Na manhã seguinte, pouco depois das nove, o telemóvel de Raquel vibrou em cima da mesa da cozinha. Era o Dr. Rodrigues. «A minha mulher saiu para o ginásio. Estou sozinho. Manda-me fotografias de como estás agora.» Raquel sorriu. António ainda dormia no quarto do fundo da casa, depois de ter chegado tarde na noite anterior. Ela estava na zona da sala onde tinha instalado a passadeira, vestida apenas com um top de licra preto justo que se colava aos seios fartos e deixava uma faixa de pele descoberta na cintura, e calções de licra pretos igualmente justos que marcavam o cu empinado e redondo a cada passo. O tecido brilhava ligeiramente com o suor leve do aquecimento. Parou a passadeira, tirou várias fotografias — de frente, de lado, de costas com as mãos a puxar os calções para cima, realçando o volume do cu — e enviou. «A fazer exercício enquanto o António dorme no outro lado da casa. Gosta, Dr.?» A resposta veio imediatamente. «Liga em vídeo. Agora.» Raquel iniciou a chamada. O rosto de Rodrigues apareceu no ecrã, ainda de roupão, o cabelo molhado de duche. Os olhos dele desceram logo para o corpo dela. — Continua a andar na passadeira — ordenou, a voz baixa e rouca. — Quero ver o cu a mexer-se dentro desses calções. Ela obedeceu. Voltou a ligar a passadeira num ritmo moderado e posicionou o telemóvel de forma a que ele visse de lado e depois de costas. O licra preto esticava-se sobre as nádegas a cada passada, o top subia ligeiramente e revelava a curva inferior dos seios. — Mais devagar — pediu ele. — Agora puxa os calções para o meio, como se fossem uma tanga. Quero ver o desenho da cona. Raquel reduziu a velocidade, enfiou os polegares na cintura dos calções e puxou o tecido para o meio das nádegas e da cona, deixando as formas claramente marcadas. Continuou a andar assim, o corpo a aquecer. — Tira o top — disse Rodrigues. — Quero ver os peitos a saltar enquanto andas. Ela parou a passadeira só o tempo suficiente para puxar o top por cima da cabeça e atirá-lo para o lado. Os seios fartos ficaram livres, os mamilos já endurecidos. Voltou a andar, agora de torso nu, os calções de licra ainda puxados para o meio. — Aperta os peitos para mim. Belisca os mamilos enquanto andas. Raquel obedeceu, uma mão em cada seio, a apertar e a puxar os bicos enquanto mantinha o ritmo na passadeira. No ecrã via-se a mão de Rodrigues a mover-se dentro do roupão. — Agora desce da passadeira, tira os calções e deita-te no tapete. Quero ver-te a abrir a cona com os dedos. Ela parou a máquina, desceu, puxou os calções de licra e a tanga desportiva de uma vez só e deitou-se no tapete em frente à passadeira. Abriu as pernas de forma deliberada e usou os dedos indicadores para separar os lábios da cona, mostrando o interior já húmido. — Mais perto — ordenou ele. — Quero ver o clitóris. Esfrega-o. Devagar. Raquel aproximou o telemóvel, começou a esfregar o clitóris em círculos lentos e depois mais firmes. Os gemidos baixos começaram a sair. — Mete dois dedos. Fode-te com eles enquanto me olhas. Ela obedeceu, enfiando os dedos médios e anelar dentro da cona, movendo-os para dentro e para fora com ritmo, o polegar ainda no clitóris. No ecrã, Rodrigues tinha já o pau na mão, a masturbar-se com movimentos longos. — Fala — pediu ele. — Diz-me o que estás a sentir. Diz-me que és a minha puta. — Estou molhada… os dedos não chegam… quero o seu pau — respondeu ela, a voz já rouca. — Sou a sua puta, Dr. Quero que me foda como fodeu a Cláudia. Quero que me encha. — Vai buscar o vibrador. O cor de pele. Quero ver-te a enterrá-lo todo. Raquel levantou-se, foi ao quarto sem fazer barulho para não acordar António, pegou no vibrador e regressou ao tapete. Ligou-o, encostou a cabeça ao clitóris e depois empurrou-o lentamente para dentro da cona até desaparecer por completo. O zumbido encheu o silêncio da sala. — Assim… — gemeu ela, movendo o aparelho com força. — Estou a imaginar que é o senhor. Mais fundo… — Continua. Quero ver a cona a engolir tudo. E quero que gozes para mim. Agora. Raquel acelerou, o vibrador a entrar e a sair com ritmo insistente, os seios a balançar, as coxas a tremer. O orgasmo chegou em ondas fortes, o corpo a arquear-se no tapete, um gemido mais alto a escapar-lhe antes de conseguir abafar o som. Quase em simultâneo, Rodrigues gozou no ecrã, o esperma a escorrer-lhe pelos dedos. Ficaram alguns segundos apenas a respirar. Depois a voz dele soou de novo, ainda rouca. — Guarda esses calções e esse top. Quero ver-te outra vez neles. E esta noite, quando o António estiver a dormir, quero mais fotografias. De quatro, a abrir o cu, com o vibrador dentro. Percebeste, Raquel? Ela assentiu, ainda deitada no tapete, o vibrador desligado ao lado, o corpo a latejar, o suor a brilhar na pele. — Percebi, Dr. Vou enviar. Desligou a chamada com o dedo ainda trémulo. Lá no fundo da casa, António continuava a dormir. Raquel ficou alguns minutos no chão, a recuperar o fôlego, o cheiro a sexo e a esforço misturados, já a pensar nas fotografias que enviaria mais tarde. A Raquel desligou a chamada com o dedo ainda um pouco trémulo. O corpo continuava quente, a cona a latejar e sensível, o vibrador cor de pele pousado no tapete ao seu lado. Levantou-se em silêncio, apanhou a peça e o top de licra, e foi até ao quarto sem fazer barulho. Na casa de banho privativa lavou o vibrador com cuidado, secou-o e guardou-o de volta na gaveta da mesa de cabeceira. Ajeitou o cabelo, puxou novamente o top de licra preto justo sobre os seios fartos e enfiou os calções de licra pretos, sentindo o tecido frio contra a pele ainda quente e a cona ainda a arder ligeiramente do que acabara de fazer. Quando ia a sair do quarto, a voz de António soou atrás dela, rouca de sono. — Raquel… Ela virou-se. Ele estava deitado de lado, o torso nu, o cabelo desalinhado. Estendeu a mão, puxou-a pela cintura e beijou-a nos lábios com lentidão, a mão a deslizar até ao cu marcado pelo licra. — Onde vais? — Vou fazer passadeira e um pouco de bicicleta no ginásio de casa — respondeu ela, a voz calma, tentando disfarçar o calor que ainda sentia entre as pernas. António sorriu, ainda sonolento, e deu-lhe um tapa leve na nádega. — Vai. Daqui a pouco vou ter contigo. Raquel saiu e regressou à zona do ginásio. O telemóvel ficou pousado em cima do móvel, ecrã virado para baixo, mas a gravação de vídeo que ela tinha iniciado por engano no final da chamada com o Dr. Rodrigues continuava ativa, a captar o som e, parcialmente, a imagem do espaço. Voltou a ligar a passadeira e começou a andar, o corpo ainda consciente de cada movimento, a cona sensível a esfregar-se ligeiramente contra o tecido dos calções a cada passada. Passados uns minutos ouviu os passos de António. Ele apareceu de calções de treino e t-shirt, o olhar a percorrer-lhe o corpo de imediato. — Esses calções estão demasiado justos — disse ele, aproximando-se e parando ao lado da passadeira. — O cu fica marcado de uma forma que me tira o foco. Raquel reduziu a velocidade e olhou para ele de lado, um sorriso lento nos lábios. — E isso é mau? — Mau não é. É distração. Desce daí. Ela obedeceu. António puxou-a pela cintura, colou o corpo ao dela e beijou-a com mais intenção, as mãos a descerem pelas costas até agarrar o cu com força por cima do licra. O telemóvel, a poucos metros, continuava a gravar cada gemido abafado, cada frase, cada embate. — Estás quente — murmurou contra a boca dela. — E molhada. Sinto pelo tecido. — Estava a treinar — respondeu ela, a respiração já mais curta. — Às vezes acontece. — Não me digas que foi só o exercício… — A mão dele enfiou-se por dentro do cós dos calções e encontrou a cona ainda húmida e sensível. Os dedos deslizaram entre os lábios, sentindo o calor residual. — Estás encharcada, Raquel. E sensível. O que andaste a fazer sozinha? Ela mordeu o lábio, o corpo a reagir de imediato ao toque, a cona a arder de forma deliciosa sob os dedos dele. A gravação captava o som molhado dos dedos e a respiração dela. — Pensei em ti — mentiu com naturalidade, a voz ligeiramente embargada. — E em como me fodes. Chegou. António rosnou baixo, puxou-lhe os calções de licra para baixo de uma vez só, juntamente com a tanga, e fez com que ela se virasse de frente para a passadeira, as mãos apoiadas no painel. Abaixou os próprios calções, tirou o pau já duro e esfregou a cabeça grossa na entrada molhada. — Então agora vais levar de verdade — disse, a voz rouca. — Abre as pernas. Raquel obedeceu. Ele enterrou-se de uma só vez até ao fundo. O gemido dela foi mais alto do que pretendia e ficou registado no telemóvel. A cona, ainda sensível e inchada da sessão anterior com o vibrador e da videochamada, apertou-o com força. António agarrou-lhe as ancas e começou a foder com estocadas profundas e ritmadas, o som da pele a bater na pele a encher o ginásio e a ser gravado sem que nenhum dos dois o soubesse. — Que cona tão quente… — rosnou ele. — Apertada e molhada como se já tivesses estado a ser comida. Gostas disto? Gostas de ser fodida logo de manhã no ginásio? — Gosto — respondeu ela, a voz falhada, empurrando as ancas para trás. — Mais forte. Fode-me mais forte. Quero sentir-te fundo. Ele acelerou, uma mão a subir por baixo do top de licra para apertar um seio, a outra a manter o ritmo firme nas ancas. Cada estocada fazia os seios balançarem dentro do tecido justo. Raquel gemia sem se conter, as mãos agarradas à passadeira, o corpo a aceitar tudo enquanto a mente ainda tinha fragmentos da voz do Dr. Rodrigues a pedir-lhe para enterrar o vibrador. A gravação continuava, silenciosa e traiçoeira. — Vira-te — ordenou António. — Quero ver-te a cara. Ela virou-se, sentou-se na borda da passadeira parada e abriu as pernas. António voltou a entrar fundo, agarrou-lhe as coxas e fodeu-a de frente, olhando-a nos olhos. O top de licra estava subido acima dos seios, os mamilos expostos e duros. — Diz-me o que queres — pediu ele, a respiração irregular. — Quero que me fodes até eu gozar. Quero sentir-te a bater até ao fundo. E quero que gozes dentro. Enche-me. António obedeceu, acelerando o ritmo, o polegar a esfregar o clitóris ainda hipersensível. O orgasmo de Raquel chegou depressa e intenso, o corpo a tremer, a cona a contrair em ondas fortes à volta do pau dele, o gemido longo e rouco captado pelo microfone do telemóvel. Ele seguiu-a segundos depois, enterrando-se até ao limite e gozando com um gemido grave, os jactos a disparar fundo dentro dela. Ficaram assim longos segundos, a respiração ofegante, os corpos colados. António beijou-lhe o pescoço e sorriu contra a pele. — Bom treino. Raquel riu baixinho, ainda a recuperar, a cona a latejar, cheia, e o corpo inteiro consciente de que, minutos antes, tinha estado em videochamada com outro homem, a tocar-se e a gozar para ele, enquanto o marido dormia a poucos metros de distância. António não fazia a mínima ideia. E muito menos sabia que o telemóvel dela, ainda a gravar, tinha registado cada gemido, cada estocada e cada palavra daquela foda matinal. — O melhor da manhã — respondeu ela, ajeitando o top de licra e puxando os calções para cima com mãos ainda trémulas. — Vamos tomar duche? Ele assentiu, ainda a sorrir. Foram os dois até à casa de banho do ginásio, uma divisão ampla com um chuveiro de vidro transparente. António abriu a água quente, puxou-a para dentro e tirou-lhe o top de licra e os calções com pressa. A água começou a cair sobre os corpos nus. Raquel sentiu o calor do duche misturar-se com o ardor residual entre as pernas. António empurrou-a contra a parede molhada, as mãos a percorrer-lhe o corpo escorregadio, a boca a descer pelo pescoço até aos seios. Chupou um mamilo com força enquanto os dedos voltavam a encontrar a cona, ainda cheia do esperma dele e sensível. — Ainda estás molhada e aberta — murmurou contra a pele dela. — Quero-te outra vez. — Então toma — respondeu ela, a voz já rouca de novo. — Fode-me outra vez. Aqui. Ele virou-a de frente para a parede, ergueu-lhe uma perna e entrou de novo, desta vez mais devagar, sentindo a cona ainda apertada e escorregadia. A água corria entre os corpos, o som do chuveiro misturava-se com os gemidos. António fodia-a com estocadas profundas e controladas, uma mão a segurar-lhe a anca, a outra a esfregar o clitóris com o polegar. — Assim… — gemeu Raquel, a testa encostada ao azulejo frio. — Mais fundo. Não pares. — Diz-me o que sentes — pediu ele, a voz baixa junto ao ouvido. — Sinto-te a abrir-me outra vez… a encher-me… a cona ainda está sensível e cada estocada arde de uma forma boa. Fode-me até gozar outra vez. António acelerou, o corpo a bater contra o dela sob a água quente. A mão que esfregava o clitóris tornou-se mais insistente. Raquel gozou pela segunda vez, as pernas a tremer, um gemido longo e abafado contra o braço. Ele retirou-se, virou-a de frente, ergueu-lhe as duas coxas e voltou a entrar, segurando-a contra a parede. Fodeu-a assim, de frente, olhando-a nos olhos, até sentir o próprio orgasmo a chegar. — Vou gozar outra vez — avisou. — Dentro? — Dentro — respondeu ela. — Enche-me outra vez. Ele enterrou-se até ao fundo e gozou com um gemido grave, o corpo a tremer contra o dela, a água a lavar o suor e o esperma que escapava. Ficaram abraçados sob o chuveiro longos segundos, a respiração a acalmar. António beijou-lhe a testa e sorriu. — Agora sim. Bom treino e bom duche. Raquel riu baixinho, ainda encostada à parede molhada, a cona a latejar, cheia pela segunda vez, e a consciência aguda de que o telemóvel no ginásio tinha gravado a primeira foda e de que, minutos antes, tinha estado a mostrar o corpo e a gozar para outro homem. António não fazia a mínima ideia de nada. — O melhor da manhã — repetiu ela, a voz suave. — Vamos secar-nos. Saíram do chuveiro juntos. Lá fora, no ginásio, o telemóvel continuava pousado no móvel
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.