Novinho de 15 anos - Parte 01



Eu sou Vitor e, conforme quem leu o conto anterior já sabe as minhas características, vou iniciar o conto sem me apresentar.

Moro em uma vizinhança tranquila, sem muito barulho ou incômodo; os vizinhos são sossegados. Ao lado da minha casa mora uma família e eles têm um filho chamado Gabriel. Ele tem 15 anos, é um menino magrinho e de cabelos pretos. Minha esposa e eu conhecemos bem a família, são gente muito boa, já nos visitamos várias vezes, e ele costuma frequentar minha casa. Às vezes, quando ele vem e eu estou olhando TV, normalmente futebol, ele vem assistir junto. Eu convido ele e ele fica um bom tempo pela minha casa.

Tenho uma amizade muito boa com esse garoto, que foi crescendo ao longo do tempo. Certo dia, minha esposa não estava em casa e ele veio até aqui. Enquanto assistíamos ao jogo, perguntei se ele já tinha alguma namorada.
Ele respondeu, sem tirar os olhos da televisão:

— Namorada fixa, não, Vitor. Mas fico com as meninas de vez em quando.

Continuei observando a partida, mantendo o tom casual, e então perguntei:
— E aí, Gabriel, já chegou a comeu alguma menina?

Ele deu um leve sorriso, meio sem jeito, mas manteve a naturalidade, respondendo em seguida:
— Ainda não comi nenhuma, não... mas virgem eu já não sou mais.

Eu ri alto, incrédulo.
— Como assim, cara? Não existe isso! — disse, ainda rindo.

Ele ficou visivelmente confuso, sem saber como se expressar, mas logo completou:
— Na verdade, eu perdi minha virgindade com uma mulher mais velha.

— Nossa, como assim? Quem foi a mulher que te deu essa alegria? — perguntei, entre risadas.

Ele ficou bem tímido, baixou um pouco o olhar e respondeu baixinho:
— Foi a minha cunhada.

Fiquei impressionado.

— Que loucura, cara! — comentei, rindo ainda mais. — Deve ter sido o máximo, não foi?

— Com certeza — ele confirmou, com um sorriso de lado.

Pensei comigo mesmo que aquele garoto teria que contar tudo, mas ele era muito tímido. Decidi que precisava deixá-lo mais à vontade, então pensei: "Vou dar um pouco de bebida para ele, talvez ele se anime". Fui até a cozinha, peguei uma cerveja e voltei para a sala. Começamos a beber; ele já bebia de vez em quando, mas sempre pouco, apenas em encontros quando os pais dele vinham aqui.
Começamos a beber. Eu, curioso, comecei a questionar:

— Homem, me conta essa história. Como foi isso?

Ele olhou para os lados, nervoso, e baixou o tom de voz:

— Cara, por favor, não fala para ninguém. Tenho muito medo dos meus pais descobrirem.

Dei um tapinha no ombro dele, tranquilizando-o:

— Fica de boa, Gabriel. Homens guardam segredo. Pode confiar.

Ele respirou fundo, tomou um gole da cerveja e começou a contar. Disse que, uns seis meses atrás, a cunhada dele — que morava em outro bairro — tinha mandado uma mensagem chamando-o para ir até a casa dela.

Ele continuou, ficando um pouco mais à vontade com a bebida:

— Pois é, meu irmão é vendedor e viaja bastante, então ela ficava muito tempo sozinha. Ela me mandou mensagem dizendo que o chuveiro tinha queimado e perguntou se eu podia ir lá dar uma olhada, porque ela sabia que, mesmo sendo novo, eu já manjava de trocar resistência e fazer esses consertos.
Ele deu um gole longo na cerveja, como se estivesse revivendo a cena na memória.

— Eu fui, né? Cheguei lá, bati palma e ela mesma veio abrir o portão da garagem. Cara, quando eu vi ela... ela estava usando só um roupão de banho.
Ele continuou, tentando justificar a própria inocência daquela época:

— Sabe, Vitor, na hora eu não pensei nada demais. Era a mulher do meu irmão, sabe como é? Eu era muito novo, nem passava pela minha cabeça que algo pudesse rolar. Eu estava lá só para resolver o problema do chuveiro, era puramente técnico.

Ele balançou a cabeça, como se tentasse se convencer daquilo até hoje.

— Eu estava parado lá, meio sem jeito, olhando para os quadros na parede, tentando me manter focado em qualquer coisa que não fosse ela. Mas o clima estava muito estranho. Ela não parecia nem um pouco preocupada com o chuveiro quebrado, entende? Ela caminhava pela sala com uma calma que, agora, pensando bem, era quase provocativa.

Ele tomou mais um gole, os olhos perdidos na memória daquele dia.

Ele continuou contando, rindo um pouco da própria ingenuidade daquele dia:

— Então eu fui logo para o banheiro, mexi no chuveiro, consertei tudo bem rápido e avisei para ela que já estava ok. Aí ela olhou para mim e disse: "Gabriel, espera lá no sofá da sala, eu quero terminar o meu banho. Vai que queima de novo e eu fico com o cabelo cheio de xampu?".
Ele deu mais um gole na cerveja e comentou comigo:

— Cara, na hora eu achei um pouco estranho, porque nem estava frio, dava perfeitamente para tomar banho no frio se precisasse. Mas enfim, eu era bobão, obedeci e fui esperar. Na verdade, eu estava era louco para ir logo para casa jogar Fifa no Xbox, nem estava ligando para mais nada.

— Então ela apareceu na sala, me agradecendo, dizendo que o chuveiro estava ótimo. Ela terminou de secar o cabelo ali mesmo e, de repente, sentou do meu lado no sofá. Eu, como estava de camiseta tirada por causa do calor, levei um susto quando ela chegou. Tentei pegar a camiseta rápido para me vestir, mas ela colocou a mão no meu braço e disse: "Não precisa, Gabriel, fica tranquilo".

Ele fez uma pausa, olhando para a garrafa de cerveja, e continuou:
— Ela então perguntou quanto custava o serviço. Eu, sem jeito, falei que não custava nada, era só um favor. Ela insistiu, mas eu bati o pé dizendo que não precisava mesmo.

Interrompi o relato dele naquele momento, curioso com o resto:

— Mas Gabriel, espera aí. Como ela se chama? E como ela era, fisicamente? Me descreve ela.

Gabriel respirou fundo, os olhos perdidos em uma lembrança que parecia ter marcado aquele dia.

— O nome dela era Juliana — ele respondeu, com a voz um pouco mais baixa. — Ela era loira, de cabelo curto, olhos bem azuis... e ela era um pouco mais alta que eu. Na época, ela tinha uns 35 anos. Era muito linda, sabe? Tinha peitos grandes, porque tinha colocado silicone, chamava muita atenção.
Ele tomou mais um gole de cerveja, parecendo notar a minha expectativa.

— E aí, Gabriel, o que aconteceu depois? — perguntei, incentivando-o a continuar.

Ele sorriu de lado, lembrando da mudança de tom na conversa:

— Cara, ela simplesmente ignorou o assunto do pagamento. Ela mudou de assunto na hora e me fez exatamente a mesma pergunta que você me fez agora, Vitor: ela olhou bem para mim e perguntou se eu já estava namorando alguém.

Gabriel continuou o relato, a voz agora mais baixa, quase um sussurro confuso enquanto tentava organizar as memórias daquela tarde.

— Ela me olhou fixamente depois que eu confirmei que era virgem. Ela deu aquele sorriso de lado, meio desdenhoso, sabe? Ela disse: "Engraçado... seu irmão vive se gabando de ter perdido a virgindade super cedo, como se fosse um troféu".

— Ela bufou, visivelmente irritada enquanto falava do meu irmão, e depois voltou toda a atenção para mim. O olhar dela mudou na hora, ficou muito mais intenso. Ela deixou claro, sem usar muitas palavras, que o fato de o meu irmão ser assim a irritava profundamente, e parecia que ela queria provar que o "nível" de experiência dela era bem diferente do dele.

Gabriel deu uma risada curta, balançando a cabeça, como se ainda estivesse processando a sagacidade dela naquela época.

— Cara, é bizarro lembrar disso. Ela mudou de assunto tão rápido que eu fiquei meio perdido. Do nada, ela perguntou se era verdade que a minha mãe ia colocar silicone. Eu disse que sim, que tinha ouvido meus pais comentarem, mas que eu não entendia o motivo. Para mim, era só gastar dinheiro à toa, não fazia o menor sentido.

Ele suspirou, olhando para a minha sala, talvez comparando a inocência dele naquele dia com o que ele sabe hoje.

— Ela deu uma risada gostosa, um pouco debochada, sabe? E me respondeu que sim, fazia todo o sentido do mundo. Ela disse: "Você não entende ainda, Gabriel, porque é muito inocente. Mas um dia você vai descobrir que certas mudanças não são apenas para a gente mesma".

— Eu concordei com ela na hora, disse que fazia sentido sim, embora eu não tivesse a menor ideia do que ela realmente queria dizer. Ela então me perguntou, com toda a naturalidade do mundo: "Afinal, Gabriel, você já viu uns peitos de verdade?". Eu fiquei vermelho na hora, sem jeito, e respondi que não, que só tinha visto pela internet. Ela soltou uma risada baixa, daquelas que parecem um carinho, e o assunto fluiu para outras coisas banais por um tempo.
Ele fez uma pausa, o olhar fixo em um ponto distante da sala.

— Depois de um tempo, ela disse que precisava terminar uns trabalhos pendentes em casa, mas que tinha ficado muito feliz com a minha ajuda no chuveiro. Eu, sendo o garoto educado e querendo logo ir embora, comecei a levantar do sofá. Ela me deu um abraço de despedida, um daqueles que duram um segundo a mais do que o necessário, e eu fui caminhando em direção ao portão. Já estava quase fora de casa, quando ouvi a voz dela atrás de mim: "Espera um pouco, Gabriel... vem cá".

— Cara, quando ela me chamou de volta, eu congelei. Ela me olhou séria, quase intimidadora, e disse: "Se você contar algo sobre isso para alguém e eu ficar sabendo, eu te mato". Eu não fazia a menor ideia do que estava por vir, então só fiquei ali, parado, escutando o que ela tinha para dizer.
Ele fez uma pausa breve, os olhos brilhando com a lembrança da cena.

— Ela deu um passo à frente e explicou, sem rodeios: "Depois do que a gente conversou, eu fiquei com pena de você. Vou te mostrar meus peitos agora, para que você saiba como são de verdade, e principalmente como são com silicone".

Gabriel parecia hipnotizado pela própria narração. Ele continuou, a voz quase um sussurro rouco:

— Ela pediu para eu sentar no sofá e eu obedeci na hora, sem nem pensar. Ela não perdeu tempo: começou a tirar a blusa e, sem qualquer cerimônia, levou as mãos para trás e soltou o fecho do sutiã. Eles se soltaram e balançaram um pouco... eram bem durinhos, com os bicos bem rosinhas.
Ele fez uma pausa, fixando o olhar no vazio, como se estivesse revendo a imagem exata daquela cena na sala dela.

— Eu nunca tinha visto nada assim ao vivo, Vitor. Fiquei paralisado, sem conseguir desviar o olho, sentindo meu rosto ferver de uma forma que eu nunca tinha sentido antes. Ela ficou parada ali, me observando, vendo a minha reação diante daquilo tudo.

— Ela sentou exatamente do meu lado — ele continuou, o tom de voz baixo, carregado de uma mistura de excitação e nervosismo. — Ela pegou minha mão, com uma calma que me deixava ainda mais tenso, e perguntou o que eu tinha achado. Eu, sem conseguir pensar em mais nada, só consegui dizer que eram quentes e muito durinhos. Ela deu aquele sorriso de quem sabia exatamente o efeito que estava causando e confirmou: "São sim".

— Ela disse que aquele era um dos grandes motivos pelos quais os homens perdiam o juízo por eles. Então, ela pegou a minha mão, pediu para eu mantê-la bem aberta, e a guiou. Ela colocou minha palma bem no meio dos peitos dela e, com as duas mãos dela sobre a minha, apertou contra o corpo. Foi quando ela sussurrou: "Isso se chama espanhola... os homens piram nisso".

— Eu não sabia nem como respirar, Vitor. O contato, o calor, tudo aquilo era novo demais para mim, mas ao mesmo tempo parecia a coisa mais natural do mundo naquele momento. Ela me olhou fundo nos olhos enquanto guiava o movimento da minha mão. E aí, o que você acha que eu respondi, ou melhor, o que eu fiz depois daquilo?

— Cara, você não tem noção — ele continuou, com a voz falhando levemente. — Ela não esperou nem um segundo. Enquanto a minha mão ainda estava ali, ela desceu a dela, sem hesitar, e pegou direto no meu pau. Ela começou a mexer ali, num ritmo que me deixou completamente atordoado. Ela olhou bem nos meus olhos e ordenou: "Tira a bermuda, fica só de cueca".

Ele passou a mão pelo rosto, como se o calor daquela lembrança ainda estivesse presente.

— Meu coração estava pulando na boca, eu mal conseguia respirar direito. Enquanto eu tremia para tirar a bermuda, ela começou a se livrar da dela também. Ela ficou só de calcinha, uma daquelas bem fininhas, que não deixavam nada para a imaginação. A sala parecia que tinha desaparecido, Vitor. Eu nunca tinha me sentido tão exposto e, ao mesmo tempo, tão preso naquilo.

— Poucos segundos depois, ela olhou bem no fundo dos meus olhos e disse, com uma voz firme, mas cheia de desejo: "Vou te ensinar a foder e tirar sua virgindade, mas é só o básico, tá?". Ela então tirou a calcinha ali mesmo. Eu fiquei travado, sem saber o que fazer, completamente entregue àquela situação que eu nem imaginava ser possível.

Ele fez uma pausa, os olhos brilhando ao descrever o contato.

— Ela pegou minha mão e a guiou até a buceta dela, dizendo: "Elas são molhadas assim". Ela pegou meu dedo e o introduziu um pouco dentro dela, sentindo o calor e a umidade. Ela explicou que aquele líquido era o que facilitava a entrada e o contato inicial. Foi o momento em que a minha ficha caiu de vez: eu estava prestes a perder a virgindade com ela.

— Ela puxou minha cueca e, quando viu que eu estava totalmente duro, não perdeu mais tempo. Quando eu comentei, curioso, sobre o meu tamanho, e você perguntou, eu até ri sem jeito, disse que eram 15cm... mas ela nem ligou, parecia que aquilo era o de menos para ela.
Ele respirou fundo, tentando manter o foco:

— Ela se posicionou, subiu em cima de mim e, com uma habilidade que eu nunca tinha visto, ajeitou tudo e foi descendo devagar. Quando ela começou a entrar, a sensação foi indescritível... era muito quente e gostoso, uma pressão que eu nunca tinha sentido antes. Ela deixou bem claro que, ali, quem comandava era ela.

Gabriel deu uma risada curta, meio envergonhada, mas com um brilho de satisfação:

— Ela começou a se mover, e cara... foram só cinco balançadas, cinco movimentos ritmados e profundos, e eu não aguentei. Eu gozei na hora, perdi o controle completamente. Ela parou, olhou bem nos meus olhos e perguntou se eu tinha gozado. Eu só consegui confirmar com a cabeça, totalmente sem reação. Ela não fez drama; simplesmente saiu de cima de mim e, com a mesma blusa que ela tinha tirado antes, limpou a buceta e o meu pau, como se fosse a coisa mais natural do mundo.

— Ela não me deu nem tempo para pensar no que tinha acabado de acontecer. Ficou de joelhos na minha frente e disse: "Vou te mostrar mais duas posições, mas depois disso acabou, ok?". Para continuar, ela precisava que eu estivesse pronto de novo, então ela começou a me chupar com uma velocidade e uma vontade que eu nunca tinha sentido antes.

Ele fez uma pausa, respirando mais pesado, como se o calor daquela lembrança estivesse invadindo a sala novamente.

— Assim que eu estava duro novamente, ela mudou o ritmo. Ela se aproximou e colocou meu pau entre os peitos dela, exatamente como tinha me explicado antes. Ela sorriu e reforçou: "Olha a espanhola que eu falei, seu pai vai adorar isso quando sua mãe colocar silicone". E cara, ela tinha razão... a pressão e o calor eram indescritíveis. A sensação da pele dela contra o meu corpo era algo surreal.

Gabriel encarou o copo de cerveja, ainda tentando digerir o fato de que aquela mulher havia, de certa forma, preparado o terreno para ele entender o mundo dos adultos.

Gabriel deu um último gole na cerveja, parecendo finalmente relaxar depois de ter colocado toda aquela história para fora. O silêncio na sala após o relato era denso, carregado daquela energia de quem acabou de compartilhar um segredo que mudou sua perspectiva sobre as coisas.

— Ela sentou no sofá — continuou ele, com a voz embargada pela memória —, disse que aquela era a posição "papai e mamãe", ajeitou meu pau na entrada e mandou eu começar. Eu fiz o vai e vem, mas não durou muito até ela decidir mudar de novo. Ela virou, se posicionou e, antes de eu entrar, ela pegou minha mão e a levou lá para trás, colocando meu dedo no cu dela. Ela disse: "Esse buraco também dá para foder, mas o meu não vou dar, é só para você saber que existe".

Ele deu uma risada de nervoso, claramente ainda impressionado com a ousadia dela.

— Quando eu estava prestes a gozar, comecei a gemer, mas ela me cortou na hora: "Não goza! Vem aqui!". Ela se deitou, pediu para eu subir e começou a cuspir nos próprios peitos, mandando eu fazer o mesmo. Quando estava tudo bem escorregadio, ela encaixou meu pau ali no meio, apertou com tudo e disse: "Agora fode". Cara, foi uma delícia. Não aguentei quase nada, dei umas poucas estocadas e gozei forte. Ela deu aquele sorriso vitorioso e soltou: "Viú? Agora vai dizer se silicone é bobagem de novo?".

Quando ele terminou, o ar na sala parecia ter ficado mais leve. Eu dei um tapinha no ombro dele, reconhecendo a importância daquele momento para ele.

— Que top, mano! Parabéns — respondi, honestamente impressionado com a experiência dele. — Você teve uma professora e tanto, Gabriel. Essa Juliana sabia exatamente o que estava fazendo, te colocou no caminho dos adultos sem nenhuma cerimônia.

Gabriel apenas sorriu, encostando-se no sofá com um ar de quem, depois de tudo, tinha aprendido muito mais do que apenas sobre consertos de chuveiro. Ele pareceu aliviado por ter compartilhado aquele momento com alguém que não o julgasse.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico vitor35

Nome do conto:
Novinho de 15 anos - Parte 01

Codigo do conto:
265213

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
24/06/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
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