Meu nome é Fabio. Moreno atlético, 1,88 de altura, 86kg de muito tesão. Olhos castanhos que queimam quando olham pra uma mulher que eu desejo — e agora, nesse exato momento, eu tenho duas. Uma tia que já provou meu pau e uma prima que sempre quis provar também.
Minha tia estava no meu colo, a buceta ainda molhada, a porra ainda escorrendo pela coxa. Eu tava deitado no sofá, o pau mole mas pulsando, sentindo cada contração da buceta dela. A gente ria baixinho, trocando beijos lentos, quando a campainha tocou.
Ela olhou pra mim, os olhos verdes brilhando.
— Quem é?
— Débora. Minha prima. Sua sobrinha.
Ela sorriu, safada.
— Ela sempre teve olho em você também, sabia?
— Sabia.
— Deixa ela entrar. A noite tá só começando.
Minha tia se levantou, ajeitou o vestido — mas não limpou a porra que escorria pela coxa. Ela abriu a porta, e Débora entrou, de vestido curto, colado, os peitos quase saltando, o cabelo solto. Ela me viu no sofá, o pau ainda meio duro, a porra na barriga. E sorriu.
— Achei que vocês fossem me esperar — disse, jogando a bolsa no chão.
— Você demorou, sobrinha — minha tia respondeu, a voz quente. — A gente já começou sem você.
— Então me incluam.
Débora veio até mim, se ajoelhou na minha frente, pegou meu pau meia-bomba na boca e começou a chupar. Ela sabia o que tava fazendo — a língua na cabeça, a mão nas bolas, a outra mão na própria buceta, se masturbando enquanto me chupava.
Minha tia se sentou ao lado, nua, os dedos na buceta molhada, olhando.
— Olha como ela chupa bem, Fabio — ela disse, a voz rouca. — Igual à tia.
Meu pau endureceu de novo na boca de Débora, duro, latejando, a cabeça roçando a garganta dela. Ela engoliu, babou, fez um som molhado que ecoou no quarto.
— Sobe, Débora — minha tia mandou, com autoridade. — Deita na cama. Vamos mostrar pro Fabio o que as duas mulheres da família sabem fazer.
Débora obedeceu. Deitou de costas, as pernas abertas, a buceta molhada brilhando.
Minha tia subiu na cama, se ajoelhou entre as pernas da sobrinha, e começou a chupar a buceta dela. Língua no clitóris, dedos entrando, o mel escorrendo na boca de Sandra.
Eu virei, me ajoelhei atrás da minha tia, e entrei na buceta dela de uma vez, fundo. Ela gemeu na buceta de Débora, o corpo se arqueando. Comecei a meter com força, cada estocada fazendo minha tia gemer na buceta da sobrinha.
Era um ciclo de tesão. Minha tia chupava Débora, eu comia minha tia. O som do sexo encheu o quarto — bucetas molhadas, gemidos abafados, a cama rangeu.
Débora gozou primeiro, a buceta contraindo na boca da tia, o mel escorrendo. Minha tia bebeu tudo, a língua lambendo cada gota.
— Agora você, Fabio — minha tia disse, se levantando. — Enfia na buceta da sua prima. Enquanto eu vejo.
Eu virei Débora, empinei a bunda dela, e entrei com tudo. A buceta quente, molhada, apertou meu pau como uma luva. Comecei a meter com força, a bunda dela balançando, os gemidos soltos.
A safada da minha tia veio por trás de mim, os peitos colados nas minhas costas, a mão nas minhas bolas, apertando enquanto eu comia minha prima.
— Tá gostoso, sobrinho? — ela sussurrou no meu ouvido.
— Tá uma delícia, tia.
— Que tal eu te dar mais prazer?
Ela desceu, se ajoelhou atrás de mim, e começou a lamber meu cu enquanto eu metia em Débora. Língua quente, molhada, entrando devagar. Eu gemido alto, a sensação me quebrou. Continuei metendo, mas sentindo a língua da tia no meu cu, as duas me dando prazer ao mesmo tempo.
Débora gozou de novo, gritando, a buceta apertando meu pau. Eu não aguentei. Minhas bolas se contraíram, a porra jorrou grossa, quente, dentro da buceta dela. Ao mesmo tempo, minha tia lambeu meu cu com mais força, e eu gozei mais, a porra escorrendo pelo pau, molhando as coxas de Débora.
Fiquei ofegante, os três caindo na cama.
Débora se virou, me beijou, sentindo o gosto da própria buceta. Minha tia veio, beijou a sobrinha, e depois a mim.
Ela foi até a cozinha, trouxe vinho. Bebemos os três, nus, o corpo colado, o cheiro de sexo no ar.
— Vamos fazer isso todo fim de semana? — minha tia perguntou.
— Todo fim de semana — respondi.
— E todo dia de semana também? — Débora completou.
— Todo dia.
Minha tia e minha prima. Duas gerações de tesão. E eu no meio, sendo amado por todas as mulheres da minha família.