Fui passar férias na fazenda do meu tio e o filho do caseiro me ensinou a tirar leite - Parte 3

O dia inteiro Pedro me olhou como quem guarda um segredo.
De manhã, no curral, enquanto ordenhávamos lado a lado, ele falou baixo, só para eu escutar:
— Hoje à noite tem aula de montaria. Cê já tirou leite duas vezes. Agora precisa aprender a montar o touro direito. Se não aprender, o peão vai achar que o bezerro só serve para ser ordenhado.
Soltei uma risada nervosa e continuei apertando o úbere da vaca, fingindo que a conversa era sobre serviço.
— E onde vai ser essa aula?
— No seu quarto. Depois que todo mundo dormir. Eu chego de surpresa. Cê deixa a janela destrancada.
Passei o resto do dia com o corpo em alerta. Cada vez que nossos ombros se roçavam carregando saco de ração, cada vez que ele passava por trás de mim e falava alguma bobagem de cerca ou de bezerro desmamado, o cu contraía só de lembrar do que vinha.
À noite o jantar foi longo. O tio falou de preços de boi, o caseiro reclamou da chuva que não vinha. Pedro ficou quieto, o mesmo rapaz tímido de sempre, respondendo só quando perguntavam. Mas debaixo da mesa o joelho dele encostou no meu e ficou ali, firme, quente, prometendo.
Quando a casa enfim silenciou, fui para o quarto. Tomei banho, fiquei só de cueca e deitei na cama de solteiro olhando o teto. O coração batia alto demais. A janela estava aberta, a cortina leve balançando com o vento da noite.
Não ouvi o barulho da chegada. Só senti o colchão afundar quando o corpo dele se sentou na beira da cama. Virei o rosto. Pedro estava ali, camisa aberta, calça já desabotoada, o olhar escuro e safado que só aparecia quando estávamos sozinhos.
— Surpresa — murmurou, a voz rouca. — O peão veio dar a última aula antes do bezerro voltar para a cidade.
Não deu tempo de responder. A boca dele desceu sobre a minha. O beijo foi fundo, molhado, cheio de língua e de dentes. As mãos grandes arrancaram minha cueca num movimento só. O pau dele já estava duro quando tirou a própria calça e se deitou por cima de mim, pele com pele, o calor do corpo de trabalho contrastando com a minha pele de cidade.
— Hoje cê monta — falou contra minha boca. — Eu quero ver o bezerro em cima do touro. Quero ver se aprendeu a rebolar direito ou se só sabe levar.
Virei os corpos. Fiquei ajoelhado por cima dele, as pernas abertas sobre as coxas grossas. O pau dele batia pesado na minha bunda, quente e babando. Pedro segurou a base e olhou para cima, esperando.
— Senta devagar. Igual montar cavalo bravo. Se sentar de uma vez o bicho se assusta. Vai sentindo o volume entrar… centímetro por centímetro.
Abaixei o quadril. A cabeça grossa abriu o cuzinho ainda sensível das noites anteriores. A queimação veio gostosa, familiar. Desci mais. O pau foi entrando, preenchendo, abrindo tudo de novo. Quando sentei até o fim, o saco dele encostou na minha bunda e os dois gememos juntos.
— Porra… — soltei, a voz falhando.
— Isso. Agora fica quieto um segundo. Deixa o cu reconhecer o dono de novo. Sente como ele lateja dentro de cê… igual coração de touro.
Fiquei parado, sentindo cada pulsação. As mãos de Pedro subiram pelas minhas coxas, apertaram a bunda e abriram mais.
— Agora começa a montar. Devagar no começo. Sobe até quase sair e desce engolindo tudo de novo. Eu quero ver o leite subir no seu pau sem ninguém tocar.
Obedeci. Levantei o quadril até a cabeça quase escapar e desci de novo, devagar, sentindo cada veia, cada centímetro. O prazer era diferente de ser fodido. Agora eu controlava a profundidade, o ritmo, o ângulo. Cada vez que descia fundo, a próstata era esmagada e um gemido saía sem eu conseguir segurar.
Pedro falava sem parar, a voz rouca e suja:
— Isso… assim. Rebola igual quem sabe ordenhar e montar ao mesmo tempo. Usa o cu para tirar o leite de mim. Aperta quando descer. Eu quero sentir o bezerro trabalhando.
Acelerei. O barulho molhado do pau entrando e saindo encheu o quarto. A cama rangia baixo. O suor já escorria pelo meu peito e caía no dele. Pedro segurava minha cintura e puxava para baixo a cada descida, forçando mais fundo.
— Olha para mim enquanto monta — mandou. — Quero ver a cara de quem descobriu que gosta de cavalgar pau de peão.
Olhei. Os olhos dele estavam escuros de tesão, a boca entreaberta, a barba rala brilhando de suor. Cada vez que eu descia ele soltava um gemido curto e falava mais:
— Cê aprendeu rápido. Ontem ainda tremia quando eu metia. Hoje já tá sentando como se o cu tivesse nascido para isso. Continua. Quero ver o leite escorrer do seu pau só de montar.
Meu pau batia contra a barriga dele a cada movimento, latejando, já pingando. O prazer subia rápido demais. Pedro percebeu e segurou meu quadril, diminuindo o ritmo de propósito.
— Ainda não. A aula não acabou. Sobe e desce mais devagar. Sente cada pedaço. Conta para mim o que tá sentindo.
— Sinto… seu pau inteiro… grosso… quente… quando eu desço fundo parece que vai rasgar e ao mesmo tempo é a melhor coisa que eu já senti…
— Mais. Fala mais enquanto monta.
— Sinto as veias raspando… sinto o saco batendo na minha bunda… sinto meu cu te ordenhando toda vez que eu aperto…
Pedro sorriu safado e puxou meu tronco para baixo, beijando minha boca com fome enquanto eu continuava rebolando.
— Bom bezerro. Fala que gosta de montar o touro.
— Gosto… porra, eu gosto… quero montar toda noite se cê deixar…
— Eu deixo. Enquanto cê estiver na fazenda o curral é seu. Mas tem que produzir. Tem que gozar só de cavalgar. Sem mão. Só com o cu.
Acelerei de novo, desesperado. O ângulo estava perfeito. Cada descida batia exatamente no ponto. O suor escorria. A respiração dos dois estava descontrolada. Pedro segurava minha bunda com força e falava no meu ouvido, a voz quase um rosnado:
— Isso… senta fundo. Ordenha. Tira todo o leite que eu juntei o dia inteiro pensando nessa bunda. Eu acordei duro. Trabalhei duro. E agora quero despejar tudo dentro do bezerro que aprendeu a montar.
O orgasmo veio sem aviso. O corpo inteiro tremeu. O cu se fechou em volta do pau dele em espasmos fortes e eu gozei entre os nossos peitos, jatos quentes e longos, sem que ninguém tivesse tocado em mim. O prazer foi tão intenso que soltei um gemido alto demais e Pedro cobriu minha boca com a mão, rindo baixo.
— Quieto. O tio tá do outro lado da casa. Geme só para o peão.
Ele não parou. Continuou me puxando para baixo enquanto eu ainda tremia, fodendo para cima, prolongando cada contração. Quando as ondas diminuíram ele virou os corpos de uma vez, ficou por cima e meteu fundo, rápido, pesado.
— Agora o touro termina a montaria — rosnou. — Fica quieto e leva.
As estocadas foram profundas e ritmadas. Eu, ainda sensível do orgasmo, só conseguia gemer e abrir mais as pernas. Pedro beijava minha boca entre as estocadas e falava sem parar:
— Seu cu tá uma delícia depois que goza… aperta diferente… mais quente… mais molhado… eu podia ficar metendo a noite inteira só para sentir isso.
— Fica… — pedi, a voz quebrada. — Fica metendo…
— Eu fico. Até gozar. E quando gozar eu quero que cê sinta cada jato. Quero que amanhã, na estrada de volta, o cu ainda esteja cheio e lembrando do peão.
Algumas estocadas depois ele enterrou até o fundo e gozou. Senti os jatos quentes pulsando dentro de mim, um atrás do outro, enchendo, quentes demais. Pedro tremeu por cima de mim, a boca aberta no meu pescoço, o corpo inteiro tenso enquanto descarregava tudo.
Ficamos abraçados longos minutos. O pau dele ainda dentro, latejando. A porra já começava a escorrer quando ele saiu com cuidado e se deitou ao lado, puxando meu corpo suado contra o dele.
A mão grande acariciava minha costas, devagar, quase carinhosa.
— Aula completa — murmurou, a voz rouca de prazer. — Cê aprendeu a ordenhar e a montar. Agora o bezerro pode voltar para a cidade sabendo o que gosta.
Virei o rosto e beijei a boca dele, lenta, cansada, cheia de gosto de suor e de sexo.
— E se eu quiser voltar nas próximas férias?
Pedro sorriu contra meus lábios, aquele sorriso safado e só meu.
— Aí o peão deixa o curral aberto. E o touro fica esperando. Todo dia um pouco de leite… e de montaria.
Ficamos em silêncio mais um tempo, os corpos colados, a respiração aos poucos acalmando. Lá fora a noite da fazenda seguia quieta. Dentro do quarto, a última aula tinha acabado, mas o marcado no corpo e a memória gostosa do pau dele ainda latejavam em mim.
Pedro beijou minha testa e falou baixo, quase um segredo final:
— Quando cê for embora amanhã, leva o cheiro. E quando sentir falta… lembra que aqui tem um peão que sabe tirar leite e ensinar a montar melhor que qualquer um.
Apertei o corpo dele contra o meu e fechei os olhos, sorrindo no escuro.
— Eu lembro. E eu volto.
Ele passou a mão na minha bunda uma última vez, deu um tapa leve só de safado e murmurou:
— Então tá combinado, bezerro. O curral fica de portas abertas.
E pela última noite daquelas férias, o quarto ficou em silêncio só quebrado pela nossa respiração misturada, enquanto a porra dele escorria quente entre as minhas pernas e o corpo inteiro ainda tremia com a memória da montaria mais gostosa que eu já tinha vivido.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fui passar férias na fazenda do meu tio e o filho do caseiro me ensinou a tirar leite - Parte 3

Codigo do conto:
272148

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
13/09/2026

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