Não acreditei que isso poderia acontecer - Parte 04



Alguns dias depois, eu e a Karine, antes de dormir, estávamos deitados na cama, e então comecei a conversar com ela.

— Amor... — Falei passando a mão devagar pelo braço dela. — fiquei pensando no Lucas esses dias? Sabe... eu fiquei reparando no guri. O moleque é um marmanjo de quase dois metros, mas na hora H com mulher ele é zero à esquerda, totalmente travado.

A Karine virou o rosto no travesseiro, já meio ressabiada:

— Ai, Vitor, nem me venha com papo sobre o guri. Aquela loucura já passou, a gente combinou que aquilo foi um ponto fora da curva e pronto. Deixa o moleque se virar.

Dei um sorriso de canto de boca no escuro. Eu sabia exatamente onde mexer para cutucar a curiosidade dela. Cheguei mais perto, colando no corpo no dela:

— Eu sei, gata, mas põe a mão na consciência. Nenhuma guria da idade dele vai ter paciência de ensinar o bê-á-bá para um cabaço inseguro. O moleque tem medo de fazer feio, não sabe nem por onde começar. E, poxa... olha o poder que você tem sobre ele.

A Karine deu uma risadinha nervosa, mas já tava prestando atenção:

— O que você tá querendo dizer, Vitor? Quer que eu vire professora de cabaço do meu próprio sobrinho? Tá maluco?

— Que nada, amor, relaxa. Pensa pelo lado prático e no quanto isso pode ser excitante pra gente — o Vitor falou, descendo a mão pela cintura dela e dando um beijinho no pescoço. — Olha o estrago que você já faz só de existir. Se a gente der uma ajudinha controlada, um "treinamento" dentro de casa onde você manda e desmanda, e eu tô junto comandando o show... A gente ajuda o moleque a destravar de vez, e ainda transforma ele no nosso brinquedo particular.

A Karine soltou um suspiro fundo, com a respiração já começando a ficar mais rápida.

— Caralho, Vitor... isso é muito doente, se alguém descobre... — ela resmungou, mas em vez de empurrar ele, as mãos dela já foram direto para os ombros do marido.

— Quem vai descobrir? Fica só entre nós três. É o nosso segredo, um pacto nosso. O Lucas só vai ter o que você quiser dar pra ele. Não é sobre o guri, é sobre o seu poder, saca? Eu quero ver você mandando, controlando a situação e vendo aquele marmanjo babando de tesão e gratidão por você.

A Karine mordeu o lábio no escuro, sentindo toda aquela barreira moral derreter com a lábia do marido e com o próprio tesão falando mais alto. Ela puxou o Vitor pela nuca, deu um beijão de tirar o fôlego e soltou:

— Você é um desgraçado de uma cabeça fria, Vitor... Mas desembucha, fala aí... como seria esse tal "treino"?

Dei um sorriso no escuro, gostando de ver que ela já tava mordendo a isca, e emendei o raciocínio para deixar a parada ainda mais redondinha:

— Mas ó, pra gente começar, tem que ser na manha, bem de leve. Até porque o guri agora tá com os dois braços inteiros, então não tem mais desculpa de coitado engessado. E tem mais: o esquema tem que ser pra ele achar que a tia dele tá sendo meio "enganada" ou que tá rolando escondido de mim, sacou? Assim a gente garante a segurança total, o moleque fica de bico calado por medo de sobrar pra ele também.

A Karine deu uma risada soprada, balançando a cabeça no travesseiro, com os olhos brilhando de malícia. Ela pensou por alguns segundos, absorvendo a ideia, até que o lado perverso e criativo dela falou mais alto. Ela se ajeitou na cama, olhou bem nos meus olhos e soltou:

— Quer inventar moda? Então deixa comigo, que se for pra fazer, a gente faz direito pra ele ficar louco de vez — a Karine falou, passando a unha levemente no meu peito.

— A gente faz assim: o Lucas já sabe que você curte a ideia e que me libera. Então, em vez de fingir que você não sabe, a gente cria cenários onde eu mesma provoco o guri de propósito pela casa, bem na sua cara, mas fingindo que é sem você ver, ou fazendo joguinho de cumplicidade só com ele.

Dei uma risada baixa no escuro, ajeitando o braço embaixo da cabeça, e aprovei a ideia na hora:

— Caralho, gostei. Essa pegada é perfeita, amor. Em vez de ser tudo de mão beijada, a gente cria uma dinâmica onde o guri tem que ralar um pouquinho para conseguir as coisas. Ele vai ter que tentar me conquistar, demonstrar iniciativa, e você vai se fazendo de difícil, testando a paciência e o tesão dele, só liberando os degraus aos poucos. Isso vai deixar o marmanjo completamente maluco atrás de você.

A Karine abriu um sorriso largo, com os olhos brilhando no escuro de puro divertimento. A ideia de virar o jogo, fazer o sobrinho correr atrás e testar os limites da obediência do guri mexeu fundo com a vaidade e o lado manipulador dela.

Ela se ajeitou melhor na cama, já imaginando a cena e traçando os primeiros planos.

No dia seguinte, a rotina da casa voltou ao normal à primeira vista. Chegamos do trabalho cansados, e o Lucas já estava esparramado no sofá da sala, assistindo TV.

Eu fui tomar banho primeiro, e logo depois a Karine levantou para ir tomar o banho dela. Aproveitei que ela tinha entrado no banheiro, deixei a porta da sala um pouco mais distante e me aproximei do sofá, sentando perto do guri para dar o start no nosso plano.

— E aí, Lucas? Como tão as coisas lá na escola? — puxei assunto, mantendo o tom natural.

Ele deu de ombros, meio sem graça.

— Ah, tá tudo na mesma, tio... normal.

Continuei cutucando, sorrindo de canto de boca:

— E com as garotas? Tá arrumando alguma coisa ou continua devagar quase parando?

O guri deu aquela risadinha típica de quem tá acuado, coçando a nuca.

— Sabe como é, né... As mina lá da minha idade são difíceis, eu mó travado, não sei muito bem o que falar...

Apertei o passo da conversa, chegando no ponto que a gente tinha combinado na noite anterior:

— Ó, escuta aqui. Eu tive uma ideia melhor. Quer aprender a ter lábia de verdade? Eu vou te dar umas dicas de ouro, e você vai testar direto com a tua tia. Sempre que tiver uma brecha, você solta um elogio, elogia o cabelo, o corpo, faz um charme. Treina com ela para perder a timidez.

O Lucas arregalou os olhos, o sorriso de orelha a orelha entregando o misto de pânico e tesão:

— Caralho, tio... sério? Ela vai me matar, vai ficar P da vida!

— Relaxa, moleque. Faz o teste. Se ela brigar, é só jogar a culpa em cima de mim, diz que foi o tio que mandou. Fica tranquilo que eu acurro o rojão.

Enquanto a gente conversava baixinho, o barulho do chuveiro lá no banheiro parou de repente. Segundos depois, a voz da Karine ecoou pela casa, cortando o ar:

— Vitor! Traz uma toalha para mim aqui, por favor! Esqueci no quarto!

Olhei para o Lucas, bati levemente no ombro dele e sorri:

— Olha aí a primeira oportunidade de ouro da aula de hoje. Vai lá. Se ela perguntar por mim, diz que eu saí ou que não tô aqui.

O guri engoliu em seco, com o coração na boca, mas levantou do sofá meio trêmulo. Ele foi até o quarto, pegou a toalha limpa no armário e caminhou pisando em ovos até a porta do banheiro que estava entreaberta.

Batendo levemente com dedos na porta, ele chamou:

— Tia? O tio pediu para eu trazer...

De lá de dentro, a voz da Karine soou firme e um pouco impaciente, entrando no jogo perfeitamente:

— Ah, é você, Lucas? Entra rapidinho e me entrega aqui no box, por favor! Tô ensaboada, o chão tá molhado e eu não quero escorregar para pegar aí fora!

O guri empurrou a porta devagar, com a respiração travada na garganta. Quando ele deu o passo para dentro do banheiro, a visão que teve foi de tirar o fôlego: a Karine estava de costas para ele, completamente nua, com o vapor da água quente subindo e a porta do box de vidro aberta.

Ela esticou o braço para trás, sem se virar totalmente, esperando a toalha. O Lucas ficou emparedado na entrada, com os olhos vidrados na bunda redonda e nas costas suadas da tia, completamente estático e gaguejando sem conseguir formular uma frase com sentido:

— É... é... a toalha... tia... tá aqui…

A Karine virou o rosto de lado só um pouquinho, dando um sorriso disfarçado e assumindo a pose de mulher difícil e séria:

— Pronto, já peguei. Já deu o que tinha que dar, moleque. Pode sair do banheiro agora.

O guri deu dois passos para trás apressado, com o rosto vermelho como um pimentão, puxou a porta e saiu quase correndo de volta para a sala, com o pau duro e a cabeça a mil por hora com o que acabou de ver.

Enquanto eu estava na cozinha terminando de organizar umas coisas, a Karine decidiu que a brincadeira estava morna demais e resolveu dar o próximo passo por conta própria.

Assim que ela terminou de se secar, ela foi para o quarto e vestiu apenas uma calcinha fio-dental. Deixou a porta do quarto entreaberta e chamou o Lucas, que ainda estava na sala tentando recuperar o fôlego depois do susto no banheiro.

— Lucas, vem aqui um segundo, por favor — chamou ela com a voz firme.

O guri foi até lá pisando em ovos, empurrou a porta e travou na hora. A Karine estava de costas para ele, tentando fechar o sutiã e exibindo aquele corpo perfeito, com a pele ainda úmida e o cabelo cheiroso. Ela virou o rosto por cima do ombro, olhando fixamente para ele com uma expressão séria e desafiadora:

— Me diz uma coisa... no banheiro agorinha pouco, antes de você fugir parecendo um fantasma, você tentou me dizer alguma coisa, né? O que era?

O Lucas engoliu em seco, sentindo o suor frio descer pela testa, mas resolveu criar coragem e seguir a orientação que eu tinha dado mais cedo:

— É... é que... eu ia dizer que a senhora tem um corpo incrível, tia...

A Karine cruzou os braços na frente do corpo, empinando o queixo e segurando o personagem da tia rigorosa com maestria:

— Olha aqui, menino... Eu sei que a gente te deu uma moral e te ajudou num momento difícil esses dias, mas poupe-me, mantenha o respeito, certo? Sou sua tia. Mas... enfim, já que falou, gostei do elogio. Agora vaza daqui, vai terminar de ver tua TV.

O guri saiu do quarto com o rabo entre as pernas, vermelho como um tomate, mas com a adrenalina nas alturas.

Um pouco mais tarde, já noite alta, nós três estávamos na sala. A Karine deitou no sofá e começou a se espreguiçar, soltando um suspiro manhoso e levando a mão direto na lombar:

— Ai, meu Deus... que dor nas costas infernal hoje. Meu corpo inteiro tá travado do trabalho. Vitor, amor... cê não faz uma massagem em mim? Tô precisando tanto.

Dei de ombros do outro lado da sala, fingindo total cansaço:

— Poxa, vida... nem me fale, amor. Hoje o dia no serviço acabou comigo, tô com os braços moídos, não consigo levantar nem um copo d'água.

Discretamente, peguei o celular e mandei uma mensagem rápida por baixo do travesseiro para o Lucas, que estava vidrado na TV: "Se oferece para fazer a massagem nela agora".

O guri olhou disfarçado para o celular, leu a mensagem e depois olhou para a tia. Criando coragem, e soltou:

— Se... se a tia quiser, eu posso tentar ajudar... Eu tenho uma noçãozinha de massagem.

A Karine fingiu hesitação, olhando para ele de cima a baixo com desconfiança:

— Ih, sei não... você é muito desajeitado, Lucas. Vai é me quebrar inteira.

Mas o guri, embalado pelo clima e querendo mostrar serviço, insistiu:

— Ah, tia, por favor! Juro que vou caprichar, prometo que vou ajudar a aliviar essas dores de verdade. Deixa eu tentar.

Eu lancei um olhar cúmplice para a Karine de relance, e ela entendeu perfeitamente o recado. Mudou a expressão na hora, fingindo que cedeu por pura necessidade:

— Tá bom, tá bom... já que ninguém mais quer cuidar de mim nesta casa, vamos ver se você serve para alguma coisa. Começa logo com isso.

A Karine tirou a blusa, ficando apenas com o sutiã e a calcinha, ajeitou o cabelo para o lado para liberar o pescoço e se ajeitou de bruços no sofá, virada de costas para o sobrinho. Ela mesma pegou o pote de creme na mesinha de centro, entregou na mão do guri e fechou os olhos.

O Lucas engoliu em seco, com as mãos trêmulas de pura excitação. Ele abriu o pote, pegou uma quantidade generosa de creme e começou a espalhar bem devagar nos ombros e no pescoço da tia, sentindo a pele macia sob os dedos, enquanto a atmosfera da sala ficava densa e pesada de novo.

O Lucas estava ali com as mãos cheias de creme, massageando as costas e a lombar da Karine enquanto o filme passava na TV. Mas, de repente, ela interrompeu os movimentos, soltou um gemido de desconforto e virou o rosto para olhar para o sobrinho:

— Ai, desse jeito não tá adiantando muita coisa, meu pescoço continua duro... Senta aqui no sofá direito, Lucas, abre um pouco as pernas e me deixa sentar aqui na tua frente, assim você consegue encaixar melhor as mãos nos meus ombros. Mas já vou avisando, hein? Fica comportado e não tenta gracinha nenhuma!

O guri engoliu em seco, com o coração disparado, e obedeceu na hora. Ele se ajeitou no centro do sofá, abriu bem as pernas e a Karine se ajeitou de costas para ele, encaixando o corpo bem no meio das coxas do sobrinho, apoiando o peso dela contra o colo dele.

Enquanto a Karine tentava ajeitar a postura, fingindo irritação com a dor, eu fingi que estava apenas mexendo no celular, digitei rápido a mensagem e mostrei a tela de relance bem na frente do rosto do Lucas. O guri leu o que eu escrevi e, ganhando coragem com o meu aval, soltou a frase que eu havia planejado:

— Tia... sério, com esse sutiã apertado travando as tuas costas, não vai adiantar nada a massagem. O fecho e as alças estão cortando a sua pele.

A Karine virou o rosto de lado, meio que por reflexo, e soltou sem pensar, num tom impaciente:

— Ai, e o que você quer que eu faça? Que eu tire, nem pensar!

Antes que ela pudesse voltar atrás no próprio impulso, entrei na conversa com o tom mais natural do mundo, olhando da TV para ela:

— Pô, amor... por que você não tira logo esse sutiã? Você está encostada de costas aí no Lucas, ninguém tá vendo nada da frente, e você sempre andou sem sutiã por casa mesmo. Deixa o guri fazer o trabalho direito para aliviar essa dor nas costas de uma vez.

A Karine arregalou os olhos por um segundo, percebendo a armadilha em que tinha caído, mas o próprio tesão da situação e a cumplicidade do nosso jogo falaram mais alto. Ela mordeu o lábio, deu um sorriso disfarçado e suspirou, fingindo se render:

— Tá bom, tá bom... Vocês dois ganharam. Mas não ousem passar dos limites!

Com as mãos trêmulas e o hálito quente batendo na nuca dela, a Karine alcançou as costas, desabotoou o sutiã de uma vez só e o jogou longe no tapete. Os seios fartos e pesados ficaram completamente livres, balançando levemente a cada respiração, a centímetros do peito do guri, enquanto a luz da televisão continuava colorindo a sala como se nada de anormal estivesse acontecendo ali.

Com a Karine sentada bem entre as pernas dele, encostada no colo do moleque e sem o sutiã, as mãos dele desceram devagarzinho dos ombros para a frente do corpo dela. As palmas ensaboadas de creme contornaram a lateral das costelas e, com um toque leve, suave, mas cheio de intenção, os dedos do guri alcançaram a parte inferior dos seios dela, subindo numa massagem firme e ritmada.

A Karine prendeu a respiração por um segundo, sentindo o calor e a audácia das mãos do sobrinho espalhando o creme na pele macia dos peitos dela. Ela fechou os olhos, soltando um gemido abafado e baixinho, deixando o guri sentir aquele gosto gostoso de vitória por alguns instantes — exatamente o suficiente para ele ficar viciado na sensação e querer mais.

Mas, mantendo o papel de mulher difícil e no controle do jogo, ela não deixou o moleque se criar demais.

Quando o Lucas tentou apertar com um pouco mais de vontade, a Karine segurou os pulsos dele, travando os movimentos. Ela deu uma risadinha provocante, se levantou do sofá num movimento rápido e cruzou os braços na frente dos seios nus para se cobrir, olhando para ele de cima a baixo com aquele ar de superioridade:

— Pronto, pronto... Já deu por hoje, espertinho. A massagem já foi ótima, minhas costas até aliviaram — disse ela, com as bochechas coradas e o peito subindo e descendo rápido.

Ela olhou para mim, dando aquele sorriso cúmplice que só nós dois entendíamos, e depois virou para o sobrinho, que estava lá no sofá com os olhos esbugalhados, o pau duro marcando a bermuda e a respiração totalmente descontrolada:

— Agora chega de treinar por hoje, que a "aula" acabou. Eu vou é pro quarto dormir que amanhã o dia é longo. Boa noite pros dois.

A Karine pegou o sutiã no chão, deu meia-volta rebolando com aquela calcinha fio-dental e caminhou em direção ao corredor, deixando o Lucas estático na sala, sem saber se respirava ou se comemorava o quanto tinha conseguido avançar.

Foto 1 do Conto erotico: Não acreditei que isso poderia acontecer - Parte 04

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Comentários


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mosqueteiro- Comentou em 24/08/2026

Nossa que tia em, to loco para ver os próximos capítulos




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Não acreditei que isso poderia acontecer - Parte 04

Codigo do conto:
270632

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
24/08/2026

Quant.de Votos:
2

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