A Sônia olhou para o cacete do primo, grande, pulsante, rígido e apontado para cima, a camisinha nova recém colocada sobre ele. Pensou em se arrepender e deixar para uma outra vez, mas a verdade é que toda noite ela recordava a aventura ocorrida na Itália, e a vontade de repetir isso era muito grande.
Fora isso, claro, existia uma expectativa cuidadosamente trabalhada por vários anos. Desde que começara sua vida sexual, e na verdade até antes disso, não houvera um único namorado, ficante ou parceiro eventual, que não tivesse pedido, quase implorado, para desfrutar da sua bundinha, uma iguaria realmente especial. Muito treino na academia e rigor com sua dieta, associada a uma genética privilegiada, haviam premiado a ela com um bumbum simplesmente cinematográfico. E ela cuidara muito bem dele, preservando-o dos lobos famintos.
Na verdade, ele nem fizera isso por alguma questão moral, nem mesmo por medo... Suas colegas todas liberavam o ‘prêmio’ para seus parceiros especiais, e ela já teria feito isso antes, mas a verdade é que ela adorava o controle que isso dava a ela sobre os homens. Mesmo agora, que resolvera liberar esse ‘presente’, resolvera fazer disso uma ocasião da qual ela iria sair vitoriosa. Não a toa, portanto, escolhera o bronco do seu primo para premiá-lo. Ele era, de longe, o quê mais havia insistido com ela nisso.
O problema era o tamanho da ferramenta do rapaz, aliado ao excesso de vigor do seu pequeno ogro. Mas, e isso ela tinha que reconhecer, esse modo bruto dele despertava nela um tesão enorme, sim. E, fora isso, ela acabara de presenciar a amiga / amante Adriana ter um orgasmo enorme sendo enrabada pelo rapaz, coisa que ela julgava impossível. Ela só esperava que a amiga retribuísse a chupada que ela havia proporcionado à parceira.
- “Vem, priminha... Lambreca ele todinho, que eu já não aguento mais de tesão!”, ele falou, alisando o cacete para frente e para trás, segurando-o apontado para cima, ao mesmo tempo que puxava ela para junto dele, com a outra mão. – “Puta que pariu... Olha só esse rabo!”, disse, alisando a curva das nádegas dela, absolutamente perfeitas, lisinhas, a curvatura ideal, nenhuma marca, nenhuma celulite, nenhuma espinha... quase uma pérola!
- “Já vou avisando... se você meter o louco e doer, eu paro e você vai passar o resto da vida se acabando na punheta por minha causa, hein, seu arrombado.”, ela falou, mantendo a tensão alta.
- “Relaxa, tesão... Você vai viciar nesse cacetão no seu cuzinho!”, falou convencido, enquanto via ela espremer o gel sobre sua piroca.
Ele esticou os dedos para receber uma dose generosa de KY, e inclinou o corpo da morena na sua frente, deslizando os dedos pelo rego dela, espalhando o gel ao redor e sobre o buraquinho dela, que piscava de ansiedade, nervoso com a visita iminente.
Inclemente a isso, o rapaz deslizou a ponta do dedo médio contra o ânus dela, soltando um “Shhhhhh”, quando começou a penetrá-la, a ponta do dedo escorregando para dentro do túnel quente. Ao contrário do que ela esperava, ele não partiu como um doido para cima dela. Gastou vários minutos assim, deslizando o dedo para dentro e para fora dela, o incômodo começando a atiçá-la, ainda mais que a Adriana se pusera em frente a ela, ajoelhada, e deslizava a mão sobre a xoxota da morena enquanto a beijava.
Logo o dedo do primo bolinando seu rabo já não incomodava mais, e o cacete dele pulsando na sua mão, totalmente lubrificado, já soava como um objeto de desejo. Como se lesse seu pensamento, o rapaz ajeitou melhor a priminha, afastando seus joelhos e deixando-a totalmente arrebitada para ele. Olhando o cuzinho lubrificado dela, piscando, ele encostou a cabeçorra do seu cacete, e pacientemente esperou um minuto, enquanto ela se retesava, temerosa.
Ele era muito garganta, isso era verdade, mas também era fato que ele havia desvirginado muitos cuzinhos na sua trajetória, para poder dizer com mérito que sabia o quê estava fazendo. Além disso, ele sabia que se metesse de uma vez nela, além de muito provavelmente ela travar e acabar com a brincadeira, ele também precisava de uns minutos a mais, para controlar seu tesão. A bunda da Adriana havia deixado ele a um triz de espirrar o taco com sua prima.
Após uns dois minutos desse roça-roça, ele esfregando o pau melado de KY pelo rego dela, brincando de entrar no seu cuzinho e então parando, na verdade, ajudou aos dois. Quando ele, finalmente começou a penetrá-la, ela estava até excitada. Ele forçou o caralho contra o cu da prima, a camisinha tão lubrificada (assim como o rabo dela), que o pau deslizou para dentro, ele tendo que segurar o ímpeto para não ir forte demais.
Só quando ele começou a se mexer para dentro e para fora dela, tentando empurrar mais o cacete para dentro dela, que ela travou e soltou um grito abafado:
- “Aiiiiiii... seu PUTO!!!”, gemeu, pondo a mão para trás e segurando o ímpeto dele. Aquilo estava sendo MUITO diferente da sua experiência com os italianos, ela pensou rapidamente. – “Devagar, caralho...”
- “Relaxa, priminha...”, ele falou, soando meio bobo. – “Daqui há pouco você vai estar pedindo para eu socar tudo nesse rabo gostoso.”, falou, parando e tentando deixar ela se acostumar.
- “Aiiiiii... Aiiiiiii... Aiiiiiiiiii... Filho-da-puta, como arde, caralho!!!”, ela reclamou, exagerando um pouquinho o sofrimento que estava tendo, mas gostando de valorizar a situação. – “Vai devagar, porra... para... para um pouquinho...”, falava, sabendo por intuição que isso deixava ele mais excitado ainda.
Nesse momento a amiga passou a fazer diferença de fato na situação, e embrenhando-se por baixo do corpo da morena, atacou sua xoxota com a ponta da língua, fazendo um arrepio gostoso percorrer o corpo dela.
- “Uffssssss... Ahhhh, safaaaaada!”, a Sônia murmurou, enquanto o primo empurrava o cacete alguns centímetros a mais para dentro dela. – “Ahhhnnnnn... Vai... assiiiiimmm... chupa, gostosa!”, murmurou, o rabo sendo devassado pelo potente caralho duro e comprido do primo.
O rapaz curtia aquele momento como se tivesse ganho uma copa do mundo, como artilheiro. Finalmente, a bunda linda e perfeita da priminha estava sendo conquistada. O calor do cuzinho dela apertando seu cacete, era um troféu. Ele já havia, claro, conquistado o rabo de inúmeras garotas, mas aquele era absolutamente especial.
Pensando nisso ele se continha, um pouco, tentando não dar razão para a priminha desistir. Se mexia com calma, até um certo ritmo, fazendo seu caralho deslizar para dentro e para fora do rabo dela, as polpas daquela bundinha perfeita caprichosamente divididas pelo seu pau. A língua da amiga, ele percebia agora, ajudava muito. Ele seguiu metendo seu pau duro para dentro e para fora do rabo da prima, o tesão já batendo nas alturas.
A priminha gemia de modo constante, fazendo-o pensar se era fruto da enrabada (pouco provável, ele tinha que reconhecer), ou fruto da chupada da amiga, muito mais provável. Apostando da segunda hipótese, ainda que meio contra a vontade, ele mexeu os corpos das meninas, sentando-se no sofá e puxando a prima sobre ele, de costas, o cacete ainda apontado contra o cuzinho da morena.
Ela foi se ajeitando, enquanto a amiga percebeu a mudança e se embrenhou entre as pernas da amiga, colando a boca na xoxota dessa. O efeito foi quase imediato, e logo a morena rebolava ativamente sobre o caralho do primo, enquanto a amiga fustigava sua xoxota com a língua irrequieta. Os gemidos da Sônia logo cresceram de intensidade, e embora ela estivesse levando um senhor trabuco por trás, o tesão de ter a amiga deslizando a língua sobre seu clitóris era maior, e ela acabou explodindo em gozo, na boca da amiga:
- “Ahhhhhhh... Ufffsssssss... Ahhhhhh, caraaaalhoooooo... Uffffffsss... Ufffssssss... Ahhhhhhhhh”, gozou, se esticando toda no sofá, fazendo o pau do primo escapar do seu rabo.
Cláudio vinha se segurando desde a transa com a Adriana, algo absolutamente pouco usual para ele, acostumado em investir apenas no seu próprio prazer, mas, afinal uma transa com a prima e mais uma amiga valiam o esforço. Mas, aqueles dois cuzinhos haviam derrubado suas mais altas pretensões. Com a prima tendo gozado na boca da amiga, ele se sentia, enfim, livre para se soltar. Aproveitando que a morena havia saído de cima dele, se levantou do sofá rapidamente, jogando a camisinha longe:
- “Vem cá, prima... Abre essa boquinha gostosa!”, determinou, contra tudo o quê a sua prima havia permitido até aquela data.
Meio mole ainda pelo recente orgasmo, sem raciocinar direito, mas disposta a aumentar ainda mais a putaria, a morena se ajoelhou no chão em frente ao primo, que masturbava seu longo cacete, pronto para explodir. Motivada pelo tesão daquela trepada a três, e disposta a continuar derrubando antigas muralhas, não só se posicionou na frente do primo de cacete duro, mas ainda abriu a boca e esticou a língua para fora, provocativa. O efeito foi imediato...
Apontando o caralho pulsante para o rosto da prima, Cláudio precisou alisar o pau para frente e para trás apenas umas cinco ou seis vezes, antes de verter seu gozo sobre o rosto dela, grosso, quente e caudaloso. Em pequenos jatos contínuos, logo pintou o rosto, testa e e cabelos da morena com seu leite viscoso, a maior parte dele direcionado para os lábios grossos da menina e sua língua.
Diferente de sempre, a Sônia não reclamou, nem fez cara de nojinho... Ao contrário, dessa vez seguiu balançando a língua molhada para os lados, mostrando sua boca cheia de porra para o primo que, enfim, após anos de tentativa, conquistara seu rabo e, agora, sua boca.
- “Caralho, prima... Puta que pariu, você deu trabalho para liberar esse cuzinho, hein.”, ele falou, galanteador. – “Mas eu sempre soube que iria iniciar essa bunda tesuda!”, completou, vitorioso.
- “É, Clau... Você é meio sonso, mas não poderia ser com outro cara, tenho que admitir.”, ela falou, olhando para a Adriana, que mantinha os olhos arregalados, fixos na morena. – “E aí? Valeu a espera, afinal de contas?”
- “Porra, Sossô... Cuzinho mais gostoso que eu já fodi na vida!”, falou o primo, prostrado sobre o sofá agora, o cacete amolecendo, molhado pelo gozo recente.
- “Hey, hey, hey... cacete, e eu aqui, hein, ô arrombado?”, a Adriana reclamou, ofendida. – “Enquanto estava socando essa piroca dura no meu rabo, estava bom, né?”, ralhou.
- “Ahhh... Adri... Vocês duas são maravilhosas.”, ele tentou consertar as coisas. – “Mas é que com a Sossô, tipo, era um caso antigo, entende? Desde que tirei esse cabacinho, ficou faltando ela liberar o cuzinho...”, foi falando, despertando a ira da prima.
- “Tá bom, poeta... já chega. A gente já entendeu tudo...”, a Sônia falou, se levantando para ir ao banheiro. – “Preciso lavar essa meleca toda...”, resmungou, voltando a ser a mesma de sempre.
O rapaz ficou olhando a prima andando, pelada, pela sala em direção ao quarto dele, olhos travados na bunda dela, e não pode não disparar:
- “Êêêê, rabo maravilhoso... Agora que liberou a primeira vez, vai ter enrabada em toda trepada nossa, prima!”, falou, fazendo a Adriana pensar se ele realmente gostava de provocar a prima, ou se era só sem noção, mesmo.
A morena nem olhou para trás, apenas esticou a mão com o dedo médio esticado, e a Adriana se levantou e foi atrás dela... Ambas precisavam de um banho, antes de irem embora. Embora do chuveiro, ensaboadas, entre uma passada de mão aqui e um beijo com as línguas se enroscando, a Adriana disparou: - “Sua vaca... Está me devendo uma, depois dessa enrabada por uma piroca que mais parece um poste... Vou cobrar isso.”, decretou, antes de dar as costas para a amante e sair do box, se secando.
Assim que saíram do prédio do rapaz, ainda no carro da morena, a Adriana perguntou de modo muito confuso:
- “Amiga... Na boa... que história foi essa, de mentir para seu primo, como se ele fosse o primeiro anal seu? Não entendi...”, perguntou, genuinamente confusa.
- “Dri, pense comigo... Tem coisa mais gostosa para um cara que ficou te perseguindo por anos para comer seu cu, imaginar que ele foi o primeiro?”, a morena explicou, didática. – “Eu segurei isso por anos, com todos os caras que já fiquei, quase. Agora que resolvi fazer, vou valorizar isso ao máximo...”, explicou, didática.
- “Quer dizer que o Rodrigo também vai ter a ‘Primeira Vez’ dele, então?”, perguntou, interessada.
- “É... a vez dele vai chegar.”, a morena respondeu, maquiavélica. – “Mas tem gente na frente dele, ainda...”
- “Puta que pariu... você é muito filha-da-puta, mesmo.”, a amiga exclamou, admirada com a maldade da amiga.
- “E???”, a outra perguntou.
- “E eu estou adorando essa história...”, a amiga respondeu, sonhadora. – “Pena que, como já fiz isso com uma porrada de carinhas, não consigo mais emplacar a mesma história.”, riu, divertida.
- “Quem mandou ser facinho?”, a Sônia disparou, ganhando um “Filha da puta!”, indignado da amiga, junto com um cutucão nas costelas. As meninas seguiram para casa, com a Sônia deixando a Adriana e voltando para a sua casa sonhadora, imaginando o quê faria a seguir.
Mais tarde, naquela noite, a centenas de quilômetros dali, em uma cidadezinha do interior do Mato Grosso chamada Aripuanã, os dois cunhados encerravam mais um dia de trabalho puxado. Mais um dia revisando projetos e, para o Ronaldo, alimentando uma dezena de planilhas de orçamento, enquanto o Fábio se debruçara o dia inteiro sobre uma seção muito particular do projeto da nova barragem de contenção que a empresa estava criando. Os dois estavam exaustos, mas de maneira diferentes.
- “Caralho, meu...”, começou o Fábio, namorado da irmã do Ronaldo. – “O filho-da-puta do Cássio me fez refazer esses cálculos quatro vezes, dá para acreditar?”, falou, desligando seu note de quase R$ 20.000, uma verdadeira joia rara naquela região do país.
- “Pelo menos você está fazendo trabalho de engenheiro...”, reclamou o Ronaldo, empurrando a cadeira para longe da mesa. – “Pior eu, que passei todos os dias dessa semana parecendo o Ministro da Fazenda, tentando fazer o orçamento bater.”, disse, frustrado por estar ‘longe da emoção’, pelo menos no linguajar dos dois jovens.
- “Foda-se...”, decretou o mais novo dos dois cunhados. – “Vamos ‘fechar a lojinha’, correr para o Cabana, e afogar as mágoas no meio das coxas de duas gostosas.”, decretou, com sua solução para quase tudo na vida: - “Foder uma boceta, até as pernas tremerem!!!”, como ele sempre dizia.
- “Olhe... estou tão pra baixo, que até aquele pulgueiro que você adora, serve para mim, hoje.”
- “Bora lá, cunhado!!! A noite é uma criança, e nos vamos arrebentar a boca do balão!”, disse, puxando o cunhado para fora da sala do sobradão que a empresa alugara como base avançada daquele projeto.
Em cinco minutos os dois estavam na muito suja, mas muito grande também, pick up da empresa, a caminho do ‘Cabana Rosa’, um dos muitos puteirinhos na entrada da cidade que, por alguma razão metafísica, o Fábio elegera como ‘Seu Lugar de Ouro na Terra’. Ele simplesmente adorava o lugar, e era considerado pelas meninas ali quase um sócio do lugar. O Ronaldo, por sua vez, exigente e muito mais sofisticado do que o cunhado, tinha o lugar na mais baixa estima, mas aceitava a pressão do amigo para irem lá, apesar de tudo.
Seguiram falando sobre o projeto da empresa durante os vinte minutos de ruas asfaltadas, depois de terra, depois de estrada, até pararem em frente ao grande casario que dava lugar à boate, estacionando no terreno de terra batida ao lado do puteiro. Não havia outro nome para descrever o lugar.
Luminoso de neon estravagante, garotas novas desfilando em trajes minúsculos, público parecendo um time de caminhoneiros, bebidas baratas e quartos meios decadentes, o lugar era um terror... Mas, as meninas compensavam.
O dinheiro vindo das grandes empresas paulistas elevara muito o ganho médio da cidade, e tão longe de tudo, as opções para torrar o salário suado não eram muitas. Acima de tudo isso, dois engenheiros paulistas, super jovens, bem apessoados, dispostos a boas trepadas, faziam da dupla uma iguaria pronta para ser degustada pelas meninas, e elas quase se digladiavam para conquistar a atenção dos “Dois Paulistas”, como eram conhecidos.
Eles tiravam proveito disso, claro, e embora tivessem suas ‘eleitas’, adoravam variar. Naquela noite, por exemplo, assim que chegaram tiveram a atenção atraída por uma dupla nova ali, pelo menos para eles. Fábio se apressou em marcar território, indo cumprimenta-las e, na sequência, trazendo-as para a mesa onde o cunhado se sentara.
- “Ronaldo, quero te apresentar a Pamela e a Nanda...”, disse, chegando à mesa abraçado com uma garota de cada lado.
- “Oi, gatinho...”, a Nanda se apressou a dizer, se abaixando para cumprimenta-lo com um beijo. – “Nossa, você é muito bonito!”, completou, decretando que o amigo já havia escolhido que garota iria ficar com quem.
O Ronaldo olhou bem para a menina, e em especial, para o generoso decote que ela ostentava, dando uma visão privilegiada do vão entre seus seios, de tamanho quase grandes, muito firmes e, pelo que ele via, extremamente empinados e lisos. A garota vestia um shorts de jeans, provavelmente dois números menores do que ela precisaria, e a camisa vermelha de botões, amarrada na cintura e com muitos botões abertos, valorizava muito os seios dos quais ele tinah dificuldade de desviar o olhar.
- “Cumprimenta a Pamela, vacilão!”, o Fábio disse, divertido com o olhar embasbacado do irmão da sua namorada.
- “Oi Rô...”, a Pamela falou, mostrando que o Fábio já havia adiantado as coisas, a ponto de ela saber o nome dele. – “A Nanda tem razão... Você é muito bonito, mesmo.”
- “Êêêêê, caralho... estou ficando com ciúmes, aqui...”, o Fábio falou, mal dando chance para o Ronaldo responder. – “Daqui a pouco nós três vamos acabar brigando para ver quem vai dar primeiro para o Don Juan, aí...”, falou, arrancando risos da meninas.
- “Nãããããooo, Fáááá...”, a Pamela se apressou a dizer. – “Eu estou aqui, inteirinha para você...”, falou, puxando o rosto dele em direção a ela, e fazendo de conta que iria beijá-lo na boca, mas virando o rosto na hora ‘H’.
- “Todinha, mesmo?”, ele perguntou, subindo a mão pela coxa nua dela, e intrometendo-se pela abertura do shorts acima, tocando a polpa da nádega dela. – “Olha que assim você me conquista, hein...”, disse, fazendo os dedos correrem para cima, tocando a bundinha dela.
O Ronaldo não cansava de se surpreender com a atitude e o desempenho do cunhado. Ele mal sequer balbuciara um ‘Oi’ para as meninas, e o mais jovem dos dois já havia conquistado as duas ‘novidades da casa’, escolhera a dele, e inclusive já estava bolinando a menina. Realmente, o rapaz era um prodígio no terreno de conquistar as mulheres, fato esse corroborado pela sua própria irmã. Ele sabia o quanto os pais a protegiam, tratando-a como a própria herdeira da coroa da Inglaterra, e ainda assim o amigo havia conseguido conquistá-la, e aos pais deles, que o adoravam. Se eles soubessem...
O quarteto se ajeitou na mesa de plástico, patrocínio SKOL, cadeiras igualmente de plástico, e logo estavam bebendo juntos, rindo das piadas do Fábio. Coquetéis à base de açúcar para as meninas (exigência da casa), e cerveja estupidamente gelada para eles (pelo menos isso), as duas meninas logo se engajaram em ‘animar’ seus conquistadores, abraçando-os, roçando os seios nele, puxando as mãos dos rapazes para suas coxas e, claro, sussurrando putarias nos seus ouvidos...
- “Hummmm... você está tão perfumado...”, falou a Pamela, alisando a coxa do Ronaldo. – “Adoro esse perfume...”, falou, se aproximando do pescoço dele e beijando-o, enquanto apertava sua coxa.
Ao lado deles, a Nanda também não perdia tempo. Fazendo questão de empinar seus muito gostosos seios, ela já colocara uma perna sobre o joelho do Fábio, dando a oportunidade dele alisaar a coxa dela, mais uma vez aproveitando o tamanho minúsculo do mesmo, e o fato de a parte de baixo ser bem folgada, um terreno fértil para seus dedos intrometidos.
- “Hmmmm... que pernas gostosas que você tem.”, falou, junto à orelha dela, escorregando os dedos pela abertura dos shorts nas coxas dela.
- “Ufffsssss...”, ela gemeu, manhosa, afastando mais as coxas, facilitando o toque dos dedos longos do rapaz. – “Daqui há pouco o fiscal de salão vai encostar aqui, mandando a gente parar...”, falou, fazendo referência ao garçom que tinha a responsabilidade na casa de não deixar os clientes irem às vias de fato com as meninas no salão, fazendo pressão para que eles fossem para os quartos, onde a casa efetivamente ganhava.
- “Fica tranquila...”, ele respondeu, subindo ainda mais os dedos, e tocando a calcinha dela, provocando um arrepio na menina. – “Ele é meu amigo...”, disse, verdadeiro, já que ele se encarregava de gastar generosas quantidades de gorjetas para que o pessoal da casa fizesse olhos grossos aos abusos dele.
Nesse clima de sarros, carinhos roubados e risadas, a noite foi avançando, os dois rapazes cada vez mais envolvidos pelos encantos das doces meninas, realmente muito gostosas. Após uma boa dose de cervejas para eles, e drinques baratos (embora vendidos a preços desproporcionais) para elas, as coisas se aproximavam do momento de decisão.
O quarteto havia mudado da mesa de plástico no meio do salão para um sofá meio improvisado no canto do salão, e com a permissão do ‘Fiscal do Salão’, depois de mais uma generosa gorjeta do Fábio, as meninas estavam agora totalmente à vontade com seus pares. A Nanda estava sentada sobre as pernas do Ronaldo, sua minissaia erguida até a cintura, mostrando para quem quisesse olhar (e muitos olhavam, cobiçosos) a sua calcinha vermelha enterrada entre as polpas da suas nádegas, as mãos do rapaz alisando-as, cobiçosas).
Sentados ao lado do casal, o Fábio tinha o zíper da sua calça aberto, e enquanto beijava seu pescoço e mordia a sua orelha, a Pamela deslizava sua mão por dentro da calça dele, alisando seu grande e duro cacete, enquanto ele alisava a bunda da menina.
- “Nossa... Seu pau é muito grande!”, a menina falou, em parte repetindo um mantra quase sagrado de toda garota de programa, mas por outro lado, sendo verdadeira.
- “E você gosta disso, não é?”, ele falou, apertando a polpa da bunda dela.
- “Aiiiii... Eu nunca fiquei com um tão grande assim!”, ela disse, seguindo seu .
- “Eu acho que já ficou, sim...”, ele respondeu, apertando a nádega dela... – “Mas o quê me importa é o seguinte...”, continuou, alisando o vão entre as nádegas dela, por cima do shorts apertadíssimo de jeans. – “Você não vai negar esse rabinho gostoso para mim, né?”
- “Hãã??? Como assim?”, ela falou, fingindo surpresa, mas ainda ostentando aquele sorriso safado das primas no rosto. – “Sério? Você quer comer minha bundinha com esse cacetão? Desse tamanho...”, falou, apertando o pau dele por cima da calça social, sabendo que provocava ele. – “Eu não aguento isso tudo, não.”, decretou, alisando o pau dele para frente e para trás, jogando o jogo.
- “Bom... Beleza, então, Pamela.”, ele falou, fingindo aceitar o argumento dela. – “Então eu vou chamar a Veruska, ali, porque com ela eu sei que não tem erro.”, falou, ameaçando abandonar a negociação.
- “Ai, Fá... Pera... também não é assim...”, ela disse, fingindo-se ofendida. – “Para você só vale se a transa tiver anal?”, falou, voltando a alisar o cacete duro dele, por dentro do zíper da calça. – “Eu te garanto que na frente é tão apertadinho, que você não vai nem sentir falta de fazer atrás.”, disse, repetindo uma conversa que ele ouvia desde as primeiras idas a puteiros como aquele.
- “Pam... Vou te falar um papo reto, sem frescura, sem historinha...”, ele disse, se recostando no sofá, a mão dela ainda sobre seu cacete. – “Minha noiva não libera o rabo para mim... Então, quando eu venho no puteiro, é para ter o quê eu não tenho em casa, entendeu? Simples assim... Sem anal, sem programa. Não tem conversa.”, decretou, inapelável. – “Mas se você não curte, eu super respeito. Sem problemas. Só me fale, porque ai eu vou subir com a Veruska.”
Se tinha uma coisa que o Fábio aprendera na noite, e ele estava nisso há muito tempo, é que nada resistia a abordagem direta. O pau dele realmente era grande, mas isso, ele sabia bem, era problema da menina, não dele. E a Veruska realmente gostava de dar a bunda, ele já aprendera.
A dúvida na mente da Pamela permaneceu por mais cento e vinte segundos, ao longo dos quais ela sussurrou mais umas putarias junto ao ouvido dele, apertou o pau dele, perguntou se ele seria delicado, alisou o peito dele, e por fim, claro, pediu mais dinheiro. Ele já sabia desse joguinho todo, e o dinheiro para ela sairia da verba para despesas da empresa, de qualquer jeito, não do bolso dele, então enfim, firmou-se um acordo. Ele olhou para o lado, e viu o cunhado atracado com a Nanda, os dois entregues a um beijo profundo, as mãos do rapaz alisando seios e coxas da ruiva.
Era hora de subir para os quartos. Ou, melhor dizendo, como eles estavam acostumados a fazer, para ‘O’ quarto, no singular. Há muito eles eram conhecidos nos puteiros da cidade por dividirem o mesmo quarto. Essa seria mais uma noite.
Garotas novas, hábitos velhos.




