Ele estacionou na calçada, eu abri o portão, ele tirou o capacete e veio até a porta. Moreno, alto, ombros largos, camiseta branca suada, short jeans, braços e pescoço cobertos de tatuagem. Cheiro de suor e um pouco de gasolina da moto. Não trazia nada aparente na mão. Convidei ele pra entrar. Ele entrou e eu fechei a porta.
Dentro da sala ele tirou um pacotinho de dentro do short e colocou em cima da mesa. Eu estendi o dinheiro. Ele contou as notas na minha frente com calma, uma por uma, e só depois guardou no bolso. Quando levantou o olhar, parou no meu short. A renda vermelha da calcinha estava aparecendo um pouco. Ele ficou olhando aquele pedaço de tecido sem falar nada. O silêncio ficou pesado. Depois ergueu o rosto e me encarou.
- Ta de calcinha cara, tu é viado é, sua putinha?
Eu travei. Não consegui responder na hora. Ele deu um passo à frente.
— Mora sozinho aqui? Responde.
Falei que sim. Ele perguntou se eu estava esperando alguém. Respondi que tinha combinado com um cara, mas ele atrasou e só chegaria mais tarde. Ele ficou em silêncio de novo, ainda olhando a calcinha, e se aproximou. Eu acabei sentando na cadeira.
— Curte um maloqueiro, putinha?
Já foi abrindo o zíper e tirou o pau pra fora. Um pau bem moreno, grande, com cheiro forte de suor e pica. Me puxou pela cabeça. Eu hesitei e tentei me afastar, mas ele me deu um tapa no rosto que assustei doeu.
— Aqui quem manda sou eu, sua puta. Você veio de calcinha se oferecendo. Agora abre a boca e engole.
Ele me puxou pela nuca com força e enfiou o pau na minha boca de uma vez. O cheiro subiu forte. Eu engasguei, tentei virar o rosto, mas ele segurou firme e meteu até a garganta. Ficou me fodendo a boca com vontade, me chamando de putinha. Eu lacrimejava e babava, mas me entreguei.
Depois de um tempo ele puxou o pau, ainda duro e molhado, e me olhou de cima.
— Levanta. Vai pro quarto.
Fui pelo corredor ainda tonto, e lá no quarto ele me virou de quatro na cama, arrancou meu short sem tirar a calcinha e afastou a renda vermelha com o polegar. Passou a pincelar o pau no meu cuzinho.
— Que cuzinho apertado, hein… nossa.
Cuspiu, pincelou de novo e começou a penetrar aos poucos.
— Caralho, putinha… que delícia. Vou vir aqui sempre.
Meteu tudo e eu senti seu saco batendo em mim. Pegou o celular e falou que ia filmar pra mostrar pros parça, e começou a gravar. Enquanto metia tirou a camiseta com uma mão só. O peito tatuado, moreno e suado apareceu. Jogou a camiseta no chão e continuou socando, as bolas batendo alto. Eu gemia. Sentia a pele dele na minha, me abrindo e me machucando um pouco. Cada estocada empurrava meu corpo pra frente e eu voltava.
Depois de um tempo ele puxou o pau, me agarrou pelo cabelo e enfiou na minha boca. Senti o cheiro da pica misturado com o gosto do meu cu. Eu chupei. Ele segurou minha cabeça e fodeu a garganta até eu engasgar. Depois voltou a cravar no cu com mais força. O som das nádegas estalando enchia o quarto. Ele repetiu o ciclo várias vezes: metia bruto, puxava, me fazia chupar o pau melado e voltava a arrombar. A calcinha vermelha ficou molhada. Ele não tirou. Só afastava o tecido pra meter. O cu já estava mole, aberto e fazendo barulho.
Em certo momento ele vibrou, socou fundo e eu senti a porra quente jorrar dentro de mim. O líquido grosso começou a vazar mesmo com ele ainda enterrado. Escorreu pelas bolas e molhou a calcinha. Ele meteu mais até espumar um pouco. Ele puxou o pau devagar, olhou o fio branco descendo e empurrou de novo na minha boca.
— Limpa.
Eu limpei. Lambi a cabeça, o tronco e engoli toda a porra que tinha escapado. Ele ficou olhando. Depois voltou a meter, segurando minha cintura com as duas mãos, e gozou outra vez lá dentro. Quando tirou a porra saiu em fio grosso pela coxa.
Ele se vestiu sem pressa, pegou a camiseta, ajeitou a roupa e eu o levei até a saída. Depois que a porta fechou fiquei sozinho na cama. O cu latejava e escorria. Enfiei dois dedos fundo, coletei a porra quente que ainda estava dentro e levei à boca. Lambi os dedos e engoli. Fiz de novo, metendo mais fundo, tirando o resto e engolindo tudo.
Tenho o vídeo. Veja no link no meu perfil. Se quiser me usar do mesmo jeito ou pior, me chama. Podem me fazer de puta sem dó e à força.