Fiquei de cara e fui direto falar com a Karine. Ela custou a acreditar, achando que o sobrinho estava testando os limites da nossa paciência. Mesmo assim, decidimos manter firme a nossa rotina combinada, apostando que, com a insistência, o corpo dele acabaria se acostumando e normalizando.
Só que a biologia do marmanjo tinha outros planos.
Naquela mesma noite, cumprimos o ritual rigorosamente. Entramos no quarto dele, tiramos a roupa do rapaz, e a Karine pegou o creme para fazer a sessão rápida antes de ele dormir. Em menos de dois minutos, o Lucas gozou com força, esvaziando o tanque como de costume.
O problema bizarro aconteceu logo depois.
Enquanto a Karine pegava um lenço umedecido para limpar o excesso de porra e o suor da ferramenta dele, o bicho simplesmente não amoleceu. O pau do guri continuou rijo, apontado para o teto, como se a descarga de minutos antes não tivesse servido para absolutamente nada.
Eu olhei aquilo incrédulo, sem acreditar no que os meus olhos estavam vendo. A Karine parou no meio do caminho, com o lenço na mão, e virou o rosto para mim com os olhos arregalados de espanto. Ficamos os dois parados no meio do quarto, encarando o pau duro do sobrinho e depois olhando um para o outro, em completo silêncio, sem saber absolutamente o que fazer diante daquela aberração da natureza.
O silêncio no quarto durou alguns segundos até que eu decidi quebrar o gelo, com a voz bem baixa para o guri não se assustar ainda mais:
— Caramba, Karine... O moleque é uma usina nuclear. Uma punheta só não tá dando conta nem de resetar o sistema dele.
O Lucas estava com o rosto vermelho de vergonha, sem conseguir olhar para nós dois, mas a ereção continuava lá, firme e forte, desafiando a nossa lógica.
A Karine engoliu em seco, respirou fundo e olhou para mim com uma mistura de pânico e uma pitada de excitação reprimida que eu conhecia muito bem. A situação tinha saído totalmente do controle: o que era para ser apenas um "atendimento de enfermagem" para salvar o emprego e a sanidade da casa estava virando algo muito maior.
— E agora, Vitor? — sussurrou a Karine, passando a mão trêmula pelos cabelos loiros. — Se a gente continuar fazendo isso, parece que estamos só estimulando mais ainda... O que a gente faz com ele desse jeito? Deixa ele dormir assim?
Eu cruzei os braços, olhei para o tamanho daquela tora erguida bem na nossa frente e percebi que a única saída seria uma dose dupla imediata ou testar o limite da própria Karine para ver se o guri finalmente saciava aquela fome infinita de hormônio.
Cara, a Karine ficou com aquela cara de quem não tava acreditando no que os olhos viam. Ela olhou para o lenço umedecido na mão, depois olhou para a tora do moleque que continuava apontada para o teto, riu de nervoso e soltou:
— Não é possível! O bicho acabou de gozar a alma, jorrou até na minha barriga, e o pau continua duro que nem uma rocha? Tá me tirando, moleque?!
O Lucas tava com a cabeça enfiada no travesseiro de tanta vergonha, sem conseguir dizer um 'A', enquanto a ferramenta dele desafiava a gravidade. A Karine cruzou os braços, respirou fundo e o orgulho dela de mulher fogosa falou mais alto. Ela não ia dar o braço a torcer para um cabaço de 18 anos.
— Quer saber? Ah, mas não vai ficar assim me desafiando na minha própria cama não! — resmungou ela, já pegando o pote de creme de novo com aquela raiva misturada com tesão reprimido.
Ela puxou a cadeira para mais perto da cama, abriu as pernas levemente e olhou feio para o sobrinho:
— Olha aqui, infeliz: se você quer brincar, vai ter que aguentar.
Dessa vez, ela não teve pena. Pegou o pau do guri com a mão cheia de creme e começou a descer e subir num ritmo frenético, com muito mais força e vontade do que antes. Eu fiquei ali no canto do quarto, encostado na parede, só assistindo à cena de camarote. Ver a minha esposa, gostosa do jeito que é, tendo que dar uma segunda rodada de punheta para domesticar o sobrinho tarado era uma cena tão absurda e ao mesmo tempo tão excitante que o meu próprio sangue começou a ferver nas veias.
O Lucas gemia baixinho, mordendo o lábio para não acordar a casa inteira, enquanto a mão da Karine ia e vinha numa velocidade impressionante. O quarto inteiro ficou com aquele cheiro forte de creme misturado com o suor e o porra do moleque.
— Vai, desgraça, amolece logo! — disparava a Karine, já respirando ofegante pelo esforço e pela adrenalina da situação.
Foram mais uns dois minutos de fricção pesada até que o guri soltou um gemido mais alto, o corpo inteiro deu um espasmo na cama, e ele descarregou o resto de energia que tinha. Só aí, com o corpo mole e pingando suor, o bicho finalmente começou a murchar, voltando ao normal.
A Karine jogou o lenço em cima dele, limpou as mãos na calça com uma cara de exausta e levantou num pulo, vermelha igual a um tomate. Me olhou com os olhos arregalados, puxou meu braço e a gente saiu do quarto às pressas, encostando a porta devagarzinho.
Lá na sala, a gente caiu no sofá rindo de nervoso. O tabu já tinha sido totalmente quebrado, e a nossa rotina tinha passado de um simples favor familiar para algo completamente fora de controle.
Cara, no dia seguinte a brincadeira perdeu a graça de vez e virou uma verdadeira maratona. Na hora de dormir, cumprimos o ritual: a Karine mandou a primeira punheta, o moleque gozou, mas o pau continuou duro igual a uma bigorna.
Como já tinha virado regra do jogo, a Karine nem discutiu, pegou o creme e emendou a segunda rodada. Só que o bicho resolveu travar no modo industrial. Passaram cinco minutos de fricção frenética e nada daquela tora ceder. Eu já estava agoniado, levantei da cadeira, fui até a cozinha, fiz um café calmante, tomei devagarzinho e, quando voltei para o quarto dez minutos depois, eu simplesmente não podia acreditar no que os meus olhos estavam vendo.
A cena era inacreditável: a Karine estava lá, suada, com o braço doendo de tanto puxar, massageando as bolas do guri com uma mão e socando a ferramenta com a outra, e o infeliz continuava com o pau esticado, parecendo de ferro. A coitada já estava exausta, sem saber mais o que inventar para fazer o marmanjo descarregar de vez aquela bateria infinita.
Cara, a cena já estava insana, mas desse jeito ela foi para outro nível de putaria.
Vendo a Karine ali, vermelha de cansaço, socando o pau do guri há mais de dez minutos sem o infeliz amolecer, eu vi que precisava intervir para salvar a minha esposa daquela maratona. Cheguei devagarzinho por trás dela, encostei o meu corpo no dela e decidi entrar na brincadeira com tudo.
— Deixa que eu te ajudo a pegar o ritmo, amor — sussurrei no ouvido da Karine.
Com uma mão, peguei por cima da mão dela, firmando a pegada na ferramenta do Lucas com muito mais força e velocidade, enquanto com a outra mão comecei a descer tapas estalados na bunda redonda e empinada da Karine.
Karine falava:
— Vai, goza logo pra mim — a Karine gemeu bem na orelha do Lucas, com a voz embargada pelo tesão e pelo cansaço, enquanto levava as minhas palmadas na bunda.
O impacto das minhas mãos na bunda dela fazia a Karine gemer alto, e aquele som misturado com o cheiro de suor, creme e o calor do quarto foi a gota d'água para o cérebro do garoto.
O Lucas arregalou os olhos, respirando de forma ofegante, completamente alucinado vendo a tia dele gemendo na orelha dele e tomando tapa na bunda por minha causa. O contraste de saber que o tio estava ali assistindo, participando e batendo na bunda da própria esposa para fazer o sobrinho gozar foi o choque de adrenalina que faltava.
Não durou nem trinta segundos daquela putaria combinada. O corpo do Lucas deu um espasmo violento na cama, os olhos viraram para cima, e ele soltou um berro abafado no travesseiro enquanto jorrava uma quantidade absurda de porra na mão da Karine, cobrindo tudo de novo.
D dessa vez, o bicho finalmente bateu as botas: com a respiração arfante, o pau que parecia de ferro finalmente amoleceu de vez, murchando na hora.
A Karine tirou a mão toda melada, respirando fundo, com a bunda ardendo dos meus tapas e o peito subindo e descendo. Ela me olhou com os olhos brilhando de um jeito que eu não via há muito tempo, deu um sorriso safado, limpou as mãos e a gente saiu do quarto trancando a porta, com a certeza absoluta de que a nossa dinâmica de casal tinha mudado para sempre.
No dia seguinte, eu decidi que nem ia perder tempo falando com a cuidadora — o buraco era mais embaixo e a gente já tinha aceitado que a nossa casa tinha virado um verdadeiro laboratório de putaria.
A gente sabia que a rotina da noite ia se repetir, então decidi mudar um pouco o roteiro para acelerar as coisas e não passar pela mesma maratona do dia anterior. Chamei a Karine de canto e soltei a ideia:
— Amor, hoje a gente vai fazer diferente. Em vez de ir com aquela cara de quem vai trocar fralda, você vai colocar a tua lingerie mais cavada e gostosa. Aquela branca de renda, sabe? Aquela que deixa teus peitos apertados, saltando para fora, e desenha bem essa tua bunda redonda.
A Karine arregalou os olhos, soltou uma risada misturada com nervosismo, mas o brilho nos olhos dela entregou que a ideia tinha mexido com o tesão dela também. Ela aceitou a brincadeira na hora.
— E mais — continuei, traçando o plano —, na hora da primeira punheta, você vai ficar de pé, bem nas costas dele, esfregando aqueles teus peitos fartos no cangote e nas costas do marmanjo enquanto faz o serviço. E antes de começar a segunda, você senta naquela cadeira ali do quarto, faz uma pose bem sexy com as pernas abertas, enquanto eu tiro a roupa do guri.
Ela mordeu o lábio inferior, deu um tapinha leve no meu peito e foi se trocar.
Pouco depois, quando demos o sinal e entramos no quarto do Lucas, o garoto já estava sentado na cama, esperando o ritual. Mas, quando a porta abriu e a Karine entrou desfilando com aquela lingerie branca de renda, os seios fartos parecendo que iam escapar do tecido a qualquer momento e a calcinha cavada marcando tudo, o moleque quase teve um colapso na hora. O pau dele, que nem tinha começado a ser tocado, já saltou para fora da cueca duro que nem uma barra de aço.
— E aí, garoto? Tá ansioso? — soltei, rindo da cara de pânico e tesão do guri.
Enquanto eu ia puxando a bermuda e a cueca do Lucas para baixo, a Karine já chegou por trás. Obedecendo ao combinado, ela colou o corpo dela nas costas do sobrinho, encaixando os peitos fartos e quentes bem na nuca e no cangote dele. O Lucas tremeu inteiro com o contato da pele e da lingerie.
A Karine agarrou a ferramenta do guri com a mão cheia de creme e começou a descer e subir num ritmo frenético, enquanto gemia baixinho no ouvido dele:
— Vai, goza logo pra titia...
Não deu nem um minuto e meio de fricção por trás. O Lucas soltou um gemido abafado, o corpo arqueou para a frente, e ele despejou a primeira carga com tanta força que espirrou até na própria barriga.
A gente achou que aquilo ia bastar, mas para testar a nossa nova regra, segundos depois o bicho continuou rijo, desafiando a gravidade. Foi aí que entrou a segunda parte do plano.
A Karine deu um passo para trás, limpou rapidinho a mão num lenço e foi direto pra cadeira que eu tinha preparado. Ela sentou de pernas abertas, empinando a bunda de lingerie branca bem na direção da cama, fazendo aquela pose de cinema, com os seios empinados e a respiração ofegante.
Enquanto isso, eu terminei de arrancar o restante da roupa do Lucas, deixando ele totalmente pelado e vulnerável na cama, com o pau duro apontando para a tia que estava ali na pose mais provocante possível. O clima no quarto estava tão pesado de testosterona e perversão que dava para cortar a ar com uma faca.
O guri deitou na cama, ainda atordoado com a visão, mas a Karine decidiu improvisar e elevar o nível da brincadeira de um jeito que eu nem esperava. Ela simplesmente deu a volta, subiu na cama e sentou direto em cima da perna dele.
Aquela buceta deliciosa, contornada apenas pela renda branca da calcinha, ficou roçando gostoso na coxa do marmanjo enquanto ela encaixava a mão na ferramenta dele. Para completar o estrago mental do sobrinho, ela começou a bombear o pau dele num ritmo perfeito, enquanto gemia alto e estufava os peitos fartos bem na cara do guri. O Lucas estava tão hipnotizado que nem conseguia respirar direito. Não durou três minutos de fricção com aquela pressão toda e ele jorrou de novo, com tanta força que o quarto inteiro parecia uma zona de guerra. Rindo à toa, exaustos e com a adrenalina lá no alto, nós finalmente saímos do quarto e fomos dormir felizes da vida.
No dia seguinte, que era sábado, decidimos dar uma folga oficial do "tratamento". Para testar se o cérebro do garoto tinha finalmente resetado, a Karine passou o fim de semana inteiro circulando pela casa apenas de calcinha e sutiã, exibindo o corpo sem pudor nenhum. E o melhor: bingo! Zero ereções indesejadas, o moleque manteve o respeito.
Quando a segunda-feira chegou, a cuidadora apareceu para trabalhar, me puxou de canto e deu a boa notícia: o guri estava perfeitamente normal o dia todo, sem andar empinado pela casa. Eu e a Karine respiramos aliviados, sentindo que o pior havia passado.
Com o tempo, para manter a tensão controlada e matar a nossa própria curiosidade, nós acabamos repetindo a dose da "punheta especial de lingerie" umas duas ou três vezes por semana. A rotina virou nosso pequeno segredo de alcova, misturando adrenalina, proibição e muito tesão entre nós três.
Até que, algumas semanas depois, chegou o grande dia: o médico deu alta, o Lucas tirou os braços do gesso e finalmente recuperou a autonomia. A casa voltou à rotina normal, a cuidadora foi dispensada de vez, e aquela fase maluca ficou gravada para sempre na memória.
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Nossa estou ansioso para a parte 3 muito bom
vitor35