Raquel chegou ao consultório do Dr. Rodrigues no final da tarde, conscientemente marcada como a última cliente do dia. A secretária ainda se encontrava no hall, a organizar uns papéis, quando Raquel se sentou na sala de espera. Pouco depois a secretária ergueu-se, pegou na mala e no casaco e explicou que a consulta anterior estava a demorar mais do que o previsto e que ela própria tinha de sair naquele momento, pedindo a Raquel que aguardasse até ser chamada. Raquel assentiu e respondeu que esperaria. A secretária saiu, deixando-a sozinha. Os minutos arrastaram-se. O relógio marcava já mais de quarenta minutos além da hora quando a porta do gabinete finalmente se abriu. O Dr. Rodrigues saiu primeiro, acompanhando a Cláudia até à porta exterior com uma mão leve nas costas dela. A Cláudia, esposa do Rui e amiga de Raquel, tinha o cabelo ligeiramente desalinhado, as faces coradas, os lábios mais inchados e o olhar ainda turvo. A saia apresentava um pequeno desvio e os passos eram menos firmes. Ao ver Raquel, hesitou, visivelmente constrangida, mas ainda assim aproximou-se e cumprimentou-a. — Olá, Raquel… não esperava encontrar-te aqui. — Nem eu a ti — respondeu Raquel, a voz calma. — Correu tudo bem com a consulta? — Sim… só demorou um pouco mais porque havia exames para explicar. Estou bem. E tu? — Sou a última. Ele já me deve chamar. Houve um silêncio curto e desconfortável. A Cláudia forçou um sorriso, disse um “até já” quase inaudível e saiu. O Dr. Rodrigues acompanhou-a com o olhar até desaparecer e só então se virou para Raquel, fazendo-lhe sinal para entrar. Raquel entrou no gabinete. Ele não trancou a porta; limitou-se a encostá-la. O cabelo grisalho estava ligeiramente desfeito e havia no ar um cheiro subtil a sexo e perfume de mulher. Raquel, de saia lápis preta justa que realçava o cu empinado e redondo, blusa de seda bege semi-transparente e saltos altos, fixou-o de imediato. — Fodeste com a Cláudia? — perguntou sem rodeios. Rodrigues franziu a testa e respondeu com firmeza profissional: — Não, Raquel. Foi uma consulta normal. Demorou porque havia resultados para explicar. Raquel não insistiu de imediato. Ele apontou para a marquesa de exames. — Tira a roupa, por favor. Fica apenas em lingerie e deita-te. Vou examinar-te como combinado. Ela obedeceu em silêncio. Desabotoou a blusa, tirou a saia e ficou apenas de sutiã de renda escura, tanga mínima e meias. O corpo aos quarenta e tal anos mostrava curvas tentadoras: seios fartos, cintura marcada, ancas normais e o cu firme e empinado. Deitou-se de costas na marquesa, as pernas ligeiramente abertas. Rodrigues aproximou-se, puxou luvas e preparou-se para o exame. Foi nesse momento, quando as mãos dele se aproximaram das coxas dela, que Raquel voltou a falar, a voz baixa mas clara. — Diz-me a verdade, Dr. Fodeste com a Cláudia há pouco, enquanto a tua secretária ainda estava no hall? Ele parou. As mãos ficaram suspensas no ar durante alguns segundos. Depois tirou as luvas devagar e olhou-a nos olhos. — Sim, Raquel. Acabei de a foder. A secretária estava lá fora, no hall, a trabalhar. Tivemos de ser silenciosos. Raquel sentiu o arrepio percorrer-lhe o corpo. Ele não se afastou. Em vez disso, pousou as mãos nas coxas dela e abriu-as um pouco mais. — Conta — pediu ela. — Quero ouvir tudo o que acabaste de fazer com ela. Com pormenores. Rodrigues puxou a tanga para o lado e passou dois dedos pela cona já húmida, sentindo o calor e a humidade. Abriu as calças, tirou o pau ainda com o cheiro e o brilho da foda anterior e esfregou a cabeça grossa entre os lábios dela, sem entrar ainda. — A secretária estava no hall, a poucos metros. Eu fechei a porta do gabinete mas não tranca. Levantei-lhe a saia, puxei a tanga e comi-lhe a cona de joelhos, bem devagar para ela não gemer alto. Chupei-lhe o clitóris até ela tremer e abafar o som contra a própria mão. Depois virei-a de quatro nesta marquesa, abri-lhe o cu com os polegares e enfiei a língua também lá. Quando ela estava a pingar, meti o pau na cona de uma vez e fodi-a com força, mas controlada. O som era molhado, mas baixo. Ela pedia mais sem quase fazer barulho e gozou duas vezes. Enquanto descrevia, empurrou o pau dentro de Raquel até ao fundo. O gemido dela foi longo e rouco. Ele começou a foder com estocadas profundas e lentas, cada uma acompanhada de palavras. — Continuava a foder-lhe a cona e ao mesmo tempo metia-lhe o dedo no cu. Depois retirei, cuspi e enfiei-lhe o pau no cu. Entrava devagar, mas ela engolia tudo. Fodi-lhe o cu durante vários minutos, a bater fundo, a ouvi-la gemer o meu nome abafado. E sabes em quem eu pensava enquanto o meu pau desaparecia dentro do cu da Cláudia, com a secretária mesmo ali fora? — Em mim — respondeu Raquel, ofegante, empurrando as ancas ao encontro das estocadas. — Em ti, Raquel. No teu cu. Na forma como apertas quando te fodo. Na tua voz quando te chamo puta. Cada vez que ela gemia baixo, eu fechava os olhos e imaginava que eras tu a levar. Gozei-lhe dentro do cu. Enchi-a. O esperma ainda estava a escorrer-lhe quando a acompanhei até à porta. E agora estou dentro de ti e quero mais. Ele acelerou o ritmo, uma mão a esfregar o clitóris de Raquel com o polegar. — Agora quero que me contes do Rui. O que é que ele te faz de especial? Do que é que ele gosta quando te fode? E quero que films. Quero ver os vídeos das próximas vezes. Quero ver o pau dele a entrar-te na cona e no cu. Conta, Raquel. Raquel gemia entre as estocadas, as mãos agarradas aos bordos da marquesa. — Ele gosta de me lamber o cu durante muito tempo antes de me foder… passa a língua devagar, depois enfia, e só quando estou a tremer é que me vira e me come. Gosta de me obrigar a dizer que sou a puta dele e a vaca dele. Gosta de me foder na cama onde durmo com o António, de me prender as mãos e de me esporrar na cara no fim. Às vezes faz-me chupar o pau logo a seguir para eu provar os dois. Rodrigues rosnou e fodeu-a mais fundo. — Mais detalhes. Como te fode o cu? Rápido ou devagar? Fala enquanto te fodo. — Começa devagar… deixa-me sentir cada centímetro… depois acelera e bate com força até eu gozar. Muitas vezes goza dentro do cu e deixa-me assim, a escorrer, enquanto me beija. E chama-me puta o tempo todo. Ele retirou-se de repente, virou-a de peito para baixo na marquesa e abriu-lhe o cu com as duas mãos. Cuspiu, passou o pau e entrou devagar, centímetro a centímetro, até a pélvis bater contra as nádegas dela. O gemido de Raquel foi agudo e prolongado. — Assim? — perguntou ele, começando a mover-se com estocadas longas e profundas. — É assim que o Rui te fode o cu? Ou ele é mais bruto? — Ele é mais bruto depois de entrar… — respondeu ela, a voz falhada. — Manda-me arquear mais… puxa-me o cabelo… e não para até eu estar a tremer. Diz-me que o meu cu é dele. — Então o teu cu também é meu agora — rosnou Rodrigues, acelerando. — E eu quero ver o Rui a usar o que também é meu. Quero os vídeos. Quero ver a cara dele quando goza dentro de ti. Quero ver a tua cara quando levas a esporra dele. E enquanto vejo, vou foder-te a ti e lembrar-me de como acabei de gozar dentro da Cláudia a pensar nesta cona e neste cu, com a secretária a poucos metros de distância. Raquel empurrava as ancas para trás, os gemidos contínuos e altos. — Vou filmar… se continuares a foder-me assim… se continuares a contar, Dr.… — Vou continuar — prometeu ele, a voz rouca, uma mão a esfregar-lhe o clitóris com firmeza. — A Cláudia apertava o cu cada vez que eu entrava fundo. Gemia o meu nome abafado. Mas eu só pensava em ti. Em como seria foder-te logo a seguir. E agora estou a foder-te o cu e a imaginar o Rui a fazer o mesmo, a encher-te, a chamar-te puta. Queres o meu leite, Raquel? Queres que te encha o cu como acabei de encher o dela? — Quero — pediu ela, quase sem voz. — Enche-me. Dá-me a tua esporra. Sou a tua puta. Enche-me o cu. Rodrigues agarrou-lhe as ancas com as duas mãos, enterrou-se até ao limite e gozou com um gemido longo e grave, o corpo a tremer, os jactos quentes a disparar fundo dentro do cu dela. Raquel gozou ao mesmo tempo, as paredes a contrair em ondas fortes, um gemido abafado contra o braço. Ficaram assim durante longos segundos, a respiração irregular, o corpo dele ainda profundamente dentro do dela. Depois ele retirou-se devagar e observou o cu aberto e a forma como o esperma começava a escapar. Raquel endireitou-se com cuidado, ainda ofegante. Enquanto se vestiam, Rodrigues falou outra vez, a voz mais baixa mas firme. — Quero os vídeos, Raquel. Quero ver o Rui a foder-te. Quero saber exactamente o que ele faz e do que ele gosta. A porta pode continuar sem tranca. Mas eu quero ver. Raquel ajeitou a saia e a blusa, o corpo ainda a latejar, o cu sensível e cheio. — Vou pensar no pedido. Mas se quiseres continuar a contar-me, com todos os pormenores, como acabaste de foder a Cláudia enquanto me fodes a mim… e se quiseres ouvir mais sobre o que o Rui me faz… a conversa e a porta estão abertas, Dr. Saiu do consultório com o passo firme, o cheiro a sexo ainda colado à pele. Lá fora a noite tinha caído. E o emaranhado de segredos entre ela, o Rui, a Cláudia e o Dr. Rodrigues tinha acabado de ficar ainda mais apertado e perigoso
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