Minha irmã se masturbando

O Olhar da minha irmã

Meu nome é Fabio. Moreno atlético, 1,88 de altura, 86kg de muito tesão.
Olhos castanhos que queimam quando olham pra uma mulher que eu desejo — e agora, nesse exato momento, eu estou desejando duas.

Uma eu posso tocar. A outra está espiando pela porta.

Era sábado à noite. Minha esposa viajou, fiquei sozinho em casa. Minha prima Débora veio passar o fim de semana, como sempre faz quando minha esposa está fora. Ela é minha prima, sim — mas a gente já cruzou essa linha várias vezes. O desejo não pede permissão.

Minha irmã, Camila, mora com a gente — o apartamento é grande, cada um tem seu quarto. Ela chegou mais cedo, foi dormir, ou pelo menos foi pro quarto dela.

Débora e eu estávamos na sala, conversando, tomando vinho. O vestido dela era curto, colado, sem calcinha — eu sabia, porque ela adorava provocar. Os peitos quase saltando, os cabelos soltos, os olhos castanhos brilhando com o reflexo da TV.

— Tá com cara de quem quer alguma coisa, primo — ela disse, inclinando o corpo, a mão pousando na minha perna.

— Tô — respondi, a voz rouca. — E você também.

Ela mordeu o lábio, sorriu.

— Então me leva pro quarto.

Levantei, peguei na mão dela, e a puxei. Quando passamos pelo corredor, vi que a porta do quarto da minha irmã estava entreaberta. Uma fresta. Nada demais. Mas eu senti um movimento, um arrepio — como se alguém estivesse ali, parada, observando.

Débora não viu. Ou fingiu que não.

Entramos no quarto, fechei a porta. Mas não tranquei.

Não sei por quê. Talvez porque uma parte de mim quisesse que Camila visse. Talvez porque o proibido sempre foi o que me deixa mais duro. Talvez porque o olhar de uma mulher que deseja em silêncio é a maior provocação que existe.

---

Débora tirou o vestido devagar. Não com pressa — com provocação. O corpo dela apareceu nu, moreno, as curvas desenhadas. Peitos médios e firmes, bunda redonda, a buceta já lisa, depilada, brilhando no escuro.

Ela se jogou na cama, abriu as pernas.

— Vem, Fabio. Me come.

Mas eu não fui direto. Eu queria que ela sentisse cada segundo, cada toque, cada intenção.

Me ajoelhei, puxei ela pela cintura, abri as pernas, e olhei. A buceta dela era linda — os lábios inchados, o clitóris pulsando, o mel escorrendo devagar. Eu olhei, demorei. Não pra provocar ela. Pra provocar o olhar que eu sabia que estava ali, do outro lado.

Passei o dedo devagar, deslizando da entrada até o clitóris, sentindo o calor, a umidade. Ela tremeu.

— Assim — sussurrei. — Devagar.

Comecei a chupar. Língua no clitóris, em círculos lentos, intercalando com beijos, com mordidas suaves nos lábios da buceta dela. Enfiei dois dedos, senti a buceta contrair, puxar, querer mais.

— Tá gostoso? — perguntei, a voz baixa.

— Tá, primo — ela gemeu. — Tá tão gostoso.

Eu sabia que minha irmã estava ali. Eu sentia. Não ouvia nada — a porta estava numa fresta, o corredor iluminado, e ela estava parada, imóvel, os olhos grudados em mim chupando a prima. E o silêncio dela era mais excitante que qualquer gemido.

Subi, beijei Débora, dei a ela o gosto da própria buceta. Ela gemeu, agarrou meu cabelo.

— Enfia, Fabio — pediu. — Enfia esse pau na minha buceta.

Abri minha calça, tirei o pau duro, latejando, a cabeça brilhando de pré-gozo. Encostei na buceta dela, esfreguei, molhando, sentindo o calor. Entre devagar. Ela gemeu, os dedos arranhando minhas costas.

— Você tá tão gostoso dentro de mim — ela sussurrou.

Comecei a meter. Não forte, não rápido. Devagar. Cada estocada uma declaração. Olhava nos olhos de Débora, mas minha mente estava na porta. No olhar de Camila. Na mão que eu imaginava descendo pela barriga dela, entrando na calcinha.

— Vai mais rápido — Débora pediu.

— Não — respondi. — Quero sentir você.

Continuei devagar, fundo, sentindo cada contração da buceta dela. Ela mordia o lábio, os olhos revirados, o corpo se arqueando. Eu sabia que ela tava perto.

— Vou gozar — ela avisou.

— Goza — falei, com a boca perto do ouvido. — Goza no meu pau, Débora. Quero sentir você.

Ela gozou. A buceta contraiu no meu pau com uma força que me fez gemer, pulsando, espremendo, o mel quente escorrendo. O corpo dela tremia, os dedos me apertando.

E eu soube, naquele instante, que minha irmã estava se masturbando.

Não ouvi, mas vi pela fresta. A sombra do corpo, a mão descendo, o movimento da mão. E isso foi o bastante.

Continuei metendo, mais rápido agora, olhando na direção da porta. Eu sabia que ela me via, que ela via meu pau entrando e saindo da buceta da prima, que ela via a buceta da prima contraindo, o mel escorrendo. E ela se masturbava.

Débora percebeu meu olhar. Virou a cabeça e viu a fresta. Vi o susto nos olhos dela, depois o sorriso safado.

— Ela tá olhando? — sussurrou.

— Tá — respondi. — Tá se masturbando.

— Então dá um show pra ela, primo.

Eu virei Débora, empinei a bunda dela, entrei de novo. Dessa vez mais forte, cada estocada fazendo o corpo dela balançar, o som do sexo ecoando. Eu olhava pra porta a cada estocada, imaginando minha irmã com os dedos na buceta, se esfregando, gozando em silêncio.

Débora gozou de novo. Gritou, o corpo tremendo, a buceta apertando meu pau, e eu senti as bolas se contraírem. A porra jorrou quente, grossa, dentro da buceta dela, enquanto eu gemia e olhava pra fresta.

Vi a mão da minha irmã parar. Vi o corpo tremer. Ela gozou comigo.

Fiquei dentro de Débora até o pau amolecer. Depois me virei. A fresta estava vazia. O corredor escuro.

Débora riu.

— Sua irmã vai fingir que não viu nada?

— Vai — respondi. — Mas a gente sabe que ela viu tudo.

---

Na manhã seguinte, Camila fez café como se nada tivesse acontecido. Mas eu vi. Vi os olhos dela brilhando quando me cumprimentou. Vi a mão dela tremer ao pegar a xícara.

Ela passou por mim, e sua mão roçou minha bunda. Rápido, leve, proposital.

— Foi gostoso? — sussurrou, sem olhar pra mim.

— Foi — respondi. — Mas vai ser melhor quando você participar.

Ela mordeu o lábio. Foi pro quarto sem dizer nada.

Mas eu sei. Eu vi o sorriso. Ela vai voltar.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha irmã se masturbando

Codigo do conto:
269619

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
10/08/2026

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