Não acreditei que isso poderia acontecer (Nova Regra Liberada) - Parte 8



Era o final da tarde de sábado. O sol já estava se pondo, jogando uma luz alaranjada pela janela da sala. O Lucas tinha saído rapidinho para ir à padaria comprar pão, dando pra gente o momento perfeito a sós para conversar sobre a loucura da noite anterior.

Eu estava sentado na poltrona tomando um café, e a Karine veio caminhando devagar até mim, apoiando as mãos nos meus ombros e soltando um suspiro longo, ainda com um sorriso pensativo no rosto.

— Sabe, Vitor... — ela começou, puxando conversa com a voz manhosa. — Eu tô pensando na noite passada até agora. Aquele lance do óleo, ele gozando nos meus peitos... Para falar a verdade, foi muito mais intenso do que eu imaginava. No começo fiquei com medo de a gente perder o controle de vez, mas confesso que o tesão foi lá no teto. Aquela adrenalina de quebrar as regras com você assistindo e o guri babando... foi incrível.

Dei um sorriso de canto de boca, puxando-a de leve para o meu colo, fazendo-a sentar de lado enquanto acariciava a coxa dela.

— Eu percebi que você curtiu, sua safada — respondi com um tom divertido. — Acontece que o moleque tá provando que aguenta o tranco, respeita os limites quando a gente aperta e ainda deixa você louca. Pensando nisso... o que você acha de a gente soltar um pouco mais as regras com ele? Deixar rolar algo mais ousado, uma liberdade maior nas brincadeiras... só com uma condição: sem penetração nenhuma. O que me diz?

A Karine arregalou os olhos levemente, surpresa com a minha abertura, mas o reflexo imediato nos olhos dela foi de pura excitação. Ela mordeu o lábio inferior, pensativa por alguns segundos, traçando planos na cabeça.

— Sem penetração... entendi — ela murmurou, ajeitando o cabelo e passando a mão no meu peito. — Bom, se é para soltar a rédea um pouco mais, mas mantendo a linha final intacta, eu tenho uma sugestão bem interessante.

Ela se aproximou do meu ouvido e começou a detalhar a ideia com um sussurro cheio de malícia:

— Que tal a gente criar um "momento livre" na hora do banho? A gente avisa ele que, daqui em diante, quando o banheiro estiver com a porta encostada e eu estiver lá dentro sozinha, ele tem permissão para entrar, mas com uma regra de ouro: ele só pode me tocar, me chupar e fazer o que eu mandar, usando a boca e as mãos em mim, mas sem nunca poder me possuir. Tipo um atendimento exclusivo ali no box, com a gente ditando o ritmo, ele me lambendo, me chupando e eu usando ele como bem entender para o meu prazer. Assim a gente testa a obediência dele ao extremo, sem cruzar a linha final.

Ela me encarou, esperando a minha aprovação com um brilho de pura perversão no olhar.

— E aí? Topa o desafio para ver se o guri aguenta essa pressão toda?

Abracei a cintura da Karine, mordisquei de leve o lóbulo da orelha dela e sorri com malícia diante da proposta ousada que ela tinha acabado de fazer.

— A ideia é excelente, amor. Você quer exclusividade total para usá-lo como bem entender no box, adorei — respondi, dando um tapinha leve na coxa dela. — Mas para o guri realmente se dedicar e aguentar essa pressão sem tentar passar do ponto, a gente precisa dar uma cenoura para ele. Afinal, qual vai ser a recompensa se ele se comportar direitinho e seguir todas as ordens no banho?

A Karine abriu um sorriso largo e perverso, ajeitando-se no meu colo. Ela passou os dedos pelos meus cabelos, olhou bem no fundo dos meus olhos pedindo a minha autorização e sussurrou a proposta com um tom de quem já estava planejando tudo na cabeça:

— Deixa que a recompensa eu decido no momento certo, conforme ele se comportar... Mas relaxa, ele não vai me foder, eu nunca faria isso. Eu só quero ver até onde a obediência desse moleque vai. O que acha?

Dei um sorriso de canto de boca, mostrando que confiava totalmente nela e que gostava de ver ela assumir o controle daquela forma.

— Por mim, combinado.

Então, imaginando que ele estava voltando, Karine foi até o banheiro tomar banho propositalmente deixando a porta aberta.

A chave girou na fechadura e o Lucas entrou na sala, segurando o saco de pão com o rosto ainda um pouco corado por conta da noite anterior. Então chamei ele e contei a nova regra que estava livre para ele conforme a Karine detalhou.
O guri engoliu em seco, com os olhos arregalados, e apenas assentiu com a cabeça, totalmente sem fôlego.
Após falar com ele eu sai para a cozinha e deixei ele explorar a casa, ele percebe a porta a berta do banheiro e ela no banho e logo vai até ela todo timido.

Da cozinha, eu conseguia ouvir o som da água caindo misturado aos gemidos manhosos da Karine e às orientações firmes que ela dava para ele. O Lucas foi para o chão do box, de joelhos sob a água morna, e começou a lamber e chupar a buceta da Karine de forma desesperada e faminta.

Com os braços apoiados na parede do box, a Karine empurrava o quadril contra o rosto do guri, ditando o ritmo e aproveitando cada linguada. O esforço do moleque deu resultado rápido: em poucos minutos, a Karine soltou um gemido alto, abafado pelo barulho do chuveiro, e gozou gostoso no rosto e na boca dele, travando as pernas ao redor da cabeça do sobrinho.

Assim que o banho terminou, a Karine saiu do box usando apenas um roupão leve e me fez um sinal discreto com a cabeça em direção ao nosso quarto, indicando que a recompensa que ela tinha prometido iria acontecer agora.

Fui até a porta do quarto e me encostei no batente para assistir de camarote.

O Lucas já estava lá dentro, com a respiração pesada, parado perto da cama, pelado e completamente ereto. A Karine foi até ele, fez o guri sentar na ponta do colchão e ajoelhou-se bem no meio das pernas dele. Olhando para mim por cima do ombro com um brilho de pura safadeza, ela pegou o pau duro e latejante do sobrinho e começou o espetáculo.

Primeiro, ela passou a ponta da língua bem devagar pela cabeça do pau dele, recolhendo o pré-sêmen antes de abocanhar apenas a glande, chupando com força e fazendo um barulho estalado. Em seguida, desceu a boca beijando o corpo do membro até chegar às bolas do guri. Ela abriu bem os lábios e chupou as duas bolas com vontade, alternando lambidas firmes e sucções que faziam o Lucas arquear as costas e gemer baixinho, tonto de tesão.

Voltando a subir, a Karine segurou a base do pau com firmeza. Sem dar tempo para ele respirar, ela abriu a boca ao máximo e empurrou a cabeça para a frente, engolindo o membro dele todinho de uma vez só, fazendo uma garganta profunda perfeita e implacável. O guri travou na hora, com as mãos cravadas no colchão e os olhos revirados, enquanto ela mantinha a rola dele presa na garganta por alguns segundos, antes de subir e descer num ritmo ágil e molhado.

Percebendo que o garoto estava prestes a perder o controle, a Karine acelerou as estocadas de cabeça, aprofundando cada vez mais.

— Vai, seu moleque... solta tudo pra tua tia — ela murmurou com a voz abafada pelo pau enfiado na boca.

O Lucas deu um tranco violento, totalmente sem defesas, e explodiu por dentro dela. A pressão foi tão imensa que uma quantidade espessa do gozo subiu direto pela garganta e acabou saindo pelo nariz da Karine, sujando o rosto dela de cabo a rabo.

Ela parou por um instante, puxando o ar pela boca com o rosto melecado de sêmen, lambeu os lábios com a língua e olhou para mim com um sorriso vitorioso e meio sujo, enquanto o Lucas desabava na cama, completamente nocauteado e sem fôlego.

Foto 1 do Conto erotico: Não acreditei que isso poderia acontecer (Nova Regra Liberada) - Parte 8

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Comentários


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mosqueteiro- Comentou em 25/08/2026

Cara de sorte muito bom




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Não acreditei que isso poderia acontecer (Nova Regra Liberada) - Parte 8

Codigo do conto:
270726

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/08/2026

Quant.de Votos:
3

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