Noite ais do que quente




Este final de semana resolvemos sair pra nos divertir, após quase um mês sem descanso, afinal também voltei a trabalhar à distância, e custei a retomar o ritmo. Fomos de carro a Cacún, e naquela noite quis aprontar, e extravasar. Pesquisei e descobri que há tipo um bairro só de grandes baladas de auto nível. A que escolhi é uma boate enorme, pra milhares de pessoas. Uma das maiores da América do Sul.
Tinha acabado de retocar as luzes dos cabelos e os cachos. Usei um vestidinho presto, curto e rodado, de alcinhas e com um decote contido. Meias sete oitavos pretas, daquelas que têm um pouco de brilho, e uma sapatilha rasteirinha, além de um detalhe surpresa.
Tomei logo dois shots de tequila, pra me soltar, enquanto meu amor ficou degustando uma dose de uísque. Ele disse que era porque alguém tinha que ficar sóbrio, pra manter o controle. Eu mesma tava querendo era perder, perder tudo. Tava precisando!
Só sei que me soltei. Dancei, rebolei minha bunda, esfreguei meu corpo no do meu homem, rocei minha raba no cacete duro dele. Até que me deparei com os mini palcos que estavam montados na pista, e o chamei pra descer comigo. Ele veio sem nem imaginar minhas intenções.
Passamos os dois no meio daquela multidão de corpos quentes que roçavam nos nossos. Minha mão segurava firme a mão do meu homem, enquanto meu coração disparava por saber minhas intenções. Parei bem na frente de um palquinho, onde três mulheres de seus 20 anos já estavam ocupando, com suas roupas minúsculas e inibição ainda menor. Elas sensualizavam. Fiz questão de parar ali, pra meu macho gostoso assistir um pouco do espetáculo e ficar cheio de tesão.
Quando elas desceram eu soltei a mão dele e corri pra garantir minha vaga. Ele me olhou perplexo enquanto eu subia no palquinho, e antes que a vergonha batesse, fechei os olhos e imaginei que tava fazendo um espetáculo particular pra ele. Dancei, sensualizei, levantei o vestidinho até a polpa da bunda, me debrucei no palquinho elevado, revelando um decote profundo, acompanhando cada expressão no rosto do meu amor.
Ele já não conseguia disfarçar o pau duro dentro da calça de brim. De vez em quando levava a mão até lá e apertava o cacete como quem quer de alguma forma externar todo o tesão que tava sentindo. Eu também já tava louquinha com aquilo tudo. Molhadinha! A cada movimento mais lento, sentia minha xaninha deslizar, toda babadinha de melado, de tesão. Bastou a música mudar e aproveitei pra descer.
Passei entre os olhares que me comiam sem dar a menor bola e caminha até meu homem, que me mirava com olhos de tarado. Me aproximei, abracei seu corpo, levei minha mão direita até sua pica e segurei ela firme por cima da calça, ali mesmo. Ele chega fechou os olhos de prazer, enquanto eu ficava imaginando quão meladinha estaria a cabeça daquela pica. Fiquei segurando o pau do meu homem enquanto beijava sua boca, sem nem me importar com quem mais estivesse ao redor. Meu desejo estava a mil.
Após um longo beijo peguei sua mão, que veio direto na direção da minha xana, mas não deixei alcançar. Apenas comecei a andar, dessa vez eu o puxando pela mão, e subimos de volta para a área vip, parando de vez em quando para nos agarrarmos em plena escada, feito dois adolescentes. Não dei a mínima pra que tava por baixo e podia olhar por debaixo do meu vestidinho. Meu pensamento era um só, aquela pica duríssima, dentro de mim.
Quando finalmente subimos eu pedi licença e fui ao banheiro, que ficava num corredor por trás de um dos palcos. O lugar estava supreendentemente limpo, e sugestivamente escurinho. Voltei e abri a porta e ele tava bem na entrada. Estendi minha mão e segurei a dele e o puxei pra dentro. O safado nem hesitou, entrou e já foi me agarrando feito um polvo, passando a mão por todo o meu corpo, e minha xana pingando de tesão.
Sem nem pensar o puxei pra dentro do ultimo cubículo, o mais afastado da porta. Tranquei a portinha, e agarrei meu homem safado, beijei sua boca segurando suas mãos, me esfregando na sua pica. Em seguida revelei porque não tava deixando ele me tocar. No auge do meu tesão!
Eu abri a sua calça, retirei completamente o cinto e baixei até os joelhos dele, abaixei sua cueca e segurei seu caralho em riste, tava quente, duro e todo babado, que vontade de abocanhar aquele cacete, mas eu queria mesmo era ele me abrindo, então dei um sorriso safado e virei de costas pra ele, coloquei o joelho direito sobre a tampa do vaso afastando minhas pernas e finalmente levantei meu vestidinho devagar, empinando bem a raba e olhando pra trás pra ver sua cara ao descobrir que sai de casa sem calcinha.
Que tesão do caralho aquela cara de pervertido!!!
O safado segurou a pica e mirou na portinha da minha xana. Foi enfiando devagarinho, metendo até o talo. Minha bucetinha tava tão melada que a pica entrou fundo, e eu dei uma reboladinha, como se quisesse sentir até o ultimo milimetro dentro de mim e queria mesmo. Depois das minhas reboladas meu cafajeste perdeu o controle e começou a bombar. Ele bombava forte a pica na minha xaninha, fazendo barulho quando suas bolas esbarravam na minha raba o que faz meu tesão só aumentar.
Assim, durante um tempo que não sei precisar, dei freneticamente minha buceta pro meu homem, gemendo alto no banheiro da balada e perdi as contas de quantas vezes gozei. Quando já tava com as pernas trêmulas, pedi licença e sentei na tampa, agarrei aquela pica e fui metendo inteira na minha boquinha, aquele pau duro, com gosto do meu mel, e um pouquinho de porra escapando de vez em quando, tava delicioso.
Quando senti que ele iria gozar parei de novo, voltei a virar pra ele e pedi pra ele meter na bucetinha. Claro que ele meteu na hora, eu comecei a rebolar. Rebolei até ele dar leitada na minha xana. Que leitada gostosa! Senti forte o jato de porra dentro de mim, me enchendo. Foi uma gozada farta, junto com gemidos do meu macho gostoso. Ele gozou até o fim dentro de mim.
E, eu fiquei lá, com a pica e a porra me preenchendo, arfando, recobrando os sentidos e a noção de realidade.
Quando senti que podia me mexer, contrariada, deixei aquela pica sair de dentro de mim, mas, devagarinho e com cuidado, pra não escorrer muito pra fora. E sai do banheiro com meu homem, pouco me importando com os olhares. Tinha acabado de gozar, e gozar muito gostoso.
Voltando ao nosso cantinho no camarote, beijei apaixonadamente o meu amor, olhei ao redor, e com confiança levei minha mão até o meio das minhas pernas, levantei o vestido, alisei minha xaninha pra ele ver, e meti os dois dedos do meio na buceta tirando cheios de porra misturada com mel, e olhando dentro dos olhos dele levei os dedos à boca e tomei, sentindo a porra quentinha descendo pelas minhas coxas.
Senti-me uma grande vagabunda. Uma boa puta, uma atriz pornô. E, em casa dei muito meu cuzinho pro meu amor, meu macho, meu homem gostoso!

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Noite ais do que quente

Codigo do conto:
270183

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
18/08/2026

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