O novinho da academia

Eu tinha 27 anos e frequentava a mesma academia há quase dois anos. Treinava no final da tarde, depois do trabalho, sempre no mesmo horário. Gostava da rotina: aquecimento, musculação, um pouco de cardio e embora. Nunca fui de ficar conversando muito. Trocava ideia com uns caras do treino, mas nada além disso.
Foi num desses dias comuns que ele apareceu.
Alto, ombros largos, peito já marcado mesmo sendo novo, braços definidos e uma forma de andar que gritava confiança. Cabelo curto, corte moderno, um sorriso de canto que parecia sempre estar zoando alguém. Tinha cara de quem sabia o efeito que causava. Eu soube depois que ele tinha 19 anos. Na hora só notei o corpo e o jeito marrento de ocupar o espaço.
Ele começou a treinar perto de mim. No primeiro dia só se olhou no espelho algumas vezes enquanto fazia supino. No segundo, já soltou a primeira:
— E aí, parceiro. Essa carga aí tá leve ou cê tá só esquentando?
Eu estava no supino inclinado. Olhei de lado.
— Tô no meu ritmo.
Ele riu, baixo, e bateu palmas antes de montar a barra do lado.
— Beleza. Só achei que um cara do seu tamanho aguentava mais peso. Mas cada um com sua progressão, né?
O tom era de provocação leve. Eu ignorei e continuei. Mas ele não desistiu.
Nos dias seguintes a proximidade foi acontecendo de forma natural. Ele sempre pegava o aparelho ao lado ou esperava eu terminar para usar o mesmo. E as piadas vinham soltas, sempre com cara de quem estava só zoando o treino:
— Cuidado com o agachamento fundo demais. Tem gente que gosta de descer até o chão… e depois não consegue subir.
Ou:
— Essa bomba aí no braço tá bonita. Mas será que aguenta uma série até a falha de verdade?
Eu respondia curto, fingindo que não pegava o duplo sentido. Por dentro, porém, já prestava atenção. O corpo dele era o resultado claro de treino consistente: peito cheio, abdômen marcado, coxas fortes e uma bunda firme que o short curto não escondia. Ele sabia que eu olhava. E usava isso.
Uma quinta-feira, depois de uma série pesada de levantamento terra, ele se aproximou enxugando o suor com a camisa.
— Cê treina sério, hein. Gosto de ver. A maioria só vem pra fazer pose no espelho.
— Eu venho pra treinar.
— Eu também. Mas treinar tem várias formas, né? Tem gente que só empurra carga. Tem gente que gosta de sentir a contração… bem fundo.
Olhei para ele. Ele segurou o olhar sem nenhum constrangimento, só aquele sorrisinho marrento.
— Cê fala muita merda.
— Falo. E cê fica vermelho toda vez. Achei engraçado.
No vestiário a coisa ficou mais explícita. Eu estava trocando de camisa quando ele parou no armário ao lado, só de toalha na cintura.
— Cê nunca pede dica de treino — comentou, abrindo o armário sem pressa. — Eu posso passar um programa mais intenso. Se aguentar a carga.
— Tô bem com o meu.
— Sei. Mas se um dia quiser aumentar o volume… ou a intensidade… é só falar. Eu ensino de graça.
A toalha dele escorregou um pouco quando ele se virou. Não foi acidente. O volume marcado na cueca preta ficou visível por um segundo a mais do que o necessário. Ele sorriu de canto e ajustou a toalha sem nenhuma pressa.
— Desculpa. O tecido escorrega quando o corpo tá quente.
Eu virei o rosto, fingindo procurar alguma coisa na mochila. O coração batia mais rápido do que depois de uma série de agachamento.
A virada aconteceu numa segunda-feira. Eu estava saindo da academia quando ele me alcançou na calçada.
— Ei. Me passa seu número. Quero te mandar um vídeo de execução do leg press. Cê tava fazendo com a amplitude errada hoje.
A desculpa era ruim e ele sabia. Eu olhei para ele.
— Sério?
— Sério. Ou cê prefere continuar errando e não sentir a musculatura direito? Eu só quero ajudar.
Passei o número. Na mesma noite a primeira mensagem chegou:
“É o Rafa da academia. Não esquece de alongar depois do treino. Músculo travado é pior que carga mal feita.”
Respondi com um “valeu”. Ele já mandou outra:
“De nada. Se um dia quiser treinar junto, avisa. Eu posso te empurrar um pouco mais.”
A partir dali as mensagens viraram rotina. De manhã ele mandava figurinha de academia. À noite perguntava se eu tinha treinado. Sempre com alguma provocação:
“Hoje eu montei 120 no supino. Cê aguenta essa carga ou prefere começar mais leve?”
Ou:
“Tô com uma dor gostosa no peito. Daquelas que cê sente o dia inteiro. Cê também gosta quando o músculo fica lembrando do treino?”
Eu respondia de forma neutra, mas cada vez demorava mais para guardar o celular. Ele percebia e avançava mais um passo.
Numa sexta-feira as mensagens ficaram diferentes.
Rafa: “Cê vai treinar amanhã de manhã?”
Eu: “Vou.”
Rafa: “Então a gente treina junto. Eu te mostro umas séries que vão te deixar tremendo.”
Eu: “Pode ser.”
Rafa: “Pode ser ou cê quer de verdade? Porque eu não gosto de perder tempo com quem fica só na intenção.”
Eu demorei para responder. Depois mandei:
“Quero.”
No dia seguinte treinamos juntos pela primeira vez. Ele montava as cargas, corrigia minha postura com as mãos, encostava o peito nas minhas costas quando ajustava a posição no agachamento. Cada toque era justificado pelo treino, mas o tempo que a mão ficava era sempre um pouco maior do que o necessário.
— Abre mais a perna — mandou, atrás de mim no agachamento. — Assim a profundidade fica melhor. E cê sente mais.
A mão dele estava na minha cintura, firme. Eu desci. Quando subi, o volume dele roçou minha bunda por um segundo.
— Desculpa — falou, sem nenhuma culpa na voz. — O short ficou justo com a bomba.
Depois do treino no vestiário ele parou na minha frente, só de short.
— Cê curtiu treinar comigo?
— Curti.
— Então por que ainda finge que não tá pegando as indiretas?
Olhei para ele. O peito subia e descia mais rápido. O sorriso marrento estava lá, mas os olhos estavam sérios.
— Porque cê tem 19 anos.
— E cê tem 27. E daí? Eu sei o que eu quero. E eu quero te foder. Faz tempo.
A frase saiu limpa, sem rodeio. Eu engoli em seco.
— Cê é muito direto.
— Eu sou. E cê gosta. Senão já tinha me mandado à merda faz tempo.
Ficamos nos olhando. O vestiário estava vazio naquele horário. Rafa deu um passo à frente e tocou minha cintura por cima da camisa.
— Meu apartamento fica a cinco minutos daqui. Cê topa?
Não respondi com palavra. Só balancei a cabeça. Ele sorriu, pegou a mochila e saiu na frente.
O apartamento era pequeno, organizado, cheirando a sabonete masculino e roupa limpa. Assim que a porta fechou ele me empurrou contra a parede e beijou. O beijo foi agressivo, confiante, a língua entrando com fome. As mãos desceram direto para minha bunda e apertaram com força.
— Porra… eu sabia que essa bunda era boa — murmurou contra minha boca. — Toda vez que cê agachava eu ficava imaginando ela abrindo pro meu pau.
Puxei a camisa dele para cima. O peito marcado apareceu, os mamilos escuros, o abdômen desenhado. Passei a mão, sentindo a dureza do treino. Ele riu baixo.
— Gostou do resultado? Eu treino pensando em quem vai aproveitar depois.
Desci a mão e abri o short dele. O pau saltou grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando. Era maior do que eu esperava. Segurei e apertei. Rafa soltou um gemido rouco e empurrou o quadril para frente.
— Isso… mexe. Mas não aperta demais. Eu quero durar o bastante para te abrir direito.
Me ajoelhei. Engoli a cabeça. O gosto era limpo, de pele quente e pré-gozo. Rafa segurou meu cabelo e começou a meter a boca devagar, testando até onde eu aguentava.
— Olha pra mim enquanto chupa — mandou. — Quero ver a cara do cara de 27 anos ajoelhado pro moleque da academia.
Olhei. Os olhos dele estavam escuros de tesão, o sorriso marrento ainda no rosto. Continuei chupando, subindo e descendo, sentindo o pau latejar na língua. Quando engasguei ele puxou um pouco e riu.
— Calma. Depois cê engole tudo. Agora sobe. Eu quero te foder na cama.
Fomos para o quarto. Rafa me jogou na cama de casal e arrancou o resto da minha roupa. Ficou de joelhos entre minhas pernas e passou a língua pelos meus mamilos, desceu pela barriga e engoliu meu pau de uma vez. A boca era quente e habilidosa. Ele chupava com ritmo, a mão massageando o saco, o olhar sempre no meu.
— Cê fica duro fácil — comentou, tirando a boca só o suficiente para falar. — Deve ser de tanto segurar vontade na academia.
Voltou a chupar até eu estar quase gozando. Depois parou de propósito e subiu o corpo.
— Ainda não. Eu quero gozar dentro. E quero que cê sinta cada centímetro.
Abriu a gaveta da mesa de cabeceira e pegou um tubo de lubrificante. Despejou nos dedos e circundou meu cuzinho com calma. O primeiro dedo entrou devagar. A pressão era boa e estranha ao mesmo tempo. Ele mexia com paciência, curvando, procurando.
— Relaxa. Eu sei o que tô fazendo. Já abri outros. Mas nenhum com essa cara de quem quer e finge que não quer.
O segundo dedo entrou. Eu arqueei as costas quando ele acertou a próstata.
— Aí… — gemí.
— Achei. É aqui que cê vai sentir quando eu meter. E eu vou meter fundo.
Preparou por mais um tempo, abrindo, esticando, até eu estar rebolando contra a mão dele. Depois tirou os dedos, passou o lubrificante no pau grosso e se posicionou.
— Olha pra mim — mandou.
Empurrou. A cabeça abriu caminho. A queimação veio forte. Eu prendi a respiração. Rafa parou, esperou, beijou minha boca.
— Respira. Eu quero entrar inteiro.
Outro centímetro. Depois outro. Quando estava no meio eu já tremia. Ele empurrou o resto até o saco bater na minha bunda. Ficamos imóveis. Eu sentia o pau dele latejar dentro, grosso, quente, pulsando.
— Porra… que cu apertado — murmurou. — Eu sabia que ia ser bom. Mas não sabia que ia ser tão quente assim.
Começou a se mover. Estocadas curtas no começo, depois mais longas. Cada vez que ia fundo a próstata era esmagada e um gemido saía de mim sem controle. Rafa falava enquanto metia, a voz confiante e safada:
— Isso… geme. Eu gosto de ouvir. Na academia cê fica todo fechado. Aqui cê abre tudo pro meu pau.
Acelerou. O barulho molhado encheu o quarto. O suor já escorria. Ele segurava minhas coxas e abria mais, metendo com vontade, o corpo de 19 anos mostrando a energia do treino.
— Fala o que tá sentindo — exigiu.
— Sinto seu pau me abrindo… grosso… fundo… cada vez que cê aperta parece que vai rasgar…
— E gosta?
— Gosto… porra, eu gosto…
— Então pede mais. Eu quero ouvir o cara de 27 anos pedindo pau de moleque.
— Me fode mais forte… me usa…
Rafa sorriu e obedeceu. As estocadas ficaram mais profundas, mais ritmadas. Ele se inclinava e beijava minha boca entre elas, a língua invadindo, o gosto de suor e de tesão. Em determinado momento tirou o pau, me virou de quatro e entrou de uma vez por trás.
— Agora eu quero ver essa bunda batendo. Igual quando cê agacha na academia… só que agora com meu pau dentro.
Metia forte, as mãos apertando minha cintura, o som da pele batendo ecoando. Eu empurrava para trás, encontrando cada estocada. O prazer subia rápido. Meu pau latejava sem ser tocado.
— Eu vou gozar… — avisei.
— Goza. Quero sentir o cu apertando.
Algumas estocadas certeiras depois o orgasmo me atingiu. O corpo se contraiu, o cu se fechou em volta do pau dele e eu gozei no lençol sem que ninguém tivesse tocado em mim. O prazer foi tão intenso que as pernas tremeram. Rafa gemeu alto ao sentir as contrações e acelerou ainda mais.
— Isso… aperta… porra, que delícia…
Continuou metendo através do meu orgasmo até não aguentar mais. Enterrou até o fundo e gozou. Senti os jatos quentes pulsando dentro, enchendo, um atrás do outro. Ele tremeu por cima de mim, a respiração descontrolada, a testa apoiada nas minhas costas.
Ficamos assim longos minutos. Quando ele saiu, a porra escorreu quente pela minha coxa. Rafa se deitou ao lado e puxou meu corpo para o dele, a mão grande acariciando minha bunda ainda sensível.
— Primeira vez e já gozou só no pau — comentou, a voz rouca de satisfação. — Eu sabia que cê era safado. Só precisava de alguém para puxar a verdade para fora.
Virei o rosto e beijei a boca dele, cansado e saciado.
— Cê é um marrento do caralho.
— Sou. E cê gostou. Então para de fingir na academia. Da próxima vez que eu montar carga do seu lado, cê já sabe o que eu tô pensando.
Apertei o corpo dele contra o meu e fechei os olhos. Lá fora a cidade seguia normal. Dentro daquele quarto, o moleque de 19 anos da academia tinha acabado de me foder até eu gozar sem mão, e eu já sabia que o treino nunca mais ia ser o mesmo.
Ele passou a mão no meu cabelo e falou baixo, ainda safado:
— Descansa. Daqui a pouco eu quero mais uma série. Dessa vez cê vai cavalgar. Eu quero ver se o cardio de 27 anos aguenta a intensidade.
Sorri contra o peito dele, o cu ainda latejando, a porra escorrendo.
— Eu aguento.
— Eu sei que aguenta. Por isso eu escolhi cê.
E pela primeira vez em muito tempo, eu dormi com o corpo doendo de um jeito que não tinha nada a ver com musculação… e tudo a ver com o pau grosso e confiante de um moleque marrento que sabia exatamente o que queria.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico daniel8

Nome do conto:
O novinho da academia

Codigo do conto:
272150

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
13/09/2026

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