Nos meus contos tem acontecimentos reais misturados com fantasias, até mesmo para preservar algumas coisas e deixar mais anonimo.
Então, quando tinha 20 anos, foi nessa época que comecei a namorar a Karine, que tinha 19 anos. Os pais dela eram separados, e ela morava somente com a mãe e o irmão mais novo, o Gabriel, que na época já era um menino de 18 anos, que ainda não tinha nada de vivência na vida é um adulto que travou na adolescência. A Karine era uma guria de cabelos loiros lindos; na época ainda não tinha aquele corpão de hoje em dia, mas bastava olhar para a mãe dela para a gente sacar rapidinho o futuro.
A mãe da Karine era uma senhora que se chama Alexandra, que costumavamos a chamar de Sandra, ela tem uns peitos fartos e uma bunda bem avantajada, uma madura que chamava a atenção de quem sabia olhar — até porque ela era bem caseira, não saía muito e nem ficava se produzindo toda, o que deixava tudo ainda mais natural e evidente.
Eu ia visitar a Karine todo final de semana, o que significava estar sempre no meio da família dela ou saindo com a turma. Nessas saídas, acabei conhecendo as amigas dela, mas a mais importante para essa história era a Júlia.
Ela tinha 18 anos, era mãe solteira, magrinha, de cabelos curtos e muito bonita. O detalhe é que ela tinha os peitos pequenos e bem caídos, provavelmente por causa da gravidez, algo que ficava super visível nas vezes em que ela nem se importava em usar sutiã. Para completar, a Júlia morava bem na frente da casa da Karine, então a gente vivia cruzando e às vezes fazia alguma coisa junto também.
No começo, como eu e a Karine éramos bem novos, nossas experiências eram poucas e nenhum de nós tinha malícia para esse lado mais pervertido. Por isso, ver a mãe dela daquele jeito nem me balançava, não me despertava nada além de uma constatação normal.
Mas as coisas foram mudando aos pouquinhos. O primeiro fato que começou a me chamar a atenção foram os peitos dela. Nem sei como no início eu não dava bola, mas virou uma alucinação ver aquela mulher mais madura com aqueles peitões circulando pela casa, mesmo usando roupas normais.
Eu me cuidava muito para não ser pego olhando. Como eu estava bem na transição saindo da adolescência, era como se eu estivesse tirando fotos com os olhos, guardando tudo na mente para usar depois, hehe.
A Karine trabalhava aos sábados de manhã. Eu saía de casa para levá-la de moto e depois voltava para a casa dela para dormir, porque eu adorava ficar na cama até umas 10h.
Sempre bem cedo, lá pelas 8h, eu já começava a escutar a mãe dela fazendo barulho pela casa, limpando tudo. Um pouco mais tarde, vinha o irmão dela fazendo barulho também, o que já me dava uma raiva danada porque eu só queria continuar dormindo.
Certo dia, algumas coisas diferentes começaram a acontecer, embora na minha cabeça eu achasse que era só descuido da minha sogra, sem passar pela minha mente que pudesse ser alguma provocação.
Nesse dia, enquanto eu assistia TV na sala de manhã, ela estava limpando a casa de quatro e, de vez em quando, virava aquela bunda para o meu lado. Eu nem mexia a cabeça, só movimentava os olhos de para olhar sem que ela percebesse. Às vezes, ela se virava de frente, e dava para ver os peitos marcados no sutiã por cima do decote, balançando com os movimentos da limpeza.
Em outro sábado, eu estava dormindo quando escutei ela limpando perto do quarto e acabei acordando. De repente, a porta do quarto abriu. Fingindo que ainda estava dormindo, percebi ela ali, limpando o quarto.
Foi aí que comecei a ficar encucado de verdade. Por que ela iria fazer justo aquilo ali dentro, a não ser que estivesse enjoada de ver eu dormindo até tarde e quisesse dar um jeito de me acordar?
Teve outro momento que a gente foi passear na casa de uns parentes. Como eu só tinha moto, eu levava a Karine primeiro e depois voltava para buscar a mãe dela.
Toda santa vez que eu freiava a moto, ela vinha com tudo, esfregando aqueles peitões gigantes nas minhas costas.
Isso tudo ia mexendo com a minha cabeça, e talvez tenha sido por isso que eu comecei a olhar para as coisas de outro jeito.
Certo dia, eu cheguei na casa e a Karine estava com as amigas dela. A Sandra — que era a mãe dela, minha sogra — estava sentada na varanda da casa fazendo crochê e tomando um chimarrão.
Fiquei sentado bem na frente dela, secando os peitões dela. O que mais me atraía era que ela estava sem sutiã, e aquilo me hipnotizava enquanto a gente conversava. Acho que em algum momento ela sacou o que eu estava fazendo, porque ela levantou, entrou, e quando voltou já estava usando sutiã.
Depois desse dia, parecia que toda vez que eu estava lá "registrando" o corpo da minha sogra com os olhos, ela se tocava, levantava e ia trocar de roupa. Fiquei com a sensação de que estava perdendo a minha discrição e que ela já estava percebendo o meu jogo — e pior, parecia que estava se ligando disso.
A casa da Karine era bem pequena, com dois quartos originais, mas acabaram puxando um terceiro nos fundos, logo atrás da cozinha, meio que sem muito planejamento.
O problema é que a cozinha tinha uma janela na construção original que, com o puxadinho, acabou dando direto para o nosso quarto. Quem estivesse lavando a louça, caso a janela ficasse aberta, conseguia ver a cama inteira. Só que ela quase nunca ficava aberta — era daquelas janelas sanfonadas, e mesmo que desse para espiar por alguma fresta, ainda tinha uma cortina de duas partes para garantir a privacidade, que ficava sempre bem puxada e fechada.
Por causa do nível do terreno, o chão daquele quarto ainda ficava uns dois degraus mais baixo que o resto da casa, dando uma sensação esquisita de que a gente estava meio que num nível abaixo, isolados no fundinho daquele puxadinho.
Às vezes, quando eu ia lá na casa dela aos sábados à tarde, a Karine fazia questão de me dar uma atenção especial — ou seja, eu era muito bem servido. Lá pelas três da tarde de sábado, eu já tinha certeza de que ia rolar: era hora de apreciar a bucetinha da minha namorada, que esvaziava minhas bolas depois elas ficavam enchendo até a hora de dormir. E para fechar o dia, antes de a gente dormir, ela me dava mais uma surra de buceta. Resumo da ópera: eu dormia babando, completamente desmaiado na cama.
Certo dia era um sábado a tarde, quando cheguei, a Karine já tava me esperando no portão, doidinha pra me puxar pra dentro. Ela olhou pra mãe dela na varanda e soltou:
— Mãe, o Vitor vai me ajudar com uns trabalhos da escola lá no quarto, tá?
Trancamos a porta do puxadinho e ela me mandou sentar na cama e fechar os olhos. Quando mandou abrir, o meu pau ficou duro na mesma hora: ela tava em pé, só de lingerie preta de renda, cheia de transparência.
— Fui num sex shop essa semana... comprei pra você — sussurrou ela, chegando perto.
Como tudo aquilo era novidade pra gente, o tesão bateu forte. Ela parou no meio das minhas pernas e eu já meti as mãos nas coxas dela, subindo direto para aquela bunda gostosa, apertando com vontade e sentindo a renda raspar na minha mão. Puxei ela pra colar em mim e comecei a dar vários beijos na barriga dela, lambendo em volta do umbigo enquanto ela dava uns gemidinhos baixos e segurava meu cabelo.
Fui subindo a boca devagar, dando umas mordidinhas na cintura e no peito por cima do sutiã, sentindo ela se arrepiar toda. Ela começou a rebolar devagarzinho na minha cara, esfregando a bucetinha quente por cima da calcinha bem no meu nariz, enquanto eu apertava aquela bundona e deixava ela louca de vontade.
Ainda com o sangue fervendo, vi a Karine se virar de costas e empinar aquela bunda redondinha direto na minha cara, oferecendo tudinho pra mim.
Não pensei duas vezes: meti as mãos nas nádegas dela, puxando com vontade, e comecei a encher aquela bunda firme de beijo e mordidinha. Com uma das mãos, fui direto na virilha e passei o dedo por cima da calcinha já ensopada. Dava pra ver que aquela bucetinha, mesmo novinha, já tava querendo encorpar. Puxei a renda preta pro lado, deixei o grelo e os lábios rosados todinhos de fora e fiz menção de meter a língua.
Na hora que encostei a boca, ela soltou um gemidinho abafado e empinou a bunda mais ainda pra facilitar o meu trabalho. Comecei a dar várias lambidas compridas, subindo e descendo e os gemidos da Karine foram ficando cada vez mais altos no quarto.
Ela se afastou toda arrepiada, doida de tesão. Virou-se de frente afastou a calcinha e direcionou para minha boca, chupava com gosto, de baixo para cima até chegar no grelinho dela, dando chupadinhas e lambidinhas.
Tirei minha roupa voando e sentei na cama com o pau completamente duro, trincado. A Karine veio por cima e sentou de frente, encaixando a bucetinha no meu cacete.
Pra valorizar a lingerie do sex shop, não tirei nada. Só coloquei as mãos por dentro do sutiã, puxando o pano pra baixo e deixando aqueles peitinhos durinhos com os bicos acesos pra fora. Agarrei aquela bunda com as duas mãos, apertando com força, enquanto a Karine rebolava bem devagar no meu pau, descendo e subindo gostoso. A gente se beijava de língua, desesperado, enquanto eu chupava os peitos dela bem lento e sentia ela se esfregar todinha na minha pica.
Deitámos na cama comigo de costas e a Karine por cima, com o corpo todo colado no meu. O calor entre as nossas pernas tava absurdo. Quase que no automático, a ponta do meu pau duro foi achando o caminho e se encaixando direto naquela fenda apertadinha.
Mesmo com a calcinha de renda puxada pro lado e tudo bem justo, o tesão dela tava tão alto que a bucetinha tava ensopada. Meu cassetão foi deslizando pra dentro devagarzinho, abrindo espaço naquele aperto gostoso. A Karine deu um suspiro fundo no meu ouvido, cravando as unhas nas minhas costas enquanto o pau entrava todinho, deixando a gente colado no mesmo ritmo.
Ela deitou a cabeça no meu peito, arfando pesado, enquanto eu metia com força de baixo para cima. Segurei aquela bunda gostosa com as duas mãos, apertando as nadegas e ajudando a ditar o ritmo de cada estocada funda. O barulho de pele estalando com pele ecoava no quarto abafado.
Foi bem nesse momento que escutei um barulho de louça mexendo na pia, vindo direto de trás da janela. Olhei por cima do ombro da Karine e percebi que a cortina tinha corrido um pouco, deixando a fresta aberta. Pela brecha da janela sanfonada, vi um vulto parado na cozinha, exatamente na direção da nossa cama, feito uma estátua observando a gente se acabar ali.
Com o pau já fervendo e quase gozando, nem liguei para o risco. Meti as últimas estocadas sem dó, apertei a bunda da Karine com toda a força e soltei uma gozada forte, dando um gemido alto que com certeza atravessou aquela janela e ecoou pela cozinha inteira.
Depois que a poeira baixou e a Karine capotou dormindo do meu lado, o sono sumiu na hora. Passei o resto da tarde jogado na cama, olhando pro teto e encarando a fresta daquela janela com a cabeça fritando.
O tesão da hora deu lugar a uma minhoca desgraçada na minha cabeça: quem diabos tava parado na pia manjava a gente se acabar?
Por um lado, tudo apontava pra a mãe da Karine. Era ela que vivia pra lá e pra cá na cozinha arrumando as coisas, fora aquela história dos peitões soltos e das olhadas esquisitas de antes. Podia muito bem ser minha sogra secando a gente, atiçada com os gemidos.
Mas aí vinha o outro lado que me dava um gelo na espinha: e se fosse o Gabriel? O mlk tinha 18 anos, vivia mofando dentro de casa, travadão e sem malícia nenhuma. Se fosse ele ali espiando a irmã e o cunhado por pura curiosidade de muleque, a parada ficava bizarra de outro jeito.
Fiquei cozinhando aquilo. Cada barulho de chinelo ou prato na cozinha me fazia congelar na cama, tentando adivinhar qual dos dois ia dar um sinal ou agir diferente comigo na hora do jantar.





Que delicia de conto amor, simplesmente amei! Você escreve muito bem, não tem como ler e não ficar excitada, teve meu voto. Postei um conto novo, adoraria sua visita na minha página, bjinhos Ângela