O Amigo do Meu Marido

O Amigo do Meu Marido
Meu nome é Gabriele, mas todo mundo me chama de Gaby. Tenho 27 anos, 1,62 m, 55 kg, cabelos loiros que sempre caem soltos pelos ombros e uma pele permanentemente bronzeada pelo sol do interior do Rio Grande do Sul. Meus peitos não são grandes, ainda penso em colocar silicone , mas minha bunda é de média pra grande, firme, e as coxas grossas o suficiente pra prender um homem entre elas. Quase sempre recebo olhares e cantadas por onde passo. Apesar de já ter dois filhos, me considero gostosa. Casada há seis anos com o Renato, 31 anos, 1,80 m, corpo definido e um pau grosso e delicioso de uns 19 cm que sempre me fez gozar.
Nossa vida sexual sempre foi boa. Renato é safado na cama, gosta de me comer com força, de me fazer gemer, de me ver molhada. Mas o que aconteceu naqueles dois dias mudou alguma coisa em mim. E, de um jeito estranho, melhorou ainda mais o nosso casamento.
Eduardo, amigo antigo do Renato, tinha se mudado pro Paraná anos atrás. Quando avisou que estava de passagem pela nossa cidade, Renato o convidou pra ficar dois dias em casa. Os meninos estavam na casa dos avós. Eu não vi problema.
Ele chegou numa quinta-feira, véspera de feriado, já tarde da noite. Só nos cumprimentamos. Eduardo era bonito, uns 1,78 m, ombros largos, braços marcados, peito largo sob a camiseta. Pediu pra tomar um banho, disse que estava cansado e queria dormir. Fomos todos pra cama e deixamos a conversa pro dia seguinte.
Acordei cedo. Coloquei um shorts bem curto que quase sumia entre a bunda e uma blusinha fina, sem sutiã. O calor já estava forte. Tomamos café. Quando Eduardo apareceu, de bermuda e regata, o corpo dele ficou ainda mais evidente: peito largo, barriga chapada, braços fortes. Os olhos dele passaram por mim uma, duas vezes, demorando um pouco demais nas coxas e no decote.
Renato e ele começaram a relembrar as noites de festa, as histórias antigas. Eu sentava do outro lado da mesa, pernas cruzadas, e de vez em quando pegava Eduardo me olhando. Me comendo com os olhos. Eu gostava. Que mulher não gosta de se sentir desejada?
Depois do almoço, o calor apertou de vez. Abrimos as primeiras cervejas. Levamos Eduardo pra dar uma volta pela cidade e voltamos quase à noitinha. Continuamos bebendo na sala. Renato já piscava no sofá, a cabeça pesada. Eu e Eduardo ríamos mais alto, as mãos se tocando de leve quando passávamos o copo. Eu já estava tontinha. Não sou de aguentar muito.
Avisei que ia dormir. Renato murmurou que também ia. Eduardo tomou mais um gole e disse que ia ficar um pouco.
Na cama, deitei de lado, de shorts e calcinha fina, sem cobrir o corpo. O calor não deixava. Deixei a porta do quarto entreaberta, como sempre.
De madrugada acordei com o barulho da porta do banheiro. Eduardo. Fingi dormir. Ouvi os passos voltando. Ele parou na porta do nosso quarto. Eu estava de barriga pra cima, uma perna meio aberta, o shorts subido. Vi, pelo canto do olho, a mão dele passando por cima da cueca, acariciando o volume grosso que já se formava.
Meu coração acelerou. Continuei quieta.
Ele entrou. Parou ao lado da cama. Eu sentia o olhar dele descendo pelo meu corpo: peitos, barriga, a curva da bunda, as coxas. Ele se aproximou mais. A mão dele tocou de leve meu ombro. Depois desceu um pouco, hesitante. Eu continuei “dormindo”.
A mão desceu mais. Passou pela lateral do shorts, alcançou a parte de trás da minha coxa. Subiu devagar até a bunda. Acariciou por cima do tecido, apertando de leve. Eu estava molhada. Senti o tecido da calcinha grudar.
Ele se ajoelhou ao lado da cama. O rosto dele se aproximou. Senti o hálito quente contra a pele da minha bunda. Depois o nariz, inalando. A língua saiu, molhada, e passou por cima da calcinha, bem no meio. Um arrepio forte percorreu minha espinha. Quase gemí.
Ele puxou o shorts um pouco pra baixo. A calcinha também. Os dedos dele separaram minhas nádegas. A língua voltou, agora direto na pele, lambendo devagar a fenda, subindo e descendo. Eu estava encharcada. O cheiro do meu tesão já enchia o ar.
Um dedo deslizou entre os lábios, encontrou a entrada e entrou devagar. Eu contrai. Quase gozei só com aquilo. Ele começou a meter o dedo, devagar, enquanto a língua continuava lambendo meu clitóris por cima. Eu gemia baixinho, os dentes cerrados, o rosto enterrado no travesseiro.
Renato se mexeu na cama. Eduardo congelou. Eu segurei a respiração. Meu marido virou de lado, de costas pra mim, e voltou a roncar baixo.
Eduardo se levantou. Ia embora. Eu não deixei. Estiquei o braço e puxei o dele. Ele voltou. Deitou atrás de mim, o corpo quente colado nas minhas costas. O pau duro e grosso pressionava minha bunda, ainda preso na cueca.
Virei o rosto. Nossos lábios se encontraram. O beijo foi fundo, molhado, urgente. A língua dele invadiu minha boca. Eu gemi dentro do beijo. A mão dele desceu, puxou a cueca pra baixo. O pau saltou livre, quente, latejando contra a minha pele. Era grosso, veias saltadas, a cabeça já molhada de pré-gozo.
Guiei com a mão. Aproximei a cabeça dele da minha entrada. Ele empurrou. A cabeça entrou primeiro, abrindo. Depois o corpo inteiro, devagar, me preenchendo por completo. Eu arquejei. Era diferente do Renato. Mais grosso na base, alongando as paredes.
Ele começou a meter. Devagar no começo, sentindo cada centímetro. Eu empinei a bunda, abrindo mais. Ele acelerou. As estocadas ficaram mais fundo, mais fortes. O barulho molhado da minha buceta engolindo o pau dele enchia o quarto. Eu rebolava de encontro, apertando.
Uma das mãos dele segurou meu peito, apertando o mamilo. A outra desceu e encontrou meu clitóris, esfregando em círculos. Eu tremia. O orgasmo veio forte, de dentro pra fora. Eu contrai em volta dele, gozando em silêncio, a boca aberta contra o travesseiro, o corpo inteiro sacudindo.
Ele continuou. Mais rápido agora. As bolas batiam na minha pele. Eu ainda estava sensível, cada estocada mandando ondas de prazer. Ele mordeu meu ombro, gemeu baixo no meu ouvido e gozou. O gozo quente jorrou fundo, jato atrás de jato, enchendo. Eu senti cada pulsação.
Ficamos quietos por alguns segundos, o pau dele ainda dentro, latejando. Depois ele saiu devagar. O leite escorreu pela minha coxa. Nos beijamos de novo, mais calmos. Ele se levantou, ajustou a cueca e saiu do quarto sem olhar pra trás.
Virei de frente pro Renato. Abracei o corpo dele, o cheiro familiar. O remorso veio rápido e pesado. Eu tinha acabado de trair meu marido com o melhor amigo dele, na mesma cama, enquanto ele dormia ao meu lado.
Mas o corpo ainda tremia. A buceta ainda pulsav a. E, no fundo, uma parte de mim já esperava a próxima noite.
Porque Eduardo ainda ia ficar mais um dia.
E eu já sabia que não ia conseguir me controlar.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Amigo do Meu Marido

Codigo do conto:
271742

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
07/09/2026

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3

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