Quem nunca alimentou uma fantasia secreta, daquelas que dificilmente confessaria em voz alta, que atire a primeira pedra.
As minhas costumavam surgir nos lugares mais improváveis. Em banheiros públicos, por exemplo, havia algo nos encontros fortuitos, nos olhares rápidos e na proximidade entre desconhecidos que despertava em mim uma curiosidade difícil de explicar. Talvez fosse o inesperado. Talvez o risco de ser surpreendido. Ou, quem sabe, a possibilidade de descobrir que alguém, tão discreto quanto eu, guardava os mesmos pensamentos.
Nunca soube definir exatamente o que me atraía naquilo. Só sabia que, algumas vezes, um olhar sustentado por um segundo a mais era suficiente para fazer minha imaginação trabalhar durante horas.
No fundo, havia uma pergunta que eu nunca tivera coragem de fazer: e se um dia alguém percebesse minha curiosidade e, em vez de se incomodar, resolvesse corresponder a ela?
A resposta veio numa noite de cinema.
Eu estava no shopping com minha esposa e alguns amigos. O filme já havia começado havia um bom tempo quando senti uma necessidade urgente de ir ao banheiro Levantei-me discretamente e atravessei o corredor, e caminhei em direção banheiro reservado à área das salas de exibição.
Ao entrar, encontrei dois homens junto aos mictórios e parecia que estavam se pegando. Aquilo me intrigou bastante. Pulei dois espações e fiquei ali, de pé. Dei minha mijada, e que mijada!
Involuntariamente, ou não, observei os cacetes dos caras, mas acho que ficaram desconsertados comigo ali, e resolveram sair.
Fiquei sozinho. Ou quase. Depois de alguns minutos ali mijando, entrou um cara mais velho, deveria ter um cinquenta anos, discreto. - Também casado, pois usava aliança.-.
Ele já entrou e de cara fixou o olhar em mim. Virou-se para mijar e ficou me olhando de canto de olho. Meu coração acelerou. Procurei manter a expressão indiferente, mas, por dentro, minha imaginação já havia ultrapassado os limites daquela situação corriqueira Nessa hora meu pau já estava duro feito rocha, só de imaginar o que poderia vir a acontecer.
Sustentamos o olhar por alguns segundos. Não havia palavras, apenas uma espécie de pergunta silenciosa, seguida de outra, ainda mais difícil de ignorar.
Foi nesse momento que compreendi que talvez não fosse o único a perceber a tensão que se instalara entre nós.
Ele deu um pequeno sorriso.
Eu retribuí, quase sem perceber.
Ele acabou de mijar e continuou ali, parado como eu. Afastou-se um pouco para trás de modo que eu pudesse ver o pau dele e eu logo olhei e vi uma rola, ainda em processo de endurecimento, mas que já se mostrava cabeçuda e muito grossa.
Na hora não acreditei que aquilo estava acontecendo comigo. Minha adrenalina estava a mil, o tesão corria em minhas veias!
Sempre olhando para a porta, por segurança, ele veio para o meu lado e sem nenhum pudor, e sem pedi permissão, pegou a sua mão e começou a punhetar meu pau ali mesmo, naquele banheiro. Que sensação gostosa, ter um estranho batendo uma pra mim, naquele banheiro.
Em seguida, ele foi em direção ao reservado e fez sinal para que eu o seguisse. Não pensei duas vezes, só olhei para os lados para ver se tinha alguém chegando e como não havia mais ninguém ali, até porque, o banheiro era restrito dentro da área do cinema, então, o segui.
Ele fechou a porta atrás de mim. Neste momento, me colocou sentado no vaso a sua frene e num impulso, sem pensar, desabotoou sua bermuda e comecei a chupá-lo.
Aquele cheiro de macho me deixou mais maluco ainda, sugava a vara dele com tanta força que ele me pedia calma, pra ir devagar.
Eu não queria nem saber, estava doido pra matar a vontade, o pau dele era tão grosso que eu tinha que abrir a boca ao máximo pra conseguir chupar. Lá fora eu ouvia o barulho das pessoas entrando e saindo e conversando. Aquilo me deixava ainda mais com tesão. Fiquei chupando aquele pau por uns 5 minutos.
Foi quando ele pediu para trocarmos de posição. Na hora, já se abaixou e abocanhou meu pau engolindo tudo com uma facilidade assustadora. Parecia que ele era mestre na arte de engolir pau.
Impressionou-me a maestria com que ele engolia tudo, sem demonstrar a menor dificuldade. A cada sugada ele me levava à loucura, sentia sua barba roçando no meu saco.
Ele dava umas chupadas intensas no meu pau enquanto eu alisava sua bunda, que por sinal era deliciosa. Redonda, durinha, típica bunda de homem que treina e cuida do corpo.
De repente, ele deixou cair sua bermuda e cueca em seus pés. Foi então que pude ver aquela bundinha branquinha, linda, peludinha e cheirosa. Minhas mãos trabalhavam arduamente alisando aquela bundinha peludinha enquanto ele me chupava gostoso.
Pedi, para que ele se virasse e empinasse aqui bundinha e comecei a brincar com minha língua nela. Fazia movimentos circulares, praticamente fudendo aquele cuzinho com a minha língua. A cada “linguada” ele gemia baixinho e dizia que estava gostoso demais e que não aguentaria mais tempo e gozaria.
Estava tão louco que meti a mão abrindo aquela bunda e fui com o dedo no anelzinho já lubrificado pela minha saliva e fui introduzindo vagarosamente meu dedo naquele cuzinho rosado delicioso. Nesta hora ele gemeu alto que tive medo de alguém ouvir. Le gemia gostoso, perguntei se eu poderia meter nele, mas disse que ali não, seria perigoso.
Então, voltou a chupar meu pau com tanta voracidade que anunciei o gozo e desta vez, para minha total surpresa, ele começo a sugar cada vez mais forte e como numa explosão, gozei em sua boca. Ele engoliu toda a minha porra e limpou todo meu pau.
Em seguida, ele me beijou gostoso e pude sentir o meu gosto em sua boca e aquilo me deixou louco. Sussurrando em meu ouvido disse: - Agora é a minha vez.
Comecei a chupá-lo freneticamente, e ele fodia forte minha boca, dizendo que me daria seu leite.
Em certo momento, percebi que as estocadas estavam mais forte e tentei sair, mas ele segurou firme a minha cabeça e então pude provar o sabor de sua porra. Docinha, gostosa. Foi a primeira vez que havia experimentado a porra de alguém.
Ele ajeitou a roupa com tranquilidade. Eu fiz o mesmo, tentando recuperar a expressão habitual, aquela que usava diante do mundo para não revelar tudo o que se passava dentro de mim.
Antes de abrir a porta, ele me beijou novamente e disse para sairmos separado. Concordei.
Ele saiu primeiro.
Esperei alguns minutos, lavei o rosto e observei meu reflexo no espelho. Minha aparência era a mesma. Nenhuma mudança visível denunciava o que acabara de acontecer.
Ainda assim, eu mal conseguia acreditar.
Voltei à sala de cinema e me acomodei ao lado da minha esposa. Ela perguntou onde eu havia me metido por tanto tempo.
— Tive um pequeno problema no banheiro — respondi, tentando parecer natural.
Ela aceitou a explicação e voltou a prestar atenção ao filme.
Eu também olhei para a tela, mas já não fazia ideia do que estava acontecendo na história.
Minha cabeça continuava naquele banheiro, naquele olhar e naquele sorriso que parecia esconder muito mais do que revelava.
Quando o filme terminou, seguimos para a praça de alimentação. O grupo estava com fome, e logo começamos a discutir o que pedir. Aos poucos, a conversa tomou conta da mesa, entre comentários sobre o filme e brincadeiras de sempre.
Foi então que minha esposa reconheceu um casal que acabara de chegar.
— Olha só quem está aqui! — exclamou, levantando-se para cumprimentá-los.
Meu estômago se contraiu antes mesmo de eu olhar na direção indicada.
Era ele. O homem do banheiro.
Ao lado dele estava uma mulher elegante, sorridente, que parecia conhecê-lo tão bem quanto minha esposa conhecia a mim.
Os dois casais trocaram cumprimentos calorosos. Descobri, com um desconforto crescente, que nossas companheiras se conheciam havia algum tempo, embora nós dois aparentemente nunca tivéssemos sido apresentados.
— Venham sentar com a gente! — minha esposa convidou, sem desconfiar de nada.
Eles aceitaram.
O homem puxou uma cadeira e se acomodou à minha frente.
Por um instante, nossos olhos se encontraram.
Ele não demonstrou surpresa. Pelo contrário: cumprimentou-me com a mesma naturalidade com que cumprimentaria qualquer conhecido. Depois, enquanto as mulheres retomavam a conversa, deixou escapar um sorriso discreto.
Quase imperceptível. Mas eu reconheci. Era o mesmo sorriso do banheiro.
A conversa seguiu animada, e ninguém pareceu notar a breve pausa entre nós. Eu tentava acompanhar o assunto, respondendo quando necessário, mas uma pergunta insistia em ocupar meus pensamentos.
Será que aquilo havia sido apenas um encontro fortuito, destinado a permanecer como uma lembrança secreta?
Ou será que, sem perceber, eu acabara de abrir uma porta para algo muito maior?
Quando ele ergueu o copo e brindou com todos à mesa, nossos olhares voltaram a se cruzar.
Dessa vez, fui eu quem sorriu primeiro.
E foi nesse instante que compreendi que a história talvez estivesse apenas começando.