Viagem com amigos para Balneario Camboriú



Para quem já conhece os nossos relatos, eu sou o Vitor: tenho 35 anos, sou um moreno de pele clara, cabelos castanhos e 1,80 m de altura. Minha esposa, Karine, tem 30 anos e é um verdadeiro espetáculo de mulher: loira, com 1,60 m, cabelos que misturam mechas loiras e castanhas, pele bem branquinha, olhos azuis daqueles que hipnotizam, além de seios de tamanho médio para grande que são uma loucura e uma bunda linda.

O segundo casal era formado pelo Robson, um cara de 26 anos, baixinho, gordinho, de pele clara e cabelos castanhos; e a esposa dele, Júlia, de 27 anos, uma morena de 1,65 m, magra, de pele branquinha. Nada nela é exagerado, mas ela tem aquele tipo de corpo de magrinha charmosa, com coxas e bumbum de tamanho médio e seios pequenos.

Por fim, o terceiro casal: Andréia, de 28 anos, e Carlos, de 38. Andréia é uma loira deslumbrante de 1,78 m, uma verdadeira "cavala", com uma bunda grande e empinada, seios fartos e olhos azuis espetaculares.

A viagem prometia dias de sol, mar e noites inesquecíveis naquele apartamento com os amigos.

A intimidade no apartamento era total, com todo mundo circulando de sunga e biquíni e dividindo os espaços e banheiros de forma bem descontraída.

Eu e a Júlia (minha colega de trabalho) já ficamos antes e ela já me fez um boquete na firma, mas o meu maior tesão é conseguir comê-la de verdade.

Além disso, vivo secando a Andréia e sonhando em ter algo com aquela loira espetacular e corpão de "cavala".

Nossa rotina de praia era sempre a mesma: de manhã, preparávamos petiscos e comida, íamos para a areia e ficávamos por lá até umas 17h. Depois, voltávamos para o apartamento para tomar banho e nos arrumar para curtir a noite.

Eu me mantinha na linha e não tentava nada mais ousado. A proximidade no apartamento era grande e a convivência intensa; qualquer descuido ou deslize e alguém poderia perceber o clima. Mas, sempre que surgia uma oportunidade, eu e a Júlia trocavam olhares cúmplices que diziam tudo.

Até que, em um certo dia, enquanto todos se revezavam para usar o banheiro e se arrumar, eu já estava pronto e sentado no sofá da sala. De repente, a Júlia apareceu na porta do quarto semiaberta. Como só eu tinha visão daquele ângulo, ela aproveitou a brecha: olhou direto nos meus olhos, puxou a lateral da calcinha para o lado e me mostrou sua bucetinha rosadinha e deliciosa, abrindo um sorriso de pura safadeza antes de sumir de volta para o quarto.

ó que eu não fazia ideia de como conseguir uma brecha para comer ela, já que o apartamento parecia sempre lotado. Foi aí que comecei a analisar a nossa rotina e percebi uma falha que podia dar muito certo.

Todo mundo ali gostava de acordar cedo: às 7h já estavam de pé, se arrumavam e, por volta das 8h, iam direto para a praia. O detalhe é que, perto das 10h, sempre voltava alguém do grupo para o apartamento para buscar mais bebidas e preparar os lanches que levaríamos para a areia.

Como eu não era muito fã de madrugar, eu sempre ficava dormindo até um pouco mais tarde, lá pelas 10h. Era justamente nesse horário que a Karine costumava voltar sozinha para buscar o que faltava e depois levava de volta para a praia. A engrenagem perfeita estava montada na minha cabeça: eu só precisava fazer com que a Júlia fosse a pessoa a voltar para o apartamento naquele horário.

Porém, a rotina começou a gerar pequenos atritos. A Karine reclamou que era sempre ela quem tinha que voltar para o apartamento buscar os lanches só porque eu ficava dormindo até mais tarde. Eu não disse nada na hora, mas guardei aquilo na cabeça, vendo a oportunidade perfeita surgir.

Em um momento do dia em que consegui alguns segundos a sós com a Júlia, me aproximei discretamente e soltei:

— A Karine está cansada de ir sozinha todos os dias fazer o lanche... Por que você não se oferece para ir amanhã no lugar dela?

Falei com um sorriso malicioso, olhando bem no fundo dos olhos dela com aquela cara de safado, deixando claro o convite implícito e tudo o que a gente podia aproveitar se o plano desse certo.

Ela não disse uma palavra, apenas abriu um sorriso cúmplice que confirmava que ela havia entendido exatamente o meu recado.

No dia seguinte, fiquei na mais alta expectativa. Acordei por volta das 9h30, quando todos já estavam na praia. Tomei meu banho com calma, escovei os dentes e fui pra cozinha preparar um café. De repente, ouço o barulho da chave na fechadura. Meu coração disparou na hora. Era a Júlia.

Ela entrou apressada e trancou a porta logo em seguida. Eu estava apenas de sunga e ela de biquíni; o contraste e a situação fizeram o meu pau endurecer instantaneamente, marcando forte na sunga. A Júlia entrou visivelmente nervosa, mas, assim que levantou os olhos e viu o volume marcando na minha sunga, começou a tremer — o medo de ser pega no flagra era enorme e deixava tudo ainda mais excitante.

Dei um passo à frente, aproximei-me dela e a abraçei forte, já apertando aquela bunda deliciosa enquanto enterrava os meus lábios no pescoço dela. Júlia soltou um gemido abafado e sussurrou:

— Não temos muito tempo... E se alguém voltar?

— Relaxa — falei, colando minha boca na dela —, a porta está trancada e a chave está com a gente. Ninguém vai entrar aqui.

Vendo que ela ainda estava tensa, peguei a mão dela e a levei direto ao meu pau duro. Júlia não resistiu: começou a me masturbar ali mesmo, com pressa. No segundo seguinte, desatei o fecho do sutiã dela, a peguei no colo com facilidade e a levei direto para o quarto, com a respiração acelerada e o desejo prestes a explodir.

Antes de deitá-la na cama, fiz ela parar de pé ao lado do colchão. Com um movimento rápido, abaixei a calcinha dela até os tornozelos e a tirei. Ela estava de costas para mim, e eu já afundei os dedos ali, começando a masturbá-la com urgência enquanto sentia o corpo dela estremecer.

Empurrei a sunga para baixo e deixei meu pau completamente para fora, encostando-o bem no meio da bunda dela, sentindo o calor do corpo dela contra o meu. Júlia gemia baixinho, dividida entre o nervosismo de sermos pegos e o tesão descontrolado. Olhei por cima do ombro dela e vi sua bucetinha rosadinha, completamente encharcada e pingando de desejo, pronta para o que eu queria fazer desde o primeiro dia.

Pedi para ela ficar de quatro na cama, com o corpo arqueado e pronto para mim. Abri bem as nádegas dela e comecei a chupar aquela buceta apertada e quente, ouvindo os gemidos abafados que ela tentava conter. Enquanto minha língua a devorava, meus olhos não resistiram e focaram naquele cuzinho lindo, piscando de tanto tesão.

Logo depois, pedi para ela virar de frente e deitar de barriga para cima, abrindo bem as pernas. Subi na cama, encaixei meu corpo sobre o dela e encostei a cabeça do meu pau na boca dela. Júlia começou a mamar com vontade, chupando com pressa.

— Deixa ele bem lambusado — sussurrei, olhando nos olhos dela —, para entrar bem gostoso naquela bucetinha.

Desci da cama e apontei a cabeça do meu pau na entrada da fenda dela. Como ela já tinha me dado aquele boquete na empresa, a intimidade entre a gente já era grande, mas aquela sensação de finalmente tê-la ali, nua e escancarada para mim, era indescritível.

Conforme fui empurrando e meu pau começou a deslizar para dentro, apertei o passo e fiz uma pergunta no pé do ouvido dela, misturando sacanagem e curiosidade:

— Meu pau é maior que o do Robson, né?

Ela soltou um gemido abafado e balançou a cabeça confirmando. E a verdade é que aquela buceta absurdamente apertada parecia confirmar cada centímetro, me abraçando com uma força deliciosa.

Quando meu pau já estava na metade do caminho, totalmente envolvido por aquele calor, soltei:

— Caralho, como você é apertada...

Ela soltou uma risadinha gostosa, meio sem graça com a inocência do comentário no meio de todo aquele fogo, e eu respondi rindo junto:

— Sim, é muito bom, uma delícia...

Encaixe meu pau até a base, sentindo aquela parede quente e apertada me abraçar por inteiro. Comecei a socar devagar, sentindo o ritmo se encaixar perfeitamente, e fui acelerando aos poucos. A cada estinvestida, a Júlia gemia cada vez mais alto, totalmente entregue ao momento.

De repente, ela arqueou as costas, mudou o tom do gemido e avisou que ia gozar. Senti a buceta dela se apertar ainda mais em volta do meu pau, me espremendo de um jeito delicioso que fez o meu próprio tesão disparar. Sabendo que o tempo estava acabando e que o gozo estava no limite, puxei ela para cima, fiz sentar na ponta da cama, segurei firme na nuca dela e comecei a foder a boca dela com força, não conseguia abocanhar todo meu pau como a garganta profunda da Karine, quem leu meus contos sabe, mas ainda assim era maravilhoso.

Gozei quente na boca dela, e Júlia, agindo como uma verdadeira putinha, engoliu tudo sem desperdiçar uma gota sequer.

Com a respiração ainda ofegante, nos vestimos às pressas, terminamos de organizar o lanche que ela tinha vindo buscar e voltamos para a praia como se absolutamente nada tivesse acontecido. Na areia, sob o sol de Balneário Camboriú, olhamos disfarçadamente um para o outro e guardamos o nosso segredo.

Foto 1 do Conto erotico: Viagem com amigos para Balneario Camboriú


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico vitor35

Nome do conto:
Viagem com amigos para Balneario Camboriú

Codigo do conto:
270533

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
23/08/2026

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