— Não é só a falta do toque, Helena — disse Laura, com a voz baixa, quase em um sussurro. — É a sensação de ser invisível. De se arrumar, olhar no espelho e saber que, para a pessoa ao seu lado, você é apenas parte da mobília. Vivo me ardendo de desejo de ser usada e nada mais acontece na cama. Será que sou tão feia assim?
Helena concordou em silêncio. No seu próprio casamento, a rotina e o desinteresse haviam drenado qualquer traço de fascínio ou paixão. O desejo de voltar a se sentir querida, viva e atraente já não era mais algo que podia ser ignorado.
Naquela noite, entre confidências e desabafos, as duas tomaram uma decisão silenciosa. Não se tratava apenas de buscar novos encontros, mas de resgatar a própria autoestima e reivindicar o direito ao prazer e ao afeto. Elas precisavam de um homem que as fizessem sentir mulher, desejadas, possuídas e usadas para o prazer mutuo.
Poucas semanas depois, Helena conheceu Gabriel em uma galeria de arte. Ele era um homem atento, cujo olhar demonstrava um interesse direto e sem pressa. A primeira conversa entre eles não foi sobre a rotina diária ou obrigações, mas sobre desejos, gostos e ideias. Quando Gabriel segurou sua mão para guiá-la até uma escultura, o simples contato de sua pele provocou um arrepio que Helena já não sentia há décadas.
Helena sentiu a calcinha molhar embaixo da roupa. Gabriel era um tipo de homem cheiroso e sedutor, parecia saber tocar na pele de uma mulher e fazê-la sentir desejada e seduzidas para uma boa transa. A bucetinha de Helena ardia de desejo após um simples toque aparentemente gentil.
O primeiro encontro a sós aconteceu em um ambiente reservado. Gabriel a olhava como quem admira algo valioso, elogiando cada detalhe de suas curvas e seus gestos. Quando se aproximou, o toque de seus lábios e o calor de suas mãos no contorno de sua cintura trouxeram de volta a sensação avassaladora de ser desejada com intensidade. Resolveram ir a um motel e ao chegar a coisa fluiu, mesmo sendo casada, Helena não se deixou intimidar, mas resolveu se entregar nas mãos de Gabriel.
Ele beijava todo seu corpo, explorando com toques e com beijos cada ponto erógeno do corpo de Helena. Em pouco tempo, ela estava fazendo um 69 com Gabriel. A língua dele lambia toda a area de sua buceta e o seu pau estava sendo sugado por Helena como muito afeto. Os gemidos eram ouvidos, a respiração estava ofegante. Gabriel penetra as poucos os 20 centímetros de pica na buceta de Helena. Ela vibrava a cada estocada. O cacete tocava seu útero...Ela gemia e se entregava aos desejos de um macho que a comia naquele momento como toda mulher gosta. Ela gozou com o pau na buceta. Seu corpo tremia e se arrepiava. Gabriel falava sacanagens em seu ouvido.
Depois de um descanso. Gabriel colocou Helena para chupar seu cacete e esboçou o desejo de comer aquela bundinha gostosa.
- Coloque devagarinho seu pau é muito grande.
A fala de Helena foi entendida e atendida. Gabriel lubrificou bem o cuzinho. Deu umas duas dedadas para abrir o caminho e depois começou e penetrar o cuzinho de Helena sentindo o cú arrochado. Ela gemia,,, mas deixava aquele macho se satisfazer na sua bundinha apertadinha.
Com o pau atolado no cuzinho. Helena passou a rebolar enrabada. Gabriel metia sem dó. O barulho das estocadas se misturavam com os gemidos dela. Gabriel gozou e encheu o rabinho de Helena de porra quente. Ela foi para casa realizada. Parecia flutuar de felicidade. Gabriel a fez sentir mulher novamente.
Para Laura, a mudança veio através de Lucas, um fotógrafo que conheceu por meio de amigos em comum. Lucas tinha um encanto espontâneo e uma presença confiante. Diferente da apatia que Laura enfrentava em casa, ele fazia questão de demonstrar admiração a cada instante. Elogiava suas curvas, beleza e inteligência. Laura se derretia toda ao ser elogiada. Lucas sabia encantar uma mulher carente e abria caminho para comer aquela mulher gostosa que dava mole em sua frente.
Em um final de tarde na casa dele, enquanto a luz do sol entrava suavemente pela janela, a conversa cedeu espaço a um clima de profunda cumplicidade. Lucas a aproximou devagar, traçando o contorno do seu rosto e sussurrando palavras que exaltavam sua beleza. O abraço firme e a entrega daquele momento permitiram que Laura se desligasse de todas as culpas e bloqueios, entregando-se ao momento presente com uma intensidade que julgava ter perdido para sempre.
Laura se entregou os encantos de Lucas. Quando deu por si, já estava com pau dele na boca, fazendo um belo boquete e sentido o gosto de uma pica atolada em sua boca. A Buceta estava toda derretida embaixo. Lucas já dedilhava seu pinguelo enquanto socava o pau até a garganta de |Laura.
Lucas começou a comer Laura no sofá. Ela de quatro no sofá e ele metendo em sua buceta por trás. O pau entrava e saia em uma velocidade frenética. Laura rebolava, gemia e pedia para meter mais. Com ela de quatro, arreganhada no sofá, o cuzinho rosa ficou visível. Lucas começou a colocar um dedo no anel anal de Laura que não reclamou. Ela começa a gozar e Lucas aumenta as estocadas. Laura senta no sofá e dá mais uma mamada no cacete de Lucas. Ele a leva para o quarto e na cama, coloca ela de ladinho e diz no ouvido que vai comer a bundinha dela.
Laura começa a ser preenchida pelo rabo. Lucas acaricia sua buceta e clitóris e ela começa a gozar com o pau atolado no cuzinho. Lucas empurra até o talo. Ela aguenta tudo. De quatro, Laura é comida pelo cú, Lucas a fode de jeito... ela geme alto. Ele liga o som para que os vizinhos não escutem os gemidos altos de Laura. Ele a fodeu com vigor...Ela se comportou como uma putinha enquanto Lucas dominava seu cuzinho do jeito que queria. Ele gozou e a deixou inundada de porra. Ficaram de marcar outro encontro em um dia que desse certo para os dois.
Nos dias que se seguiram, a transformação de Helena e Laura era visível. A redescoberta do afeto, do toque e da própria sexualidade fora do ambiente de cobranças do casamento trouxe uma nova postura para ambas. As duas casadas pareciam que tinham renascido. Foram contar uma a outra as sensações que tinham sentido e como Gabriel e Lucas fizeram a coisa muito gostosa com elas. Chegaram até em planejar fazer um suruba dos quatro em motel.
Mais do que a novidade dos encontros casuais, Helena e Laura compreenderam que o prazer e a paixão não eram concessões de seus parceiros, mas aspectos vitais de sua própria identidade. Ao se permitirem viver essas experiências, elas recuperaram a autoconfiança e a certeza de que mereciam ser plenamente valorizadas. Se em casa os maridos não as satisfazem, tem muito macho pronto para fazer o papel e proporcionar prazer para mulheres como Helena e Laura.