---
Meu nome é Fabio. Moreno atlético, 1,88 de altura, 86kg de músculo e tesão. Olhos castanhos que queimam quando olham pra uma mulher que eu desejo — e agora, nesse exato momento, eu tenho duas mulheres me desejando. Uma na minha cama, ofegante, a buceta ainda pulsando. Outra do lado de fora, se masturbando na penumbra, os olhos grudados em mim.
O quarto ainda cheirava a sexo. O corpo de Débora estava suado, a buceta vermelha de tanto gozar, o mel escorrendo pela coxa, a porra ainda quente dentro dela. Eu tava deitado ao lado, o pau mole, mas ainda pulsando, ainda sentindo a buceta dela se contrair no meu pau.
Foi quando eu ouvi.
Um gemido.
Baixo. Abafado. Mas inconfundível.
Eu olhei pra porta. A fresta ainda estava ali, a luz do corredor iluminando o rosto da minha irmã, Camila. Seus olhos estavam vidrados em mim, a boca entreaberta, uma mão segurando a maçaneta como se precisasse de apoio, a outra enfiada dentro da calcinha.
Eu vi o movimento. O ritmo da mão dela. Vi o corpo tremer, a perna se abrindo mais, os olhos fechando.
Ela já tinha gozado uma vez. Mas não era suficiente. Não era o mesmo que ver de perto.
Débora levantou a cabeça, viu onde eu olhava. Sorriu.
— Ela não consegue parar de olhar, né?
— Não — respondi.
— Então deixa ela entrar.
Eu me levantei, o pau já começando a endurecer de novo, e fui até a porta. Camila me viu chegando, os olhos arregalados, a mão parando no meio do movimento. Ela tentou se afastar, disfarçar.
— Camila — chamei, a voz baixa, rouca.
— O quê? — a voz dela tremia.
— Abre a porta.
Ela hesitou. Os olhos correram por mim, pelo meu corpo nu, pelo meu pau que já tava duro de novo, latejando, a cabeça brilhando. Ela mordeu o lábio. E abriu.
A porta rangeu devagar, como se o tempo tivesse parado. Camila apareceu na minha frente, o corpo trêmulo, a calcinha molhada marcando o tecido, os dedos ainda úmidos do próprio mel. O cabelo bagunçado, a respiração pesada, os olhos que não conseguiam desviar do meu pau.
— Eu não devia — ela sussurrou.
— Mas você quer — respondi.
Ela não negou. Não podia.
Débora se levantou da cama, nua, a porra ainda escorrendo da buceta, e veio até nós. Ficou atrás de mim, o corpo colado no meu, os braços envolvendo minha cintura, a boca no meu ombro.
— Deixa ela entrar, Fabio — sussurrou. — Deixa ela ver de perto. Deixa ela sentir.
Camila deu um passo pra dentro. Depois outro. A porta se fechou atrás dela com um clique suave.
— Senta — eu mandei, apontando pra poltrona no canto do quarto. — Senta e se masturba pra mim.
Ela obedeceu. Sentou, as pernas abertas, a calcinha puxada pro lado. A buceta dela apareceu — lisa, depilada, rosada, os lábios inchados, o mel escorrendo. Ela passou os dedos, devagar, e começou a se masturbar, olhando nos meus olhos.
Débora se ajoelhou na minha frente. Pegou meu pau duro, lambeu da base até a cabeça, e me olhou enquanto chupava. Cada movimento, cada olhada, era pra Camila ver.
— Tá vendo, Camila? — Débora perguntou, a boca cheia do meu pau. — Tá vendo como ele é gostoso?
Camila gemeu, a mão acelerando na buceta.
— Tô — respondeu, a voz trêmula.
— Olha como ele me come — Débora continuou, se levantando e se virando, apoiando as mãos na cama. — Olha como ele enfia o pau na minha buceta.
Eu entrei nela, de uma vez, fundo. Débora gemeu alto, os olhos revirados, a bunda balançando com cada estocada. Eu metia com força, olhando pra Camila. Cada estocada, a buceta de Débora fazia um som molhado, o mel escorrendo, e Camila se masturbava, os olhos grudados em mim.
— Você quer isso? — perguntei, a voz rouca. — Quer sentir meu pau na sua buceta?
— Quero — ela gemeu.
— Então goza. Goza vendo eu comer sua prima. Goza pra mim.
A mão de Camila acelerou, os dedos entrando e saindo da buceta molhada. Ela jogou a cabeça pra trás, os olhos fechados, o corpo tremendo.
— Vou gozar! — ela gritou.
— Goza, sua puta — mandei. — Goza olhando pra mim.
Ela gozou. A buceta contraiu, o mel escorrendo pelos dedos, o corpo todo tremeu, o gemido rasgado ecoando pelo quarto. Eu continuei metendo em Débora, sentindo ela também se contrair.
Débora gozou de novo, a buceta apertando meu pau, me puxando pra dentro. Eu não aguentei. Minhas bolas se contraíram, e a porra jorrou grossa, quente, dentro da buceta dela.
Fiquei dentro até o pau amolecer. Depois me virei. Camila ainda estava na poltrona, as pernas abertas, a buceta molhada, os olhos vidrados em mim.
— E agora? — ela perguntou, a voz ainda tremendo.
— Agora — respondi, me aproximando — você vai sentir o gosto do meu pau.
Eu a levantei, a deitei na cama, e desci. Chupei a buceta molhada dela, com fome, bebendo o mel que escorreu. Ela tremeu, os dedos no meu cabelo, os gemidos soltos.
Quando ela gozou de novo, eu subi, entrei nela devagar, sentindo a buceta apertar. Cada estocada, olhava nos olhos dela. Ela não desviava. Não queria.
— É tão gostoso — ela sussurrou.
— É — respondi. — E vai ser sempre assim.
Débora se deitou ao lado, começou a beijar a prima os dedos na buceta de Camila enquanto eu metia. As duas gemiam juntas, os corpos colados, o tesão compartilhado.
Gozei dentro de Camila, sentindo a buceta contrair, o mel escorrendo no meu pau. Ela gozou junto, os olhos revirados, o corpo arqueado.
Ficamos os três na cama, suados, ofegantes.
— Agora você é nossa — Débora disse, sorrindo pra priminha
— Sempre fui — Camila respondeu.