Não acreditei que isso poderia acontecer - Parte 01



Cara, para você entender essa história do começo, preciso te apresentar o trio principal: eu, o Vitor, de 35 anos, moreno de pele clara, cabelo castanho e 1,80 m de altura; a minha esposa, a Karine, de 30 anos, que é simplesmente um espetáculo (loira, cabelo misturado com mechas castanhas, pele branquinha, 1,60 m de altura, olho azul que hipnotiza, além daqueles seios médios/grandes e uma bunda maravilhosa); e por fim, o Lucas, o sobrinho dela de 18 anos, loirinho, magrinho e que surpreendentemente bate 1,90 m de altura — o mais alto de casa disparado.

O Lucas acabou vindo morar com a gente porque os pais se divorciaram e foram morar bem longe, em outra cidade. Como ele tava no meio do segundo ano do ensino médio e a vida familiar era uma bagunça só, o guri acabou rodando de ano umas vezes e ficou sob a nossa responsabilidade para ver se tomava prumo nos estudos.

Só que aí que a rotina começou a apertar. Na nossa intimidade, a Karine é uma pilha de nervos de tão fogosa, e por causa do calorão ela adorava andar pela casa com roupas bem curtinhas. Mas com o Lucas morando com a gente, o clima mudou na hora. Ela teve que se podar inteira, trocando os shorts curtos e decotes por roupas bem comportadas. Por mais que ela fosse uma verdadeira safada comigo nas quatro paredes, para a família ela sempre fez a linha recatada. Ninguém da parentesca podia sonhar como era a nossa vida sexual.

Passou um tempo, aquela rigidez toda foi afrouxando. Com o calor escaldante e a convivência diária, a Karine foi voltando aos velhos hábitos e relaxando nas roupas dentro de casa. Como a gente tinha piscina, nos domingos ela só andava de biquíni, com aquelas tangas finas e transparentes que deixavam qualquer um louco. Para ela, era tudo na maior naturalidade, afinal, ele era só o sobrinho adolescente.

Mas foi aí que a coisa começou a mudar de figura. Eu comecei a reparar que os olhares do Lucas em cima da tia já não eram mais inocentes. O guri, alto do jeito que é, ficava secando cada movimento dela quando saía da piscina ou se ajeitava na espreguiçadeira. Ele disfarçava rápido toda vez que eu olhava, mas o rastro do tesão no ar era nítido. A Karine parecia nem notar, mas para mim, que ficava só observando de camarote, aquilo começou a trazer um suspense e uma tensão fudida para dentro de casa.

Olha, conhecendo o figura e prestando atenção nos hábitos dele em casa, dava para sacar rapidinho qual era a dele. O Lucas passava horas trancado no banheiro tomando aqueles banhos eternos, e a porta do quarto vivia encostada ou trancada. Era o típico punheteiro de carteirinha, e com certeza absoluta era cabaço.

Para piorar — ou melhor, para deixar a situação mais engraçada —, toda vez que alguém puxava assunto sobre mulher perto dele, o guri travava, mudava de assunto na hora e desviava o olhar com a maior vergonha. Sendo bem sincero, teve época em que eu até achava que o moleque podia ser gay, de tanto que ele parecia fugir do assunto ou evitar qualquer papo que envolvesse o sexo oposto.

Mas a verdade é que o garoto só era acuado e inexperiente mesmo. Só que agora, com a tia desfilando de biquíni cavado em volta da piscina, aquela fachada de santinho e cabaço de carteirinha começou a desabar rapidinho. O hormônio de um rapaz de 18 anos gritava, e a curiosidade dele começou a falar mais alto do que a timidez.

Aconteceu uma cena clássica que entregou demais o clima. Certo dia, nós três estábamos na sala assistindo a uma série na TV, quando as pilhas do controle caíram e rolaram para debaixo do móvel.

A Karine, na maior naturalidade do mundo e sem maldade nenhuma, levantou do sofá e se abaixou para pegar, ficando literalmente de quatro, com aquela bunda empinada de tirar o fôlego. O problema é que ela estava usando uma bermuda legging bem justa, que desenhava cada detalhe. O volume e o formato da buceta dela ficaram completamente marcados e destacados bem na cara da gente.

Eu olhei de relance para o Lucas para ver a reação do infeliz. O guri travou na hora, com os olhos vidrados na cena, engolindo seco. Assim que ela achou as pilhas e levantou, o moleque não aguentou: levantou do sofá sem falar uma única palavra, de cabeça baixa, e disparou direto para o quarto, trancando a porta. Não precisava ser gênio para adivinhar: foi direto tomar um banho demorado para bater uma punheta furiosa pensando na tia.

Cara, parecia piada de mau gosto, mas o destino resolveu sacanear com a gente. Num belo dia, o guri sai da escola e é atropelado. O estrago foi feio: o Lucas foi parar no hospital e ficou internado uns cinco dias. Quando finalmente teve alta, o cenário era bizarro: o cabaço de 1,90 m de altura saiu de lá com os dois braços quebrados, totalmente enfaixados do pulso até o ombro.

Eu e a Karine ficamos em completo pânico, sem imaginar que o pior ainda estava por vir. Com os braços engessados, o marmanjo virou literalmente um bebê gigante. Ele não conseguia fazer absolutamente nada sozinho: tomar banho, se limpar depois de ir ao banheiro, trocar de roupa ou comer dependia inteiramente dos outros.

Para dar conta da situação, tivemos que contratar uma cuidadora, uma senhora que ia lá ajudar a cuidar dele durante o dia enquanto eu e a Karine trabalhávamos. Mas, assim que anoitecia, a responsabilidade caía inteira sobre os nossos ombros. O que já era uma convivência tensa por causa dos olhares e da punhetagem secreta do moleque, virou um verdadeiro teste de fogo dentro de casa.

Na primeira noite dele em casa, a gente tava sentado na sala tentando organizar a logística daquela loucura. Eu avisei que ia tomar banho — a Karine já tinha tomado o dela — e ela soltou a pergunta que não queria calar:

— Amor, como é que a gente vai fazer com o Lucas para dar banho nele?

A gente tinha perguntado para a cuidadora se ela fazia essa parte, mas a senhora tinha se negado categoricamente. Resultado: sobrou inteirinho para eu e a Karine. Antes de chamar o guri, puxei a Karine de canto e mandei a real:

— Olha, o moleque é um cabaço de 1,90 m, do jeito que ele é tarado e tá há dias na seca, a hora que a gente começar a mexer nele, vai rolar uma ereção na hora.

A Karine deu risada, achando que eu tava exagerando e que era bobagem minha.

Fomos lá chamar o marmanjo. Ajudamos ele a tirar a roupa com todo cuidado para não machucar os braços engessados, e entramos nós dois de roupa no box com ele, enquanto o Lucas ficou de cueca. Nesse primeiro dia, fomos na base do respeito: lavamos só a parte externa, os braços engessados com cuidado, o corpo, mas sem inventar moda e sem tocar nas partes íntimas. Só que eu sabia que aquilo ali era só o aquecimento para o caos que ia ser nos próximos dias.

Depois que a gente terminou de secar o guri, a Karine saiu do box para dar um pouco de privacidade. Fiquei sozinho com ele no banheiro para trocar a roupa do marmanjo. Aproveitei que a cueca estava molhada, puxei a peça para baixo e bati o olho na ferramenta do infeliz pela primeira vez. Olha, para um cabaço de 1,90 m, o bicho não fazia feio não: não era maior que o meu, mas era um pau de respeito, bem grosso.

No dia seguinte, a saga continuou. Antes do banho, chamei a Karine de canto e dei o papo reto:

— Amor, hoje a gente vai ter que lavar as partes íntimas dele. Se deixar passar, vai juntar sujeira e ficar crítico. Vamos ter que pedir para ele tirar a cueca. Entre a gente ver e tocar, já passou da hora de encarar, e vai sobrar para você lavar, porque eu não vou colocar a mão nisso.

A Karine concordou, achando que seria só mais uma tarefa chata de enfermagem. Explicamos tudo para o Lucas, que ficou vermelho igual a um pimentão, morrendo de vergonha, mas sem ter para onde correr com os dois braços engessados.

Logo depois, o moleque apertou e precisou ir ao banheiro. Eu fui lá dar aquela força braçal que ele precisava para se limpar, e dali fomos direto para o box, prontos para o próximo round daquela loucura.

Dito e feito. Não deu cinco segundos para a Karine começar a ensaboar a região do saco do guri, e o bicho começou a inchar na cueca e subiu que nem uma pedra, apontando com tudo. A Karine tomou um susto enorme, deu um passo para trás e deu uma bronca nele:

— Menino, você tá ficando doido?! Cria vergonha nessa cara!

Eu ri da situação e falei:

— Eu te avisei, amor, relaxa que é normal, o moleque tá na seca e sem poder mexer as mãos. Deixa o garoto.

A Karine ficou vermelha que nem um pimentão, morrendo de vergonha, mas engoliu seco, respirou fundo e voltou a ensaboar, terminando o serviço com o marmanjo completamente empinado.

Nos dias seguintes, aquilo virou rotina: o banho com o guri de pau duro já era fichinha e ninguém mais se espantava. Só que o problema é que a tensão escapou do banheiro e foi parar na casa toda. A cuidadora veio reclamar com a gente que o Lucas estava andando pela casa de pau duro o dia inteiro, intimidando ela, e que se recusava a continuar indo trabalhar lá.

Olhei para a Karine, balancei a cabeça e disse para a mulher relaxar:

— Pode deixar que daqui para frente a gente resolve isso.

Aquele dia o clima na casa estava insustentável. Antes de chamar o guri para o banho, eu e a Karine sentamos na sala para discutir o que fazer com aquele marmanjo andando empinado pela casa inteira e espantando a cuidadora.

Soltei a bomba na lata:
— Amor, do jeito que o moleque tá, o único jeito de resolver isso vai ser a gente dar uma masturbada nele para descarregar essa pressão toda.

A Karine arregalou os olhos e quase caiu para trás:
— Você tá totalmente doido, Vitor! Tá louco da cabeça? Ele é meu sobrinho, isso é muito errado!

Fiquei ponderando, sabendo que a resistência dela era natural. Mas a gente não tinha escolha, a cuidadora tinha dado o fora e o guri estava prestes a explodir de tesão. Foi aí que tive uma ideia genial para resolver o problema de vez.

— Ó, faz o seguinte — falei, chegando mais perto dela. — Na hora que você for lavar ele no banho, em vez de só passar a mão de leve, você aperta firme o pau dele e dá umas duas ou três puxadas rápidas. Pronto, ele vai gozar na hora, descarrega e a gente resolve essa tensão.

A Karine me olhou desconfiada, com o rosto vermelho:
— E se ele não gozar? E se não funcionar?

Aí eu lancei a cartada final:
— Olha, para garantir que ele vai entrar no ponto de bala no banho, faz o seguinte: antes de ele entrar, vai lá na piscina, dá um mergulho rápido com aquele teu biquíni cavado, passa na frente dele e empina bem a bunda. Te garanto que o guri vai entrar no banheiro duro que nem uma rocha.

Cara, pensei comigo: se a minha esposa fizesse isso comigo, eu gozaria só de olhar, imagina para aquele moleque de 18 anos, que estava há dias na seca e morando debaixo do mesmo teto com a tia gostosa daquele jeito? Era tiro certo.

A gente precisava de uma medida drástica, porque a cuidadora estava prestes a abandonar o posto de vez, e eu e a Karine não podíamos largar o emprego para virar enfermeiros em tempo integral.

Foi então que eu olhei para a Karine e lancei a continuação do plano:

— Amor, uma punheta só no banho não vai dar conta do recado. O guri tá com o tanque cheio e a cabeça a mil por hora. A única forma de resolver isso de vez é a gente criar uma rotina de alívio diário para ele, e vai ter que ser sob o nosso controle.

A Karine quase engasgou com a própria saliva:
— Você enlouqueceu de vez, Vitor?! Quer que eu vire a mamãe do ano para o meu próprio sobrinho bater punheta todo dia?

— Não é isso, calma — argumentei, tentando acalmar os ânimos dela. — Pensa bem: se a gente não resolver, a cuidadora vai embora, nós vamos perder o emprego e a nossa casa vai virar um inferno. A gente faz assim: todo dia, antes de ele dormir, a gente entra no quarto dele rapidinho, você dá aquela esvaziada no guri com uma mão rápida, ele descarrega, dorme que nem um anjo e acampa o tesão no dia seguinte.

A Karine ficou em silêncio por um bom tempo, mastigando aquela ideia absurda. O rosto dela queimava de vergonha, mas, olhando para a gravidade da situação e vendo que o sobrinho dela era um poço de hormônios desgovernados, ela acabou cruzando os braços, respirando fundo e soltando:

— Tá bom... mas isso vai ficar entre nós dois. Se alguém abrir a boca, eu finjo que nem conheço vocês dois.

A gente resolveu que o melhor caminho era abrir o jogo de uma vez por todas com o marmanjo. Chamamos o Lucas para conversar sério na sala. O guri tremia tanto que parecia que ia ter um infartamento ali mesmo na nossa frente. Com os braços engessados e a cabeça baixa, ele pediu mil desculpas e gaguejou que não conseguia controlar o próprio corpo.

Eu olhei bem nos olhos dele e disse:
— Relaxa, moleque, a gente sabe que nessa idade o hormônio manda em tudo, mas a nossa paciência tem limite.

Combinamos as regras do jogo com uma seriedade impressionante para três pessoas numa situação daquelas: ficou resolvido que o alívio dele seria controlado e dividido em dois momentos — uma puxada rápida na hora do banho e uma dose extra antes de dormir. Tudo na base do consentimento e do acordo mudo entre nós três.

A rotina começou a rodar igual a um relógio suíço. No banho, bastavam três estocadas firmes da Karine para o guri explodir na hora. E, quando chegava a noite, o esquema era cirúrgico: eu e a Karine íamos até o quarto dele, tirávamos a roupa do rapaz para ele ficar mais confortável, e a Karine entrava em ação com um pouco de creme na mão. Em menos de dois minutos de fricção rápida, o Lucas jorrava tudo, o pau finalmente amaciava e voltava ao normal. Missão cumprida, a gente dava boa noite e ia deitar para dormir em paz.

Continua...Se leu até o final deixa seu voto ou comentário para saber se estão gostando, valeu!

Foto 1 do Conto erotico: Não acreditei que isso poderia acontecer - Parte 01

Foto 2 do Conto erotico: Não acreditei que isso poderia acontecer - Parte 01


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario matheusmela

matheusmela Comentou em 23/08/2026

Quando se tem irmãs e mãe sensuais em casa q gostam de ficar avontade é o dia td ajeitando o pau duro e elas rindo meu pai nem ligava mais pq a culpa era delas kkkk

foto perfil usuario mosqueteiro-

mosqueteiro- Comentou em 23/08/2026

Muito bom este conto

foto perfil usuario pavarotti

pavarotti Comentou em 23/08/2026

Muito bom este conto. O sobrinho da minha mulher passou uns dias aqui em casa. Ele também é muito alto e dá pra ver que écabaço ainda, mas, por sorte, não houve necessidade de minha mulher masturbar ele. Minha mulher é muito safada, certamente não hesitaria em fazer isso ou até algo a mais...




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


270553 - Não acreditei que isso poderia acontecer - Parte 03 - Categoria: Incesto - Votos: 3
270550 - Não acreditei que isso poderia acontecer - parte 02 - Categoria: Incesto - Votos: 3
270533 - Viagem com amigos para Balneario Camboriú - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
264895 - Primeira troca de casal - Parte 09 - FINAL - Categoria: Cuckold - Votos: 5
264893 - Primeira troca de casal - Parte 08 - Categoria: Cuckold - Votos: 3
264891 - Primeira troca de casal - Parte 07 - Categoria: Cuckold - Votos: 2
264846 - Primeira troca de casal - Parte 06 - Categoria: Cuckold - Votos: 3
264845 - Primeira troca de casal - Parte 05 - Categoria: Cuckold - Votos: 3
264844 - Primeira troca de casal - Parte 04 - Categoria: Cuckold - Votos: 3
264724 - Conto: Primeira troca de casal - Parte 03 - Categoria: Cuckold - Votos: 6
264722 - Primeira troca de casal - Parte 02 - Categoria: Cuckold - Votos: 7
264718 - Primeira troca de casal - Parte 01 - Categoria: Cuckold - Votos: 7

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico vitor35

Nome do conto:
Não acreditei que isso poderia acontecer - Parte 01

Codigo do conto:
270546

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
23/08/2026

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
2