Foi aí que a cabeça da Karine deu um nó completamente diferente. Na noite em que o Gabriel arrumou a mochila e vazou, a casa parecia até maior. O dia estava abafado, daqueles calores de queimar a pele, e a Karine já começou a botar o plano em prática logo depois de jantar. Como o irmão não estava lá para encher o saco, ela resolveu andar pela casa só de calcinha.
A Sandra, claro, tomou um susto quando viu a filha desfilando daquele jeito pela sala.
— Menina, tu endoidou? Põe um short, pelo menos! O Vitor tá aí na sala, que vergonha é essa? — a Sandra reclamou, balançando a cabeça, meio escandalizada, mas com um sorriso disfarçado no canto da boca.
A Karine deu de ombros, rindo da cara da mãe, e respondeu na maior cara de pau:
— Ah, mãe, pelo amor de Deus, tá um calor do cão! E o Vitor já tá mais do que acostumado, não enche. Deixa quieto.
Em cima ela ainda mantinha uma blusinha normal, mas a calcinha cavada na bunda redonda já deixava o clima na sala pesado. Eu tava sentado no sofá fingindo que olhava pra TV, mas com os olhos grudados naqueles coxões.
Enquanto a Sandra resmungava e ia lavar a louça na cozinha, a Karine sentou do meu lado no sofá, abriu uma garrafa de vinho tinto barato que a gente tinha levado e colocou um filme na televisão.
— Senta aqui direito, amor. Dá uma olhada nisso aqui que eu achei — a Karine sussurrou no meu ouvido, me passando a taça de vinho com um sorriso malicioso.
O filme parecia uma produção normal, daquelas com uma história dramática bem elaborada, atrizes bonitas e uma fotografia escura. No começo, parecia só um suspense romântico qualquer. Mas a gente já sabia o caminho das pedras. Aos pouquinhos, a história foi engatando numa pegada mais pesada: os diálogos foram ficando sussurrados, os olhares entre os personagens principais começaram a queimar a tela, e as roupas começaram a cair.
Na primeira cena mais forte, a gente só ria de nervoso no sofá. Eu olhava de relance pra cozinha. A Sandra tinha terminado a louça e, em vez de ir pro quarto dela como costumava fazer, encostou no batente da porta da sala, fingindo que ia organizar umas coisas no armário, mas com os olhos vidrados na tela da TV onde a putaria já estava comendo solta.
A Karine percebeu na hora que a mãe tava plantada ali assistindo. Ela colou o corpo dela no meu, passou a mão por dentro da minha bermuda, achou meu pau que já tava duro que nem pedra por causa do vinho e do filme, e soltou bem alto pra Sandra escutar:
— Caralho, amor... olha o tamanho daquele pau entrando na mina. Acha que eu iria aguentar uma surra dessas?
Quase engasguei com o vinho. A Sandra, lá na cozinha, deu um passo falso e bateu o quadril no armário, claramente mexida com a ousadia da filha.
— Menina, que conversa é essa na sala? Que palhaçada de filme é esse que vocês inventaram de ver a essa hora? — a Sandra resmungou da cozinha, com a voz meio falhada, fingindo indignação, mas sem sair do lugar.
A Karine olhou pra mim com os olhos brilhando de tesão, deu uma risadinha safada e respondeu pra mãe, sem tirar a mão de cima do meu pau:
— Ah, mãe! É só um filme, relaxa! Tá muito calor pra ficar assistindo desenho, a gente tem que se animar um pouco, né? Se quiser sentar aqui pra ver com a gente, o sofá é grande!
O silêncio que se formou na sala foi ensurdecedor. Eu olhei pra Karine sem acreditar no que ela acabara de lançar, com o coração na boca, enquanto o som de gemidos da TV ecoava pela casa inteira e a Sandra continuava estática na penumbra da cozinha.
O silêncio na sala pesou que nem chumbo. Na TV, o filme comia solto, com a atriz gemendo alto, ecoando pelas paredes daquela casa abafada.
Eu tava com o coração na boca, suando frio. Olhei de rabo de olho pra Sandra. Ela continuava plantada na porta da cozinha, com os braços cruzados bem embaixo daquele par de peitos fartos. O rosto dela tava vermelho, os olhos brilhando no escuro, totalmente vidrados na tela. Dava pra ver que ela tava dividida entre a vergonha de ter sido pega secando a gente e o tesão desgraçado que aquilo tava gerando.
A Karine percebeu que a mãe não ia arredar o pé. Ela se ajeitou no sofá, virada de frente para a televisão e para mim, mantendo o corpo relaxado e puxando o meu braço para colar comigo.
A Sandra soltou um suspiro pesado, fingindo uma indignação que já tinha virado puro fogo. Ela balançou a cabeça, cruzando ainda mais os braços:
— Vocês dois não batem bem da cabeça, juro por Deus...
A Karine deu uma risadinha safada, olhando pra mãe com aquele brilho nos olhos, e resolveu provocar de leve, sem perder a postura no sofá:
— Ah, deixa de ser chata, mãe! Chega mais pra cá, o sofá tá vazio e a garrafa de vinho tá cheia. Senta aqui com a gente pra ajudar a secar isso, vai — a Karine chamou, dando tapinhas na outra ponta do estofado, com um sorriso de quem não ia desistir tão fácil.
A Sandra hesitou por um instante, olhando pra mim e para a filha, com o rosto ainda meio encabulado. Mas o calor da noite, o mistério do filme e a própria curiosidade falaram mais alto e caminhou devagar até a mesinha, pegando outra taça.
Quando ela se acomodou na outra ponta do sofá, o espaço entre nós três pareceu encolher de uma vez só. A blusa leve que ela vestia marcava bem os peitões fartos, e o cheiro de sabonete misturado com o calor do corpo dela invadiu o ar.
Na televisão, a cena mudou para um quarto escuro, onde o ator começou a beijar a atriz devagar, tirando a roupa dela peça por peça. O som abafado dos beijos e os sussurros ecoavam pela sala silenciosa.
Depois de algumas cenas a Karine deu um sorrisinho cúmplice e anunciou:
— Vou ali no banheiro rapidinho, já volto. Não saiam daí.
Ela levantou e foi em direção ao corredor. O problema é que, com a ausência dela, o espaço no sofá mudou completamente. A Karine tinha saído da ponta e, ao voltar segundos depois, em vez de retomar o seu lugar original, ela sentou no meu lado.
Fiquei espremido, sentindo o calor do corpo da minha namorada de um lado e o perfume e a proximidade da minha sogra do outro.
Para piorar (ou melhorar, dependendo do caos na minha cabeça), a cena do filme ficou ainda mais explícita, com os gemidos ecoando alto pelas paredes da sala abafada.
A Sandra travou na poltrona. O rosto dela ficou vermelho de uma mistura de vergonha e indignação. Ela cruzou os braços com força embaixo dos peitos fartos e soltou, com a voz alterada pelo nervosismo:
— Mas que absurdo! Vocês dois perderam o juízo de vez? Ficar assistindo a essa pouca vergonha aqui na sala, comigo sentada do lado? Menina, tu não tem vergonha na cara, não?
A Karine não se abalou nem um pouco. Pelo contrário, virou-se para a mãe com um sorriso calmo e meio cínico, colocando a mão no braço dela para tentar acalmar os ânimos.
— Ah, mãe, para com isso... relaxa. A gente só tá vendo um filme. E outra... a gente sabe muito bem que você tá precisando assistir a umas coisas dessas para dar uma animada, né?
A Sandra arregalou os olhos, escandalizada com a ousadia da filha.
— Que conversa é essa agora, garota? Ficou louca?
A Karine, com uma audácia que me deixou sem palavras, aproximou o rosto da mãe e soltou, sem o menor pudor:
— Ah, mãe, não vem bancar a santa para o meu lado. Fala a verdade... aposto que você tá sentindo um tesão do cão aí agora, né? Duvido que não tá. Certeza que a tua buceta tá toda molhada só de ver a gente aqui e escutar essa barulheira.
A Sandra deu um pulo no sofá, com o rosto pegando fogo, e desceu uma bronca daquelas na filha, indignada com a franqueza da guria:
— Mas tu perdeu o limite de vez! Olha o respeito, sua abusada! De onde tu tira essas ideias imorais? Eu sou tua mãe, guria!
Mesmo com a bronca pesada e a Sandra vermelha de raiva e vergonha, a Karine continuou rindo baixinho, irredutível. A Sandra cruzou as pernas com força, empinou o queixo e disparou, tentando se defender com todas as forças:
— Não sinto nada! Coisa nenhuma! Pára de falar besteira e desliga essa televisão agora mesmo!
A Karine olhou para a mãe com um sorriso de canto de boca, claramente sem acreditar em uma só palavra daquela negação, e deu uma piscadinha para mim no escuro.
A Karine, que estava com um sorriso provocador no rosto, desmanchou a expressão na mesma hora. O tom de brincadeira e desafio sumiu por completo. Vendo a seriedade no olhar da filha, a Sandra baixou a guarda. Ela soltou os braços cruzados, encostou a cabeça no estofado do sofá e, com a voz baixa, quase um sussurro melancólico, confessou:
— Sório, filha... Você acha que eu gosto de viver assim? Eu queria. De verdade, eu gostaria muito de conseguir sentir alguma coisa. Mas isso... — ela fez um gesto rápido com a cabeça na direção da tela da TV, onde a cena continuava — isso não me exita mais. Eu não consigo mais ser a mulher que eu era. O tempo passou, meu corpo mudou, e parece que por dentro alguma coisa travou de vez. Eu só... desaprendi a ser mulher, entende?
Aquelas palavras bateram forte na sala. A Karine olhou para a mãe com uma mistura de choque e uma dor profunda no peito. Toda a pose de quem estava controlando a situação desabou, e ela se aproximou mais da mãe, pegando as mãos trêmulas da Sandra entre as dela.
— Mãe... sério mesmo? — a Karine perguntou com a voz mansinha, sem nenhum traço de julgamento, apenas com uma tristeza genuína nos olhos.
A Sandra assentiu devagar, desviando o olhar para o chão da sala, com os olhos brilhando de leve com a umidade de quem segurava o choro há muito tempo.
Eu continuava ali, sentado bem no meio delas, sentindo o calor do corpo das duas e a tensão sufocante daquele momento de vulnerabilidade extrema. A dinâmica entre mãe e filha tinha mudado de figura de um segundo para o outro; o que era um jogo de provocação e safadeza de repente se transformou em um desabafo cru sobre solidão e o peso do tempo.
O clima na sala mudou de figura de uma forma que a minha cabeça de vinte anos quase não conseguia processar. O desabafo melancólico da Sandra durou pouco tempo, logo soterrado pelo peso incômodo daquela realidade. Para aliviar a tensão que cortava o ar, a garrafa de vinho tinto barato foi aberta de novo, e a gente acabou entrando na onda, bebendo taça atrás de taça para anestesiar o nervosismo.
Com o álcool subindo à cabeça e o corpo já bem alto, a inibição foi desaparecendo. A Karine, aproveitando que a mãe tinha acabado de abrir o coração sobre a sua frigidez e a falta de tesão, resolveu esticar a corda ao máximo.
Sem cerimônia, ela meteu a mão por cima da minha bermuda, bem em cima do meu pau, que já pulsava e latejava violentamente com toda aquela situação bizarra. Ela começou a apertar e alisar com vontade, deixando o volume da minha ereção totalmente marcado e visível ali no tecido.
A Sandra, sentada na outra ponta, deu uma olhada de canto de olho. O clima na sala pesou na mesma hora, ficando denso e carregado de uma eletricidade perigosa. Com a voz baixa, meio trêmula e carregada de uma tensão palpável, a Sandra repreendeu a filha:
— Menina... não brinca com uma coisa dessas. É perigoso demais... para com isso.
Mas a Karine parecia irredutível. Percebendo que a mãe, apesar do aviso, não tinha coragem de levantar e sair, ela resolveu chutar o balde. Vendo que a Sandra estava começando a se acostumar com a ousadia, a Karine abaixou o zíper da minha bermuda, empurrou o tecido para baixo e me deixou apenas de cueca.
A Sandra arregalou os olhos, respirando fundo, e questionou num sussurro tenso:
— Filha... o que é isso?
Antes que a mãe pudesse reclamar de verdade, a Karine puxou o elástico da cueca, tirou o meu pau para fora com tudo e o ergueu, deixando o meu cacete duro e latejando apontado bem na direção da Sandra para ela ver de perto.
O desespero bateu na Sandra. Ela deu um salto no sofá, pronta para fugir, e gaguejou:
— Chega, filha, eu vou para o quarto...
Mas a Karine foi mais rápida. Segurou firme na mão da mãe, puxou-a de volta para o assento e falou com uma calmaria assustadora:
— Mãe... só olha. Não vai acontecer nada, juro. Eu só quero te ajudar, sério.
A Sandra, com o peito farto subindo e descendo num ritmo alucinado, a respiração curta e o rosto totalmente corado de nervosismo e tesão reprimido, acabou cedendo. Ela engoliu em seco, sentou-se novamente com as pernas trêmulas, encheu a taça de vinho até a borda e ficou ali, paralisada ao nosso lado.
A Karine abriu um sorriso safado, encaixou a mão na minha base e começou a me punhetar de leve, num ritmo gostoso, enquanto olhava fixamente para a mãe:
— Mãe... talvez no filme você não sinta nada de tesão... mas olha para esse pau aqui. Imagina ele...
Eu estava sem respirar, com o coração disparado na garganta, tentando processar o absurdo de estar sentado no sofá, com a minha namorada me mastigando na frente da própria mãe, enquanto a Sandra apenas olhava estática. Ela não dizia uma só palavra, mas o nervosismo estampado em cada traço do seu rosto dizia tudo: ela estava completamente hipnotizada.
Foi então que a Karine, testando o limite final daquela loucura, parou o movimento da mão, olhou bem nos olhos da mãe e perguntou direto:
— E agora, mãe? Sentiu alguma coisa?
A Sandra continuou em silêncio absoluto. Mas, num gesto lento e involuntário, ela mesma levou a mão por cima da calça, direto ao meio das suas pernas, e começou a acariciar devagar o próprio bucetão de mulher madura.
A Karine olhou para aquilo, sorriu de leve e entendeu o recado: aquele silêncio e aquele toque eram o "sim" mais escancarado que ela poderia dar.
A mão da Karine deslizava pelo meu pau num ritmo constante, fazendo a lubrificação transbordar e espalhar pelo meu comprimento. O calor na sala parecia ter dobrado. Com o corpo colado ao meu e os olhos brilhando na penumbra, ela se virou ainda mais para a mãe, decida a derrubar o resto de resistência que sobrava na cabeça da Sandra.
A voz da Karine saiu mais baixa, arrastada e cheia de malícia, cortando o som abafado da televisão:
— Sabe o que é mais gostoso, mãe? É que quando a gente se tranca no quarto. Lembra aquele dia que você achou que eu tava fazendo trabalho da escola? Eu tava era com a cara enfiada no travesseiro, com esse cacete socando fundo na minha buceta, ... Eu gemia tão alto que parecia que ia acordar a casa inteira, e ele não parava, só metia com mais força, socando até eu gozar.
Enquanto contava aquilo, a mão da Karine apertou a base do meu pau com vontade, simulando as estocadas, fazendo a minha cabeça latejar e o meu corpo inteiro se arquear de prazer. A fita daquela memória suja pairou no ar da sala como uma descarga elétrica.
Olhei de relance para a Sandra. A minha sogra estava completamente entregue. Os olhos dela, antes assustados, agora estavam escuros de desejo, fixos no meu pau firme e latejando na mão da filha. A mão da Sandra, que já estava pressionada entre as próprias pernas por cima da calça, começou a fazer movimentos lentos, circulares, esfregando o bucetão encharcado de calor.
— Olha para ele, mãe... — a Karine sussurrou, — Fala a verdade... Dá uma vontade louca de morder a ponta dele, né? De sentir esse pau duro na boca e te preenchendo inteira, do jeito que você tá seca há anos?
A Sandra soltou um gemido abafado, a cabeça tombou levemente para trás encostando no sofá, e o peito farto subia e descia num ritmo descontrolado, totalmente rendida àquela loucura.
O ar na sala parecia rarefeito, pesado demais para respirar. A tensão acumulada por semanas de olhares, espiadas e silêncios finalmente encontrou uma rota de fuga.
A Sandra não aguentou mais disfarçar. Com a respiração totalmente desregulada e os olhos brilhando em um misto de rendição e pura luxúria, ela deslizou a mão por dentro do cós da calça, enfiando os dedos diretamente buceta madura.
A Karine, de olho em cada detalhe, abriu um sorriso vitorioso e, com a voz abafada pelo tesão, provocou bem baixinho: — Tá aumentando o tesão, né, mãe? Tá gostoso?
A Sandra engoliu em seco, com o rosto inteiramente corado, e respondeu com a voz quase inaudível, entrecortada por arquejos: — Sim... Tá... Mas... meu Deus...
— ela apertou os olhos, fazendo uma careta de quem sentia um misto de dor e prazer estrangulado — ...meu dedo quase não entra... de tanto tempo que eu fiquei sem colocar nada lá dentro... Tá tudo tão fechado, tão apertado...
Ouvir aquilo da boca da minha própria sogra foi a gota d'água para o meu cérebro. A imagem mental daquele corpão maduro, daqueles peitões fartos e daquele pacote volumoso escondendo uma entrada virgem de tanto tempo de seca — combinada com o movimento dos dedos dela tentando se forçar para dentro — fez a minha mente fritar de vez.
Não deu mais para segurar. O meu corpo inteiro travou num espasmo violento de puro prazer.
Antes que a Karine pudesse continuar a punheta, senti o tranco lá no fundo da espinha. O meu pau latejou com força máxima e começou a jorrar jatos grossos e quentes de porra. Como a Karine estava bem em cima, com a mão colada na minha ereção, o meu gozo espirrou com tanta pressão que escapou pelos dedos dela, subindo em jatos e respingando diretamente na frente da minha própria camiseta, sujando o tecido com manchas quentes e visíveis.
A sala inteira silenciou, cortada apenas pelo som da minha respiração ofegante e pesada, enquanto eu desabava de costas no sofá, completamente esvaziado e tremendo da cabeça aos pés.
O cheiro forte e quente do meu gozo pairava no ar abafado da sala. Com o peito arfando e o corpo ainda formigando pelo orgasmo, puxei a barra da minha camiseta pela cabeça, usei o tecido para limpar o grosso da porra que tinha espirrado no meu peito e joguei a peça no chão, ficando com o tronco nu e brilhando de suor na penumbra.
A Karine, vendo que eu tinha descarregado mas que o clima estava longe de esfriar, virou-se totalmente para a mãe. Com um brilho malicioso e faminto nos olhos, ela colocou a mão no joelho da Sandra e disparou direto ao ponto:
— E agora, mãe? Fala a verdade... o que você mais queria ver agora? O que você quer que a gente faça?
A Sandra estava completamente entregue. Os dedos dela continuavam enfiados fundo na própria buceta, fazendo movimentos curtos e desesperados para dar conta daquela secura de anos. O rosto dela estava avermelhado, os lábios entreabertos soltavam gemidos abafados, e o peito farto subia e descia num ritmo frenético. Com a voz trêmula, gaguejando de vergonha misturada com um tesão incontrolável, ela balbuciou:
— Eu... eu não sei, filha... tenho vergonha...
— Não tem que ter vergonha de nada aqui, mãe. Só fala... — a Karine insistiu, com um sorriso de quem sabia exatamente o que a outra precisava.
Mas a Sandra não conseguiu formular as palavras. Em vez disso, ela fechou os olhos com força, jogou a cabeça para trás encostando no estofado e afundou ainda mais os dedos na própria buceta, gemendo um "ai, meu Deus..." bem baixinho que entregou todas as vontades dela.
A Karine não perdeu tempo. Vendo que a mãe estava no limite da rendição, ela olhou para mim, abriu um sorriso safado e desceu do meu colo, ajoelhando-se direto no chão da sala, bem entre as minhas pernas.
O meu pau ainda estava semi-duro, sensível e latejando pelo orgasmo recente, mas a pegada da Karine não deu folga. Ela agarrou a minha base com firmeza e meteu a boca.
A saliva dela esquentou o meu comprimento enquanto ela descia a cabeça num bote certeiro, engolindo o meu pau tentando forçar na garganta, mas não conseguia engolir tudo. Ela começou a fazer um vai-e-vem ritmado, chupando com força e subindo e descendo com uma voracidade que fazia estalos molhados ecoarem na sala silenciosa. De vez em quando, ela abria a boca para abocanhar uma das minhas bolas inteiras, puxando de leve com os lábios antes de soltar com um som estalado e abafado.
Cada puxada e cada lambida profunda faziam o meu corpo arquear de novo no sofá. E o som daquilo tudo... o barulho da saliva, a respiração pesada da Karine engolindo a minha pica, e o contraste daquilo acontecendo na frente da Sandra criou uma sinfonia de puro pecado.
Do outro lado do sofá, a Sandra não aguentou o estímulo. Ouvindo a filha chupar o meu pau com tanta vontade e vendo o modo como eu gemia de cabeça para trás, a minha sogra soltou um gemido mais alto, o corpo inteiro deu um espasmo no estofado, e os dedos dela aceleraram o ritmo lá embaixo, transbordando de tesão enquanto ela gemia sem conseguir se conter.
A Karine parou de me chupar, levantou a cabeça lambendo os lábios e limpou o queixo com as costas da mão. O brilho nos olhos dela era de pura adrenalina e desafio.
Sem perder tempo, ela me puxou pelo braço, indicando para eu me mover no estofado.
— Vem, senta aqui, bem encostado na mãe — ela ordenou num sussurro rouco.
Obedeci no automático, escorregando pelo sofá até ficar colado ao lado da Sandra. A minha sogra estava completamente entregue ao próprio transe: os dedos dela continuavam enfiados fundo na calça, fazendo movimentos descoordenados e frenéticos, enquanto a cabeça tombava para trás e os gemidos baixos, abafados e constantes escapavam da boca dela. Ela parecia não ter mais controle de si mesma, vivendo em um looping de puro tesão.
A Sandra sentiu o peso do meu corpo encostado no dela e o calor da proximidade. Com os olhos semicerrados e a voz completamente trêmula, quase um sopro de desespero misturado com culpa, ela conseguiu articular: — Filha... a gente... a gente não tá indo longe demais...?
A Karine não deu a menor bola para o aviso da mãe. Sem dizer uma única palavra, com uma naturalidade assustadora e descarada, ela começou a tirar a própria roupa. Deslizou a calcinha de renda preta pelas pernas e chutou para o lado, ficando completamente peladinha na sala, a centímetros de nós dois.
A Sandra abriu os olhos de um jeito arregalado, olhando para o corpo nu da filha ali na sua frente, parecendo não acreditar no que os olhos via.
— Filha, meu Deus... — a Sandra balbuciou, parando por um segundo os movimentos da própria mão.
Mas a Karine não parou. Ela deu um passo à frente e se posicionou bem em cima de mim, encaixando os joelhos no estofado do sofá. O meu pau, ainda duro e latejante, apontava para cima, esperando.
Antes de descer o quadril para se encaixar em mim, a Karine olhou fixamente para a mãe, abriu um sorriso malicioso e soltou a ordem direta, sem nenhum pudor:
— Olha bem, mãe. Abre Vitor aqui a minha bunda para ela ver bem o pau entrando.
Minhas mãos agiram no mesmo segundo. Segurei firme nas nádegas macias e redondas da Karine e afastei os lados com força, abrindo completamente a fenda e deixando a bucetinha dela e o meu pau expostos, bem diante dos olhos arregalados e hipnotizados da Sandra.
A Karine começou a descer o corpo bem devagar, encaixando o meu pau centímetro por centímetro. A sensação daquela buceta quente envolvendo meu pau, com a visão de tudo acontecendo bem na frente dos olhos da Sandra, fazia a minha cabeça fritar de vez.
Ela entrava inteira até o talo, fazendo o corpo estancar por um segundo, e depois subia quase até a cabeça do meu pau sair para fora, para logo em seguida descer de novo. Eu estava com os nervos à flor da pele, o coração batendo na garganta de puro nervosismo, mas completamente entregue e curtindo cada segundo daquela loucura absurda.
Ao meu lado, a Sandra não conseguia mais desviar o olhar. Ela me encarava com uma expressão totalmente entregue, uma cara de safada que misturava a maior perversão com uma carência represada por anos. Os gemidos dela já não eram sussurrados; saíam cada vez mais altos e constantes, ditando o ritmo da sala.
Aproveitando o embalo e o som dos gemidos da mãe, a Karine começou a acelerar e aumentar a força das estocadas. O barulho de pele batendo contra pele ecoava abafado no ambiente.
Todo aquele cenário — o olhar faminto da minha sogra colada em mim, a mão dela ainda se masturbando freneticamente, e a minha namorada cavalgando em cima de mim sem nenhuma vergonha — foi me levando direto ao limite.
Não deu mais para segurar. Senti o tranco clássico subindo pela espinha e gozei com uma força absurda, despejando jatos grossos e quentes lá no fundo da Karine. A porra começou a transbordar e escorrer pelas nossas pernas enquanto o meu corpo tremia de prazer.
Mesmo com o meu orgasmo, a Karine não parou na mesma hora. Ela desacelerou o ritmo, sentando de forma mais lenta e gostosa sobre o meu pau ainda latejante, enquanto o som dos gemidos da mãe continuava preenchendo a sala escura e coroando aquela noite inesquecível.
