— Ainda não acabou — disse ela, com um sorriso maroto.
— Claro que não — respondi, puxando-a para um beijo demorado.
As línguas encontraram-se, lentas, saboreando o gosto um do outro. As mãos percorreram os corpos, e a tesão despertou novamente. Ela deslizou para baixo, a boca quente a percorrer-me o peito, os mamilos, o ventre, até chegar à minha piça, que já começava a endurecer. Chupou-me com a mesma devoção de sempre, a cabeça a subir e descer num ritmo lento, os lábios apertados à volta do tronco. Eu gemia baixinho, com os dedos enterrados no seu cabelo encaracolado.
— Vira-te — pedi-lhe. — Quero provar-te também.
Ela obedeceu, deitou-se sobre mim num 69, a cona bem junto da minha cara. Abri-lhe os lábios com os dedos e comecei a lamber o grelo, sentindo o seu gosto intenso e húmido. Ela gemia contra a minha piça, continuando a chupar-me com fome. Mas eu queria mais.
— Senta-te na minha cara — disse-lhe, com a voz rouca.
Ela hesitou por um segundo, depois levantou-se e, de cócoras, posicionou a cona mesmo sobre a minha boca. Eu agarrei-lhe as nádegas e puxei-a para baixo, enterrando a língua dentro dela. Ela gemeu alto, as mãos apoiadas na parede, as ancas a moverem-se contra a minha boca. Lambi-a de baixo para cima, a língua a percorrer-lhe os lábios, o clitóris, a entrada. Depois, deslizei a língua para trás, até ao olho do cu, e comecei a lamber-lhe o anelzinho, sentindo-o a contrair-se.
— Ai, foda-se — gemeu ela, apertando-me a cabeça com as coxas.
Continuei a lamber-lhe o cu, alternando com a cona, a língua a entrar e a sair, enquanto ela se contorcia em cima de mim. Depois, ela levantou-se, virou-se e empinou o cu na minha direção, abrindo as nádegas com as mãos. Fiquei a olhar para aquela visão: a cona molhada e os pêlos crespos, e o cu pequeno, rosado, a piscar para mim.
— Devora-me — disse ela, num sussurro rouco.
Inclinei-me e lambi-lhe o cu com a língua toda, sentindo-o a abrir-se ligeiramente. Enfiei a ponta da língua lá dentro, e ela gemeu como uma cadela. Continuei a lamber, a saborear aquele cu que agora era meu, enquanto uma mão lhe acariciava a cona por baixo. Ela tremia toda, os gemidos a aumentarem.
— Quero sentir o teu leite, come-me toda — disse ela, virando-se novamente. — Quero que te venhas na minha pintelheira.
Ajoelhou-se à minha frente, com a mão a segurar-me a piça. Começou a masturbar-me devagar, com a outra mão a acariciar os meus colhões. Eu estava duro como pedra. Ela inclinou-se, passou a língua pela cabeça, depois voltou a masturbar-me, o ritmo a aumentar.
— Vem-te — pediu ela, com os olhos fixos nos meus. — Quero ver o teu leite a escorrer pelos meus pêlos.
Continuei a masturbar-me com a mão dela, sentindo o orgasmo a subir. Quando já não aguentava mais, apontei a piça para a sua pintelheira e gozei. O esperma quente jorrou, em golfadas abundantes, cobrindo-lhe os pêlos crespos, escorrendo pelo ventre abaixo. Ela olhou para aquele espetáculo com um sorriso de pura luxúria, e com os dedos espalhou o leite pelos pêlos, lambendo-os depois com a língua.
— Adoro — disse ela, com a voz rouca.
Deitámo-nos de novo, abraçados, a respiração a acalmar. O tempo passou depressa. Olhei para o relógio: já eram seis horas.
— Tens que te ir arranjar — disse eu, com pesar.
— Sei, mas não quero — respondeu ela, com um suspiro.
Vestimo-nos lentamente, cada peça de roupa a cobrir a pele que tinha sido tocada, beijada, possuída. Ela vestiu o vestido largo, eu os calções. Ajud4iw a arrumar a mala, e fomos para a porta.
Já com a mão na maçaneta, ela virou-se para mim. Olhámos um para o outro, e a tesão ainda estava ali, mais forte do que nunca. Sem dizer uma palavra, agarrei-a pela cintura e encostei-a contra a porta. Levantei-lhe o vestido até à cintura, ela desviou a cueca para o lado, e eu, sem hesitar, enfiei a minha piça na sua cona, ainda húmida e quente. Ela soltou um gemido surpreendido, mas correspondeu imediatamente, as pernas a abrirem-se, os braços a envolverem-me o pescoço.
— Não temos tempo — sussurrou ela, mas as ancas já se moviam contra mim.
— Não importa — respondi, enquanto a fodia contra a porta, em estocadas rápidas e profundas.
As mãos dela percorriam-me as costas, os dedos cravados na minha pele. Os gemidos misturavam-se com os beijos, os corpos colavam-se num ritmo frenético. Eu sentia que estava a chegar ao limite, e ela também.
— Vem-te — pediu ela, ofegante. — Vem-te dentro de mim.
Dei mais duas ou três estocadas e senti o orgasmo a explodir, quente e abundante, dentro dela. Ela apertou-se à volta de mim, num espasmo final, e senti o meu leite a escorrer-lhe pela perna abaixo, um fio branco a deslizar pela pele morena.
Ficámos assim, colados, por longos segundos. Depois, lentamente, saí de dentro dela. Apertei-lhe a mão, olhei-a nos olhos.
Ela ajeitou o vestido, limpou a perna com a mão, e deu-me um último beijo, longo e demorado.
Beijamo-nos com um beijo sentido, apertado, dizendo-me ela ao ouvido… tenho a cona e cu todo dorido, mas enquanto assim estiver estarei a sentir-te dentro de mim… amo-te…
Descemos à garagem, saimos e fomos em direção à estação… 5 minutos e chegou o comboio… ambos não nos queriamos separar naquele momento
