O grande encontro



Sou carioca mas, em 2012, o trabalho me levou para Santa Catarina. A mudança trouxe novos caminhos, novas pessoas e, como eu descobriria anos mais tarde, uma história que começaria de maneira inesperada.
Sempre gostei de escrever. Talvez por isso, quando conheci um site de contos eróticos, tenha encontrado ali muito mais do que simples histórias. Encontrei um espaço para colocar em palavras desejos que, até então, permaneciam guardados.
Acredito que muitos de nós projetamos nos contos aquilo que gostaríamos de viver. Fantasias, encontros, possibilidades que a vida cotidiana nem sempre permite realizar. Escrever era uma maneira de explorar esse universo sem precisar explicar tudo a ninguém.
No começo, confesso, achei o site um pouco tedioso. Lia alguns contos, mas sentia falta de algo que realmente me envolvesse. Foi quando resolvi começar a escrever os meus próprios desejos. E, de repente, parecia que eu havia me descoberto.
Podia falar sobre minhas fantasias, meus fetiches, minhas vontades mais íntimas, sem o receio de ser julgado. Afinal, quem nunca se sentiu incompreendido por um desejo que carregava dentro de si?
O tempo passou. Escrevi alguns contos, troquei mensagens e fui conhecendo pessoas através daquele universo virtual.
Até que, em meados de junho de 2023, uma mensagem chamou minha atenção. Era de um petropolitano chamado Nando. Naquela época, trocamos algumas mensagens e, naturalmente, acabamos passando para os contatos pessoais.
Por ser casado, não imaginava que uma conversa iniciada daquele jeito pudesse tomar tamanha proporção.
Nando era inteligente, agradável e tinha uma maneira envolvente de conversar. Havia algo nele que me prendia a atenção. As conversas se estendiam, os assuntos se multiplicavam e, sem que eu percebesse, comecei a esperar pelas mensagens dele.
Falávamos pelo Teams e por e-mail, já que ele não conseguira baixar o Telegram. Entre uma conversa e outra, nasceu à vontade de nos encontrarmos.
Eu era casado. Por isso, precisei construir uma pequena mentira para tornar possível aquela viagem. Disse que visitaria meu pai, comprei uma passagem usando milhas e escolhi uma sexta-feira, dia 18. O voo sairia às sete da manhã. Às 7h50, eu estaria no Rio.
Desde cedo, eu sentia o coração acelerar. Não era apenas uma viagem. Era o encontro com alguém que eu conhecia pelas mensagens, pela voz e pelas fotografias.
E se não houvesse química? E se ele não gostasse de mim pessoalmente? E se tudo aquilo que parecera tão intenso à distância desaparecesse quando estivéssemos frente a frente?
As perguntas se acumulavam, uma atrás da outra. Eu tentava me distrair, mas a ansiedade parecia ter embarcado comigo.
Quando o avião pousou, respirei fundo, peguei o telefone e liguei para Nando.
Nada.
Tentei novamente.
O aparelho continuava desligado ou fora de área.
Uma sensação desagradável começou a se espalhar pelo meu corpo.
E se ele tivesse desistido? E se tudo não passasse de uma brincadeira? Será que eu havia viajado até ali para levar um bolo?
Ainda bem que tinha meu pai para visitar. Pelo menos não ficaria completamente sem rumo.
Tentei uma última vez.
Dessa vez, o telefone chamou. Ele me disse que já estava na área de desembarque.
Olhei ao redor, procurando alguém que correspondesse à descrição que eu tinha na cabeça. E então ele apareceu, meu coração ficou aos pulos. Nando não tinha furado.
Agora restava descobrir se aquela química que nascera nas conversas também existiria ao vivo.
Cumprimentamo-nos e seguimos em direção ao estacionamento.
Eu caminhava ao lado dele sentindo uma mistura estranha de temor e excitação. Era o desconhecido, mas também era a realização de uma expectativa que vinha crescendo havia dias.
Chegamos ao carro e entrei rapidamente, quase me escondendo, com medo de algum conhecido me reconhecer.
Que tolice, pensei.
Nando ligou o carro e sorriu. - Finalmente estamos nos conhecendo pessoalmente. Espero que não tenha te decepcionado, disse ele.
Saímos do aeroporto, que estava bastante congestionado. Aos poucos, o movimento foi ficando para trás, e ele tomou uma rua mais tranquila.
No caminho, Nando me falou que reservou um hotel, para nós, no Flamengo. Como meu pai mora em Niterói, ir para Petrópolis e voltar seria complicado.
A proposta me pegou de surpresa, mas concordei sem hesitar. Naquele momento, a distância entre o desejo e a realidade parecia pequena demais para ser desperdiçada.
— Bem, vamos lá dar uma olhada. Se eu não gostar, a gente procura outro.
Ele sorriu e continuou dirigindo.
E isso me deixou ainda mais à vontade.
Eu tinha 44 anos, 1,78 m e 90 quilos. Sabia que não era exatamente o tipo de homem que fazia todo mundo virar a cabeça, mas também reconhecia que tinha meus encantos.
Nando havia dito que era um cara normal. E, de fato, era. Mas havia algo nele que me atraía. Um pouco mais alto do que eu, talvez com seus 1,82m., cabelos castanhos, levemente grisalhos. Havia nele uma aparência jovial, apesar dos seus 63 anos. Mas eram os olhos castanhos que mais chamavam minha atenção. Eles me fitavam com uma expressão divertida e sedutora enquanto ele perguntava sobre a viagem e se eu queria comer alguma coisa antes de irmos ao hotel.
Percebia em sua voz que ele estava nervoso, aprovado. E eu começava a perceber que talvez aquele encontro pudesse ser muito mais especial do que eu imaginara.
O hotel era simples, como ele havia avisado. Entramos no quarto e, por alguns instantes, ficamos sem saber muito bem o que dizer.
A conversa, que até então fluía com facilidade, parecia ter dado lugar a um silêncio cheio de possibilidades.
Sentei-me na beirada da cama. Ainda havia um pouco de medo. Não exatamente dele, mas daquilo que poderia acontecer. Da intensidade que eu sentia. Da possibilidade de me entregar a uma situação completamente nova.
Nando se aproximou e sentou-se ao meu lado. Sua mão tocou minha perna, um gesto simples, mas que mudou tudo.
Olhei para ele. Ele me olhou de volta. Naquele instante, as palavras se tornaram desnecessárias.
Nando estava prestes a se aproximar, e eu, que tinha pouca experiência com homens naquela ocasião, mal conseguia acreditar que aquilo estava realmente acontecendo.
Fechei os olhos e senti sua boca tocar a minha. O beijo começou suave, quase cuidadoso. Sua respiração tocou meu rosto e, aos poucos, a delicadeza deu lugar a uma intensidade que me surpreendeu. Um beijo quente, e eu senti uma onda de desejo percorrer todo meu corpo. Foi algo avassalador.
Era como se todas aquelas mensagens, todas as fantasias e toda a expectativa dos últimos dias tivessem encontrado, finalmente, um lugar para existir.
Ele me abraçou e naquele momento, já não havia dúvida de que a química estava ali.
A proximidade, o calor dos corpos e a maneira como ele me olhava faziam meu coração bater mais depressa. Eu queria aproveitar cada instante, sem correr. Ele começou a me acariciar, passando suas mãos pelo meu peito, coxas. Eu tirei a sua camisa, colocando a mão diretamente em sua pele, o que o deixou louco e o fez começar a beijar o meu pescoço e a colocar sua língua em minha orelha.
Aos poucos, fomos deixando de lado a timidez. O quarto parecia ter ficado menor, como se o mundo lá fora tivesse desaparecido.
Havia uma confiança crescendo entre nós. Uma confiança que me surpreendia, principalmente porque nos conhecíamos havia tão pouco tempo.
Eu sempre tivera receios sobre encontros assim. Mas Nando tinha uma maneira carinhosa de se aproximar, de perceber minhas reações, de me fazer sentir desejado sem me pressionar.
Entre beijos, carícias e sorrisos, fomos nos descobrindo. Eu senti suas mãos na minha cintura e, quando vi, ele estava tirando minha camisa. Antes que ela passasse pela minha cabeça, senti sua boca descendo pelo meu pescoço. Logo ela estava em meu peito.
Pelos meus gemidos, ele pôde perceber o quanto eu gostava daquilo. Sagaz, ele brincava com meus mamilos, lambendo, chupando e mordiscando provocando ondas de prazer que iam até os meus pés.
Aos poucos, fui me entregando àquele momento. Desabotoei sua camisa bem devagar, explorando seu peito, procurando retribuir o prazer que ele já tinha me dado. E parecia que eu estava fazendo a minha lição direitinha, porque ele se contorcia totalmente entregue a mim.
O que acontecia entre nós era intenso e insano. Era como se estivéssemos descobrindo uma linguagem própria. Uma linguagem feita de olhares, respirações, toques e silêncios.
Aquele homem que, horas antes, eu conhecia apenas por fotografias e mensagens, agora estava ali, tão próximo que parecia impossível imaginar que um dia tivéssemos sido estranhos.
Depois de alguns minutos ele me fez parar e se levantou. Eu acompanhei os seus movimentos e logo o imitei, também tirando os meus tênis e meias. De repente, ele me derrubou na cama e, sob o meu olhar mesmerizado, desabotoou minha calça e a puxou, me deixando só de cueca e se deitou sobre mim, roçando seu pau ao meu.
Ficamos nos beijando e nos tocando por um longo tempo, cada vez mais entregues ao desejo. Seus lábios desceram lentamente pelo meu corpo até minha cintura, onde ele parou e me fitou por alguns segundos. Havia provocação naquele olhar. Então, devagar, puxou minha cueca para baixo, deixando meu pau a mostra. Então pude sentir; ele tocou a cabeça do meu pau com a língua e provou da baba que ainda escorria. E logo, em seguida ele abocanhou meu pau com uma intensidade que eu não sabia que existia.
Eu, atônito, apenas gemi. Ele chupava com uma volúpia que me fazia contorcer-me todo. Suas mãos percorriam meu corpo, passando pelas minhas coxas, subindo ao meu peito, apertando-os. Eu, gemendo e dizendo coisas incompreensíveis, apertava sua cabeça contra o meu pau, fazendo-o engolir tudo, o que ele fazia de bom grado, e me levava às nuvens.
De repente ele soltou meu pau, tentei puxá-lo novamente, mas ele resistiu. E antes que eu pudesse dizer alguma coisa, senti sua língua lambendo meu saco e ele começou a chupar minhas bolas. Enquanto isso, suas mãos começaram a acariciar minha bunda, pelos lados e tentando levantar minhas pernas, esperando minha reação.
Eu fui levantando as pernas devagar, enquanto ele voltava ao meu pau com aquela voracidade que lhe era peculiar. Dessa vez, no entanto, podia sentir suas mãos em minha bunda, sentir seus dedos tateando, procurando à entradinha de meu cuzinho.
Senti seu dedo aproximando e olhei pra ele, assustado. Ele, sem parar de chupar meu pau, olhava agora para mim, meio que esperando minha resposta. Seus dedos, a essa altura, já brincavam no meu cuzinho sem, no entanto, penetrá-lo.
Eu respirei fundo e joguei a cabeça para trás, tomado pelas novas sensações que percorriam meu corpo.
Essa era a resposta que ele precisava. Rapidamente, quando eu menos esperava, ele largou o meu pau e foi descendo pelo meu saco, soprou um bafo quente no meu rego e atacou meu cuzinho com a língua, primeiro lambendo toda a extensão e depois lambendo as bordas e, finalmente, tentando penetrar-me. Aquilo era insano, nunca experimentei nada igual. Meu corpo tremia e se entregava a aquele homem.
Parecia impossível que aquilo pudesse ficar ainda melhor. Eu estava enganado. O melhor ainda estava por vir.
Ele parecia querer ficar ali por horas, mas eu queria participar da festa também.
– Vire para cá. Quero chupar você também.
Ele rapidamente parou o que estava fazendo e virou-se me oferecendo aquele pau que parecia enorme e voltou ao ataque ao meu pau.
Ele ainda estava de cueca. Por conta da fome dele em chupar meu pau, nem tinha tido tempo ainda para vê-lo pelado. A cueca branca estava estufada ao máximo, parecia que iria rasgar a qualquer momento. Além disso, uma grande mancha de molhada marcava a cabeça do seu pau. Afundei minha cara em sua pélvis, sentindo seu cheiro de macho.
Ele estava rigorosamente limpo. Era de manhã, ainda podia sentir o cheiro de seu sabonete. Mas o cheiro de sua excitação já exalava por cada poro e invadia minhas narinas, me extasiando, indo explodir em meu cérebro, deixando-me mais excitado do que eu jamais podia imaginar.
Fui baixando aos poucos sua cueca e pude contemplar seu pau, praticamente do tamanho do meu, uns 16 cm e grossinho com a cabeça bem proporcional e rosada.
Talvez devesse ter ido com mais calma, mas aquela pica me atraía com um magnetismo mais forte do que eu podia resistir. Caí de boca com uma fome naquele caralho que ele parou de me chupar e soltou um gemido tão alto que eu acho que o hotel inteiro ouviu.
Chupava-o como se fosse o último pau do mundo. Nunca pensei que pudesse engoli-lo todo, mas só parei quando meu nariz afundou em seus pentelhos, sentindo de novo seu cheiro de macho. Sabia que estava fazendo tudo certo porque ele não parava de gemer e nem conseguia se concentrar direito no meu pau.
Fiquei chupando-o, experimentando tudo o que eu sabia naquele pau. Dava mordidinhas de leve, lambia da base à cabeça, fazia chupetinha, lambia o freio de prepúcio, enfiava a língua no orifício do pau, tudo o que sabia e o que ele pedia. Comecei a brincar com seu cuzinho também, lubrifiquei o indicador e comecei a penetrá-lo.
Ele enlouqueceu e começou a fuder minha boca com força e voltou a cair de língua no meu cu, fazendo-me ver estrelas também.
Estava chegando a hora. Eu não fazia questão de ser ativo ou passivo, então aguardei que ele se manifestasse.
De repente, ele parou. Apenas me olhou como se quisesse algo a mais, e eu sustentei o olhar dele, como que estava consentindo com o pedido.
É incrível como alguém às vezes pode ganhar sua confiança em tão pouco tempo. Sabia que podia confiar nele, que ele seria carinhoso.
Meu sorriso foi à senha que ele precisava. Pegou a camisinha, rasgou a embalagem e desenrolou-a todinha no pau.
Colocou-me deitado de costas, levantou a minhas pernas devagar, beijando-as e cheirando-as.
Em seguida, pegou o lubrificante, passou em seu pau e voltou brincar com sua língua em meu buraquinho, de modo a me preparar e lubrificar para a penetração.
Eu o puxei e o beijei, enquanto ele brincava com o pau em minha bunda, pincelando meu cuzinho, forçando a cabeça na entradinha. Ao mesmo tempo em que mordiscava minha orelha e a lambia ao mesmo tempo.
Nesta hora, meu corpo estava totalmente entregue a aquele homem e falei:
– Me come, vai. Come o teu macho, enfia essa pica em mim.
Ele não se fez de rogado. Espalhou mais um pouco de lubrificante e encaixou a cabeça do pau no meu cu. Começou a forçar a entrada, no início doeu bastante, foi desconfortável, então ele começou a acariciar minhas coxas e a brincar com meu pau.
Era difícil acreditar que a dor iria passar com um pau daquele tamanho empalado no meu cuzinho, mas seu tom de voz era tão suave, seu olhar era tão carinhoso que, novamente, sabia que podia confiar nele.
De fato, após alguns momentos senti que estava mais relaxado, fui relaxando aos poucos e a cabeça começou a entrar, acostumando-se à invasão da vara daquele macho.
Olhei pra ele e me mexi um pouco, forçando-me contra ele. Ele sorriu e continuou a empurrar aquele pau pra dentro de mim. Logo pude sentir seus pentelhos e, depois, seu saco batendo na minha bunda. Ele estava todo dentro de mim. Ele se abaixou e me beijou de novo e falou no meu ouvido.
– Viu? Minha pica tá toda dentro da tua bundinha. Pode confiar em mim, se você sentir dor é só pedir que eu pare. Mas vai ser muito bom, eu prometo.
Eu o puxei e o beijei de novo, nesse momento ele me colocou de quatro enquanto começava a se movimentar dentro de mim. Seus movimentos foram se acelerando e logo ele estava num ritmo intenso, tirando o pau quase todo e metendo de novo em mim.
De repente, ele começou a me punhetar enquanto me comia. Ser tocar e sentir-se preenchido por um macho, aquilo me levou a loucura.
Naquela intensidade, já no limite, senti minhas pernas tremerem e uma descarga percorrer meu corpo. Era como se um raio nascesse em mim e se espalhasse pelo peito, onde meu coração batia descompassado, quase rompendo o peito sob o toque das suas mãos. Por um instante, perdi a noção de tudo, entregue à vertigem daquele momento.
Era isso. Gemi alto, enquanto uma pressão enorme explodia dentro de mim, meu pau jorrava, literalmente, nunca tinha me visto gozar tanto. Podia sentir o Nando tremendo também, gemendo e segurando minhas pernas para não cair.
Naquele instante, percebi que ele também havia gozado. Seu olhar, ainda carregado de prazer e satisfação, encontrou o meu — e havia nele uma intensidade que me fez sentir desejado, único.
Não era apenas a realização de uma fantasia. Era o encontro de duas pessoas que, de alguma forma, haviam encontrado uma conexão inesperada. Uma conexão que, começara na tela de um computador e agora existia naquele quarto de hotel.
Quando tudo se acalmou, ficamos algum tempo próximos, aproveitando o silêncio.
Eu ainda sentia no corpo a intensidade daquele encontro. Mas, acima de tudo, sentia uma espécie de tranquilidade. Aquela tranquilidade que surge quando algo que desejamos há muito tempo finalmente acontece.
Naquele quarto, não existiam as distâncias entre Santa Catarina e o Rio. Não existiam as desculpas, o casamento, a culpa ou o tempo. Éramos apenas dois homens diante daquilo que haviam imaginado tantas vezes.
E, por alguns instantes, a fantasia pareceu mais verdadeira do que a própria vida real. E foi então que tudo mudou. Quando dei por mim, estava sentado diante do computador. A tela iluminava o quarto. O silêncio era o mesmo de sempre. Não havia passagem aérea, aeroporto, hotel ou Nando. Nenhum cheiro, nenhum toque, nenhuma prova de que eu havia saído de casa. Apenas o texto aberto diante de mim. Li as últimas linhas e permaneci imóvel por alguns segundos. Depois, sorri.
Aquela sexta-feira nunca havia acontecido. Ou talvez tivesse acontecido da única maneira possível: dentro da minha imaginação, entre uma palavra e outra, no espaço secreto onde os desejos encontram coragem para existir.
Nando não estivera no aeroporto. Não dirigira até o Flamengo. Não havia compartilhado comigo aquele quarto.
Mas, enquanto eu escrevia, tudo parecera real. E talvez fosse justamente essa a força das histórias: permitir que um homem sonhador atravesse o impossível, viva o que deseja e, por alguns minutos, confunda a fantasia com a vida.
Foto 1 do Conto erotico: O grande encontro


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Comentários


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tonypunto Comentou em 22/09/2026

VOTADO! SUBLIME! NÃO ENCONTRO OUTRA PALAVRA PARA QUALIFICAR ESTE CONTO. OBRIGADO!!!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O grande encontro

Codigo do conto:
272910

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
22/09/2026

Quant.de Votos:
4

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