Não acreditei que isso poderia acontecer (Aniversário e o Banho de Porra) - Parte 10



Na noite seguinte àquela intensidade toda, fiquei remoendo os acontecimentos e decidi conversar com a Karine. Ela estava no sofá, ainda com a aura da véspera, mas o semblante logo mudou quando confessou que, apesar do tesão absurdo, sentia uma nóia pesada. O receio principal era o fato de o Lucas ser virgem e estar vivendo sua primeira experiência com a própria tia. Ela temia que o guri cruzasse a linha da penetração, misturasse os sentimentos e acabasse se apaixonando, transformando a vida dele em um tormento psicológico. Concordei que a situação exigia cautela para que ele não se achasse no direito de cobrar exclusividade, e decidimos esperar alguns dias, observando o comportamento dele antes de agir.

O teste veio no domingo à tarde. Notando a disciplina incomum do garoto, que passara a semana inteira calado e obediente após a nossa última investida, resolvi puxar o assunto direto da sala. O Lucas confessou, com o rosto corado, que passou os dias pensando naquilo, admitindo que foi a coisa mais intensa de sua vida. Ele explicou que aceitava segurar a onda em silêncio porque preferia mil vezes continuar do que correr o risco de ser banido e perder o acesso à gente.

Questionei ele como aguentava esse tempo todo sem fazer nada. O Lucas respirou fundo, olhando para as próprias mãos, e explicou que se mantinha sob controle justamente pelo medo de perder o acesso à gente. Ele confessou que, por pior que fosse aguentar a abstinência e o desejo reprimido no quarto, aprendeu que o segredo era obedecer e esperar em silêncio: percebeu que, quanto mais paciente e submisso ele era, mais ganhava a confiança da gente e a garantia de continuar vivendo tudo aquilo.

Aproveitando o gancho, a Karine conduziu a conversa com bastante leveza e carinho. Ela explicou que o maior cuidado que precisavam ter era para ele não confundir as coisas, não se apaixonar por ela como mulher e não achar que aquilo era um namoro, pois se a obsessão não pesasse, teríamos que cortar tudo para proteger a cabeça dele. Para nossa surpresa, o guri reagiu com uma maturidade impressionante, garantindo que entendia perfeitamente seu lugar, que respeitava as regras e que só queria aproveitar o momento sem cobranças.

O clima na sala relaxou completamente. Rindo da situação, a Karine brincou perguntando o que faltava ele aprender lá fora, como arrumar uma namorada para foder ela de verdade . Foi aí que o Lucas corou ainda mais, coçou a nuca e soltou uma revelação inesperada: confessou que já estava ficando com uma garota tímida da escola, embora fossem apenas alguns beijos na saída. Chocado com a novidade, nós imediatamente mudamos o tom para um alerta firme de proteção e sigilo. Explicamos que a nossa dinâmica era única, que nem todo mundo tinha a cabeça aberta para entender aquilo, e que ele jamais poderia abrir a boca para comentar nada com ninguém, muito menos com a colega. O guri assentiu na hora, jurando que guardaria o segredo a sete chaves.
No dia seguinte, aproveitei um momento em que a casa estava mais tranquila e chamei o Lucas para trocar uma ideia rápida na cozinha. Ele me olhou curioso, encostado na bancada, enquanto eu cruzava os braços e abria um sorriso de canto de boca.

— Sabe Lucas? Eu estive pensando naquela nossa conversa de ontem... — comecei, baixando um pouco o tom de voz para manter o clima de segredo. — A real é que a tua tia tem um tesão absurdo por aquela porra grossa tua. Ela pirou naquilo, moleque.

O rosto do guri mudou na hora, os olhos se arregalaram e ele engoliu em seco, sentindo o sangue subir para as bochechas.
— Sério, tio? — perguntou ele, gaguejando levemente, com a respiração já pesando só de ouvir aquilo.
— Sério. Mas escuta aqui o conselho que eu vou te dar, se você quiser ver o negócio andar de verdade — continuei, encarando ele bem firme. — Para de gastar tua energia batendo punheta por qualquer coisinha no quarto. Guarda o teu leite, segura essa vontade e deixa acumular. Se a tia perceber que você tá guardado e pilhado para ela, é bem capaz de ela ficar feliz da vida e resolver tentar algo mais com você na próxima. Entendeu o recado?
O Lucas abriu um sorriso enorme, misturando expectativa, nervosismo e um tesão instantâneo, balançando a cabeça freneticamente enquanto absorvia cada palavra.

Faltavam apenas três dias para o aniversário de 19 anos do Lucas, e decidi que a gente precisava comemorar de um jeito diferente. Sugeri para a Karine fazermos uma janta na área da piscina: nós três, mais a Emily, a namorada dele de 18 anos que ele havia mencionado dias antes. A ideia era descontrair e dar as boas-vindas para a guria no nosso círculo.

O Lucas tratou de convidá-la, e ela aceitou. No dia da pequena comemoração, preparamos um churrasco à beira da piscina. Quando a Emily chegou, confesso que me impressionei na mesma hora.

A guria era simplesmente deslumbrante. Ela tinha 1,80m de altura — apenas uns dez centímetros mais baixa que o Lucas —, uma pele cor de caramelo perfeita, olhos verdes marcantes e um cabelo cacheado e sedoso que caía pelos ombros. Com um perfil totalmente atlético, típico de quem joga vôlei, ela exibia o corpo esbelto e firme de atleta, reforçado pelo look que escolheu para a ocasião: veio direto com uma roupa de jogadora de vôlei, incluindo uma bermudinha bem curta que valorizava ainda mais as pernas torneadas.

A noite correu super bem. O churrasco rolou solto, jantamos à beira da água, nos divertimos e conversamos bastante para nos conhecermos melhor. Ela era simpática, animada e entrosou rápido com a gente.

Mais tarde, a Emily se despediu e foi para casa. Enquanto o Lucas acompanhava a namorada até o portão, aproveitei o momento para soltar uma provocação sutil para Karine, comentei, rindo baixo, que o Lucas devia estar se segurando com o pau durão a noite toda perto dela, e lancei: — Imagina só aquelas bolas dele cheias de porra acumulada...

Ela soriu e fez cara de safada impressionada, sentindo o baque da provocação, mas logo entramos para a sala.
Mais tarde, eu e o Lucas estávamos sentados no sofá assistindo à TV, enquanto a Karine terminava de organizar algumas coisas no quarto dela. De repente, a voz dela ecoou pelo corredor, pedindo para fecharmos os olhos porque havia preparado uma surpresa.

No mesmo segundo, escutamos o som da TV sendo desligada e, logo em seguida, as luzes da sala se apagaram. A única iluminação que restou vinha de longe, criando um clima meio penumbra, romântico e altamente sensual.

— Já podem abrir — chamou a Karine, surgindo na entrada da sala.

Quando abrimos os olhos, o fôlego quase sumiu. Ela estava parada bem na nossa frente, usando uma camisola fina, praticamente transparente, que desenhava cada curva do corpo de forma provocante e irresistível.

A penumbra da sala tava com uma energia absurda, com aquela música lenta e pesada tocando baixinho de fundo. O Lucas tava sentado no sofá do meu lado, respirando fundo, com os olhos vidrados e secando a Karine sem conseguir piscar.

Ela deu mais um passo rebolando no ritmo exato do som. Debaixo daquela camisola quase transparente, dava para ver direitinho um conjunto de lingerie de renda preta caríssimo que desenhava cada curva do corpo dela. Ela passou a mão pela própria cintura, subiu até os seios, apertando de leve a renda, e cravou o olhar no guri, que já tava quase tendo um treco.

— Sabem por que vocês ganharam essa surpresa? — soltou ela, com a voz bem rouca e safada, enquanto prendia o cabelo num coque alto. — Porque o Lucas se comportou que é uma beleza com a Emily no fim de semana. E menino bom... merece ser premiado, né?

Aí o show pegou fogo de vez. Com a maior calma do mundo para torturar a gente, ela segurou a barra da camisola e foi puxando bem devagar, centímetro por centímetro, até arrancar a peça e jogar de lado. Sobrou só a lingerie. Ela deu mais uma rebolada, enganchou os dedos nas laterais da calcinha fio-dental preta e foi descendo o tecido pelas pernas torneadas até chutar pra longe.

Faltava só o toque final. Ela deu um puxão rápido no fecho do sutiã de renda, e os peitões fartos dela saltaram livres, balançando com força, pesados e com aqueles bicos duríssimos estufados pra frente na nossa cara.

O Lucas tava com os nós dos dedos brancos de tanto apertar o sofá, tremendo de tesão, com o pau duro estufando a calça a ponto de rasgar. A Karine colou bem na frente dele, deixando o perfume dela invadir tudo, e soltou, sorrindo maliciosa:

— Chega de segurar, moleque... Agora vocês podem bater punheta me vendo.

O ritmo da música lenta parecia ditar a pulsação do nosso sangue. A Karine dominava a sala com uma presença magnética; nua, cada movimento do seu corpo era uma mistura hipnótica de graça e puro pecado. Ela girava e rebolava de forma espetacular e extremamente sexy, transformando o ambiente em um verdadeiro cenário de pura luxúria.

Enquanto ela desfilava diante de nós, eu e o Lucas afundamos ainda mais no sofá, com as mãos coladas nos próprios corpos, mantendo o ritmo de uma punheta gostosa e compassada. Ela percebeu o nosso desespero e resolveu nos torturar ainda mais. Aos poucos, foi se aproximando rebolando de costas, empinando o rabo farto bem na nossa cara. Ela rebolava com força, encaixando o quadril no nosso campo de visão, deixando que a gente cheirasse o seu perfume misturado ao calor da pele e beijasse aquela bunda macia e deliciosa sem cerimônia. Cada toque nosso fazia a pele dela se arrepiar e trazia um sorriso ainda mais malicioso aos lábios dela.

De repente, ela parou bem no centro da sala, virou-se de frente, colocou as mãos para trás e estufou os peitos fartos para frente, empurrando-os na nossa direção. Os bicos estavam extremamente durinhos, latejando de tesão. Ela mordeu o lábio inferior, para a nossa surpresa e delírio, colocou a língua para fora de forma provocante e soltou o comando fatal, com a voz rouca:

— Gozam em mim...

As pernas dela ainda estavam bem fechadas, criando uma expectativa insuportável. Enquanto mantinha os olhos cravados nos nossos, ela foi abrindo as coxas lentamente, centímetro por centímetro. Aos poucos, a sua buceta foi se revelando. Conforme os lábios molhados iam se abrindo, dava para notar o brilho e o grude daquele mel escorrendo, provando o quão lubrificada e excitada ela estava.
Aquela visão foi a gota da água para mim. Sabendo exatamente o que era a sensação viciante de enfiar o pau naquela xota, a minha mente entrou em colapso e eu não consegui segurar. Gozei liberando uma quantidade mediana de porra nos peitos e parta da boca da Karine — afinal, ela sempre me mantinha com as bolas vazias.

Poucos segundos depois, o Lucas atingiu o seu próprio limite. O guri soltou um gemido abafado e, com um tremor violento no corpo todo, começou a gozar com força. Ele despejou aquela quantidade absurda de porra grossa e quente sobre os peitos da Karine, com alguns pingos e jatos espessos alcançando o queixo e a língua da Karine. Era simplesmente incrível, um verdadeiro espetáculo de banho de porra.
A cena tava completamente insana. Com o corpo inteiro lambuzado de porra — a minha e a jorrada monstro do Lucas cobrindo o peito e a barriga dela —, a Karine se jogou para trás no sofá, com a cabeça tombada e gemendo alto, num tesão que parecia não ter fim.
O espetáculo continuou de um jeito totalmente pornográfico. Enquanto ela gemia com a voz cheia de luxúria, enfiou os dedos na própria buceta encharcada, masturbando-se furiosamente com uma das mãos e fazendo movimentos rápidos e molhados. Com a outra mão, ela passava pelos peitos e pela barriga, recolhendo os pingos da nossa porra grossa, levando os dedos direto à boca para chupar e engolir tudo com uma avidez impressionante, lambendo os lábios e mostrando a língua suja do nosso leite.

Os gemidos dela foram subindo de tom, virando um som abafado e desesperado até que o corpo inteiro dela travou. Ela arqueou as costas com força, revirou os olhos e despencou num orgasmo estonteante e barulhento, gozando gostoso sem precisar de nenhuma penetração, apenas com o espetáculo da nossa porra e o toque dos próprios dedos, tremendo toda enquanto a gente comemorava a cena absurda na nossa sala.

Foto 1 do Conto erotico: Não acreditei que isso poderia acontecer (Aniversário e o Banho de Porra) - Parte 10

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Comentários


foto perfil usuario vitor35

vitor35 Comentou em 26/08/2026

Pois é, na proxima parte 11 até eu mesmo fiquei surpreso com a ideia final dela. Nunca tinha pensado nisso Imagina a sensação naquele momento! Tomara que o conto será autorizado automaticamente já foi postado.

foto perfil usuario mosqueteiro-

mosqueteiro- Comentou em 26/08/2026

Ela não vai conseguir aguentar por muito tempo resistir kkkkk vai liberar para ele




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Ficha do conto

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vitor35

Nome do conto:
Não acreditei que isso poderia acontecer (Aniversário e o Banho de Porra) - Parte 10

Codigo do conto:
270814

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
26/08/2026

Quant.de Votos:
2

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