Meu nome é Fabio. Moreno atlético, 1,88 de altura, 86kg de músculo e tesão. Olhos castanhos que queimam quando olham pra uma mulher que eu desejo — e agora, nesse exato momento, eu estou sendo desejado por uma mulher que sempre me olhou diferente.
Minha tia Sandra. Irmã mais nova da minha mãe, 42 anos, divorciada, sem filhos. Corpo de mulher madura que se cuida — peitos fartos que ainda desafiam a gravidade, bunda grande e dura de tanto agachamento, cintura fina, cabelos negros com alguns fios brancos que ela assume com orgulho. Boca carnuda, olhos verdes que enxergam dentro da gente, mãos que sabem o que fazem.
Ela sempre me olhou diferente. Nos churrascos de família, ela sentava perto de mim. Nas festas, a mão dela demorava um segundo a mais no meu ombro. Os abraços eram mais apertados, mais longos. Eu sempre soube. E ela sabia que eu sabia.
Minha esposa viajou. Fiquei sozinho em casa. Minha tia ligou, disse que ia passar o fim de semana na cidade, que queria me ver. "Faz tanto tempo, sobrinho. Vamos tomar um vinho?"
Ela chegou às oito. Vestido preto, curto, decotado, salto alto. O perfume dela invadiu o apartamento antes dela entrar. Ela me abraçou, o corpo colado no meu, os peitos contra o meu peito. A mão deslizou pelas minhas costas, demorou na minha nuca.
— Você tá lindo, Fabio — disse, a voz rouca, quente. — Tá cada dia mais homem.
— Você também, tia — respondi, sentindo o pau endurecer.
Ela riu. Sabia.
Sentamos no sofá, o vinho aberto. Ela se inclinou pra pegar a taça, o decote se abrindo, os peitos quase saltando. Eu olhei. Ela viu que eu olhei. Sorriu.
— Tá olhando, sobrinho?
— Tô.
— Gosta do que vê?
— Gosto.
Ela se levantou, veio até mim, sentou no meu colo. O vestido subiu, as coxas nuas contra as minhas. Eu senti o calor da buceta dela contra o meu pau, mesmo através da roupa. Meu pau já tava duro, latejando, pressionando a calça.
— Você sempre foi meu favorito, Fabio — ela sussurrou, a boca perto da minha orelha. — Sempre achei você o mais gostoso da família.
— Tia... — tentei dizer.
— Não me chama de tia agora — ela cortou, a voz firme. — Me chama de Sandra. E me beija.
Ela desceu a boca na minha, um beijo que não era de tia. Era de mulher. Língua quente, babada, invadindo minha boca, as mãos segurando meu rosto com força. Eu devolvi o beijo, as mãos descendo pelas costas dela, apertando a bunda.
Ela gemeu contra minha boca, o corpo se movendo no meu colo, a buceta esfregando no meu pau duro.
— Eu quero você há anos, Fabio — ela disse, ofegante. — Quero sentir seu pau na minha buceta.
— Mas a gente é família — tentei, a última resistência.
— Família, porra nenhuma — ela respondeu, a voz rouca. — Você é um homem, eu sou uma mulher. E eu quero te foder.
Ela desceu, se ajoelhou na minha frente. Abriu minha calça, puxou minha cueca, e meu pau saltou pra fora — duro, latejando, a cabeça brilhando de pré-gozo. Ela olhou, lambeu os lábios, segurou com as duas mãos.
— Que pau lindo — sussurrou. — Que pau gostoso.
Ela lambeu a cabeça, devagar, os olhos verdes cravados nos meus. Depois enfiou na boca, inteiro, até a garganta. A boca quente, babada, a língua enrolada no meu pau. Ela chupava com fome, com experiência, a mão apertando minhas bolas, a cabeça indo e vindo.
— Tia... Sandra... — gemeu. — Tá tão gostoso...
— Eu sei, sobrinho — ela disse, com a boca cheia. — Eu sei.
Ela subiu, me empurrou no sofá, tirou o vestido. O corpo dela apareceu — peitos fartos, bunda grande, buceta lisa e molhada, o mel escorrendo pela coxa. Ela montou em mim, segurou meu pau, e desceu.
A buceta dela engoliu meu pau lentamente, cada centímetro entrando com um gemido rasgado dela. Quando chegou no fundo, ela jogou a cabeça pra trás, os olhos fechados, os lábios abertos.
— Ah, Fabio... que pau gostoso...
Ela começou a cavalgar. Devagar, com experiência, os quadris girando, a buceta deslizando no meu pau, o mel escorrendo pelas minhas bolas. Eu segurei a cintura dela, sentindo o movimento, a buceta apertando, soltando, me puxando pra dentro.
— Tia, você é uma puta gostosa — falei, a voz rouca.
— Sou sua puta, sobrinho — ela respondeu, sorrindo. — Sou sua puta desde que você fez 18 anos.
Ela acelerou, os peitos balançando, os cabelos soltos. Cada descida, a buceta apertava meu pau, o som molhado ecoando na sala. Ela gemia alto, sem vergonha, sem medo.
— Vou gozar — ela avisou, a voz trêmula.
— Goza, tia. Goza no meu pau.
A buceta dela contraiu no meu pau, pulsando, espremendo, o mel quente escorrendo. Ela gozou, gritou, o corpo tremendo.
Mas não parou. Continuou cavalgando, mais rápido, mais louca.
— Goza, Fabio — ela pediu. — Enche a buceta da sua tia de porra.
Isso me quebrou. Minhas bolas se contraíram, meu pau pulsou com força, e a porra jorrou grossa, quente, dentro da buceta dela. Ela sentiu, gemeu, apertou mais, sugando cada gota.
Ficamos assim, ela sentada no meu pau, a porra escorrendo, os corpos suados.
— Isso não vai ser a última vez — ela disse, sorrindo.
— Espero que não — respondi.
Ela riu, desceu, se ajoelhou e chupou meu pau melado de porra e buceta. Depois me beijou, o gosto das duas.
Minha tia me seduziu. E fodeu meu pau. E eu nunca mais fui o mesmo.