No dia seguinte ao nosso primeiro encontro, eu mal conseguia sentar direito. Meu cuzinho ainda latejava forte, inchado e sensível da foda intensa que Alcino tinha me dado. Cada movimento me lembrava das estocadas profundas, do jeito possessivo como ele me segurava e me usava como sua putinha particular.
Eu estava aérea durante o almoço de domingo. Quase não falei com minha irmã nem com meu irmão. Enquanto lavava a louça na cozinha, ouvi a voz dele na sala.
Alcino tinha aparecido em casa.
Meu coração disparou. “E se ele veio me denunciar?”, pensei, o pânico tomando conta. Fiquei paralisada na pia, as mãos tremendo.
De repente senti uma mão grande apertando minha bunda por trás. Alcino encostou o corpo forte no meu e sussurrou no meu ouvido, rouco e autoritário:
— Vim te buscar. Não aceito não como resposta, Xaiane. Hoje você vai ser toda minha.
Ele se afastou rapidamente antes que alguém visse. Fiquei ali, trêmula, molhada só com o tom dominante da voz dele.
Não tive escolha. Alcino esperou eu me arrumar discretamente e saímos. Para a família, iríamos assistir a um jogo. Meu irmão tinha recusado, o que tornou a desculpa ainda mais fácil.
Durante o caminho, dirigindo, ele colocou a mão na minha coxa e apertou forte:
— Hoje você vai comprar tudo que quiser. Quero te ver toda fêmea pra mim. Depois vamos pra minha casa. Não aguento mais esperar pra te ter só pra mim, minha putinha safada.
No shopping, ele me guiava como se eu fosse propriedade dele. Me fez experimentar várias roupas: calças de lycra ainda mais justas, saias curtas, lingeries de renda, saltos altos. Eu experimentava no provador e ele esperava do lado de fora, às vezes entrando discretamente para apertar minha bunda ou dar um tapa.
— Essa calça ficou perfeita na sua bundona — murmurava, apertando forte. — Compra. Quero te foder com ela depois.
Eu obedecia, excitada e envergonhada. Ele pagava tudo, sem reclamar, como se estivesse montando sua boneca particular.
Quando saímos do shopping, já estava anoitecendo. Fomos direto pra casa dele. Assim que entramos, Alcino me empurrou contra a parede, segurou meu cabelo e me beijou com fome.
— Agora tira essa roupa de homem e se arruma pra mim. Quero Xaiane completa.
Eu me arrumei no banheiro dele: a nova calça de lycra preta, blusa cropped, maquiagem, peruca. Quando saí, ele estava sentado no sofá, olhando com desejo puro.
— Vem aqui, minha putinha.
O resto da tarde e início da noite foi dele. Alcino me fodeu sem piedade. Me colocou de quatro no sofá, puxou a lycra pra baixo e meteu fundo, sem camisinha, estocadas fortes e ritmadas.
— Rebola pra mim, vadia — ordenava, dando tapas na minha bunda.
Eu rebolava como uma puta desesperada, gemendo alto, completamente submisso. Ele me virou, me fodeu de lado, depois me colocou de costas e gozou generosamente no meu rosto e boca, marcando-me como dele.
— Engole tudo, Xaiane.
Eu obedecia, lambendo cada gota.
Deitado no peito dele, recebendo afagos e sendo bolinado, Alcino me encoxava mesmo enquanto descansávamos, o pau duro roçando em mim. Alinhamos a estratégia para nos mantermos em segredo no trabalho.
Voltei tarde da noite para casa. Ao chegar, vi que Wanderlei nos observava a distância. Minha mãe apareceu e, como já considerava Alcino de casa, nem suspeitou que o filho dela tinha passado a tarde sendo a fêmea daquele homem gostoso. Minha irmã perguntou sobre o futebol que foi a desculpa. Eu disse que estava legal, mas ela ficou me encarando… mas não disse nada.
Naquela noite, deitado na cama, eu não conseguia parar de pensar em Alcino. Mas o medo também voltou.
Wanderlei, na segunda-feira, estava furioso com o que viu no domingo.


