O telefonema

Ele entrou no gabinete sem bater, fechou a porta e virou a chave. Raquel estava sentada na cadeira de couro, o telefone encostado ao ombro, a saia cinzenta justa subindo um pouco acima do joelho. A blusa de seda branca marcava os seios firmes e altos, o tecido a esticar sobre o peito. As pernas cruzadas revelavam a curva das coxas, a meia-calça preta fina a brilhar. O corpo dela era escultural: cintura estreita, ancas redondas, peito generoso, pele morena clara e lisa, cabelo castanho solto a cair pelos ombros.
— Sim, António, estou a ouvir… — dizia ela, a voz calma. — Não, ainda não saí. Estou a acabar umas coisas.
Paulo aproximou-se. Desapertou o cinto, puxou o fecho das calças e tirou a piroca já dura, grossa, a cabeça avermelhada e brilhante. Ficou de pé ao lado da secretária. Raquel olhou, manteve a conversa e inclinou-se para a frente. A mão livre dela envolveu a base e a boca abriu-se sobre a cabeça. Os lábios húmidos fecharam-se à volta dele. A língua rodou lentamente enquanto ela chupava, a cabeça a mover-se para cima e para baixo.
— Raquel… estou a pensar em ti desde esta manhã — disse António do outro lado da linha, a voz mais baixa, carregada. — Quero-te. Quero chegar a casa e encontrar-te já despida. Quero agarrar-te pela cintura e puxar-te contra mim. Quero meter a boca nos teus peitos e chupar-te os mamilos até ficarem duros. Quero descer e lamber-te toda, bem devagar, até tu não aguentares mais.
Ela engolia mais fundo, a garganta a ceder, a saliva a escorrer pelo comprimento. A voz saía um pouco abafada, mas controlada.
— Sim… conta-me mais — respondeu ela, enquanto a língua trabalhava a cabeça dele. — Diz-me exactamente o que me vais fazer.
— Vou deitar-te na cama de barriga para baixo — continuou António. — Vou abrir-te as pernas e meter a língua dentro de ti. Depois vou virar-te e foder-te de frente, bem fundo, a olhar-te nos olhos. Quero ouvir-te a gemer o meu nome. Quero sentir-te a apertar-me por dentro. E quando estiveres quase a vir, vou parar e obrigar-te a pedir.
Raquel chupava com mais pressão, a mão a masturbar a base enquanto a boca subia e descia. Os seios balançavam ligeiramente dentro da blusa. As ancas mexiam-se na cadeira.
— Quero isso… quero que me fodes bem — disse ela, a voz trémula. — Quero sentir-te fundo.
— E depois — prosseguiu António — vou tirar-te de lá e pôr-te de quatro. Vou agarrar-te as ancas e meter-te tudo de uma vez. Quero bater-te as nádegas enquanto te fodo. Quero ouvir o som da minha piroca a entrar e a sair de ti. E no fim… no fim quero vir dentro de ti, bem fundo, e deixar-te cheia.
Ela soltou a piroca só o tempo suficiente para responder, a saliva a ligar os lábios ao membro dele.
— Faz isso. Quero sentir-te a vir dentro de mim.
Voltou a engolir fundo. Paulo pousou a mão na nuca dela, a acompanhar o movimento. O som húmido das chupadelas misturava-se com a voz dela.
— Raquel… estás a mexer-te? Estás excitada? — perguntou António.
— Estou… estou muito molhada — admitiu ela, entre chupadelas. — Continua a falar.
Paulo puxou-a suavemente para trás. Ela soltou-o com um som húmido. Ele virou-a de costas contra a secretária, levantou-lhe a saia até à cintura e puxou a meia-calça e as cuecas de renda preta até aos tornozelos. As nádegas firmes e redondas ficaram expostas. Alinhou-se e entrou de uma só vez, fundo.
Raquel soltou um arfar curto, mas cobriu o microfone com a mão só por um segundo.
— Continua, António… estou a ouvir-te.
— Quero-te agora — disse o marido, a voz mais rouca. — Quero chegar a casa e foder-te logo à entrada. Nem vamos chegar ao quarto. Vou puxar-te a saia, baixar-te as cuecas e meter-te ali mesmo, contra a parede. Quero sentir-te quente e molhada. E desta vez… desta vez vou filmar. Vou pôr o telemóvel a gravar e vou filmar tudo. Quero ver-te a gemer, a abrir as pernas, a pedir mais. Quero gravar a minha piroca a entrar e a sair de ti. Quero ter o vídeo para ver depois, quando estiver sozinho.
Paulo começou a foder-lhe com golpes longos e profundos. As ancas batiam contra as dela. Os seios saltavam dentro da blusa a cada estocada. Ele desabotoou os botões da frente, puxou o sutiã para baixo e agarrou-lhe os peitos, apertando os mamilos enquanto empurrava.
— Filma… quero que filmes — respondeu Raquel, a voz embargada, enquanto ele a fodia. — Quero ver depois. Quero ver-te a meter-me tudo.
— Vou filmar o teu rosto quando estiveres a vir — continuou António. — Vou filmar os teus peitos a balançar. Vou filmar o sítio onde estou dentro de ti. E depois vou mostrar-te o vídeo e foder-te outra vez enquanto vês.
Paulo acelerou. O pénis entrava até ao fundo, o som da pele a bater era seco e ritmado. Raquel apoiava as mãos na secretária, as costas arqueadas.
— António… estou a ficar sem bateria. Vou ter de desligar já.
— Está bem. Mas quando chegares a casa… prepara-te. Vou foder-te até não conseguires andar a direito. E vou filmar tudo.
— Quero isso. Amo-te.
— Também te amo. Até já.
Desligou. O telemóvel caiu sobre a madeira. Raquel olhou por cima do ombro para Paulo, a respiração ofegante.
— Agora fode-me a sério. Mais fundo.
Paulo agarrou-lhe as ancas com força e acelerou ainda mais. Ela gemeu mais alto, a voz rouca.
— Assim… continua exactamente assim.
Ele puxou-lhe uma perna para cima, mudando o ângulo, e entrou ainda mais fundo. Os seios balançavam livres, a pele quente. O corpo dela reagia a cada embate: os músculos das coxas contraíam, a cintura estreita torcia-se, as nádegas apertavam-se à volta dele. Uma mão dele desceu até ao clitóris, a esfregar com o polegar enquanto fodia.
Quando ela veio, o corpo tremeu de forma visível. Os músculos internos pulsavam à volta dele. Paulo continuou, mais rápido, até sentir o próprio orgasmo a chegar. Saiu no último segundo e veio sobre as nádegas dela, o sémen branco a espalhar-se pela pele lisa e a escorrer lentamente.
Ficaram assim alguns segundos, a respirar. Raquel endireitou-se devagar, puxou a meia-calça e as cuecas para cima, ajeitou a saia e abotoou a blusa. O cabelo estava um pouco desalinhado, os lábios vermelhos e húmidos. Olhou para ele com um sorriso de lado.
— Fecha a porta com chave da próxima vez. E traz lenços.
Paulo limpou-a com um lenço de papel da secretária. Ela sentou-se de novo na cadeira, endireitou o cabelo e voltou a parecer quase a mesma mulher que estava ao telefone minutos antes.
Só o olhar e a leve marca no pescoço denunciavam o resto.
Foto 1 do Conto erotico: O telefonema


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O telefonema

Codigo do conto:
270886

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
28/08/2026

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