Numa noite tranquila de fim de semana, com o guri no quarto dele assistindo TV sem precisar de ajuda para nada, eu abri uma garrafa de vinho, puxei a Karine para o sofá, passei a mão na cintura dela e decidi jogar limpo:
— Amor, agora que a poeira baixou e o circo desmontou... me fala a verdade. O que passou pela sua cabeça com toda essa loucura do Lucas engessado? O que você sentia de verdade no meio daquilo tudo?
A Karine deu um gole no vinho, soltou um sorriso meio encabulado, mas com aquele brilho nos olhos que entregava tudo, e respondeu:
— Sinceramente, Vitor? No começo eu achei que você tava completamente maluco da cabeça e fiquei com pânico puro. Era o meu sobrinho, um guri que cresceu correndo pela nossa casa, e de repente eu estava tendo que ver ele com o pau duro, ensaboar a ferramenta dele e ainda ter que dar banho de lingerie... Parecia pesadelo.
Ela deu uma pausa, riu baixinho, balançou a cabeça e continuou, chegando mais perto de mim e colando o corpo no meu:
— Mas quer saber a mais pura verdade? Por mais errado que parecesse no papel, mexeu com um lado em mim que eu nem lembrava que existia. A adrenalina de saber que a gente estava fazendo uma proibição dentro da nossa própria casa, a tensão de ver você ali assistindo, participando e me provocando... Confesso que teve uma época em que o banho do guri deixou de ser um trabalho forçado e virou a parte mais excitante do meu dia.
Ela olhou bem nos meus olhos, mordeu o lábio e terminou:
— Ver o poder que eu tinha de deixar aquele marmanjo de 1,90 m babando e tremendo na minha mão, e ao mesmo tempo ver você todo tesão me assistindo comandar a situação... Acendeu uma chama muito louca entre a gente. Foi bizarro? Foi. Mas quer saber? Eu adorei cada segundo. E confesso que, de vez em quando, até sinto um pouquinho de saudade daquela adrenalina toda.
Apesar de toda a química e da adrenalina que a gente tinha vivido, a realidade bateu forte. Num momento de lucidez, a Karine cruzou os braços, respirou fundo e cortou o assunto na raiz:
— Vitor, chega. Isso foi uma fase maluca, a gente passou do limite e isso jamais vai voltar a acontecer. É o meu sobrinho, é errado demais e a gente tem que saber a hora de parar.
Eu tentei argumentar, perguntei se ela tinha certeza absoluta de que era isso que ela queria, e ela foi irredutível: disse que sim, que a página estava virada para sempre. Para tentar amenizar a situação e puxar assunto sobre o guri, comentei que tinha reparado que o Lucas continuava meio travado, sem desenrolar com as garotas. Perguntei para a Karine o que ela achava que estava rolando, e ela soltou:
— Ah, o moleque não sabe de nada. Tem medo porque é cabaço e não faz ideia de como funciona o sexo de verdade.
Foi aí que a engrenagem da minha cabeça voltou a rodar a mil por hora. Se o problema dele era falta de referência prática, eu tive uma ideia digna de filme proibido para resolver isso e, ao mesmo tempo, dar uma apimentada na nossa própria rotina.
— Já sei — falei com um sorriso malicioso no rosto. — Quer ajudar o guri a perder o medo e ver como a coisa funciona na prática, sem ele precisar encostar em ninguém da família? Fazemos assim: hoje à noite, fingimos que vamos para o quarto dele dar aquela checada de rotina. Depois, voltamos para a sala e eu começo a te comer bem no sofá. Deixo a porta do corredor entreaberta para o Lucas espiar tudo escondido no escuro. Assim ele aprende como se faz de verdade, vê o movimento e perde esse medo.
A Karine arregalou os olhos, boquiaberta com a audácia da minha proposta, mas o silêncio dela e a respiração mais rápida já denunciavam que a ideia tinha mexido fundo com o tesão dela.
Cara, a gente botou o plano em prática logo naquela noite. Para dar o "sinal verde" e atiçar a curiosidade do garoto, fingimos que íamos dar uma passada rápida no quarto dele só para ver se estava tudo bem. O Lucas estava lá no computador, todo desajeitado. A gente trocou duas palavras rápidas e saiu, deixando a porta do quarto dele encostada na medida certa, criando o corredor livre de visão direto para a sala.
Voltamos para a sala e a nossa rotina de perversão começou.
Fui direto para o sofá, puxei a Karine pela cintura e joguei ela deitada de costas no estofado. A coitada ainda tentou manter a pose de quem tava relutante, com os olhos arregalados e o coração acelerado, mas a respiração ofegante entregava tudo. Ela sabia exatamente o que estava rolando e quem estava assistindo lá no escuro do corredor.
— Vai, amor, finge que não tem ninguém olhando... ou melhor, finge para ele ver como a coisa funciona de verdade — sussurrei no ouvido dela, já desabotoando a calça e puxando a calcinha dela para o lado.
A buceta dela já estava encharcada de puro tesão e nervosismo. Eu não perdi tempo: encaixei o meu corpo por cima do dela, abri bem as pernas da Karine e dei a primeira investida seca e funda. A Karine soltou um gemido abafado, jogando a cabeça para trás no braço do sofá, com os seios balançando no ritmo das minhas estocadas.
Lá no fundo do corredor escurinho, a porta do quarto do Lucas se abriu só um tico mais. Dava para ouvir a respiração trêmula do guri e sentir a presença dele colado na parede, com os olhos vidrados, assistindo de camarote o tio comendo a própria tia na sala de casa.
— Ai, Vitor... caralho, mais forte... — gemia a Karine, fingindo (ou não) que estava perdendo o controle, enquanto cravava as unhas nas minhas costas. O fato de saber que o sobrinho cabaço de 1,90 m estava ali a poucos metros, vendo cada detalhe do corpo dela balançando e ouvindo os estalos dos nossos corpos se chocando, fez o tesão dela explodir de vez.
Comecei a bater forte, cadenciado, fazendo o sofá ranger na sala inteira. A cada puxada de ar da Karine e a cada gemido mais alto, o clima ficava mais pesado, parecendo que a casa inteira estava pegando fogo. Segurei firme nos quadris dela, a acelerei o ritmo até sentir o corpo dela contrair todinho abaixo de mim, se desmanchando num orgasmo estalado.
Dei mais umas três estocadas fundas, jorrei tudo bem lá no fundo dela, e desabei por cima da Karine, os dois arfando de tanto cansaço e adrenalina. Olhei de relance para o corredor: a porta se fechou num clique bem baixinho. O guri tinha voltado para o quarto com a cabeça a mil por hora, com a lição de casa mais prática e absurda possível gravada na retina.
No dia seguinte, aproveitei que a Karine tinha saído rapidinho para ir à padaria e fui direto tirar satisfação com o Lucas.
— E aí, garoto? Ontem à noite você deu uma espiada no corredor, né? — soltei na lata, encarando o marmanjo.
O guri ficou branco que nem papel, tentou se fazer de coió, gaguejou dizendo que não tinha visto nada, mas bastou eu fechar a cara e pressionar um pouco mais para ele abrir o bico. De cabeça baixa e morrendo de vergonha, ele confessou:
— Tá bom, tio... eu vi sim. Desculpa.
— E bateu uma? — perguntei direto.
— Bati...
— E aprendeu como a banda toca?
— Um pouco sim, tio... mas confesso que ainda fiquei morrendo de medo e insegurança de não saber fazer direito na hora H com alguma menina.
Aquela resposta ficou ecoando na minha cabeça. Minutos depois, quando a Karine voltou, tentei sondar o terreno e joguei verde para ver se ela toparia deixar o guri chegar um pouco mais perto para assistir de camarote, entendendo de vez como o corpo de uma mulher funciona na prática.
A reação dela foi imediata:
— Você enlouqueceu de vez, Vitor?! Tá completamente maluco da cabeça! Esquece isso, isso nunca mais vai acontecer! Já passei dos limites ontem!
Vi que se eu fosse pela linha direta, ela não ia aceitar nunca. Então, tive uma ideia totalmente absurda, daquelas que exigem paciência e estratégia de mestre.
Deixei passar alguns dias para a poeira baixar e a desconfiança dela sumir. Numa noite em que a gente estava deitado na cama vendo alguns vídeos no celular, passei propositalmente por um vídeo de um casal transando onde a mulher estava com os olhos vendados. A Karine achou o máximo, achou a ideia super sensual e excitante. Bingo. O terreno estava preparado.
— Quer experimentar hoje à noite? O lance da venda? Vai ser tesão puro, amor — sussurrei no ouvido dela.
A Karine sorriu maliciosa e topou na hora, sem imaginar o que eu tava tramando por trás.
Assim que o plano foi aceito por ela, fui dar o papo no Lucas.
— Escuta aqui, moleque: hoje à noite vou vendar a sua tia na nossa cama. Quando eu der o sinal, você entra no quarto bem devagarinho, sem fazer barulho nenhum, e vai poder ver tudo de pertinho, do jeito que você precisa para aprender de vez. E ó: se quiser dar uma tocada enquanto olha, pode tocar à vontade. Só tem uma regra de ouro: na hora que for gozar, aperta firme e segura a porra toda na sua mão para não sujar o chão do quarto, entendeu?
O guri arregalou os olhos, engoliu seco e balançou a cabeça confirmando com um sorriso de orelha a orelha. A noite prometia ser a mais insana de todas.
O clima no quarto era de pura eletricidade. A porta ficou propositalmente encostada, no ponto certo para não fazer nenhum barulho ao abrir. Comecei a beijar a Karine com calma, tirando a roupa dela devagar até ela ficar apenas com aquela lingerie que era uma verdadeira perdição: uma calcinha fio dental super cavada e transparente na frente, deixando a buceta deliciosa dela totalmente marcada e aparente, e os peitos fartos e pesados, parecendo que iam arrebentar o sutiã a qualquer momento.
Amarrei a venda preta nos olhos dela, garantindo que ela não enxergaria absolutamente nada, e pedi para ela ficar de pé, dizendo que ia buscar um creme na gaveta.
Dei o passo em direção à porta e a empurrei levemente. O Lucas já estava espiando no corredor, respirando fundo e tremendo da cabeça aos pés. Fiz um gesto rápido com a cabeça para ele entrar, e o guri pisou no quarto de fininho, parando ali na frente dela, a uns dois metros de distância, com os olhos vidrados na cena.
Fui por trás da Karine, fingindo que ia começar a massagem, mas decidi dar o show completo para o sobrinho. Encaixei as minhas duas mãos por baixo do sutiã dela, segurei firme nos peitos fartos e puxei para cima de uma vez só, fazendo o sutiã ceder e liberando aqueles globos quentes e pesados que deram uma balançada gostosa no ar.
O Lucas perdeu o juízo na mesma hora. Com a mão trêmula, ele sacou o pau para fora da calça, já duro como uma rocha, e começou a bater punheta num ritmo frenético e desesperado, enquanto eu continuava ali por trás, apertando e massageando os peitões da minha esposa, que gemia baixinho achando que era só eu mexendo com ela.
Decidi que era hora de elevar a aposta e dar ao guri a aula prática definitiva, aproveitando que a Karine estava completamente cega e à mercê da situação.
Sussurrei bem baixinho no ouvido da Karine, fingindo uma voz rouca de tesão:
— Amor... abre mais as pernas para eu te curtir melhor... deixa eu chegar bem perto.
A Karine, já entregue ao calor do momento e achando que era só o nosso jogo de casal, obedeceu na mesma hora. Ela abriu um pouco mais as pernas, empinando aquela calcinha fio dental transparente que deixava a buceta dela completamente vulnerável, encharcada e pulsando.
Fiz um gesto discreto com a mão para o Lucas, apontando para a frente. O guri entendeu o recado na hora. Com o coração na boca e as pernas bambas, ele deu dois passos cautelosos para a frente, aproximando-se a ponto de ficar praticamente colado na frente da tia, a menos de um metro de distância.
Ele parou lá, com o pau duro, latejando e pingando pré-gozo, tendo a visão perfeita da buceta da Karine bem na altura dos olhos dele.
Peguei um pouco do creme que estava na mesinha, espalhei bem nas minhas mãos e, por trás, comecei a deslizar os dedos na buceta da Karine. Ela soltou um gemido estalado, arqueando as costas para trás e colando o corpo no meu, completamente alheia ao fato de que o sobrinho cabaço estava estático bem na sua frente, comendo com os olhos cada centímetro daquele corpo suado e gostoso.
O Lucas estava tão perto que conseguia ouvir perfeitamente a respiração da tia e o som molhado dos meus dedos deslizando nela. O desespero dele bateu no teto: a mão dele subia e descia no pau numa velocidade absurda, os olhos virando para cima de tanto tesão.
Vendo que ele estava no limite e prestes a estourar, fiz sinal para ele chegar ainda mais perto, pronto para o gran finale daquela aula particular proibida.
O clima no quarto tinha passado de qualquer limite de sanidade. Sem tirar a venda dos olhos da Karine, sussurrei para ela mudar de posição:
— Amor, vira de quatro na cama para mim... Deita direitinho na beirada.
A Karine gemeu baixinho, obedecendo sem questionar nada. Ela engatinhou na cama e posicionou a bunda bem na borda, empinando o quadril e deixando tudo à mostra para quem estivesse na frente.
Fiz um sinal rápido para o Lucas, que estava estatelado, com o pau latejando e a mão a mil por hora. Direcionei o corpo da Karine para que a bunda dela ficasse exatamente na direção do guri, a poucos centímetros dele.
Fiquei de pé logo atrás dela e, com as duas mãos, abri bem as nádegas da minha esposa. O espetáculo que se abriu para o Lucas foi inacreditável: uma buceta encharcada e um cuzinho perfeitamente rosinha, parecendo de uma menina de 18 anos, totalmente expostos e pulsando.
Comecei a passar os dedos alternando entre o cu e a buceta dela, fazendo um som molhado que ecoava pelo quarto. A Karine, completamente alucinada pelo toque e achando que era só eu, jogou a cabeça para trás e soltou com a voz mais manhosa e gemente do mundo:
— Vai, amor... Come o meu cuzinho hoje... enfia tudo no meu cu, amor!
Aquele pedido explícito e a visão da tia empinada, com o corpo perfeito e totalmente vulnerável, foi a gota d'água para o cérebro do garoto.
O Lucas não aguentou. Ele levou a mão na frente do pau e começou a bombear com tanta força e desespero que, antes mesmo que eu pudesse encostar em qualquer outra coisa, ele explodiu. O guri gozou copiosamente, jorrando jatos e mais jatos de porra que voaram por todo o canto, respingando na beirada da cama e na calça dele.
Com a respiração arfante e o corpo tremendo, o Lucas deu meia-volta às pressas, puxou a bermuda e saiu correndo para o banheiro para se limpar.
Enquanto a Karine ainda estava se recuperando do ritmo frenético, dei um passo rápido até a porta do banheiro, fiz sinal para o Lucas voltar e, em silêncio absoluto.
Para a Karine, o jogo ainda era só entre nós dois.
— Amor, agora ajoelha aqui na minha frente... — sussurrei com a voz grave, guiando os ombros dela para baixo.
A Karine obedeceu sem hesitar. Ela se ajeitou de joelhos no chão do quarto, bem no meio das minhas pernas. Com a venda cobrindo os olhos e a respiração ainda quente e acelerada, ela tateou até encontrar a minha rola que já estava dura e latejando de tanto tesão.
Nesse exato segundo, o Lucas entrou de fininho no quarto, paralisado e boquiaberto. O guri, recém-saído do banho após ter gozado na mão, encostou-se na parede a poucos metros de distância, com os olhos vidrados na cena, mordendo os lábios e socando o pau de novo em ritmo lento, completamente hipnotizado pelo que ia acontecer.
A Karine não fazia ideia de que o sobrinho estava ali, assistindo a cada segundo de camarote. Ela abriu a boca e encaixou a cabeça direto na minha ferramenta, dando uma chupada funda e estalada que fez o quarto inteiro ecoar o som da saliva.
Ela começou a trabalhar com uma técnica impressionante. Descia a cabeça sem dó, engolindo o meu pau inteiro garganta adentro numa velocidade invejável, fazendo aquela garganta profunda perfeita, enquanto as mãos dela apertavam a base e os meus testículos, chupando e lambendo as minhas bolas com uma voracidade absurda. O calor da boca dela combinado com o barulho estridente da saliva era uma verdadeira perdição.
O Lucas estava quase tendo um colapso ali no canto. Ver a tia dele, uma mulher madura e fogosa, com a venda nos olhos, se entregando daquele jeito visceral e fazendo uma chupada profissional no meu pau, fez o guri perder o juízo de vez. Ele gemia baixinho, encostado na parede, com a mão subindo e descendo na própria ferramenta como um desesperado, absorvendo cada detalhe daquela aula prática de perversão enquanto eu olhava fixamente para ele, cruzando o olhar e mostrando quem mandava naquele quarto.
Cara, depois que eu esvaziei o tanque na boca da Karine, a coitada limpou a boca com as costas da mão, ainda com a venda preta nos olhos, respirando fundo e achando que a noite tinha acabado ali.
— Amor, deita de barriga para baixo na cama agora... Deita de frango assado para mim — sussurrei no ouvido dela, dando uma palmadinha de leve na bunda redonda.
A Karine gemeu manhosa, achando graça da brincadeira, e se ajeitou inteira na cama: deitou de bruços, empinou bem o quadril e abriu um pouco as pernas, deixando a bunda empinada e a buceta totalmente à mostra na borda do colchão. Ela continuava vendada, sem fazer a menor ideia do que estava prestes a acontecer.
Dei um toque sutil para o Lucas me seguir, saí do quarto rapidinho e puxei o guri pelo braço até o corredor. Ele estava com os olhos arregalados, a respiração acelerada e o pau duro como um pedaço de pau, ainda digerindo o show que acabou de assistir.
Fechei a porta do corredor encostada e falei bem baixinho, olhando direto nos olhos dele:
— Escuta aqui, moleque: a brincadeira vai subir de nível agora. Vou lá dentro pegar o plug anal dela. Sabe o que você vai fazer? Você vai entrar comigo, vai enfiar o plug no cuzinho dela e, depois, vai dar umas batidas com o seu pau na buceta molhada dela. Mas presta atenção: primeiro eu vou mostrar exatamente como você deve fazer, para você não passar vergonha. Presta bem atenção na aula, hein.
O guri engoliu em seco, quase tendo um infarto de tanta adrenalina, e balançou a cabeça freneticamente confirmando com um sorriso de orelha a orelha. A perversão tinha passado de qualquer limite imaginável.
Voltamos para o quarto em total silêncio, pisando devagarzinho no piso para a Karine não desconfiar de nada. Ela continuava lá na cama, deitada de bruços na posição de frango assado, com a venda preta tapando os olhos, a bunda redonda empinada e o quadril encaixado na borda do colchão, esperando o meu próximo comando.
Fiz sinal para o Lucas se aproximar da cama. O guri veio caminhando na ponta dos pés, tremendo tanto que dava para ouvir o som da respiração dele cortando o ar, com o pau duro e latejando para fora da cueca.
— Presta atenção na aula, moleque — sussurrei bem baixinho para ele, pegando o plug anal de silicone que estava na mesinha.
Cheguei por trás da Karine e, antes de colocar qualquer coisa, decidi dar a demonstração prática. Mostrei para o Lucas como se faz: afastei bem as nádegas dela, deixando o cuzinho rosinha totalmente exposto, e comecei a lubrificar a entrada com os meus dedos, fazendo a Karine gemer gostoso e arquear as costas, achando que era só eu brincando com ela.
Assim que a região relaxou, peguei o plug anal, posicionei na entrada do cuzinho dela e empurrei devagar. O brinquedo entrou macio, fazendo o quadril da Karine dar um leve estalo para a frente de tanto tesão. Ela gemeu alto, mordendo o travesseiro:
— Ai, amor... que delícia... adoro quando você bota o plug no meu cu...
Mostrei para ele o que fazer: cheguei por trás, alcancei o plug anal que estava no cu da Karine e o puxeis devagar, fazendo-a gemer gostoso com a saída do brinquedo. Logo em seguida, peguei a mão do Lucas e orientei o guri a empurrar o plug de volta para dentro do cuzinho dela. O Lucas obedeceu com os dedos trêmulos, encaixando o plug direitinho na entrada, enquanto a Karine gemia achando que era eu brincando com ela.
Depois disso, assumi a frente para dar a demonstração: cheguei por cima, posicionei o meu pau e bati umas três vezes com a cabeça do meu pau em cima da buceta encharcada dela, fazendo aquele som estalado e gostoso.
Mostrei para ele o que fazer: cheguei por trás, alcancei o plug anal que estava no cu da Karine e o puxeis devagar, fazendo-a gemer gostoso com a saída do brinquedo. Logo em seguida, peguei a mão do Lucas e orientei o guri a empurrar o plug de volta para dentro do cuzinho dela. O Lucas obedeceu com os dedos trêmulos, encaixando o plug direitinho na entrada, enquanto a Karine gemia achando que era eu brincando com ela.
Depois disso, assumi a frente para dar a demonstração: cheguei por cima, posicionei o meu pau e bati umas três vezes com a cabeça da ferramenta em cima da buceta encharcada dela, fazendo aquele som estalado e gostoso.
O Lucas se ajeitou ali na beirada, encostou o pau dele na buceta da Karine e repetiu o movimento, batendo umas três vezes a ferramenta em cima da entrada dela, sentindo o calor e a umidade. A Karine arqueou as costas, mordendo o travesseiro de tanto tesão, gemendo manhosa sem saber que quem estava ali encostando nela era o sobrinho.
Logo depois, o Lucas se afastou um pouco, respirando fundo e se recompondo, e eu finalmente entrei em ação: posicionei o meu corpo e penetrei a Karine com força de verdade, enfiando fundo, enquanto o Lucas ficou ali do lado, com os olhos vidrados na cena, masturbando o próprio pau num ritmo frenético e assistindo a tudo de camarote.
Depois que eu dei aquela investida por cima, puxei o fôlego e mudei o comando da nossa brincadeira para o gran finale da noite.
— Amor, vira de quatro direitinho agora na cama — sussurrei no ouvido da Karine, guiando o corpo dela.
A coitada, ainda com a venda preta nos olhos e completamente entregue ao tesão, obedeceu na mesma hora. Ela engatinhou, apoiou os joelhos e empinou a bunda com força, deixando o quadril totalmente à mostra.
Cheguei bem perto, alcancei o plug anal que ainda estava enfiado no cuzinho dela e puxei de uma vez só. O plug saiu com um estalinho úmido, deixando a entradinha rosinha totalmente aberta, relaxada e pulsando de calor.
Não perdi tempo: lubrifiquei rápido e fui direto ao ponto. Encaixei a cabeça do meu pau na entrada do cu dela e dei uma investida funda, comendo aquele cuzinho delicioso e apertado com força. A Karine soltou um gemido agudo e estalado, jogando a cabeça para trás e cravando os dedos no lençol, achando que estava vivendo o ápice da nossa perversão secreta de casal.
Do lado da cama, o Lucas assistia a tudo aquilo com os olhos esbugalhados, vendo o tio comendo o cu da própria tia enquanto a cena desenhava o limite absoluto da loucura. A visão do corpo da Karine balançando sob as minhas estocadas e o som abafado dos gemidos dela foram a gota d'água para o garoto.
O Lucas levou a mão direto no pau, começou a bombear com o desespero de quem não aguentava mais e, em poucos segundos, explodiu de novo. Ele gozou copiosamente na própria mão e na barriga, ofegante e tremendo da cabeça aos pés.
Assim que ele esvaziou o tanque, o guri puxou a bermuda às pressas, deu meia-volta e saiu do quarto quase correndo para se limpar.
Com a casa finalmente silenciosa e a noite no limite da insanidade, tirei a venda dos olhos da Karine. Ela piscou tonta com a luz, sem entender nada do que tinha acabado de acontecer além do próprio prazer. Dei um sorriso para ela, puxei a minha esposa pela mão, fomos direto para o chuveiro lavar o suor daquela maratona e, depois, desabamos na cama para dormir profundamente, com a certeza de que aquela noite tinha ido longe demais.
CONTINUA...



Cada capítulo fica melhor muito bom
vitor35