A Karine estava na cozinha, debruçada sobre a bancada alta de mármore, terminando de lavar algumas frutas. Ela usava apenas uma calcinha de renda preta bem cavada e uma blusa social minha, que ficava curta e aberta na altura dos botões do peito, deixando as coxas inteiramente à mostra.
O Lucas estava na sala, mas a porta da cozinha era americana, totalmente aberta para a área de serviço e para o corredor. Sabendo que eu estava fora, o guri sentiu a pressão da oportunidade e começou a se aproximar devagar, pisando leve no piso frio.
A Karine percebeu a aproximação pelo reflexo da janela, mas fingiu que não era com ela. Ela empinou levemente o quadril, deixando a calcinha ainda mais evidente, e começou a resmungar baixinho, sozinha:
— Menino... que droga, sumiu a faca pequena de cortar frutas daqui.
O Lucas apareceu na entrada da cozinha, com a respiração já pesada, engolindo em seco antes de falar:
— Tia... quer que eu procure para a senhora?
A Karine virou o rosto de lado por cima do ombro, lançando aquele olhar severo e desafiador que deixava o guri louco:
— Ah, é você, Lucas? Sumiu sim. Deve estar lá no fundo da pia ou na gaveta de baixo. Mas olha, já que você tá de folga hoje, em vez de ficar só olhando, por que não vem aqui me ajudar de verdade a procurar? Mas ó: entra direito, com respeito, hein.
O guri deu um passo à frente, entrando na cozinha. A Karine se virou de costas para a bancada, apoiando os cotovelos no mármore e empurrando o corpo para frente, o que fez a blusa social abrir ainda mais, expondo os seios soltos e a barriga.
— Procura aí embaixo na gaveta, vai — ordenou ela, apontando para o armário inferior.
O Lucas se abaixou para abrir a gaveta, mas o espaço era apertado. Para conseguir mexer, ele teve que ficar praticamente colado às pernas da Karine, com o rosto na altura da cintura dela. O cheiro do perfume dela misturado com o calor da pele fez o guri perder a cabeça.
Em vez de só procurar a faca, o Lucas colocou as duas mãos trêmulas na cintura nua dela, sentindo a pele macia, e subiu os dedos devagar pela lateral da coxa, bem na borda da calcinha de renda.
A Karine travou a respiração por um segundo, fechou os olhos e soltou um gemido sutil, fingindo susto:
— Opa! O que é isso na tua mão, moleque? Eu mandei procurar a faca, não passar a mão em mim! Tá ficando muito saidinho, hein?
O Lucas levantou o olhar do chão, com os olhos vermelhos de tesão, e respondeu com a voz rouca, criando coragem:
— Desculpa, tia... mas a senhora facilita muito. Eu não aguento mais só olhar. Deixa eu ficar um pouquinho com a senhora... o tio demora para voltar.
A Karine abriu um sorriso safado de canto de boca, adorando ver que o guri finalmente tinha tomado a iniciativa sem precisar de empurrãozinho meu. Ela olhou para a porta da rua, sabendo que eu estava quase chegando, e decidiu dar apenas um gostinho antes de cortar o barato dele:
— É mesmo? Tá achando que manda na casa agora, é? — sussurrou ela, inclinando o corpo para mais perto dele. — Então me prova que você tem atitude, moleque. Beija meu pescoço rápido antes que o Vitor chegue.
O Lucas avançou faminto, enterrando o rosto no pescoço da Karine e chupando a pele dela com força, deixando marcas vermelhas, enquanto as mãos dele apertavam a bunda dela por cima da calcinha.
Nesse exato momento, o barulho do portão da rua bateu e a chave girou na fechadura da porta da frente.
A Karine deu um empurrão leve no peito do Lucas, ajeitou a blusa depressa com um sorriso vitorioso no rosto e falou num sussurro rápido:
— Pronto, acabou o recreio. O tio chegou. Vai pra sala fingir que tava vendo TV!
Dois dias depois daquela cena na cozinha, a noite estava quente. O Vitor (eu) tinha acabado de tomar um banho gelado e estava deitado na cama do nosso quarto, de bermuda, mexendo no celular com a luz baixa da abajur. A porta do quarto estava encostada, deixando um fresta aberta para o corredor escuro.
A Karine tinha acabado de sair do banho dela. Ela passou pelo corredor enrolada numa toalha branca, mas antes de entrar no quarto, viu o Lucas sentado no sofá da sala, com a luz da TV iluminando o rosto dele.
Com a cumplicidade que a gente já tinha alinhado, a Karine teve uma ideia brilhante. Ela entrou no nosso quarto, fechou a porta até a metade, olhou para mim com um sorriso cheio de malícia e sussurrou:
— Amor, o guri tá babando lá na sala sozinho. Quer ver uma aposta? Vou deixar a porta aberta na medida certa para ele ver a gente, e você vai me fazer perder a linha bem na frente dele, sem ele poder fazer nada além de assistir.
Eu abri um sorriso largo, trancando a tela do celular e puxando ela pela cintura para a beirada da cama e demos mais um show.
Alguns dias depois da cena no quarto, a tensão na casa estava palpável. A Karine continuava achando que controlava a situação: para ela, deixar o guri olhar ou tocar nos seios era apenas parte do "treinamento de cabaço" e do jogo de poder entre ela e o Vitor. Mas o Lucas já não se contentava com migalhas.
Era uma tarde de sábado. Eu tinha saído para resolver algo rápido na rua de carro, deixando os dois sozinhos em casa de propósito, como parte da engrenagem.
A Karine estava na cozinha, distraída cortando uns legumes na bancada, usando apenas um short curto e uma regata cavada, sem sutiã — o visual clássico que ela sabia que deixava o sobrinho louco. Ela achava que era só mais um momento de provocação inofensiva.
O Lucas entrou na cozinha bem devagar. Dessa vez, ele não pediu licença e nem esperou ela mandar. Com uma expressão diferente, muito mais séria e decidida do que nas outras vezes, ele se aproximou por trás, invadindo o espaço pessoal dela de um jeito que a Karine nunca tinha visto antes.
Antes que ela pudesse se virar ou dar aquela bronca ensaiada de "tia rigorosa", o Lucas deu um passo decisivo, colou o corpo dele nas costas dela, envolveu a cintura fina da Karine com os dois braços com força e a prensou contra a bancada.
A Karine tomou um susto real. O coração dela deu um salto no peito. Ela tentou se mexer, empurrando o braço dele:
— Ei! O que é isso, Lucas? Ficou maluco? Me solta agora! — ela falou, franzindo a testa, sentindo um calafrio que misturava susto e uma adrenalina absurda.
Mas o guri não recuou. Pelo contrário, colou a boca no pescoço dela e sussurrou com uma voz grossa e possessiva que ela nunca tinha ouvido nele:
— Chega de joguinho, tia... O tio já me ensinou a conquistar, já me deixou tocar... Agora eu não quero mais só olhar ou brincar de massagem. Eu quero você de verdade.
Antes que a Karine pudesse processar o que estava acontecendo ou usar a autoridade de tia, o Lucas virou o rosto dela com uma mão firme no queixo e a beijou à força na boca. Foi um beijo intenso, faminto, sem pedir permissão.
Por um segundo de puro choque, a Karine travou. As pernas dela falharam. O tabu absoluto que ela jurava existir na cabeça dela — a ideia de que a penetração ou um envolvimento real com o sobrinho era "fora de cogitação" — estilhaçou diante da ousadia do garoto. O tesão e o medo colidiram de uma forma tão violenta que ela quase cedeu ao beijo, mas o instinto de autopreservação a fez empurrar o peito do Lucas com força, ofegante, com os olhos arregalados de pânico e excitação misturados.
— Você perdeu a cabeça, seu moleque idiota! Nunca mais faça isso! — gritou ela, com a voz tremendo, ajeitando a regata e correndo para o quarto, trancando a porta enquanto o coração batia a mil por hora.
Na sala, o Lucas ficou sozinho, respirando fundo, com um sorriso de canto de boca: ele sabia que tinha cruzado a linha vermelha, mas, pela primeira vez, a Karine não tinha conseguido controlá-lo de verdade.
A Karine estava visivelmente abalada quando eu entrei em casa. Assim que fechei a porta da frente, ela me puxou pelo braço direto para o quarto, trancando a porta atrás de nós. O rosto dela estava corado, a respiração acelerada e os olhos entregavam um misto genuíno de susto e adrenalina.
— Vitor, você não tem noção do que aquele guri fez agora há pouco... — começou ela, despejando os fatos com pressa, contando sobre o abraço por trás, o beijo à força na boca e como aquilo tinha passado muito dos limites que ela imaginava. — Ele perdeu o controle, amor! Eu fiquei preocupada de verdade. Na minha cabeça a gente só tava brincando de ensinar, mas transar com ele? Nem fudendo, isso tá totalmente fora de cogitação!
Passei os braços em volta da cintura dela, mantendo a calma, e soltei um sorriso compreensivo:
— Calma, amor. Relaxa... Depois de tudo o que a gente armou, de colocar ele perto, de deixar tocar nos teus seios, era mais do que óbvio que uma hora ou outra isso ia acontecer. Ele é um moleque cheio de hormônio, a gente tava ensinando ele a ir atrás do que quer. É normal o bicho tentar morder a mão.
A Karine cruzou os braços, respirando fundo, processando o que eu disse. Ela mordeu o lábio inferior, balançou a cabeça concordando relutantemente — afinal, ela sabia que a culpa de ter criado o monstrinho também era nossa —, mas bateu o pé firme:
— Eu entendo, Vitor... Mas eu não vou deitar com ele, entendeu? Nisso eu não vou ceder. Se a gente deixar solto desse jeito, ele vai querer me pegar à força na casa inteira.
— Eu concordo com você, a gente precisa impor um freio de arrumação para ele não perder o respeito de vez — respondi, passando a mão no cabelo dela. — Mas a gente não pode cortar o barato do guri de uma vez só, senão ele brocha ou faz besteira. Que tal a gente estipular umas regras do jogo? Deixa ele avançar mais um pouco, mas a gente combina exatamente o que é permitido e o que é proibido. Assim você continua no controle. O que você acha de desenhar os limites?
A Karine respirou fundo, pensou por alguns segundos, com os olhos brilhando enquanto traçava na mente o que ela aceitaria ou não dar para o sobrinho. Ela se ajeitou na cama, olhou firme para mim e começou a desenhar as regras do acordo:
— Tá bom. Se é para dar uma corda controlada para ele não surtar, então vai ser do meu jeito e com regras bem claras — disse a Karine, levantando o dedo indicador para pontuar as exigências. — Anota aí o que vai ser permitido e o que vai ser proibido a partir de agora:
A regra de ouro: A penetração e toque na buceta continuam estritamente proibidos. Ele não vai me comer, ponto final. Isso é inegociável.
O que ele pode ganhar (A Zona Permitida): Eu posso deixar ele me chupar os seios, apertar minha bunda e me masturbar com a mão, mas apenas em momentos específicos que eu autorizar, e sempre com você por perto ou sabendo.
Onde e quando: Nada de me atacar na cozinha ou em surpresa na casa inteira. Ele só vai poder avançar se eu der o sinal verde na hora, como uma "recompensa" se ele se comportar ou fizer o que a gente mandar.
O freio de mão: Se ele tentar passar do limite que a gente combinou — como tentar me forçar a algo a mais —, o castigo é cortar o acesso por uma semana inteira e você entra em cena para dar uma bronca séria nele.

Muito bom incrível
vitor35