de beijo. Cami ficou sentada, apoiada nos braços para trás, olhando para a prima com um sorriso de quem sabe que a presa já estava na nossa teia.
Eu caminhei até ela, devagar, sentindo o chão da casa da minha mãe se transformar no meu território. Cheguei perto, peguei na sacola da mão dela e deixei no chão.
"Prima..." eu disse, baixando a voz, olhando fundo nos olhos castanhos dela. "Esse aqui... é um segredo que não pode sair daqui de dentro."
Ela engoliu seco, tentando falar mas sem som.
"Você conhece a nossa família, né?" continuei, passando a mão devagar pelo braço dela, sentindo ela arrepiar toda. "Sabe como eles são. Pra eles, isso é coisa do demônio, é pecado, é errado. Se isso vazar, o problema vai ser grande pra todo mundo. Principalmente pra mim."
"Eu... eu não conto pra ninguém, prima Bia..." ela sussurrou, finalmente conseguindo falar, a voz tremida. "Eu juro! Eu só... eu nunca imaginei que você fosse... assim. Que você gostasse de mulher. Você sempre pareceu tão certinha..."
Eu sorri, um sorriso doce mas perigoso. Cheguei mais perto, roçando meu peito grande no ombro pequeno dela.
"As aparências enganam, prima. E você... nunca ficou com ninguém de verdade, não é?"
Ela baixou a cabeça, envergonhada. "Não... só uns beijos em um garoto da escola mesmo. Foi rápido. Nada demais. Até porque... eu sou novinha, né..."
"Novinha..." eu repeti, gostando da palavra. Agarrei o braço dela com firmeza, mas com carinho. "Então quer dizer que você não sabe o que é prazer de verdade. Não sabe o que é uma mulher saber tocar no lugar certo, sem pressa, sem machucar, só dando gostoso."
Ela olhou para mim, os olhos brilhando de curiosidade e medo. "Eu... não sei não."
"Então vem cá."
Eu puxei ela pelo braço. Não deu tempo dela pensar, não deu tempo dela fugir. Levei ela até o sofá onde a Cami estava nos esperando, imponente, com o pau preto ainda latejando.
"Senta aqui, princesa," eu disse, empurrando ela devagar para sentar no meio do sofá.
Lorena sentou, encolhidinha, as pernas juntas, as mãos no colo, parecendo uma santinha perdida no meio do pecado.
Eu me sentei no braço do sofá ao lado dela, e a Cami se aproximou pelo outro lado. Agora ela estava cercada. Duas mulheres experientes, duas putas experientes, rodeando o corpinho virgem dela.
"Olha pra gente, Lorena," Cami disse, com a voz grave e baixa, passando a mão por dentro da coxa dela. "Não tenha medo. Aqui dentro, não existe certo e errado. Existe só gostoso."
Comecei devagar. Primeiro, eu afastei o cabelo do pescoço dela e comecei a beijar, bem devagar, sentindo ela tremer.
"Uhum... prima..." ela gemeu baixinho, virando a cabeça para o lado, cedendo.
"Calma... deixa eu te mostrar..." eu sussurrava na pele dela. "Isso é bom, né? Sentir a boca quente?"
Minha mão desceu pelo seu corpitcho fino, passei pelo seio pequeno dela, sentindo o bico endurecendo por baixo da blusa de alcinha, e depois desci mais, chegando na barriga lisinha.
"Cami..." eu chamei.
"To aqui, gorda."
"Mostra pra ela o que é uma mulher de verdade."
Cami não esperou. Ela chegou por trás da Lorena, envolveu o corpo pequeno dela com os braços magros mas fortes, e agarrou os seios dela por cima da roupa, apertando com vontade, enquanto mordia o pescoço dela.
"AAAAH!" Lorena gritou baixinho, se encolhendo mas sem empurrar. "Que sensação estranha... boa..."
"É bom, né, novinha?" Cami falou baixinho mordendo a orelha dela. "Agora abre esse corpitcho pra gente. Nós vamos te fazer sentir coisas que nenhum garoto da escola jamais conseguiria."
Eu me levantei e fiquei de pé na frente dela.
"Levanta os braços, prima."
Ela obedeceu, meio tonta, meio perdida de tesão. Eu puxei a blusa dela para cima, tirei de uma vez. Ela ficou de sutiã branco, rendado, pequeno, mostrando o corpão magro e branquinho dela.
"Nossa..." eu admirei, passando as minhas mãos gordas e quentes por toda a pele lisa dela. "Que corpo gostoso, que pele macia... Você é uma preciosidade, Lorena."
Eu descolei o fecho do sutiã.. Os peitinhos pequenos saltaram, pontinhos duros de tesão.
Eu não pensei duas vezes. Abaixei a cabeça e chupei um deles.
"AI! PRIMA BIA!" ela gritou, agarrando meu cabelo com força. "QUE DELÍCIA! AI MEU DEUS!"
Eu chupei, mamei, apertei, enquanto a Cami por trás já estava abrindo o botão da calça jeans dela.
"Tira isso," Cami ordenou. "Quero ver essa bucetinha virgem."
Elas tiraram a calça e a calcinha. Em segundos, a Lorena estava toda nua, no sofá da sala, pequenina, toda branquinha, arrepiada de frio e de tesão, com as pernas tremendo muito.
"Olha pra ela, Bia," Cami disse, afastando as pernas da prima com força. "Toda meladinha... molhada pra gente."
Era verdade. A bucetinha dela estava brilhando, cheinha de gosma, aberta pra nós.
"Deita aqui, amor," eu disse, deitando ela no sofá. "Abre bem essas pernas pra prima ver tudo."
Lorena deitou, a cabeça no colo da Cami, as pernas abertas pra mim. O cenário era perfeito.
Eu me posicionei entre as pernas magrinha dela (que eram finas comparadas as minhas, mas gostosas).
"Prima... vai doer?" ela perguntou, olhando pra mim com cara de cachorrinha pidona.
"Não, meu amor..." eu sorri, passando o dedo na entrada dela, sentindo ela contrair. "Aqui só tem prazer. Eu vou comer você com toda a vontade do mundo."
E eu comi.
Afundei a cara na bucetinha novinha dela.!
"GAAAAAAAAAAAAHHHHHH!"
O grito dela ecoou pela casa! Era um grito virgem, puro, de quem estava sentindo o céu pela primeira vez!
"ISSO! CHUPA ELA, BIA! COME ESSA NOVINHA!" gritava a Cami de cima, apertando os peitos dela e beijando ela na boca pra ela abafar o grito.
Eu lambia tudo com a minha língua grande e grossa. Lambia o buraquinho, lambia o clitóris pequenino, chupava com força, fazendo ela espumar de gozo.
"GOSTOSO! MUITO GOSTOSO! PRIMA, POR FAVOR! NÃO PARA!" ela gritava, se contorcendo toda no sofá, as mãos agarrando os travesseiros.
Ela era tão pequena que eu cobria ela toda com o meu corpo. Eu pressionava ela contra o estofado, dominando ela completamente, enquanto a Cami por cima segurava ela e enchia a boca dela de língua.
"Você gosta, prima? Gosta de ser comida por uma mulher?" eu perguntei, saindo um pouco da buceta dela pra ela respirar.
"Gosto! Gosto muito! É mil vezes melhor que beijo de menino!" ela gritava, fora de si. "Eu quero mais! Eu quero tudo!"
"Ela quer mais, Cami," eu disse, me levantando, toda borrada de gozo da prima. "Ela quer conhecer o monstro."
"Ela merece," Cami sorriu, se ajeitando com o Negão na cinta. "Vem cá, novinha. De quatro. Agora."
Lorena virou rapidinho, toda ansiosa, ficou de quatro no sofá, levantando aquela bundinha redonda e branquinha pra gente. Ela tremia muito, mas estava ansiosa.
"Olha pra mim, prima," eu disse, ficando na frente da cara dela. "Você vai tomar o pau da minha mulher. É grande, é grosso, mas você aguenta. E enquanto ela te fode... você vai me chupar."
Eu me sentei na cara dela. "Abre a boca, novinha. Enche ela de língua."
Ela abriu. E começou a me chupar com uma fome que eu não esperava! Ela lambeu tudo, chupou tudo, engoliu meu gosto!
E por trás...
PLAFT!
"AI CARALHO!"
Cami enfiou o Negão inteiro dentro da bucetinha virgem dela! Esticou tudo, encheu ela completamente!
"É ISSO! TOMA! TOMA O PAU PRETO, SUA SAFADINHA!" gritava a Cami, começando a foder forte, socando dentro dela.!
O som do pau batendo na carne novinha era viciante!
Lorena estava no paraíso!
- Na frente: Chupando a minha buceta gorda, me fazendo gozar. - Por trás: Sendo fodida pelo Negão gigante, sentindo o corpo todo tremer!
"GOZA, PRIMA! GOZA COM A GENTE!" eu gritava, puxando o cabelo dela.
"EU TO GOZANDO! EU TO GOZANDO MUITO! AI MEU DEUS DO CÉU!"
Ela gozou! Gozou muito! Molhou o sofá inteiro! Gritou que nem uma louca! O corpo dela espasmava todo, apertando o pau da Cami, enquanto ela me engolia de gozo também!
Quando acabou, caímos todas três suadas e ofegantes no sofá, uma bagunça de pernas e braços.
Lorena ficou deitada no meio de nós duas, a cabeça no meu peito, toda vermelha, o cabelo bagunçado, um sorriso bobo e feliz no rosto.
"Prima..." ela sussurrou, passando a mininha no meu braço. "Eu... eu nunca imaginei que fosse tão bom assim. Eu me sinto... diferente. Eu me sinto mulher."
Eu beijei a testa dela. "Agora você é uma de nós, Lorena. Guardou o segredo e ganhou o mundo."
"Posso... posso ficar com vocês sempre?" ela perguntou, olhando pra mim e pra Cami com olhos brilhantes. "Eu quero aprender mais. Eu quero que vocês me ensinem tudo."
Cami riu, dando um tapa gostoso na bunda dela. "Pode sim, novinha. Agora você faz parte do harém. E olha lá... se você contar alguma coisa, a gente volta aqui e te come de novo, mas dessa vez sem dó!"
"Eu não conto! Eu juro!" ela disse, se aninhando mais em mim. "Eu amo vocês."
Ficamos ali abraçadas, até ouvirmos o barulho do portão se abrindo lá fora. Meus pais estavam voltando.
"Corre, prima!" eu disse, empurrando ela. "Se veste rápido! Volta a ser a santinha de novo!"
Ela se arrumou correndo, toda sorridente, com o brilho diferente no olhar.
Quando meus pais entraram, nos encontramos nós três na sala, conversando normalmente, tomando água.
"Que legal, vocês se encontraram!" disse minha mãe. "Que primas mais unidas!"
Sim, mãe. Muito unidas. Unidas corpo a corpo, boca a boca, e pau na buceta.
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