Depois da foda gostosa, a gente se vestiu e descemos para almoçar no restaurante do hotel. A comida como sempre estava ótima: camarão, carne, peixe grelhado, arroz, feijão, variedades de saladas, de frutas, doces, que deixou a gente com a boca molhando.
Pós-almoço, subimos para o quarto. Troquei de roupa: passei protetor solar no meu corpo inteiro, marrei bem nos ombros, pescoço, nas coxas, bunda e seios, e por baixo de um vestido de alcinha. Vesti um outro maiô. Meu filho trocou a camiseta por uma regata azul, fina e pôs um calção de praia.
Depois de uma manhã nublada, o tempo foi abrindo, sol aparecendo entre as nuvens. Peguei duas toalhas de praia e a gente saiu. O mar estava bonito. Meu filho entrou direto no mar, nadando, pulando ondas. Eu sentei na cadeira de praia, tirei o vestido e fiquei de maiô.
Ali sentada, fiquei olhando meu homem. O observando, ele ficou prestando atenção no corpo de outras garotas, mulheres na praia, umas com biquíni apertado, rabo empinado. Ele as olhavam, as desejavam, as imaginavam.
Posso ser sincera? Não tenho ciúmes, não. Ele pode olhar, pode desejar qualquer vadia na praia, mas à noite e nas madrugadas o corpo dele é meu. Só meu. Só da sua mãe safada. Ele tem passe livre, o deixo fazer de tudo em mim. Em algum momento, ele voltou do mar, pingando, calção molhado marcando seu pau, regata colada no peito.
A gente foi no quiosque. Pedimos duas caipirinhas de vodca bem geladas.
A que era minha, estava forte pra caralho. Em pouco tempo, comecei a ficar meio zonza, o rosto avermelhado, a visão distorcida, o corpo bastante sensível. Meu clitóris latejava por dentro do maiô, a buceta pulsando, encharcada de tesão. Eu fiquei excitada do nada, nem pensava em sexo.
Avisei meu filho, sobre o que ocorria comigo, e pedi ajuda dele, perguntando; se a gente podia voltar rapidinho no hotel para ele me comer, e depois, a gente voltava.
Ele ficou rindo, mas recusou; alegando de que havíamos acabado de chegar, que era para eu entrar no mar, porque a água estava gelada e me acalmar.
Poxa, não gostei da resposta dele, porque estava quase tendo um orgasmo ali sentada na cadeira. A gente se beijou, muitas pessoas que estavam próximas, ou que passavam viram a cena. Foi beijão de língua, saliva, mãos na cintura, coxas. Até disse para ele parar de me beijar, ou teria um orgasmo. Ele ficou rindo, se aproximou a boca do meu ouvido,
e disse: “Relaxa, mãe, você aguenta, goze quando eu estiver te comendo”.
Dei um tapa no braço dele, e fiquei olhando para os lados, verificando se alguém havia escutado. Ele ficou apertando minhas coxas por baixo da toalha. Tive que me acalmar, nem bebi mais, joguei o resto no lixo.
Quando voltamos da praia. Eu tirei o maiô, e fui direto para o banheiro tomar um banho de chuveiro. Um ou dois minutos depois, meu filho entra no chuveiro comigo. Beijamos, ele chupou meus seios, eu o masturbei e tive que abaixar para chupá-lo. Ao levantar do chão, virei de costas, veio por trás, me pegou pela cintura, fiquei me segurando com as duas mãos na parede, e ele meteu logo, de uma vez, com força na minha buceta.
Ele meteu tão fundo, tão forte, que eu pensei que ia rasgar. Depois ele e pediu para eu ficar de quatro no piso gelado. Sim, eu fiquei de quatro, ele me penetrou no meu cu. Iniciou com calma, depois foi acelerando, metendo com mais força. Eu gritava, um pouco de dor e prazer. Ficamos assim por mais alguns minutos, até que decidimos sair e transar na cama.
Subimos molhados na cama, beijamos, ele me chupou, eu chupei seu pau, os testículos, masturbei-o. Continuamos a transar. Ele me virou de quatro na cama, continuou me comendo com força, uma mão na minha cintura, a outra no meu ombro, depois puxando meu cabelo.
Eu olhava pelo reflexo do espelho, e o via com aquela cara de descontrolado, e pensei: “Caralho… esse é meu filho? Não parece...”
Suas penetrações estavam além do normal, mas era tão gostoso, que eu não conseguia pedir para ele maneirar, ou parar. Meu filho metia, parecia que queria me destruir. Será que foi pelo pedido ainda na praia, quando pedi pra ele voltar, que eu tava excitada pra caralho e queria transar de novo?
Ele logo cansou, onde mudamos de posição na cama. Deitei de costas e abri as pernas para ele. Fizemos o bom e velho “papai e mamãe”.
Ficamos 2, 3 minutos assim, até ele não aguentar, tirou o pau de dentro, ficou ajoelhado, gozou entre minha vagina e a barriga. Desta vez, ele ejaculou muito, e quando gozou tudo, ficou esfregando a cabeça da rola no meu clitóris, o gozo ficou escorrendo, descendo para o lençol da cama.
Voltando a transa. No domingo, meu filho me tratou como se eu fosse uma vadia. Mas, porra, foi uma das melhores transas que eu já tive na vida. Nunca tinha transado com ele assim. Nunca tinha sido tão descontrolado, tão bruto, tão… meu.
A gente caiu na cama e dormiu até quase o fim da tarde. No começo da noite, arrumamos as nossas roupas, fizemos o check-out no hotel, e voltamos para casa. Mais seis horas de carro.
E, assim, foi a nossa viagem. Espero que tenham curtido o nosso feriado, beijos.
