Minha primeira vez com trans.

Mesmo depois de alguns anos de casado, meu relacionamento estava muito bem; tínhamos uma vida sexual bem ativa. Via muitos colegas se queixando de que a esposa transava com eles uma vez a cada 20 dias, e olha lá. Eu não podia me queixar: transávamos numa média de três vezes por semana. Aquela desconfiança que eu tinha de que pudesse ter sido traído no passado não me assombrava mais. Pelo contrário, havia transformado isso em fetiche.
Quando fazíamos amor, eu usava um consolo nela e imaginava que tinha outro homem ali, comendo minha esposa bem na minha frente. Cheguei a gozar sem tocar no meu pau, vendo-a gemer no seu brinquedinho e pedindo para ela me chamar de corno enquanto me beijava. E quando praticávamos a inversão, no começo meu fetiche era vê-la segurando aquele consolo e me enrabando. Depois, confesso que comecei a imaginar uma pica de verdade e que ela me assistia ser enrabado por uma trans.
Esse desejo começou a me consumir e, quando ela comia meu cu, eu acabava gozando muito rápido — às vezes antes mesmo de satisfazê-la. Percebi que isso começou a incomodá-la. Quando me chupava, ela sempre brincava com meu cuzinho antes de sentar no meu pau. Um dia, ela parou o boquete e já se preparava para sentar em mim. Como já fazia uns dias que ela não me fodia, meu cuzinho estava piscando de tesão e vontade de ser preenchido. Então pedi:
— Dá uma chupada no meu cuzinho!
— Você goza muito rápido dando o cu — queixou-se ela.
Como eu estava com muita vontade, implorei, quase me humilhando:
— Por favor, fode ele só um pouquinho. Prometo que vou encher sua bucetinha de porra.
Então ela, um pouco contrariada, desceu, deu algumas linguadas na minha entrada e enfiou dois dedos, me levando à loucura. Ela nem colocou o consolo e, mesmo assim, eu estava quase gozando com seus dois dedos dentro de mim. Não consigo explicar, mas quando ela me penetrava era quase como se eu tivesse uma ejaculação precoce. Vendo-me gemer e o meu pau extremamente duro, ela tirou os dedos de mim e sentou sobre o meu pau. Eu estava fazendo um esforço tremendo para não gozar e conseguir satisfazê-la, mas bastaram duas reboladas e comecei a jorrar porra dentro dela.
Ela ainda tentou buscar o orgasmo, gemia se esfregando no meu pau, que ia amolecendo dentro dela. Mas, quando saiu de cima de mim, dava para ver no seu olhar que não tinha ficado cem por cento satisfeita. O que sempre foi motivo de total tesão entre nós estava se tornando algo que deixava minha amada esposa insatisfeita. Ela foi querendo praticar cada vez menos a inversão. Eu adorava as vezes em que ela tomava a iniciativa e me dominava sem que eu pedisse, mas agora só rolava quando eu pedia para que ela fudesse meu cu.
Eu também comecei a reprimir esse desejo, pois estava atrapalhando meu desempenho com minha esposa. Mas a verdade é que eu precisava experimentar um pau de verdade, saber como é ser preenchido por um belo cacete. E queria poder sentir o gosto da porra novamente depois de satisfazer o meu cu. Mas não poderia sugerir isso para minha esposa; sabia que ela não aceitaria e acharia que eu estava virando gay.
Então, quando ela foi viajar novamente para a casa de sua mãe (ela faz essa viagem uma vez por ano), passei o dia assistindo a vídeos pornôs de inversão e de trans ativas, batendo várias punhetas. Mas não conseguia saciar a minha vontade, pois o meu desejo era sentir o calor de um pênis dentro de mim. Então decidi que precisava sair com uma trans.
Após sair do trabalho, passei por uma rua onde sabia que ficavam algumas travestis fazendo ponto. Fui passando devagar, observando-as, mas nenhuma me agradava, até que, chegando à esquina, me deparei com uma jovem linda, magrinha, pele branca, corpo natural, pequenos seios desenvolvidos por hormônios — uma delicinha. Dei a volta no quarteirão e parei à sua frente. Nesse momento comecei a ficar nervoso; nunca tinha saído nem com garotas de programa, o que dirá com uma trans.
Ela se aproximou pelo lado do passageiro, me deu boa noite e perguntou:
— Está procurando diversão com uma boneca?
Eu, visivelmente sem saber o que dizer, perguntei:
— Qual o valor do boquete?
Ela deu o seu preço e a convidei para entrar no carro. Subimos alguns quarteirões e paramos em uma rua escura. Perguntei seu nome e ela respondeu "Larissa", me elogiando em seguida:
— Que bonitinho que você é! Bem novinho!
Eu tinha 23 anos. Ela devia ter a mesma idade ou ser até mais nova, em torno dos 20 anos. Acredito que estava acostumada com clientes de todo tipo, mas em sua maioria deviam ser homens bem mais velhos procurando por ela.
Sem muitos rodeios, ela já veio pegando no meu pau por cima da calça. Em seguida, abriu o zíper, sacou meu pau para fora e, com uma habilidade única, colocou a camisinha com a boca no meu pênis ainda mole, já começando a chupar. Eu estava nervoso e tímido por ter, pela primeira vez, uma relação com uma trans e, confesso, com remorso por, de certa forma, estar "traindo" minha esposa de novo.
Mas meu desejo falava mais alto, então deixei que ela me chupasse. Depois de um tempo, meu pau até ficou duro, mas o que eu queria mesmo era sentir o pau dela. Então, um pouco envergonhado, perguntei se podia tocá-la. Sem tirar meu pau da boca, ela desceu a saia e a calcinha que usava, deixando sua bunda e seu pau livres. Era um pau mediano e fino, com uns 14 cm — ideal para alguém sem experiência encarar.
Enquanto ela ainda me chupava, passei a acariciar sua pequena bunda. Em seguida, comecei a tocar seu cuzinho e coloquei o dedo, o que a excitou, pois senti que ela abocanhou meu pau com mais vigor. Na posição em que estava, eu não alcançava seu pau, então desci um pouco mais a mão e comecei a apalpar suas bolas. Quando senti a pele enrugada do seu saco, meu pau endureceu completamente.
Eu, que estava caçando um jeito de dizer a ela que quem ia fazer o boquete era eu, venci a vergonha e pedi para chupar seu pau. Ela se levantou, pegou outra camisinha na bolsa e, antes de ela vesti-la, agarrei seu pau e pude sentir o seu calor na minha mão. Punhetei algumas vezes e o liberei para ela pôr a camisinha e eu finalmente poder abocanhá-lo.
Fui descendo a boca sobre aquele pau que, apesar de não ser grande, era muito bonito, com uma cabeça rosada. Ele coube inteiro na minha boca. Por falta de experiência, acabei dando umas engasgadas, e o gosto da camisinha atrapalhava um pouco a minha vontade de sentir o calor e o sabor daquele membro direto na boca. Enquanto eu chupava aquele cacete, ficava admirado de como ele estava rígido, e pensava se ele ficava assim para todos os clientes.
Na busca de sentir o gosto dela, desci e comecei a chupar suas bolas: colocava uma por vez na boca e a sugava, ouvindo a Larissa gemer. Com os dedos, subi a camisinha, deixando a metade do seu pau exposta. Comecei a lambê-lo e o colocava atravessado na minha boca, punhetando-o com meus lábios.
Enquanto mamava aquela pica, senti meu pau molhando minha coxa. Passei a mão sobre a cabeça dele e estava toda babada. Com a ponta do dedo molhada com meu pré-gozo, levei até meu cu e fiquei ali lubrificando minha entrada, o que me fez gemer com o pau dela dentro da minha boca.
Já fazia mais de 30 minutos que estávamos ali quando ela me indagou:
— Você não vai gozar, safado?
Provavelmente estava querendo encerrar o programa, pois, como era cedo (por volta das 20h), ela ainda precisava faturar na noite.
— Eu quero fazer você gozar — disse a ela, na esperança de sentir o gosto do mel daquela pica.
— Eu demoro muito para gozar — respondeu, dando desculpa para não gozar, pois precisava manter o tesão para os próximos possíveis clientes.
Como meu interesse não era aliviar meu pau — pois isso minha esposa faria quando voltasse —, o que eu queria era algo que ela não podia me dar: um pau de verdade que me preenchesse em todos os lugares possíveis. Apesar de não ter dado o cu para a Larissa, pois eu não tinha me preparado para isso, eu estava satisfeito momentaneamente com o boquete que havia feito nela.
Levei-a de volta onde a tinha pego anteriormente. Ela tinha colocado somente a calcinha, então dei um selinho de despedida e apalpei seu pau por cima da lingerie, que agora estava mole. Ela saltou do carro só de calcinha, com a saia na mão. Fiquei ali parado um tempo, olhando-a se ajeitar para o próximo cliente: ajeitou o volume do pau na calcinha, vestiu a saia e retocou a maquiagem. Em menos de 5 minutos, parou outro carro e ela embarcou. Então, fui embora. A foto peguei na internet, mas a modelo é muito parecida com Larissa. A foto é só pra vocês terem ideia de como ela era.
Foto 1 do Conto erotico: Minha primeira vez com trans.

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Ficha do conto

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zucjhony

Nome do conto:
Minha primeira vez com trans.

Codigo do conto:
272383

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
15/09/2026

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1

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